Livreto Celebrativo | Fechamento da Porta Santa da Arquibasílica de São João Latrão

 


LIVRETO CELEBRATIVO
FECHAMENTO DA PORTA SANTA
Arquibasílica de São João de Latrão
CELEBRADA POR SUA SANTIDADE
O PAPA PIO IV 
02.01.2025

“Eu sou a porta. Quem entra por Mim será salvo. 
Entrará e sairá e encontrará pastagem” 
(Jo 10, 9).
____________________
Antes da celebração da Santa Missa, o Santo Padre paramentado de Capa Pluvial, Tiara Papal e Férula reunido próximo ao átrio da Basílica com os Cardeais, Bispos, Monsenhores, Presbíteros e Diáconos paramentados com Casula/Dalmática e portando as devidas insígnias, com a presença ainda dos Cerimoniários e Seminaristas, iniciam ao som do Veni Creator Spritus a procissão em direção ao átrio da Basílica onde encontra-se a Porta Santa.

Após a chegada, em frente a Porta Santa, o Pontífice depondo a Tiara Papal e a Férula, e de mãos unidas diz:

Pres.: In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti.
O povo responde:
℟.: Amen.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:
Pres.: Dominus vobiscum.
O povo responde:
℟.Et cum spiritu tuo.

O Pontífice, então, exorta o povo dizendo:

Pres: Irmãos e irmãs, reunidos nesta Basílica Catedral do Santíssimo Salvador do Latrão, Mãe e Cabeça de todas as igrejas da Cidade e do mundo, acolhemos com gratidão os peregrinos que aqui vieram, de Roma e de tantas nações, por ocasião do Ano Santo, movidos pelo sincero desejo de conversão e pela busca do perdão de seus pecados.
Hoje, ao encerrarmos solenemente a Porta Santa, elevamos ao Pai um hino de louvor e ação de graças por todos os sinais do seu amor fiel que nos acompanhou ao longo deste tempo de graça. Guardamos no coração a esperança viva e a firme certeza de que o Senhor continua a abraçar todos os povos com a sua infinita misericórdia, concedendo ao mundo o dom da reconciliação e da paz.
Com o olhar fixo na Cruz gloriosa, Árvore da Vida, sinal da nossa salvação e estandarte da vitória de Cristo, e sustentados pela graça que recebemos no Batismo, aproximemo-nos com fé da fonte da vida eterna. Toquemos, espiritualmente, a água viva que jorra do lado transpassado de Cristo, para que, purificados e renovados, possamos prosseguir em nossa peregrinação como testemunhas da misericórdia divina no coração da Igreja e no meio do mundo.

E todos oram com o Pontífice, por algum tempo, em silêncio. Então, o Pontífice, prossegue:

Pres.: Oremos.
Então o Pontífice abrindo os braços reza:

Ó Deus, digno de louvor e glória pelos séculos, elevamos a vós o nosso canto de agradecimento pelos dons de vossa misericórdia, manifestados em Cristo, Salvador do mundo.
Com amor de Pai, sustentastes todos os que aqui se reuniram, vindos de diversas partes do mundo, e que, pela fé, atravessaram a Porta Santa desta Basílica Lateranense para contemplar a salvação realizada na cruz gloriosa de Cristo. Unidos a Ele, nossa única esperança, recebemos, pelos sacramentos de vossa Igreja e pela oração, os frutos do Espírito, para viver a verdadeira comunhão no vínculo da caridade. Por Cristo nosso senhor 

O povo responde:
℟.: Amém.

Após a oração, o Santo Padre em um instante de silêncio se aproxima da Porta Santa e então entoa-se um canto oportuno ao momento, ao entoar do canto o Santo Padre de pé, voltado a Porta Santa reza em silêncio.

Após, o Santo Padre tendo recebido a mitra, dirige-se próximo a Porta Santa, se ajoelha durante certo período e reza diante da porta santa, levanta-se e a fecha.

