Reunido os Bispos, Cardeais, Papa e seus cerimoniarios, inicia-se então a Procissão de Entrada até à Capelinha das Aparições. Na frente deve ir a Cruz e os candelabros (somente até à entrada da Capelinha).
Chegando ao altar, o Santo Padre sem mitra e férula, inicia a celebração:
Aqui, o coro inicia o cântico "Venite Adoremus", onde todos por sua vez permanecem em silêncio. Após o cântico, o narrador por sua vez vai no ambão e fala:
Narrador: Deus é luz e nele não há trevas. Caminhar na luz é por isso caminhar na presença de um Deus amor que quer iluminar as nossas vidas e os nossos corações, essa luz revela-se à humanidade de modo especial no mistério Pascal de Cristo, quando Jesus passando pela noite de morte se abre na manhã da páscoa, ao dia sem ocaso. Essa luz do ressuscitado ilumina este recinto a partir do Círio Pascal aqui na capelinha. O Santo Padre vai acender a sua a vela a partir do Círio, onde irá repartir a sua luz por todos nós. Então, iremos acendendo também as nossas velas. Que cada um de nós na luz que repartimos uns com os outros, sinta o desafio de ser luz no mundo para iluminar as muitas noites da humanidade. Cantemos.
Após o Cântico terminar, o Santo Padre de braços abertos, faz a bênção sobre as velas:
Pres: Oremos.
Após a bênção, o coro retorna a entoar o cântico "Lumen Christi Amen". Após o mesmo terminar, inicia-se então, a Recitação do Terço Mariano.
Um presbítero estipulado à narração, desloca-se ao Ambão e diz:
Narrador: Maria, mãe de Deus, logo na aparição de maio de 1917 pediu aos pastorinhos: “Rezem o terço todos os dias para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra.” O Papa Francisco escreveu sobre muitos aspectos: a oração do Rosário é síntese da história da misericórdia de Deus, que se transforma em história e em salvação para aqueles que se deixam plasmar pela graça.” Maria acompanha-nos neste caminho apontando para o filho que irradia a própria misericórdia do Pai, e recordava-nos ainda o Santo Padre na oração de consagração do mundo ao Imaculado Coração de Maria: “na miséria do pecado, das nossas fadigas e fragilidades, no mistério de iniquidade do mal e da guerra, vós mãe Santa lembrai-nos que Deus não nos abandona mas continua a olhar-nos com amor desejoso de nos perdoar e levantar novamente. Foi Ele que vos deu a nós e colocou no vosso Imaculado Coração um refúgio para a igreja e para a humanidade.” Rezemos pois confiados no Imaculado Coração de Maria, pois como ela, somos portadores da alegria e do amor. Cada um de nós, reza a segunda parte do Pai Nosso e da Avé Maria. No final de cada dezena o glória é cantado em Latim, tendo nós as velas levantadas, em sinal de louvor à Santíssima Trindade. Contemplemos nessa noite, os mistérios dolorosos do Rosário.
Aqui, o narrador, procede com a leitura dos Mistérios Dolorosos.
1.º Mistério: a Agonia de Jesus no Jardim das Oliveiras
Do Evangelho de S. Marcos [14,33-36]
"Jesus, tomando consigo Pedro, Tiago e João, começou a sentir pavor e a angustiar-Se. E disse-lhes: “A Minha alma está triste até à morte; ficai aqui e vigiai”. Adiantando-Se um pouco, caiu por terra e orou para que, se possível, passasse dele aquela hora. E dizia: “Abbá, Pai, todas as coisas Te são possíveis; afasta de mim este cálice! Mas não se faça o que Eu quero, senão o que queres Tu”."
No momento de maior angústia e desespero, o grito do Senhor Jesus dirige-Se ao Pai, com uma intimidade e uma confiança inabaláveis: “Abbá, Pai”! É uma confiança que nasce de estar continuamente voltado para o Pai, em todas as circunstâncias da vida.
A Agonia de Jesus no Horto é uma oportunidade para contemplarmos o Deus Santo, que Se revela sobretudo nos momentos difíceis e dolorosos da vida: é o Deus Compassivo, capaz de despertar nos corações atribulados uma confiança inabalável.
Aqui, o Santo Padre de braços abertos diz:
Pres: Oremos.
Deus Todo-Poderoso, que em Jesus nos revelaste o sentido profundo de uma dor vivida em união contigo, concede-nos, por intercessão de Maria, vivermos com confiança e liberdade os momentos dolorosos da nossa vida. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
Ass: Amen.
