Livreto Celebrativo | Posse do 14° Arcebispo Metropolitano de São João del Creeper



LIVRETO CELEBRATIVO
 RITO DE POSSE CANÔNICA DO 14° 
ARCEBISPO METROPOLITANO PRIMAZ DA
ARQUIDIOCESE DE SÃO JOÃO DEL CREEPER 
CELEBRADO POR SUA EMINÊNCIA 
   DOM VICTOR CARDEAL SANTOS 
Catedral Primaz N. Sra. Do Pilar 21.07.26

A não ser que se encontre legitimamente impedido, o promovido ao múnus de Bispo diocesano deve tomar posse canônica da sua diocese, Ⓗ dentro de dez dias a contar da recepção das Letras Apostólicas, se ainda não tiver sido ordenado Bispo; se já tiver sido ordenado, dentro de sete dias a contar da sua recepção.

Se o Bispo for ordenado na sua própria igreja catedral, toma posse da diocese com o rito da ordenação, no qual são apresentadas e lidas as Letras Apostólicas e o ordenado se senta na sua cátedra. 

Se o Bispo tiver sido transferido doutra Igreja, ou não receber a ordenação na sua igreja catedral, toma posse da diocese, dentro do prazo estabelecido pelo direito, com o rito da recepção, como adiante se descreve. Nestes casos, o Bispo pode, por justa causa, tomar posse da sua diocese por meio de procurador. É contudo, preferível que o Bispo tome posse pessoalmente.

RECEPÇÃO DO BISPO NA PORTA DA IGREJA
 
O Bispo é recebido à porta da igreja catedral pela primeira dignidade do cabido, ou, não havendo cabido, pelo reitor da mesma igreja, revestido de pluvial. Este apresenta-lhe o Crucifixo a beijar, e a seguir o aspersório da água benta, com o qual o Bispo se asperge a si mesmo e aos presentes.

Depois, convém seja conduzido à capela do Santíssimo Sacramento, que adora, de joelhos, por alguns momentos. 

Em seguida, dirige-se para a sacristia, onde o mesmo Bispo, presbíteros concelebrantes, diáconos e restantes ministros se paramentam para a Missa, que será celebrada segundo o rito estacional.
RITOS INICIAIS 

CANTO DE ENTRADA 
(Macha da Igreja - Pe. Adilson José)

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR

GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, Ó CIDADE DOS CRISTÃOS

QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!


REUNIDOS EM TORNO DOS NOSSOS PASTORES

NÓS IREMOS A TI!

PROFESSANDO TODOS UMA SÓ FÉ

NÓS IREMOS A TI!

ARMADOS COM A FORÇA QUE VEM DO SENHOR

NÓS IREMOS A TI!

SOB O IMPULSO DO ESPÍRITO SANTO

NÓS IREMOS A TI!


IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR

GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, Ó CIDADE DOS CRISTÃOS

QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!


COM OS NOSSAS IRMÃOS E IRMÃS NOS CLAUSTROS 

NÓS IREMOS A TI!

COM OS NOSSOS IRMÃOS E IRMÃS SOFREDORES

NÓS IREMOS A TI!

COM TODO CLERO QUE SOBEM AO ALTAR

NÓS IREMOS A TI!

COM TODO CLERO QUE PARTEM EM MISSÃO

NÓS IREMOS A TI!


IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR

GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, Ó CIDADE DOS CRISTÃOS

QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!


DE NOSSAS FAZENDAS E NOSSAS CIDADES

NÓS IREMOS A TI!

DE NOSSAS MONTANHAS E NOSSAS BAIXADAS

NÓS IREMOS A TI!

DE NOSSAS CABANAS E POBRES FAVELAS

NÓS IREMOS A TI!

DE NOSSAS ESCOLAS E NOSSOS TRABALHOS

NÓS IREMOS A TI!


IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR

GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, Ó CIDADE DOS CRISTÃOS

QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!


COM NOSSOS ANSEIOS E NOSSOS DESEJOS

NÓS IREMOS A TI!

COM NOSSAS ANGÚSTIAS E NOSSAS ALEGRIAS

NÓS IREMOS A TI!

COM NOSSA FRAQUEZA E NOSSA BONDADE

NÓS IREMOS A TI!

COM NOSSA RIQUEZA E NOSSA CARÊNCIA

NÓS IREMOS A TI!


IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR

GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, Ó CIDADE DOS CRISTÃOS

QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!


CURVADOS AO PESO DO NOSSO TRABALHO

NÓS IREMOS A TI!

CURVADOS AO PESO DE NOSSO PECADO

NÓS IREMOS A TI!

CONFIANTES POR SERMOS OS FILHOS DE DEUS

NÓS IREMOS A TI!

CONFIANTES POR SERMOS OS MEMBROS DE CRISTO

NÓS IREMOS A TI!


IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR

GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, Ó CIDADE DOS CRISTÃOS

QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. 

SAUDAÇÃO 

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo 

O povo responde:

℟.: Amém.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:

Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.

O povo responde:

℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

LEITURA DA BULA DE NOMEAÇÃO

 Um dos diáconos ou um dos presbíteros concelebrantes apresenta as Letras Apostólicas ao Colégio dos Consultores na presença do Chanceler da Cúria. A seguir, do ambão, lê ao povo as referidas Letras Apostólicas, que todos escutam sentados. 

 

 INNOCENTIVS, EPISCOPVS
SERVVS SERVORVM DEI

AD PERPETVAM REI MEMORIAM

BULA DE NOMEAÇÃO EPISCOPAL
ARCEBISPO METROPOLITANO DE SÃO JOÃO DEL CREEPER

Ao diletíssimo filho, Dom Vitor Bernardo, até aqui, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de 
Mariana, nomeado Arcebispo Metropolitano para a Arquidiocese de São João del Creeper 
e Primaz do Brasil, saúde e bênção apostólica.


               Não fostes vós que me escolhestes, mas fui Eu que vos escolhi e vos destinei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça” (Jo 15,16). Estas palavras do Senhor ecoam com força em nosso coração no momento em que, pela graça divina, nos cabe prover a Igreja de um novo Pastor, que a guie com sabedoria e zelo rumo à eternidade.

Desde os tempos apostólicos, o múnus de governar, santificar e ensinar foi confiado por Cristo aos Apóstolos e, por sucessão ininterrupta, aos Bispos, colunas vivas da Igreja. Assim, conscientes das necessidades espirituais, pastorais e missionárias que crescem em nossa época, sentimos a urgência de que não falte à grei do Senhor um Pastor segundo o coração do Bom Pastor. 

Dirigimos agora nossa paterna atenção à Arquidiocese Metropolitana de São João, Igreja particular enriquecida por profunda tradição de fé, pela piedade de seu povo e pela proteção maternal da Bem-Aventurada Virgem Maria sob o título de Nossa Senhora do Pilar. Em meio aos desafios de nosso tempo, esta porção do povo de Deus necessita de um Pastor diligente, prudente no governo e ardoroso no anúncio do Evangelho.

Por isso, ouvindo atentamente o Espírito Santo, acolhendo os pareceres do Dicastério para os Bispos e considerando tua vida, teu zelo e tua firme disposição, TE NOMEAMOS e CONSTITUÍMOS como ARCEBISPO METROPOLITANO DE SÃO JOÃO DEL CREEPER E PRIMAZ DO BRASIL, com todos os direitos, deveres e encargos que o sagrado múnus pastoral comporta, segundo o sagrado cânon e a tradição viva da Santa Igreja.

Amado Irmão, ao assumir esta missão, lembra-te das palavras de Santo Agostinho: “Com vós sou cristão, para vós sou bispo. O primeiro nome é graça, o segundo é serviço.” Assim, sê servo de todos, pai para os que te foram confiados, guia seguro para os que vacilam, consolo para os que sofrem e farol luminoso para os que buscam a verdade. Não descuides do clero: sê próximo aos teus sacerdotes, sustentando-os em suas fraquezas e animando-os em seus esforços. Ampara a vida consagrada, que é sinal profético do Reino que há de vir. Exorta os leigos a viverem sua vocação batismal com alegria e coragem, sendo presença cristã nas famílias, nos ambientes de trabalho, nas escolas, no mundo da cultura e das artes.

Guarda com firmeza a fé recebida dos Apóstolos e transmite-a sem temores, ainda que enfrentes incompreensões ou resistências. Acolhe os pobres com especial predileção, protege os indefesos, fortalece os jovens na esperança, acompanha os idosos com ternura e dignifica os enfermos com tua presença consoladora. Recorda sempre que o Bispo é chamado a “caminhar à frente para indicar o caminho, no meio para criar unidade, e atrás para não deixar que ninguém se perca” (Papa Francisco).

