PEREGRINAÇÃO INTERNACIONAL ANIVERSÁRIA
PRESIDIDA PELO PAPA INOCÊNCIO II
Capelinha das Aparições - 13.05.2026
Um Bispo, junto de todos os presentes, inicia na Capelinha das Aparições a recitação do Terço.
Ao altar, sobem apenas os Bispos concelebrantes e o Presidente. Chegando ao mesmo, sobem e não beijando o altar, ocupam os seus devidos lugares.
O presidente, virado para o povo, inicia a celebração com os Ritos Iniciais.
RITOS INICIAIS
Presidente e fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o presidente diz:
In nómine Patris, et Fílii, et Spiritus Sancti
R. Amen.
Depois, o presidente saúda o povo, dizendo:
Dominus vobiscum
R. Et cum spiritu tuo
Aqui, o Presidente da Celebração ou um presbítero, caso lhe tenha sido confiado a fazê-lo, dirige-se aos fiéis, fazendo a entronização do Rosário e da Celebração.
Nossa Senhora recomendou repetidamente a oração diária do Terço, nas aparições aos Pastorinhos, aqui em Fátima. "Rezem o terço, todos os dias, para alcançar a Paz no Mundo e o fim da guerra". São as últimas palavras que a Lúcia recorda da primeira Aparição de Nossa Senhora, em Maio de 1917. Acolhendo este pedido, unimo-nos também à Igreja Universal, pedindo a Paz no Mundo e cessando fogo nas guerras. Meditamos os mistérios gloriosos do Rosário.
MISTÉRIOS GLORIOSOS
1.º Mistério: a Ressurreição do Senhor
Do Evangelho de S. Lucas [24, 28-39]
"Ao chegarem perto da aldeia para onde iam, [Jesus] fez menção de seguir para diante. Os outros, porém, insistiam com Ele, dizendo: “Fica connosco, pois a noite vai caindo e o dia já está no ocaso”. Entrou para ficar com eles. E, quando Se pôs à mesa, tomou o pão, pronunciou a bênção e, depois de o partir, entregou-lho. Então, os seus olhos abriram-se e reconheceram-no; mas Ele desapareceu da sua presença. Disseram, então, um ao outro: «Não nos ardia o coração, quando Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?». Levantando-se, voltaram imediatamente para Jerusalém."
Jesus Ressuscitado, vencedor da Morte, põe-Se a caminho com os discípulos e deixa-Se ver pelos Seus efeitos: passam do desânimo à esperança, da tristeza à alegria, do medo à coragem.
A Ressurreição do Senhor é uma oportunidade para contemplarmos o Deus Santo, que revela todo o Seu poder em Cristo Jesus: é o Deus Forte, em quem podemos pôr a nossa esperança!
1x Pai Nosso
10x Avé Maria
Glória Cantado
"Ave o Theotokos"
2.º Mistério: a Ascensão de Jesus ao Céu
Do Evangelho de S. Marcos [16, 19-20]
"Então, o Senhor Jesus, depois de ter falado [com os discípulos], foi recebido no Céu e sentou-Se à direita de Deus. Eles, partindo, foram pregar por toda a parte; o Senhor cooperava com eles, confirmando a Palavra com os sinais que a acompanhavam."
Completado o tempo das aparições, Jesus ascende ao Céu, para junto do Pai, tal como tinha prometido aos discípulos: “Subo para o meu Pai, que é vosso Pai, para o meu Deus, que é vosso Deus”. (Jo 20,17). Desde ali, sentado à direita de Deus, intercede por nós eternamente (Heb 7,25).
A Ascensão de Jesus é uma oportunidade para contemplarmos o Deus Santo, eternamente fiel à Sua promessa: é o Deus Vivo, que Se oferece em Cristo como único mediador e caminho seguro para o Pai.
1x Pai Nosso
10x Avé Maria
Glória Cantado
"Ave o Theotokos"
3.º Mistério: a Descida do Espírito Santo
Do Evangelho de S. João [14, 25-26]
"Jesus disse aos Seus discípulos: “Fui revelando-vos estas coisas enquanto permaneci convosco; mas o Paráclito, o Espírito Santo que o Pai enviará em meu nome, esse é que vos ensinará tudo, e há de recordar-vos tudo o que Eu vos disse”."