1x Pai Nosso
10x Avé Maria
Glória Cantado
"Ave o Theotokos"
2.º Mistério: a Flagelação de Jesus
Do Evangelho de S. Mateus [27, 22-26]
"Pilatos disse ao povo: “Que hei de fazer de Jesus, chamado Cristo?”. Todos responderam: “Seja crucificado!” Vendo que nada conseguia e que o tumulto aumentava cada vez mais, mandou vir água e lavou as mãos na presença da multidão, dizendo: “Estou inocente deste sangue. Isso é convosco”. E todo o povo respondeu: “Que o Seu sangue caia sobre nós e sobre os nossos filhos!”. Então, soltou-lhes Barrabás. Quanto a Jesus, depois de O mandar flagelar, entregou-O para ser crucificado. "
O relato que antecede a flagelação mostra claramente que a condenação e morte de Jesus são resultado, em grande medida, da liberdade humana. O povo pede a crucifixão; Pilatos acede, lavando as mãos. O Filho de Deus, entregue às mãos dos homens desde o nascimento, sofre agora, na própria pele, o preço da Fidelidade.
A Flagelação de Jesus é uma oportunidade para contemplarmos o Deus Santo, cuja Palavra não volta atrás: é o Deus Fiel, que responde sempre com mais amor às nossas infidelidades.
Aqui, o Santo Padre de braços abertos diz:
Pres: Oremos.
Deus Fiel, que entregaste nas mãos da humanidade pecadora o Teu Filho Jesus Cristo, concede-nos o dom da fidelidade à Sua entrega e a valentia para denunciarmos as injustiças deste mundo.
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
Ass: Amen.
1x Pai Nosso
10x Avé Maria
Glória Cantado
"Ave o Theotokos"
3.º Mistério: a Coroação de espinhos
Do Evangelho de S. Mateus [27,29]
"Os soldados, tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça e, dobrando o joelho diante de Jesus, escarneciam-no, dizendo: “Salve, Rei dos Judeus!”"
Os soldados, habituados a ser alvo de escárnio e humilhação, aproveitam a passividade de Jesus para fazerem o mesmo com Ele. Pervertem o poder que lhes foi concedido. Em oposição, a coroa de espinhos que Cristo leva à cabeça é símbolo do poder que se faz serviço, “amor até ao extremo”.
A coroação de espinhos é uma oportunidade para contemplarmos o Deus Santo, que renuncia à violência como arma e responde com Amor: é o Deus da Paz, que Cristo estabeleceu pelo Sangue da Sua Cruz (Col 1, 20).
Aqui, o Santo Padre de braços abertos diz:
Pres: Oremos.
Deus de Infinita Bondade, que pelo Teu Filho vieste trazer a Paz ao mundo, concede-nos, por intercessão de Maria, a graça de sermos em todo o mundo construtores de Paz. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
Ass: Amen.
1x Pai Nosso
10x Avé Maria
Glória Cantado
"Ave o Theotokos"
4.º Mistério: Jesus a caminho do Calvário
Do Evangelho de S. João [19,17]
"Jesus, levando a cruz às costas, saiu para o chamado Lugar da Caveira, que em hebraico se diz ‘Gólgota’."
Jesus assume a Sua Cruz e, nela, todos os nossos pecados e infidelidades. A caminho do Calvário, Jesus deixa-Se ajudar e o Seu olhar cruza-Se com outros olhares, uns de ódio, outros de compaixão. A todos Cristo responde com Amor.
O caminho de Jesus até ao Calvário é uma oportunidade para contemplarmos o Deus Santo, que, em Cristo, Se entrega em fidelidade até ao fim: é o Deus Compassivo, que a todos oferece a Sua Misericórdia.
Aqui, o Santo Padre de braços abertos diz:
Pres: Oremos.
Deus de Bondade Infinita, Tu que, na Paixão do Teu Filho, Lhe deste força para carregar a Cruz, concede-nos carregarmos também as nossas com fidelidade e aliviarmos a cruz dos que estão ao nosso lado. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
Ass: Amen.
1x Pai Nosso
10x Avé Maria
Glória Cantado
"Ave o Theotokos"
5.º Mistério: a Crucifixão e Morte de Jesus
Do Evangelho de S. João [19, 30.33-34]
"Jesus disse: “Tudo está consumado”. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. (…) Vendo que Jesus já estava morto, um dos soldados trespassou-Lhe o peito com uma lança e logo brotou sangue e água. "
Jesus entrega o Seu espírito nas mãos do Pai. E, já morto, oferece ainda à humanidade Sangue e Água, símbolos da Vida em Abundância que Ele nos veio oferecer.
A Morte de Jesus é uma oportunidade para contemplarmos o Deus Santo, que na Cruz Se faz dom inesgotável: é o Deus da Vida Verdadeira, que se dá inteiramente e para sempre a cada um de nós.