A posse de teu ofício dar-se-á em solene celebração eucarística, conforme os ritos da Santa Igreja. Solicitarás o pálio pastoral ao Dicastério para os Bispos, sinal visível da comunhão que nos une e do vínculo indissolúvel que liga tua missão ao Sucessor de Pedro.

Confiamos teu ministério à proteção da Bem-Aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja e Senhora Aparecida, a São José, Guardião do Redentor, e a São João Maria Vianney, exemplo luminoso de zelo pastoral. Que tua vida seja sempre reflexo do Bom Pastor, Cristo Jesus, que veio para servir e dar a vida em resgate de muitos.


Dado e Passado em Roma, no 16° dia do mês de Julho do ano de 2026, 
Festa da Bem-Aventurada Virgem do Monte Carmelo.

Innocentivs Pp. II
Pontifex Maximvs

Eu o subscrevi.
Miguel Card. WANDERMUREM

No fim, todos aclamam:

℟.: Graças a Deus 

SAUDAÇÃO AO BISPO

Feito isto, se for costume, a primeira dignidade do cabido, ou não havendo cabido, o reitor da igreja dirige uma saudação ao Bispo.

Em seguida, de acordo com os costumes locais, o cabido e pelo menos parte do clero, e alguns fiéis e, se for oportuno, a autoridade civil porventura presente, aproximam-se do seu Bispo, para lhe manifestarem obediência e respeito.

HINO DE LOUVOR 

(Glória Simples II - Delphim Rezende)

Quando for prescrito*, canta-se ou recita-se em seguida o hino:

GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS! GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS! GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!


E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.

SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO:

NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,

NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,

NÓS VOS DAMOS GRAÇAS, POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.


GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS! GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS! GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!


SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO,

SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.

VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS.

VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA.

VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS.


GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS! GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS! GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!


SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS O SENHOR,

SÓ VÓS O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO,

COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS PAI.


GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS! GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS! GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!


AMÉM! AMÉM!


ORAÇÃO COLETA 

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.

Senhor, sede propício a vossos fiéis, e, benigno, multiplicai neles os dons da vossa graça, para que, fervorosos na fé, esperança e caridade, perseverem sempre vigilantes na observância dos vossos mandamentos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta; ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA 

PRIMEIRA LEITURA 

(Mq 7, 14-15. 18-20)

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor: Leitura da Profecia de Miqueias

14Apascenta o teu povo com o cajado da autoridade, o rebanho de tua propriedade, os habitantes dispersos pela mata e pelos campos cultivados; que eles desfrutem a terra de Basã e Galaad, como nos velhos tempos. 15E, como foi nos dias em que nos fizeste sair do Egito, faze-nos ver novos prodígios. 18Qual Deus existe, como tu, que apagas a iniquidade e esqueces o pecado daqueles que são resto de tua propriedade? Ele não guarda rancor para sempre, o que ama é a misericórdia. 19Voltará a compadecer-se de nós, esquecerá nossas iniquidades e lançará ao fundo do mar todos os nossos pecados. 20Tu manterás fidelidade a Jacó e terás compaixão de Abraão, como juraste a nossos pais, desde tempos remotos.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Leitor: Palavra do Senhor 

Todos aclamam:

℟.: Graças a Deus.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

SALMO RESPONSORIAL 

(Sl 84(85), 2-4. 5-6. 7-8 (R. 8a))

O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

℟.: MOSTRAI-NOS, Ó SENHOR, VOSSA BONDADE.

​— FAVORECESTES, Ó SENHOR, A VOSSA TERRA, LIBERTASTES OS CATIVOS DE JACÓ. PERDOASTES O PECADO AO VOSSO POVO, ENCOBRISTES TODA A FALTA COMETIDA; RETIRASTES A AMEAÇA QUE FIZESTES, ACALMASTES O FUROR DE VOSSA IRA. ℟.

​— RENOVAI-NOS, NOSSO DEUS E SALVADOR, ESQUECEI A VOSSA MÁGOA CONTRA NÓS! FICAREIS ETERNAMENTE IRRITADO? GUARDAREIS A VOSSA IRA PELOS SÉCULOS? ℟.