Para nos conduzir à Verdade plena, recebemos do Pai e do Filho o Espírito Santo. É Ele que nos guia pelo caminho da santidade e nos dá a força para sermos testemunhas da Ressurreição do Senhor Jesus.
A descida do Espírito Santo é uma oportunidade para contemplarmos o Deus Santo, que não Se cansa de nos atrair para Si: é o Deus de Amor que, pelo Espírito Santo, fortalece a nossa comunhão e fecunda a nossa entrega.
1x Pai Nosso
10x Avé Maria
Glória Cantado
"Ave o Theotokos"
4.º Mistério: a Assunção de Nossa Senhora ao Céu
Do Evangelho de S. Lucas [11,27-28]
"Naquele tempo, enquanto Jesus falava à multidão, uma mulher levantou a voz no meio da multidão e disse: “Feliz Aquela que Te trouxe no seu ventre e Te amamentou ao seu peito! Mas Jesus respondeu: “Mais felizes são os que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática”."
A Virgem Maria, preservada, em atenção a Cristo, do pecado original, é agora acolhida por Deus e preservada também da corrupção da morte. Ela, que viveu por Cristo e para Cristo, foi feliz porque ouviu a Palavra de Deus e a pôs em prática. Por isso, precede-nos na vida ressuscitada que todos somos chamados a viver.
A Assunção de Nossa Senhora é uma oportunidade para contemplarmos o Deus Santo, que nos quer introduzir na vida divina: é o Deus de Amor que, em Maria, nos recorda a meta a que somos chamados.
1x Pai Nosso
10x Avé Maria
Glória Cantado
"Ave o Theotokos"
5.º Mistério: a Coroação de Nossa Senhora no Céu
Do Evangelho de S. Lucas [46.48b-49]
"Maria exclamou: “de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações, porque o Todo-Poderoso fez em mim maravilhas! Santo é o Seu nome!”."
Elevada ao Céu, Nossa Senhora recebe das mãos de Deus a coroa da glória, como sinal de uma vida totalmente referida a Deus e ao cumprimento da Sua vontade. Com o seu sim incondicional, Maria permitiu que o Todo-Poderoso fizesse nela maravilhas. É, por isso,chamada bem-aventurada por todas as gerações.
A coroação da Virgem é uma oportunidade para contemplarmos o Deus Santo, que se alegra com a fidelidade: é o Deus da Alegria verdadeira, que deseja, mais que tudo, a nossa bem-aventurança.
1x Pai Nosso
10x Avé Maria
Glória Cantado
"Ave o Theotokos"
Terminado o cântico, todos os seminaristas, presbíteros e diáconos formam a Procissão. A ordem é composta por turibulo na frente, a seguir a cruz e candelabros. De seguida os seminaristas, diáconos com o evangeliário ao centro e ospresbíteros.
Aguarde-se então, o retorno dos Bispos, já paramentados com a devida casula, acompanhados pelo Santo Padre e o seu cerimoniario.
Estando todos reunidos, inicia-se então a Majestosa Procissão pelo recinto, calmamente e sem pressas.
Ao chegar ao Algarve Mundi, a coluna da esquerda, sem beijar o altar, dirige-se para os bancos do lado do Ambão. A coluna da direita, sem beijar o altar, dirige-se para os bancos do lado do andor. Somente os Bispos beijam o altar.
O Santo padre, chegando ao altar, beija-o, e incensa o mesmo, indo de seguida ao centro do altar incensar a cruz. Após ter dado a volta completa ao altar, dirige-se a Nossa Senhora para incensar a mesma. Aqui, o turiferário, deverá estar em espera junto do andor para receber o turibulo.
Terminado, o Santo Padre dirige-se à presidência e inicia a Celebração cantando:
Pres: In nómine Patris, et Fílii, et Spíritus Sancti.
Ass: Amen.
Pres: Dóminus vobíscum.
Ass: Et cum spíritu tuo.