Aqui, o Santo Padre de braços abertos diz:
Pres: Oremos.
Deus da Vida Abundante, que permitiste que o Coração do Teu Filho fosse para nós Fonte inesgotável do Teu amor, concede-nos, por intercessão de Maria, respondermos agradecidos a tanto bem recebido. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
Ass: Amen.
1x Pai Nosso
10x Avé Maria
Glória Cantado
"Ave o Theotokos"
Terminado o Cântico, é então formada a procissão. Na frente segue o turibulo com a Cruz e os Candelabros. Caso hajam seminaristas, estes vão atrás dos candelabros. Em seguida vem os Diáconos onde no centro o que proclama o evangelho. Em seguida, os presbíteros ali presentes, Bispos e Cardeais, o Santo Padre e o cerimoniario.
A Procissão inicia quando a Imagem estiver no vagão. Aí, deve iniciar a mesma de forma calma, devagar e sem pressas, seguindo os trilhos pelo recinto.
Chegando ao altar, todos os que estiverem na fila da Esquerda ocupam os bancos do lado do ambão, e todos os que estiverem na fila da Direita ocupam os bancos do lado da Imagem.
O Santo Padre ao chegar ao altar, beija-o, incensa-o, indo a seguir incensar a Cruz no centro do altar e por fim a Imagem já no andor.
Terminando, dirige-se para a presidência onde inicia a Celebração da Palavra.
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amen.
Pres: A paz esteja convosco.
Ass: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.
Aqui, todos se sentam e escutam, um texto de Irmã Lúcia. O Papa recebe a mitra e todos os Bispos colocam a sua.
Dia 13 de Maio (de) 1917 – Andando a brincar com a Jacinta e o Francisco, no cimo da encosta da Cova da Iria, a fazer uma paredita em volta duma moita, vimos, de repente, como que um relâmpago.
– É melhor irmos embora para casa, – disse a meus primos que estão a fazer relâmpagos; pode vir trovoada.
– Pois sim.
E começamos a descer a encosta, tocando as ovelhas em direcção à estrada. Ao chegar, mais ou menos a meio da encosta, quase junto duma azinheira grande que aí havia, vimos outro relâmpago e, dados alguns passos mais adiante, vimos, sobre uma carrasqueira, uma Senhora, vestida toda de branco, mais brilhante que o Sol, espargindo luz, mais clara e intensa que um copo de cristal, cheio d’água cristalina, atravessado pelos raios do sol mais ardente. Parámos surpreendidos pela aparição.
Estávamos tão perto, que ficávamos dentro da luz que A cercava ou que Ela espargia, talvez a metro e meio de distância, mais ou menos.
Então Nossa Senhora disse-nos:
– Não tenhais medo. Eu não vos faço mal.
– De onde é Vossemecê? – lhe perguntei.
– Sou do Céu.
– E que é que Vossemecê me quer?
– Vim para vos pedir que venhais aqui seis meses seguidos, no dia 13 a esta mesma hora. Depois vos direi quem sou e o que quero. Depois voltarei ainda aqui uma sétima vez.
– E eu também vou para o Céu?
– Sim, vais.
– E a Jacinta?
– Também.
– E o Francisco?
– Também, mas tem que rezar muitos terços.
Lembrei-me então de perguntar por duas raparigas que tinham morrido há pouco. Eram minhas amigas e estavam em minha casa a aprender a tecedeiras com minha irmã mais velha.
– A Maria das Neves já está no Céu?
– Sim, está. Parece-me que devia ter uns 16 anos.
– E a Amélia?– Estará no purgatório até ao fim do mundo. Parece-me que devia ter de 18 a 20 anos.
– Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser enviar-vos, em acto de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores?
– Sim, queremos.
– Ides, pois, ter muito que sofrer, mas a graça de Deus será o vosso conforto.
Foi ao pronunciar estas últimas palavras (a graça de Deus, etc.) que abriu pela primeira vez as mãos, comunicando-nos uma luz tão intensa, como que reflexo que delas expedia, que penetrando-nos no peito e no mais íntimo da alma, fazendo-nos ver a nós mesmos em Deus, que era essa luz, mais claramente que nos vemos no melhor dos espelhos.
Então, por um impulso íntimo também comunicado, caímos de joelhos e repetíamos intimamente:
– Ó Santíssima Trindade, eu Vos adoro. Meu Deus, meu Deus, eu Vos amo no Santíssimo Sacramento.
Passados os primeiros momentos, Nossa Senhora acrescentou:
– Rezem o terço todos os dias, para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra.