Canta-se então um canto oportuno, o Pontífice se afasta da Porta Santa e recebe a Mitra é a Férula. Sob o canto forma-se a procissão pela porta central com o início da Santa Missa.

CANTO DE ENTRADA 
(Ecce Sacerdos Magnus)

 Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

ECCE SACERDOS MAGNUS,
QUI IN DIEBUS SUIS PLACUIT DEO,
ET INVENTUS EST IUSTUS;

ET IN TEMPORE IRACUNDIAE
FACTUS EST RECONCILIATIO.

NON EST INVENTUS SIMILIS ILLI,
QUI CONSERVARET LEGEM EXCELSI.

IDEO IUREIURANDO FECIT ILLUM DOMINUS
CRESCERE IN PLEBEM SUAM.

BENEDICTIONEM OMNIUM GENTIUM DEDIT ILLI,
ET TESTAMENTUM SUUM CONFIRMAVIT
SUPER CAPUT EIUS.

Os concelebrantes, chegando em frente ao altar, fazendo a devida reverência, o beijam, e buscam seus lugares.

O Santo Padre ao chegar em frente ao altar, faz a devida reverência, ainda de pluvial, porém sem Mitra e Férula, rebe o turíbulo, e incensa somente em frente ao altar, com três ductos de dois ictos cada.

Após incensar, devolve o turíbulo e recebe a Mitra e a Férula, ainda em frente ao altar, ao qual dá a volta pelo lado direito, e antes de beijar o altar, entrega novamente a Mitra e a Férula, retira o Pluvial e se reveste com a Casula.

Chegando ao altar beija-o em sinal de veneração e incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

GLÓRIA 
(Glória in excelsis Deo)

GLORIA IN EXCELSIS DEO ET IN TERRA PAX HOMINIBUS BONAE VOLUNTATIS.

LAUDAMUS TE, BENEDICIMUS TE, ADORAMUS TE, GLORIFICAMUS TE, GRATIAS

AGIMUS TIBI PROPTER MAGNAM GLORIAM TUAM, DOMINE DEUS, REX CAELESTIS, DEUS

PATER OMNIPOTENS. DOMINE FILI UNIGENITE IESU CHRISTE, DOMINE DEUS,

AGNUS DEI, FILIUS PATRIS, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI, MISERERE NOBIS. QUI

TOLLIS PECCATA MUNDI, SUSCIPE DEPRECATIONEM NOSTRAM. QUI SEDES AD

DEXTERAM PATRIS, MISERERE NOBIS. QUONIAM TU SOLUS SANCTUS, TU SOLUS

DOMINUS, TU SOLUS ALTISSIMUS, IESU CHRISTE, CUM SANCTO SPIRITU, IN GLORIA DEI PATRIS. AMEN.

Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta.
Ó Deus, que vos dignastes iluminar vossa Igreja com o exemplo e a doutrina dos santos bispos Basílio e Gregório, concedei, nós vos pedimos, que aprendamos humildemente vossa verdade e a pratiquemos com fidelidade e amor. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
 ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados. 

LITURGIA DA PALAVRA 

PRIMRIRA LEITURA
(1Jo 2, 22-28)
Leitor: Leitura da primeira carta de São João 
Caríssimos, quem é mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? O anticristo é aquele que nega o Pai e o Filho. Todo aquele que nega o Filho também não possui o Pai. Quem confessa o Filho possui também o Pai. Permaneça dentro de vós aquilo que ouvistes desde o princípio. Se o que ouvistes desde o princípio permanecer em vós, permanecereis com o Filho e com o Pai. E esta é a promessa que ele nos fez: a vida eterna. Escrevo isso a respeito dos que procuram desencaminhar-vos. Quanto a vós mesmos, a unção que recebestes da parte de Jesus permanece convosco, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine. A sua unção vos ensina tudo, e ela é verdadeira e não mentirosa. Por isso, conforme a unção de Jesus vos ensinou, permanecei nele. Então, agora, filhinhos, permanecei nele. Assim poderemos ter plena confiança quando ele se manifestar e não seremos vergonhosamente afastados dele quando da sua vinda.
Leitor: Verbum Domini.
Todos aclamam:
℟.: Deo gratias.
Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

Salmo Responsorial 
(Sl 97(98), 1. 2-3ab. 3cd-4 (R. 3a))
℟. Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus.
— Cantai ao Senhor Deus um canto novo, porque ele fez prodígios! Sua mão e o seu braço forte e santo alcançaram-lhe a vitória. ℟.