Aqui é realizada a Saudação em Línguas Estrangeiras. Após terminar inicia-se o ATO PENITENCIAL.
ATO PENITENCIAL
Pres.: De coração humilde e contrito pela consciência dos nossos pecados, voltemo-nos para Deus, que é santo.
Guardam-se alguns momentos de silêncio.
Seguidamente, o sacerdote diz:
Pres.: Tende compaixão de nós, Senhor.
℟.: Porque somos pecadores.
Pres.: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
℟.: E dai-nos a vossa salvação.
Segue-se a absolvição do sacerdote:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós,
perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amen.
KYRIE ELEISON
Em seguida , canta-se o Kyrie Eleison.
V.: Kýrie, eléison.
℟.: Kýrie, eléison.
V.: Christe, eléison.
℟.: Christe, eléison.
V.: Kýrie, eléison.
℟.: Kýrie, eléison.
GLÓRIA
Em seguida, segundo as rubricas, canta-se ou recita-se o hino:
Glória in excélsis Deo et in terra pax homínibus bonae voluntátis. Laudámus te, benedícimus te, adorámus te, glorificámus te, grátias ágimus tibi propter magnam glóriam tuam, Dómine Deus, Rex cæléstis, Deus Pater omnípotens. Dómine Fili unigénite, Iesu Christe, Dómine Deus, Agnus Dei, Fílius Patris, qui tollis peccáta mundi, miserére nobis; qui tollis peccáta mundi, súscipe deprecatiónem nostram. Qui sedes ad déxteram Patris, miserére nobis. Quóniam tu solus Sanctus, tu solus Dóminus, tu solus Altíssimus, Iesu Christe, cum Sancto Spíritu: in glória Dei Patris. Amen.
Terminado o hino, o presidente, de mãos juntas, diz:
Oremos.
E todos, juntamente com o presidente, oram em silêncio durante alguns momentos. Depois, o presidente, de braços abertos, diz a oração coleta.
Senhor nosso Deus, que nos destes a Mãe do vosso Filho como nossa Mãe, concedei-nos que, seguindo os seus ensinamentos e com espírito de verdadeira penitência e oração, trabalhemos generosamente pela salvação do mundo e pela dilatação do reino de Cristo. Ele que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass: Amen.
LITURGIA DA PALAVRA
(Ap 11, 19a; 12, 1-6a.10ab)
Leitor: Leitura do Apocalipse de São João
O templo de Deus abriu-se no Céu e a arca da aliança foi vista no seu templo. Apareceu no Céu um sinal grandioso: uma mulher revestida de sol, com a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça. Estava para ser mãe e gritava com as dores e ânsias da maternidade. E apareceu no Céu outro sinal: um enorme dragão cor de fogo, com sete cabeças e dez chifres e nas cabeças sete diademas. A cauda arrastava um terço das estrelas do céu e lançou-as sobre a terra. O dragão colocou-se diante da mulher que estava para ser mãe, para lhe devorar o filho, logo que nascesse. Ela teve um filho varão, que há-de reger todas as nações com ceptro de ferro. O filho foi levado para junto de Deus e do seu trono e a mulher fugiu para o deserto, onde Deus lhe tinha preparado um lugar. E ouvi uma voz poderosa que clamava no Céu:«Agora chegou a salvação, o poder e a realeza do nosso Deus e o domínio do seu Ungido».
Leitor: Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL
Sl 44 (45), 11-12.14-15.16-17 (R. 11a)
℟. Escuta e inclina-te diante do Senhor.
— Ouve, filha, vê e presta atenção, esquece o teu povo e a casa de teu pai. De tua beleza se enamora o Rei, Ele é o teu Senhor, presta-Lhe homenagem. ℟.
— A filha do Rei avança cheia de esplendor: de brocados de ouro são os seus vestidos. Com um manto multicor é apresentada ao Rei, seguem-na as donzelas, suas companheiras. ℟.
— Cheias de entusiasmo e alegria, entram no palácio do Rei. Em lugar de teus pais, terás muitos filhos; estabelecê-los-ás príncipes sobre toda a terra. ℟.