​—  NÃO VIREIS RESTITUIR A NOSSA VIDA, PARA QUE EM VÓS SE REJUBILE O VOSSO POVO? MOSTRAI-NOS, Ó SENHOR, VOSSA BONDADE, CONCEDEI-NOS TAMBÉM VOSSA SALVAÇÃO!  ℟.

Após o salmo, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO 

(Festival Aleluia)

Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.


EU SOU O PÃO DESCIDO DO CÉU, QUEM COME DESTE PÃO VIVERÁ PARA SEMPRE 


ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.


EVANGELHO 

(Mt 12, 46-50)

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

℣.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho:

em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

℣.: Amém.

O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:

℣.: O senhor esteja convosco.

O povo responde:

℟.: Ele está no meio de nós. 

O sacerdote, diz:

℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

O povo aclama:

℟.: Glória a vós Senhor. 

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

Então o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, 46enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele. 47Alguém disse a Jesus: “Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar contigo”. 48Jesus perguntou àquele que tinha falado: “Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?” 49E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: “Eis minha mãe e meus irmãos. 50Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”.

Terminado o Evangelho, o sacerdote aclama:

℣.: Palavra da Salvação 

O povo aclama:

℟.: Glória a vós Senhor 

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:

Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA 

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

LITURGIA EUCARÍSTICA 

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS 

(Que Poderei retribuir - Pe. José Weber)

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

OFERECEREI O SEU SACRIFÍCIO

E INVOCAREI O SEU SANTO NOME.

OFERECEREI O SEU SACRIFÍCIO

E INVOCAREI O SEU SANTO NOME.


QUE PODEREI OFERECER AO MEU DEUS

PELOS IMENSOS BENEFÍCIOS QUE ME FEZ?


OFERECEREI O SEU SACRIFÍCIO

E INVOCAREI O SEU SANTO NOME.

OFERECEREI O SEU SACRIFÍCIO

E INVOCAREI O SEU SANTO NOME.


EU CUMPRIREI MINHAS PROMESSAS AO SENHOR,

NA REUNIÃO DO POVO SANTO DE DEUS.


OFERECEREI O SEU SACRIFÍCIO

E INVOCAREI O SEU SANTO NOME.

OFERECEREI O SEU SACRIFÍCIO

E INVOCAREI O SEU SANTO NOME.


VÓS ME QUEBRASTES OS GRILHÕES DA ESCRAVIDÃO,

E É POR ISSO QUE HOJE EU CANTO VOSSO AMOR.


OFERECEREI O SEU SACRIFÍCIO

E INVOCAREI O SEU SANTO NOME.

OFERECEREI O SEU SACRIFÍCIO

E INVOCAREI O SEU SANTO NOME.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:

℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.

Coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:

Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO 

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS 

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;

Pres.: Ó Deus, no único sacrifício da cruz levastes à plenitude os diversos sacrifícios da antiga lei. Aceitai esta oblação das mãos dos vossos fiéis e santificai-a, com a mesma bênção que destes à oferta de Abel, a fim de que sirva para a salvação de todos o que cada um trouxe em vossa honra. Por Cristo, nosso Senhor.

o terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

PREFÁCIO COMUM I 

(Prefácio próprio)

Este prefácio deve ser usado nas Missas que não têm prefácio próprio e quando não se deve usar um prefácio do tempo.

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:

Pres.: O senhor esteja convosco 

℟.: Ele está no meio de nós 

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:

Pres.: Corações ao alto. 

℟.: Nosso Coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:

Pres.: Demos graças ao Senhor nosso Deus.

℟.: E nosso dever e a nossa salvação. 

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.

Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Nele quisestes renovar todas as coisas, e a nós destes participar da sua plenitude. Sendo de condição divina, despojou-se da sua glória e, pelo sangue derramado na cruz, trouxe a paz ao mundo inteiro; exaltado acima de todas as criaturas, tornou-se a fonte da salvação eterna para aqueles que lhe obedecem. Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes, entoamos o hino da vossa glória, cantando a uma só voz:

SANTO 

(Santo Simples II - Delphim Rezende) 

Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando:

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO! 

O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA. 

HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!

BENDITO, BENDITO, BENDITO O QUE VEM, EM NOME, EM NOME, EM NOME DO SENHOR.

 HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!


ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.

Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:

Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas

une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:

a fim de que se tornem o Corpo e o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,

une as mãos

que nos mandou celebrar estes mistérios.