— O Senhor fez conhecer a salvação, e às nações, sua justiça; recordou o seu amor sempre fiel pela casa de Israel.  ℟.

— Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus. Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, alegrai-vos e exultai! ℟.

Segue-se o Aleluia ou outro canto.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA 

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.Iube, domne, benedicere.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: Dominus sit in corde tuo et in labiis tuis: ut digne et competenter annunties Evangelium suum: in nomine Patris, et Filii, + et Spiritus Sancti.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.Amen.

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
℣.Dominus vobiscum.
O povo responde:
℟.Et cum spiritu tuo.
O diácono, ou o sacerdote, diz:
℣.Lectio sancti Evangelii secundum Johannem. 
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
O povo aclama:
℟.Gloria tibi, Domine.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.Este foi o testemunho de João, quando os judeus enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para perguntar: “Quem és tu?” João confessou e não negou. Confessou: “Eu não sou o Messias”. Eles perguntaram: “Quem és, então? És tu Elias?” João respondeu: “Não sou”. Eles perguntaram: “És o Profeta?” Ele respondeu: “Não”. Perguntaram então: “Quem és, afinal? Temos de levar uma resposta para aqueles que nos enviaram. O que dizes de ti mesmo?” João declarou: “Eu sou a voz que grita no deserto: ‘Aplainai o caminho do Senhor’ — conforme disse o profeta Isaías”. Ora, os que tinham sido enviados pertenciam aos fariseus e perguntaram: “Por que então andas batizando, se não és o Messias, nem Elias, nem o Profeta?” João respondeu: “Eu batizo com água; mas no meio de vós está aquele que vós não conheceis, e que vem depois de mim. Eu não mereço desamarrar a correia de suas sandálias”. Isso aconteceu em Betânia além do Jordão, onde João estava batizando.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.Verbum Domini.
O povo aclama:
℟.Laus tibi, Christe.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Per evangelica dicta deleantur nostra delicta.

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

LITURGIA EUCARÍSTICA 

OFERTÓRIO 
(Iustus ut Palma Florebit)

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

IUSTUS UT PALMA FLOREBIT,
SICUT CEDRUS LIBANI MULTIPLICABITUR.

PLANTATI IN DOMO DOMINI,
IN ATRIIS DOMUS DEI NOSTRI FLOREBUNT.

ADHUC MULTIPLICABUNTUR IN SENECTA UBERI,
ET BENE PATIENTES ERUNT,
UT ANNUNTIENT
QUONIAM RECTUS DOMINUS DEUS NOSTER.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.

Senhor, nós vos pedimos, aceitai esta oblação do vosso povo e fazei frutificar para nossa eterna salvação o sacrifício que, na memória dos Santos Basílio e Gregório, oferecemos para a vossa glória. Por Cristo, nosso Senhor.
 ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.

PREFÁCIO DO NATAL DO SENHOR I
(Cristo Luz)

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: Dominus vobiscum.
℟.Et cum spiritu tuo.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Sursum corda.
℟.: Habemus ad Dominum.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Gratias agamus Domino Deo nostro.
℟.: Dignum et iustum est.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. No mistério da encarnação de vosso Filho, nova luz da vossa glória brilhou para nós. E, reconhecendo a Jesus como Deus visível a nossos olhos, aprendemos a amar nele a divindade que não vemos. Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes, entoamos o hino da vossa glória, cantando a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo:

SANTO
(Sanctus)

SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS DOMINUS DEUS SABAOTH. 