Leitor: Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Gálatas
Irmãos: Quando chegou a plenitude dos tempos, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher e sujeito à Lei, para resgatar os que estavam sujeitos à Lei e nos tornar seus filhos adotivos. E porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: «Abá! Pai!». Assim, já não és escravo, mas filho. E, se és filho, também és herdeiro, por graça de Deus.
Leitor: Palavra do Senhor.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
· Sois ditosa, ó Virgem Santa Maria, sois digníssima de todos os louvores, porque de Vós nasceu o sol da justiça, Cristo, nosso Deus.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
Entretanto, o sacerdote impõe incenso, sendo usado, no turíbulo. Em seguida, o diácono que tiver de proclamar o Evangelho, profundamente inclinado diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa, dizendo:
Diác.: A vossa bênção.
O sacerdote, em voz baixa, diz:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono benze-se e responde:
Diác.: Amém.
EVANGELHO
(Lc 11, 27-28)
A seguir, o diácono ou o sacerdote, dirige-se para o ambão, acompanhado dos acólitos que podem levar o incenso e os círios, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo segundo são Lucas
Ao mesmo tempo faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo na fronte, na boca e no peito, e o mesmo fazem todos os demais.
℟.: Glória a vós, Senhor.
A seguir, quando se usar o incenso, o diácono ou o sacerdote incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: Naquele tempo, enquanto Jesus falava à multidão, uma mulher levantou a voz no meio da multidão e disse: «Feliz Aquela que Te trouxe no seu ventre e Te amamentou ao seu peito». Mas Jesus respondeu: «Mais felizes são os que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática».
Aqui, afasta-se e aguarda que sejam proclamadas as três línguas presentes. Terminadas as línguas, o Diácono vai ao ambão e diz:
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Aqui, dirige-se ao presidente da celebração que o beija e abençoa. Após isso, o presidente dirige-se ao ambão onde realiza a homilia.
HOMILIA
Depois, segue-se a homilia, refletindo um pouco da Memória do Dia de Lúcia, da Festa e das Leituras..
Terminada a homilia, canta-se ou recita-se, quando é prescrito, o símbolo ou profissão de fé.
Credo in unum Deum,
Patrem omnipoténtem, factórem cæli et terræ, visibílium ómnium et invisibílium.
Et in unum Dóminum Iesum Christum, Fílium Dei unigénitum, et ex Patre natum ante ómnia saécula.
Deum de Deo, lumen de lúmine, Deum verum de Deo vero, génitum, non factum, consubstantiálem Patri: per quem ómnia facta sunt.
Qui propter nos hómines et propter nostram salútem
descéndit de cælis.
Ad verba quæ sequuntur, usque ad factus est, omnes se inclinant:
Et incarnátus est de Spíritu Sancto ex María Vírgine, et homo factus est.
Crucifíxus étiam pro nobis sub Póntio Piláto; passus et sepúltus est, et resurréxit tértia die, secúndum Scriptúras, et ascendit in caelum, sedet ad déxteram Patris.
Et íterum ventúrus est cum glória, iudicáre vivos et mórtuos, cuius regni non erit finis.
Et in Spíritum Sanctum, Dóminum et vivificántem: qui ex Patre Filióque procédit.
Qui cum Patre et Fílio simul adorátur et conglorificátur: qui locútus est per prophétas.
Et unam, sanctam, cathólicam et apostólicam Ecclésiam.
Confíteor unum baptísma in remissiónem peccatórum.
Et exspécto resurrectiónem mortuórum, et vitam ventúri sæculi. Amen.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
Pres.: Irmãs e irmãos: Oremos para que a Igreja e toda a humanidade participem da plenitude de graças e bênçãos com que Deus enriqueceu a Virgem Maria, cantando, cheios de fé:
℟.: Santíssima Mãe do Rosário, Rogai por Nós
1. Pela Igreja que faz caminho com o mundo, para que medite a palavra de Deus, como a Virgem Maria, e se deixe cativar pelo Senhor três vezes Santo, oremos.
2. Pelos discípulos de Jesus em toda a terra, para que, diante da pobreza e da riqueza, imitem a atitude da Senhora do “Magnificat”, oremos.
