INNOCENTIVS, EPISCOPVS
SERVVS SERVORVM DEI
AD PERPETVAM REI MEMORIAM
BULA DE NOMEAÇÃO EPISCOPAL
BISPO AUXILIAR DA ARQUIDIOCESE METROPOLITANA DE BRASÍLIA
Ao diletíssimo filho, Dom Jonas Francisco, nomeado Bispo Auxiliar para a Arquidiocese Metropolitana de Brasília, saúde e bênção apostólica.
“Reaviva o dom de Deus que está em ti pela imposição das minhas mãos” (2Tm 1,6). A exortação do Apóstolo a Timóteo ecoa permanentemente no coração da Igreja, recordando a cada Pastor que o ministério recebido não é estático, mas graça que deve ser continuamente renovada no zelo, na postura e na fidelidade.
À luz desta Palavra, e considerando as necessidades pastorais da Arquidiocese Metropolitana de Brasília, Igreja situada no centro da vida nacional e chamada a testemunhar com clareza a fé no coração da sociedade, julgamos oportuno prover-lhe auxílio episcopal diligente e comprometido.
O Concílio Vaticano II ensina que os Bispos, constituídos pelo Espírito Santo, exercem o tríplice múnus de ensinar, santificar e governar (Lumen Gentium, 20-27). Tal encargo exige postura íntegra, vigilância constante e zelo pastoral que se manifeste tanto nas decisões prudentes quanto na proximidade cotidiana com o povo de Deus.
Sendo assim, após ouvir o parecer do Dicastério para os Bispos e ponderar atentamente vossas qualidades humanas, espirituais e pastorais, TE NOMEAMOS e CONSTITUÍMOS, amado filho, DOM JONAS FRANCISCO, como BISPO AUXILIAR DA ARQUIDIOCESE METROPOLITANA DE BRASÍLIA, conferindo-lhe todos os direitos e deveres inerentes ao ofício, segundo as normas do Direito Canônico e da disciplina da Santa Igreja.
Exortamos a recordar continuamente a missão que lhe foi confiada pela Igreja, para que seja um colaborador fiel do Arcebispo Metropolitano, princípio de unidade junto ao clero e sinal visível de comunhão para os fiéis. Que sua postura seja marcada por coerência de vida, firmeza doutrinal e espírito de serviço e que seu zelo pastoral não desanime diante das exigências do cotidiano e que sua fidelidade ao ministério permaneça fiel mesmo nas circunstâncias mais desafiadoras do dia-a-dia.
Como nos recorda São Gregório Magno no Regula Pastoralis, o Pastor deve antes viver aquilo que ensina, para que sua palavra possua autoridade e que seu governo seja sustentado pela credibilidade de sua própria vida. Assim, a tradição da Santa Igreja afirma que o Bispo é chamado a ser exemplo para o rebanho (cf. 1Pd 5,3), tornando-se cada vez mais próximos a Cristo, o Bom Pastor.
Que o Espírito Santo o fortaleça na perseverança, na prudência e na caridade, para que seu ministério produza frutos abundantes de unidade, santidade e renovado ardor missionário nesta Igreja particular.
Dado e Passado em Roma, no vigésimo sexto dia do mês de fevereiro do ano de 2026, primeiro de nosso pontificado.
✠ Innocentivs Pp. II
Pontifex Maximvs
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