PLENI SUNT CÆLI ET TERRA GLORIA TUA. HOSANNA IN EXCELSIS. 

BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI. HOSANNA IN EXCELSIS.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA I

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis + estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa N., o nosso Bispo N.*, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.

Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.

2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção.

O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Qui, pridie quam pateretur,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
accepit panem in sanctas ac venerabiles manus suas,
eleva os olhos,
elevat oculos, et elevatis oculis in cælum ad te Deum Patrem suum omnipotentem, tibi gratias agens benedixit, fregit, deditque discipulis suis, dicens
inclina-se levemente
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Pres.: Simili modo, postquam cenatum est,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
accipiens et hunc præclarum calicem in sanctas ac venerabiles manus suas, item tibi gratias agens benedixit, deditque discipulis suis, dicens
inclina-se levemente
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
 
Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
Memento dos mortos.
De braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não phor nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé,  e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor.
E prossegue:
Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós

DOXOLÓGIA 

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: PER IPSUM, ET CUM IPSO, ET IN IPSO, EST TIBI DEO PATRI OMNIPOTENTI, IN UNITATE SPIRITUS SANCTI, OMNIS HONOR ET GLORIA PER OMNIA SÆCULA SÆCULORUM.
O povo aclama:
℟.: AMEN.
Segue o rito da comunhão.

ORAÇÃO DO SENHOR 

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos unidas:
Pres.: Praecéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pater noster, qui es in caelis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in caelo, et in terra. Panem nostrum cotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

FRAÇÃO DO PÃO 
(Agnus Dei)

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI: MISERÉRE NOBIS.

AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI: MISERÉRE NOBIS.

AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI: DONA NOBIS PACEM.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

COMUNHÃO 
(O Doctor Optime)

O DOCTOR OPTIME,
ECCLESIAE SANCTAE LUMEN,

BEATE THOMA,
DIVINAE SAPIENTIAE

DOCTRINIS ILLUSTRANS,
PRECARE PRO NOBIS.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
Deus todo-poderoso, a mesa celestial revigore e aumente as forças do alto em todos os que celebram a memória dos Santos Basílio e Gregório para podermos guardar íntegro o dom da fé e progredir no caminho da salvação que estes santos nos mostraram. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.

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ORAÇÃO DO ANO JUBILAR
Por ocasião do Jubileu da Santa Sé do Minecraft

Pres.: SENHOR DEUS, fonte de vida e renovação, com gratidão Vos louvamos pelos cinco anos de nossa comunidade, um tempo marcado pela Vossa graça e pela missão de construir pontes de fé. Sob o tema "A ESPERANÇA QUE RENOVA", renovai em nós o ardor missionário para sermos testemunhas vivas de Vossa presença, nos caminhos digitais e nas realidades que nos cercam. Concedei-nos a sabedoria para edificar um mundo onde a fé seja alicerce, a esperança seja luz, e a caridade seja nossa inspiração. Santíssima Virgem Maria, nossa guia e modelo, ensinai-nos a ser servidores fiéis, e que cada caminho construído em nossa jornada seja um sinal do Vosso Reino de amor e paz. POR CRISTO, COM CRISTO E EM CRISTO, a quem confiamos este Jubileu, na unidade do Espírito Santo. Amém.  
℟.: Amém.
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Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

CANTO DE AÇÃO DE GRAÇAS

No final da oração depois da comunhão, o Bispo introduz um cântico de ação de graças com estas palavras:
Pres.: Irmãos e irmãs, na conclusão do Ano Jubilar queremos unir as nossas vozes à oração de toda a Igreja, que hoje eleva a Deus a sua ação de graças pelo dom da indulgência. Através dos sacramentos, da peregrinação, da oração e da caridade fizemos uma experiência intensa da misericórdia divina: o Senhor lavou os nossos pecados e encheu-nos da sua graça. Durante este ano, comunicámos na fé, na esperança e na caridade, com todo o mistério de Cristo distribuído no ciclo dos tempos litúrgicos. Agora, revigorados por esta experiência de conversão, voltamos ao ritmo quotidiano das nossas vidas. Como os discípulos que viram o seu rosto, conservemos a alegria do encontro com o Senhor e mantenhamos sem vacilar a confissão da nossa esperança, porque aquele que prometeu é fiel.