3. Pelas virgens consagradas a Deus, para que aprendam a oferecer as suas vidas e com Maria se sintam servas do Senhor, oremos.
4. Por quantos vivem o mistério do sofrimento, para que, unidos à Virgem Mãe de Deus, d’Ela recebam consolação, exemplo e esperança, oremos.
5. Pelos mais pobres e por aqueles que têm fome, para que haja sempre alguém que os ajude e lhes anuncie o Evangelho, oremos.
6. Por todas as Pessoas vítimas de abusos; para que Deus nosso Senhor conceda a cura das suas feridas, coragem aos que as acompanham, conforto às famílias e torne cada vez mais a Igreja um ambiente seguro, oremos.
7. Por todos nós aqui presentes em assembleia, para que o Senhor nos ensine a glorificá-l’O, com a fé e a confiança da Virgem Maria, oremos.
Pres.: Senhor, nosso Deus, que nas palavras do “Magnificat” escutastes os anseios da humanidade, libertai os homens de toda a forma de violência e ensinai-os a construir um mundo mais fraterno. Por Cristo Senhor nosso.
℟.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
Terminada a oração universal, inicia-se o cântico do ofertório. Entretanto, os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o missal.
Convém que os fiéis manifestem a sua participação, apresentando o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, e mesmo outros dons para as necessidades da Igreja e dos pobres, conforme os costumes locais.
O sacerdote, junto do altar, toma a patena com o pão e, elevando-a com ambas as mãos um pouco acima do altar, diz em voz baixa:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos da vossa bondade, fruto da terra e do trabalho do homem, que hoje Vos apresentamos e que para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, depõe a patena com o pão sobre o corporal.
Se não houver cântico do ofertório, o sacerdote pode proferir estas palavras em voz alta. No fim, o povo pode aclamar:
℟.: Bendito seja Deus para sempre!
O diácono ou o sacerdote deita vinho e um pouco de água no cálice, dizendo em silêncio:
℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho, sejamos participantes da divindade d’Aquele que assumiu a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o com ambas as mãos um pouco acima do altar, diz em voz baixa:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da vossa bondade, fruto da videira e do trabalho do homem, que hoje Vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Em seguida, depõe o cálice sobre o corporal.
Se não houver cântico do ofertório, o sacerdote pode proferir estas palavras em voz alta. No fim, o povo pode aclamar:
℟.: Bendito seja Deus para sempre!
A seguir, o sacerdote inclina-se e diz em silêncio:
Pres.: De coração humilhado e contrito sejamos recebidos por Vós, Senhor. Assim o nosso sacrifício seja agradável a vossos olhos, Senhor nosso Deus.
Depois, usando-se o incenso, incensa as oblatas, a cruz e o altar. A seguir, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, estando ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, da minha iniquidade e purificai-me do meu pecado.
CONVITE À ORAÇÃO
Depois, estando ao meio do altar e, voltado para o povo, abrindo e juntando as mãos, diz:
Pres.: Orai, irmãos, para que as nossas alegrias e tristezas de cada dia, unidas ao sacrifício de Cristo,
sejam aceites por Deus Pai todo-poderoso.
O povo levanta-se e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Em seguida, de braços abertos, o sacerdote diz a oração sobre as oblatas.
Pres.: Por este sacrifício de reconciliação e de louvor, que Vos oferecemos na festa da Virgem santa Maria, perdoai benignamente, Senhor, os nossos pecados e orientai os nossos corações no caminho da santidade e da paz. Por Cristo nosso Senhor.
PREFÁCIO V DA VIRGEM SANTA MARIA
(Maria, imagem e mãe da Igreja)
Depois, o sacerdote começa a Oração eucarística.
Abrindo os braços diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Elevando as mãos, o sacerdote continua:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
De braços abertos, o sacerdote acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote continua o prefácio de braços abertos.
Pres.: Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, e exaltar a vossa infinita bondade, na celebração da memória da Virgem santa Maria.
