Na Dor, a Presença que Consola: O Amor aos Doentes e Hospitalizados
Rezemos para que saibamos reconhecer nos doentes e hospitalizados a presença viva de Cristo sofredor. Que, movidos pela caridade do evangelho, sejamos sinais de consolo, esperança e proximidade, levando aos que padecem na enfermidade não apenas cuidados humanos, mas também a força da oração, da escuta e do amor que cura o coração.
Reflexão
A doença e a hospitalização colocam o ser humano diante de sua fragilidade mais profunda. Nesses momentos, o silêncio do quarto, a espera pelos exames e a dor do corpo tornam-se também uma prova para a fé. Contudo, é justamente aí que Cristo se faz próximo, compartilhando o sofrimento humano e oferecendo sentido à dor.
O Evangelho nos recorda que Jesus nunca permaneceu indiferente diante dos enfermos: Ele se aproximava, tocava, escutava e curava. Ao afirmar “Estive doente e me visitastes” (Mt 25,36), o Senhor revela que toda visita, todo gesto de cuidado e toda oração feita junto ao leito de um doente é um encontro real com Ele.
Para os doentes e hospitalizados, a fé torna-se fonte de esperança e confiança; para os familiares, um caminho de entrega e amor paciente; para os profissionais da saúde, uma missão nobre de serviço à vida; para a Igreja, um chamado constante à compaixão e à presença.
Num mundo muitas vezes apressado e distante do sofrimento, o cuidado com os enfermos recorda que a verdadeira grandeza se manifesta no amor que se inclina, que permanece e que consola. Onde há caridade vivida com ternura, ali o Reino de Deus se faz presente.