Em seguida, começou-Se a elevar serenamente, subindo em direcção ao nascente, até desaparecer na imensidade da distância.
A luz que A circundava ia como que abrindo um caminho no cerrado dos astros, motivo por que alguma vez dissemos que vimos abrir-se o Céu.
Terminada a Leitura, o coro entoa um Cântico e todos se colocam de pé. Após o cântico terminar, o presidente de braços abertos diz:
Pres: Nesta noite iluminada com a luz da nossa fé, demos graças por vivermos em Deus e deixemos agora conduzir-nos pelo Imaculado Coração de Maria, onde a palavra foi acolhida, fecundada e guardada, de modo a podermos entrar como ela no coração de Cristo, nossa vida e nossa paz.
LITURGIA DA PALAVRA
Conforme os costumes locais, no início da liturgia da palavra, antes da primeira leitura, pode entronizar-se solenemente a palavra de Deus. Em seguida, o leitor vai ao ambão e lê a primeira leitura, que todos escutam sentados.
Leitor: Leitura do Livro de Ben-Sirá
Antes dos séculos, desde o início, Ele me criou e não deixarei de existir por toda a eternidade. Em sua presença exerci o meu ministério na santa morada e assim me fixei em Sião. Encontrei o meu descanso na cidade escolhida e em Jerusalém exerço o meu poder. Lancei raízes no meio de um povo glorioso, no domínio do Senhor, na sua herança, e estabeleci a minha morada na assembleia dos santos. Eu sou a mãe do amor formoso, do temor, da ciência e da santa esperança. Em mim está toda a graça do caminho e da verdade, em mim está toda a esperança de vida e de virtude. Vinde a mim, todos vós que me desejais e saciai-vos dos meus frutos, porque pensar em mim é mais doce que o mel e a minha herança é mais doce que o favo de mel. A memória do meu nome durará por todos os séculos. Os que me comem terão mais fome e os que me bebem terão mais sede. Quem me obedece não ficará envergonhado e quem trabalha comigo não pecará. Os que me tornarem conhecida terão a vida eterna.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.
O salmista ou cantor canta ou recita o salmo, ao qual o povo responde com o refrão.
- Ave, Maria, nossa esperança. A minha alma glorifica o Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, porque pôs os olhos na humildade da sua serva.
De hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações. O todo-poderoso fez em mim maravilhas: santo é o seu nome.
A sua misericórdia se estende de geração em geração
sobre aqueles que O temem. Manifestou o poder do seu braço e dispersou os soberbos.
Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes. Encheu de bens os famintos e aos ricos despediu de mãos vazias.
Acolheu Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia, como tinha prometido a nossos pais, a Abraão e à sua descendência para sempre.
Terminado o Evangelho, dirige-se com o livro ao Santo padre onde ele nos abençoa.
PAI NOSSO
Aqui o presidente, inicia a Oração dizendo:
Pres: Fiéis as ensinamentos do Salvador ousamos cantar:
Juntamente com o povo, o presidente continua:
Pres: Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Em seguida, o presidente, voltado para o povo, diz:
Pres: Oremos.
Todos, juntamente com o presidente, oram em silêncio durante alguns momentos.
Pres: Senhor nosso Deus, pela vossa inefável providência nos destes o autor da Graça por meio da virgem Maria e a associastes ao mistério da redenção humana, concedei que ela nos alcance a abundância da Graça e nos conduza ao culto da salvação eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo vosso filho, que é Deus e convosco vive reina na unidade do Espírito Santo por todos os séculos dos séculos.
Ass: Amen.
Terminada a Oração o Santo Padre faz a Bênção Final:
Pres: Dominus vobiscum
Ass: Et cum spiritu tuo
Estendendo as suas mãos sobre o povo, continua:
Pres: Benedicat vos omnipotens Deus, Pater, + et Filius, + et Spiritus Sanctus.
Ass: Amen.
O diácono termina dizendo:
Pres: Benedicamus Domino.
Ass: Deo Gratias.
PROCISSÃO DO SILÊNCIO
Terminada a bênção e o Rito Final, forma-se Procissão, de igual modo à primeira, em direção à Capelinha Das Aparições. Esta procissão é feita em silêncio e oração pessoal. Chegando à Capelinha das Aparições, e sendo colocada a imagem de Fátima no nicho, o presidente reza junto com os fiéis:
Pres: Avé Maria cheia de graça, o senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres, Bendito é o fruto do vosso ventre Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte.
Ass: Amen.
Feita a vénia ao fundo das escadas da Capelinha, pela lateral esquerda retomam para a Sacristia em silêncio e aí, terminam a Celebração.