Recebendo o vosso Verbo em seu coração imaculado, Ela mereceu concebê-l’O em seu seio virginal e, dando à luz o Criador do universo, preparou o nascimento da Igreja. Junto à cruz, aceitou o testamento da caridade divina e recebeu todos os homens como seus filhos, pela morte de Cristo gerados para a vida eterna.
Enquanto esperava, com os apóstolos, a vinda do Espírito Santo, associando-se às preces dos discípulos, tornou-se modelo admirável da Igreja em oração. Elevada à glória do céu, assiste com amor materno a Igreja, ainda peregrina sobre a terra, protegendo misericordiosamente os seus passos
a caminho da pátria celeste, enquanto espera a vinda gloriosa do Senhor.
Por isso, com os anjos e os santos, proclamamos a vossa glória, cantando numa só voz:
SANTO
℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Vós, Senhor, sois verdadeiramente santo e todas as criaturas cantam os vossos louvores, porque dais a vida e santificais todas as coisas, por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, com o poder do Espírito Santo, e não cessais de reunir para Vós um povo, que, de um extremo ao outro da terra, Vos ofereça uma oblação pura.
Junta as mãos e, estendendo-as sobre as oblatas, diz:
Pres.: Humildemente Vos suplicamos, Senhor: santificai, pelo Espírito Santo, estes dons que Vos apresentamos,
Junta as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e sobre o cálice, dizendo:
para que se convertam no Corpo e + Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
Junta as mãos.
que nos mandou celebrar estes mistérios.
Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor devem pronunciar-se clara e distintamente, como o requer a natureza das mesmas palavras.
Pres.: Ipse enim in qua nocte tradebátur,
Toma o pão e, sustentando-o um pouco elevado sobre o altar, continua:
Accépit panem et tibi grátias agens benedíxit, fregit, dedítque discípulis suis
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a sobre a patena e genuflete em adoração.
Pres.: Símili modo, postquam cenátum est,
Toma o cálice e, sustentando-o um pouco elevado sobre o altar, continua:
Accípiens cálicem, et tibi grátias agens benedíxit, dedítque discípulis suis.
Mostra ao povo o cálice, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
*CANTADO*
Pres.: Mistério da fé!
℟.:Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, Senhor, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua admirável ressurreição e ascensão aos céus, e esperando a sua vinda gloriosa, nós Vos oferecemos, em ação de graças, este sacrifício vivo e santo.
Pres.: Olhai benignamente para a oblação da vossa Igreja: vede nela a vítima que nos reconciliou convosco e fazei que, alimentando-nos do Corpo e Sangue do vosso Filho, cheios do seu Espírito Santo, sejamos em Cristo um só corpo e um só espírito.
1C: O Espírito Santo faça de nós uma oferenda permanente, a fim de alcançarmos a herança eterna,
em companhia dos vossos eleitos, com a Virgem santa Maria, Mãe de Deus, são José, seu esposo, os bem-aventurados apóstolos e gloriosos mártires, São Francisco e Santa Jacinta Marto, e todos os santos, por cuja intercessão esperamos sempre o vosso auxílio.
2C: Por este sacrifício de reconciliação, dai, Senhor, a salvação e a paz ao mundo inteiro; confirmai a vossa Igreja na fé e na caridade, ao longo da sua peregrinação na terra, com o vosso servo, o nosso Papa Inocêncio II, e com o meu irmão Ítalo Silva e Gabriel Santos, bispos desta Igreja, e comigo, vosso indigno servo, e todos os bispos e ministros sagrados,
e todo o povo por Vós redimido.
3C: Atendei benignamente às preces desta família, que Vos dignastes reunir na vossa presença. Reconduzi a Vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos dispersos. Lembrai-Vos dos nossos irmãos defuntos
e de todos os que morreram na vossa amizade, nomeadamente todas as intenções particulares que tendes convosco. Acolhei-os com bondade no vosso reino, onde também nós esperamos ser recebidos, para vivermos com eles eternamente na vossa glória, por nosso Senhor Jesus Cristo.
Junta as mãos.
Por Ele concedeis ao mundo todos os bens.
Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Per ipsum, et cum ipso, et in ipso, est tibi Deo Patri omnipoténti, in unitáte Spíritus Sancti, omnis honor et glória per ómnia sǽcula sæculórum.
O povo aclama:
℟.: Amém.
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos juntas, diz:
Pres.: Porque nos chamamos e somos filhos de Deus,
ousamos dizer com toda a confiança:
Abre os braços e, juntamente com o povo, continua:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
De braços abertos, o sacerdote diz sozinho:
Pres.: Livrai-nos de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso Salvador.
Junta as mãos.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz: não olheis aos nossos pecados, mas à fé da vossa Igreja, e dai-lhe a união e a paz, segundo a vossa vontade,
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
℟.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e juntando as mãos, diz:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, conforme as circunstâncias, o diácono ou o sacerdote acrescenta:
℣.: Como filhos do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
Todos se saúdam, segundo os costumes locais, em sinal de mútua paz, comunhão e caridade. O sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
Em seguida, toma a hóstia, parte-a sobre a patena e deita um fragmento no cálice, dizendo em silêncio:
Esta união do Corpo e Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
Entretanto, canta-se ou recita-se:
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos juntas, diz em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus vivo, que, por vontade do Pai e com o poder do Espírito Santo, destes a vida ao mundo pela vossa morte, livrai-me de todos os meus pecados e de todo o mal, por este vosso santíssimo Corpo e Sangue; conservai-me sempre fiel aos vossos mandamentos e não permitais que eu me separe de Vós.
O sacerdote genuflete, toma a hóstia, levanta-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice e, voltado para o povo, diz em voz alta:
Pres.: Felizes os convidados para o banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL
Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!
Depois, toma a patena ou a píxide, aproxima-se dos comungantes e, elevando um pouco a hóstia, mostra-a a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
Terminada a distribuição da Comunhão, o sacerdote ou o diácono, ou o acólito instituído, purifica a patena sobre o cálice e o próprio cálice.
Durante a purificação, o sacerdote diz em silêncio:
Pres.: O que em nossa boca recebemos, Senhor, seja por nós acolhido em coração puro, e estes dons da vida temporal se tornem remédio de vida eterna.
Então, o sacerdote pode voltar para a sua cadeira. Se convier, podem guardar-se uns momentos de silêncio sagrado, ou recitar um salmo ou um cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, de pé, junto da sua cadeira ou do altar, o sacerdote, voltado para o povo, diz, de mãos juntas:
Pres.: Oremos.
Em seguida, o sacerdote diz, de braços abertos, a oração depois da comunhão:
Concedei, Senhor, que o sacramento que recebemos conduza à vida eterna aqueles que proclamam a Virgem santa Maria, Mãe do vosso Filho e Mãe da Igreja. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
℟.: Amém.
ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO
Neste momento, dá-se início à Adoração ao Santíssimo Sacramento. O Santo Padre, despoja-se da sua casula e toma consigo o Pluvial.
Enquanto isso, um padre responsável pelo momento, coloca o Santíssimo sobre o altar, em cima de um bloco de ouro.
Jesus está no meio de nós.
Aquele que recebemos em comunhão, está presente sobre o altar da Eucaristia, como fonte inesgotável de eternidade, que do coração de Deus corre para o coração da Humanidade.
Adoremos a Cristo Jesus, pão vivo que continuamente desce do céu, para saciar as nossas fomes, cantando a oração que o anjo ensinou aos pastorinhos aqui em Fátima, Meu Deus eu Creio, Adoro, espero e amo vos.
Terminada a leitura, o coro inicia um cântico, enquanto o presidente recebe o turibulo e incensa o Santíssimo exposto.
Terminado o cântico, todos se levantam e escutam.
O meu coração, hoje é entregue a ti, mãe das mães, Virgem do Rosário de Fátima. Hoje, todos estamos em torno do teu altar, e juntos celebramos a tua Solenidade e Festa. Mãe, hoje também vimos, com o intuito de te pedir ajuda. Rezamos-te hoje, Mãe Das Dores e da Consolação, por estes teus filhos, tomados pela dor da doença e do sofrimento, pela angústia da morte e o medo da doença. Acolhe estes teus filhos e filhas, que anseiam pela morte, que se sentem na solidão pela vida e pela família. Acolhe-os no teu manto materno e dá-lhes força para a superação da doença e uma morte santa. Derrama a tua luz sobre os corações de quem mais te pede ajuda. Venerável Mãe, te cantamos pedindo ao teu filho muito amado a Misericórdia, o Perdão e a Paz.