A assembleia aclama:

℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres.: Na noite em que ia ser entregue,

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:

inclina-se levemente

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:

Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos, dizendo:

inclina-se levemente

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:

Pres.: Mistério da fé!

A assembleia aclama:

℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.

A assembleia aclama:

℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

A assembleia aclama:

℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, A Senhora do  Pilar, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.

A assembleia aclama:

℟.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Inocêncio. Comigo vosso indigno servo com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.  Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.

A assembleia aclama:

℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,

une as mãos

por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

DOXOLÓGIA 

(Denish Mass)

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.

A assembleia aclama:

 ℟.: AMÉM, AMÉM, AMÉM, AMÉM, AMÉM, AMÉM 

ORAÇÃO DO SENHOR 

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos unidas:

Pres.: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos e filhas, digamos juntos:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O sacerdote une as mãos. 

O povo conclui a oração, aclamando:

℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

℟.: Amem.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: A paz do Senhor esteja convosco.

O povo responde:

℟.: O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

FRAÇÃO DO PÃO 

(Cordeiro de Deus - Missa João XXIII)

​CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO 

TENDE PIEDADE DE NÓS 

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO 

TENDE PIEDADE DE NÓS 

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO 

DAI-NOS A PAZ 

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Quem come minha Carne e bebe meu Sangue permanece em mim e eu nele.

Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

℣.: O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:

℟.: Amém.

E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

COMUNHÃO 

(As promessas do Bom Pastor)

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

​​VOU SAIR PELOS PRADOS, BUSCANDO

OVELHAS QUE ESTÃO SEM PASTOR;

EU AS TRAREI COM CARINHO

DE VOLTA, SEM FOME OU TEMOR!

NOS MEUS OMBROS, OVELHAS FERIDAS

SEM DOR PODERÃO DESCANSAR.

DEVOLVEREI OS SEUS CAMPOS,

DAREI NOVAMENTE A PAZ.


SOU REI, SOU O BOM PASTOR!

VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,

E FOME JAMAIS TEREIS!

A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?

SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA

E TE DÁS EM REFEIÇÃO.


MAUS PASTORES QUE PERDEM OVELHAS

DISTANTES DE MIM OS TEREI;

NOUTRAS PASTAGENS SEGURAS,

PASTORES FIÉIS CHAMAREI.

NOVO REINO FAREI DO MEU POVO,

REBANHO SEM MAIS OPRESSÃO:

TODOS SERÃO CONDUZIDOS

À VIDA POR MINHAS MÃOS!


VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,

E FOME JAMAIS TEREIS!

A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?

SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA

E TE DÁS EM REFEIÇÃO.


SOU A PORTA SEGURA DO APRISCO,

REBANHO FELIZ EU FAREI:

DE TODO O MAL E INJUSTIÇA,

OVELHAS EU DEFENDEREI.

MERCENÁRIOS QUE FOGEM PRA LONGE,

DEIXANDO O REBANHO AO LÉU,

NÃO TERÃO PARTE COMIGO,

NO REINO QUE VEM DO CÉU.


VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,

E FOME JAMAIS TEREIS!

A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?

SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA

E TE DÁS EM REFEIÇÃO.


SE UMA OVELHA DEIXAR O MEU CAMPO

E OUTRO CAMINHO SEGUIR,

DEIXO O REBANHO SEGURO

E VOU PROCURAR A INFELIZ.

AO TRAZÊ-LA HAVERÁ ALEGRIA

E OS ANJOS DO CÉU VÃO CANTAR:

SERÁ A FESTA DA VOLTA,

REBANHO VAI SE ALEGRAR.


VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,

E FOME JAMAIS TEREIS!

A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?

SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA

E TE DÁS EM REFEIÇÃO.

VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,

E FOME JAMAIS TEREIS!

A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?

SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA

E TE DÁS EM REFEIÇÃO.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO 

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Pres.: Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.

Nós vos pedimos, Senhor misericordioso, permanecei junto ao vosso povo e fazei passar da antiga para a nova vida aqueles que iniciastes nos mistérios do céu. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.


LEITURA DA ATA DA POSSE

Após a Oração depois da comunhão, o Chanceler do bispado, ou um outro presbítero designado, lê a Ata da Posse.