 A assembleia entoa o hino Te Deum ou um cântico de ação de graças.

CÂNTICO DE AÇÃO DE GRAÇAS 
(Te Deum)
TE DEUM LAUDAMUS:
TE DOMINUM CONFITEMUR.
TE AETERNUM PATREM
OMNIS TERRA VENERATUR.

TIBI OMNES ANGELI,
TIBI CAELI ET UNIVERSAE POTESTATES,
TIBI CHERUBIM ET SERAPHIM
INCESSABILI VOCE PROCLAMANT:

SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS
DOMINUS DEUS SABAOTH.
PLENI SUNT CAELI ET TERRA
MAIESTATIS GLORIAE TUAE.

TE GLORIOSUS
APOSTOLORUM CHORUS,
TE PROPHETARUM
LAUDABILIS NUMERUS,
TE MARTYRUM CANDIDATUS
LAUDAT EXERCITUS.

TE PER ORBEM TERRARUM
SANCTA CONFITETUR ECCLESIA,
PATREM IMMENSÆ MAIESTATIS;
VENERANDUM TUUM VERUM
ET UNICUM FILIUM;
SANCTUM QUOQUE
PARACLITUM SPIRITUM.

TU REX GLORIAE,
CHRISTE.
TU PATRIS SEMPITERNUS ES FILIUS.

TU, AD LIBERANDUM SUSCEPTURUS HOMINEM,
NON HORRUISTI VIRGINIS UTERUM.

TU, DEVICTO MORTIS ACULEO,
APERUISTI CREDENTIBUS REGNA CAELORUM.

TU AD DEXTERAM DEI SEDES,
IN GLORIA PATRIS.
IUDEX CRDERIS ESSE VENTURUS.

TE ERGO QUAESUMUS,
TUIS FAMULIS SUBVENI,
QUOS PRETIOSO SANGUINE REDEMISTI.

AETERNA FAC CUM SANCTIS TUIS
IN GLORIA NUMERARI.

SALVUM FAC POPULUM TUUM, DOMINE,
ET BENEDIC HAEREDITATI TUAE.
ET REGE EOS,
ET EXTOLE ILLOS USQUE IN AETERNUM.

PER SINGULOS DIES
BENEDICIMUS TE;
ET LAUDAMUS NOMEN TUUM
IN SAECULUM, ET IN SAECULUM SAECULI.

DIGNARE, DOMINE,
DIE ISTO
SINE PECCATO NOS CUSTODIRE.

MISERERE NOSTRI, DOMINE,
MISERERE NOSTRI.

FIAT MISERICORDIA TUA, DOMINE, SUPER NOS,
QUEMADMODUM SPERAVIMUS IN TE.

IN TE, DOMINE, SPERAVI:
NON CONFUNDAR IN AETERNUM.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: Dominus vobiscum.
℟.: Et cum spiritu tuo.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: Benedícat vos omnípotens Deus, Pater, et Fílius +, et Spíritus Sanctus.
℟.: Amém.
℣.: A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
℟.: Graças a Deus.

CANTO DE SAÍDA 
(Alma redemptoris mater)

ALMA REDEMPTORIS MATER,
QUAE PERVIA CAELI PORTA MANES,
ET STELLA MARIS,

SUCCURRE CADENTI,
SURGERE QUI CURAT, POPULO:
TU QUAE GENUÍSTI,

NATURA MIRANTE,
TUUM SANCTUM GENITOREM:
VIRGO PRIUS AC POSTERIUS,

GABRIELIS AB ORE
SUMENS ILLUD AVE,
PECCATORUM MISERERE.
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