Aqui, o coro inicia o cântico "Nós te Adoramos". No decorrer do cântico, será entregue ao Santo Padre o véu de ombros, na qual ele coloca e seguem para a benção dos Doentes.
Na frente seguem dois candelabros, seguido do Santíssimo Sacramento entregue a um padre, e atrás o Santo Padre com o seu cerimoniario. Ao chegarem junto dos doentes, o padre entrega o Santíssimo ao Santo Padre, onde este faz a benção aos doentes. Serão quatro vezes a benção. Uma ao início, outras duas ao centro (marcadas no chão) e por fim ao fundo onde estarão os doentes finais.
Terminada a benção, o Santíssimo é entregue de novo ao padre, e a procissão retorna ao Altar. Ao chegar, o Santo padre ocupa o seu genufletorio e o padre coloca o Santíssimo no altar.
Ao retornar, todos se ajoelham e inicia o cântico "TANTUM ERGO". O turibulo é entregue ao Santo Padre, e ele incensa o Santíssimo. Terminado o cântico, e após uns momentos de silêncio, somente ele se levanta e faz a Oração de Benção.
Pres: Oremos
Faz, Senhor, com que o sacramento pelo qual nos renovas encha o nosso coração com a suavidade do teu amor e nos leve a desejar as riquezas do reino dos céus. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
R. Amen
Após a oração, o Santo Padre faz a Bênção por todos os presentes. Após a Bênção, o padre destinado ao Santíssimo, toma consigo o Santíssimo e o guarda na Basílica do Rosário, seguindo de igual forma os candelabros na frente dele. Enquanto isto canta-se um cântico.
RITOS FINAIS
Neste momento, toma a palavra o Sr Dom Ítalo Silva, Bispo Diocesano de Leiria Fátima.
VALE RESSALTAR O AVISO DE QUE SE VAI REALIZAR A PEREGRINAÇÃO INTERNACIONAL ANIVERSÁRIA MENSAL DE MAIO A OUTUBRO! 12 E 13 DE CADA MÊS.
Terminada a intervenção do Dom Ítalo Silva, o Santo Padre faz a benção final.
Voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou, na sua falta, o sacerdote, exorta os fiéis com estas palavras:
V.: Inclinai-vos para receber a bênção.
Em seguida, o sacerdote, com as mãos estendidas sobre o povo, diz as fórmulas da bênção.
Pres.: Deus, que, na sua benigna providência, por meio do seu Filho, nascido da Virgem santa Maria, quis salvar o género humano, Se digne enriquecer-vos com a sua bênção.
O povo responde:
℟.: Amém.
Pres.: Deus vos faça sentir, sempre e em toda a parte, a proteção da Virgem santa Maria, pela qual recebestes o Autor da vida.
O povo responde:
℟.: Amém.
Pres.: A todos vós, que hoje aqui devotamente vos reunistes, Deus vos conceda a alegria espiritual e a recompensa eterna.
O povo responde:
℟.: Amém.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: A bênção de Deus todo-poderoso, Pai, Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
O povo responde:
℟.: Amém.
IDE EM PAZ
*CANTADO - NINGUÉM PROCLAMA*
Em seguida, o diácono ou o próprio sacerdote, de mãos juntas e voltado para o povo, diz:
Diác. ou Pres.: Ite Missa Est.
℟.: Deo grátias.
Aqui, inicia-se a Procissão do Adeus em direção à Capelinha das Aparições. Todos juntos seguem em procissão. Chegando à Capelinha, após o coro cantar Regina Caeli, dão a imagem a beijar ao Santo Padre, aos Bispos concelebrantes e colocam a imagem de Fátima no nicho. Após isso, fazem vénia ao altar e seguem para desparamentar.