Aos vinte e um (21) dias do mês de Julho do ano de 2026, às 20 horas e 30 minutos, na Sé Catedral Basílica Primaz de Nossa Senhora do Pilar, Sé Arquidiocesana, na presença dos senhores Arcebispos e Bispos presentes, bem como dos sacerdotes, religiosos e fiéis, tomou posse como Arcebispo Arquidiocesano da Arquidiocese de São João Del Creeper o Em.mo. e Rev.mo. Sr. Dom Vitor Bernardo. No início da cerimônia, após a leitura das Letras Apostólicas de nomeação, emanadas do Vaticano, Dom Vitor Bernardo tomou posse de sua Igreja Particular na Solene Celebração Eucarística presidida pelo Em.mo. e Rev.mo. Dom Victor Cardeal Santos. Para constar, foi lavrada a presente ata, que vai por mim assinada, N., testemunha de tal posse, bem como por Dom Victor Cardeal Santos e ainda por todos os demais senhores Arcebispos e Bispos presentes, pelos membros do Colégio de Consultores e por representantes dos fiéis leigos.

RITOS FINAIS

AVISOS

Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo.

BÊNÇÃO FINAL

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:

Pres.: O Senhor esteja convosco..

℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Bendito seja o nome do Senhor.

Todos respondem:

℟.: Agora e para sempre.

O celebrante diz:

Pres.: Nossa proteção está no nome do Senhor.

Todos respondem:

℟.: Que fez o céu e a terra.

Então o celebrante recebe o báculo, se o utilizar, e diz:

Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso,

e fazendo três vezes o sinal da cruz sobre o povo, acrescenta:

Pai e Filho e Espírito Santo.

℟.: Amém.

O próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:

℣.: Ide em paz, e anunciai o Evangelho do Senhor.

O povo responde:

℟.: Graças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

CANTO DE SAÍDA 

(Povos de Reis - Lucien Deiss)

POVO DE REIS

ASSEMBLEIA SANTA

POVO SACERDOTAL

POVO DE DEUS

CANTA AO TEU SENHOR


NÓS TE CANTAMOS

Ó FILHO BEM-AMADO DO PAI

NÓS TE LOUVAMOS

CIÊNCIA ETERNA E VERBO DE DEUS


POVO DE REIS

ASSEMBLEIA SANTA

POVO SACERDOTAL

POVO DE DEUS

CANTA AO TEU SENHOR


NÓS TE CANTAMOS

Ó FILHO DA VIRGEM MARIA

NÓS TE LOUVAMOS

Ó CRISTO, NOSSO IRMÃO E SALVADOR


POVO DE REIS

ASSEMBLEIA SANTA

POVO SACERDOTAL

POVO DE DEUS

CANTA AO TEU SENHOR


NÓS TE CANTAMOS

Ó MESSIAS ENVIADO AOS POBRES

NÓS TE LOUVAMOS

Ó NOSSO REI, DE CORAÇÃO MANSO E HUMILDE


POVO DE REIS

ASSEMBLEIA SANTA

POVO SACERDOTAL

POVO DE DEUS

CANTA AO TEU SENHOR


NÓS TE CANTAMOS

Ó VIDEIRA, QUE DÁS VIDA AOS RAMOS

NÓS TE LOUVAMOS

ESTRADA DA VIDA, CAMINHO DO CÉU


POVO DE REIS

ASSEMBLEIA SANTA

POVO SACERDOTAL

POVO DE DEUS

CANTA AO TEU SENHOR


NÓS TE CANTAMOS

Ó CORDEIRO POR NÓS IMOLADO

NÓS TE LOUVAMOS

TU QUE TIRAS O PECADO DO MUNDO


POVO DE REIS

ASSEMBLEIA SANTA

POVO SACERDOTAL

POVO DE DEUS

CANTA AO TEU SENHOR


NÓS TE CANTAMOS

Ó BOM PASTOR QUE NOS CONDUZES

NÓS TE LOUVAMOS

TU QUE POR NOSSO AMOR DESTE A VIDA


POVO DE REIS

ASSEMBLEIA SANTA

POVO SACERDOTAL

POVO DE DEUS

CANTA AO TEU SENHOR


NÓS TE CANTAMOS

Ó CRISTO, ALIMENTO E BEBIDA

NÓS TE LOUVAMOS

Ó PÃO QUE CONFORTA E VINHO QUE ALEGRA


POVO DE REIS

ASSEMBLEIA SANTA

POVO SACERDOTAL

POVO DE DEUS

CANTA AO TEU SENHOR

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