Semanário Litúrgico | II Domingo da Quaresma


SEMANÁRIO LITÚRGICO
II DOMINGO DA QUARESMA

01.03.2026

RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

MEU CORAÇÃO FALA CONVOSCO CONFIANTE
E OS MEUS OLHOS VOS PROCURAM, Ó MEU DEUS.

SENHOR, É VOSSA FACE QUE EU PROCURO:
NÃO ME ESCONDAIS A VOSSA FACE, MAS OUVI-ME.


O SENHOR É MINHA LUZ E SALVAÇÃO;
DE QUEM EU TEREI MEDO?
O SENHOR É A PROTEÇÃO DA MINHA VIDA;
PERANTE QUEM EU TREMEREI?

SENHOR, É VOSSA FACE QUE EU PROCURO:
NÃO ME ESCONDAIS A VOSSA FACE, MAS OUVI-ME.

AO SENHOR EU PEÇO APENAS UMA COISA,
E É SÓ ISTO QUE EU DESEJO:
HABITAR NO SANTUÁRIO DO SENHOR
POR TODA A MINHA VIDA.

SENHOR, É VOSSA FACE QUE EU PROCURO:
NÃO ME ESCONDAIS A VOSSA FACE, MAS OUVI-ME.

OFERTAREI UM SACRIFÍCIO DE ALEGRIA
NO TEMPLO DO SENHOR.
CANTAREI SALMOS AO SENHOR AO SOM DA HARPA
E HINOS DE LOUVOR.

MEU CORAÇÃO FALA CONVOSCO CONFIANTE
E OS MEUS OLHOS VOS PROCURAM, Ó MEU DEUS.

SENHOR, É VOSSA FACE QUE EU PROCURO:
NÃO ME ESCONDAIS A VOSSA FACE, MAS OUVI-ME.

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

ANTÍFONA DE ENTRADA 
(Cf. Sl 26, 8-9 ou Cf. Sl 24, 6. 2. 22)

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
℣.: Meu coração vos disse: Busquei a vossa face, é vossa face, Senhor, que eu procuro. Não desvieis de mim o vosso rosto!

Ou:
℣.: Lembrai-vos, Senhor, de vossas misericórdias e de vosso amor, pois são eternos. Nunca dominem sobre nós os inimigos; libertai-nos, Deus de Israel, de todas as nossas angústias!

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Pres.:  Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:

Pres.: Senhor, que fazeis passar da morte para a vida quem ouve a vossa palavra, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.

Pres.: Cristo, que quisestes ser levantado da terra para atrair-nos a vós, tende piedade de nós.
℟.: Cristo, tende piedade de nós.

Pres.: Senhor, que nos submeteis ao julgamento da vossa cruz, para levar-nos à glória da ressurreição, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.

ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Ó Deus, que nos mandastes ouvir o vosso Filho amado, alimentai-nos com a vossa palavra, para que, purificado o olhar de nossa fé, nos alegremos com a visão da vossa glória. Phor nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Gn 12, 1-4a)

Leitor: Leitura do Livro do Gênesis
Naqueles dias, o Senhor disse a Abrão: “Sai da tua terra, da tua família e da casa do teu pai, e vai para a terra que eu te vou mostrar. Farei de ti um grande povo e te abençoarei: engrandecerei o teu nome, de modo que ele se torne uma bênção. Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão abençoadas todas as famílias da terra!”. E Abrão partiu, como o Senhor lhe havia dito.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 32(33), 4-5. 18-19. 20. 22 (R. cf. 22))

— SOBRE NÓS VENHA, SENHOR, A VOSSA GRAÇA, VENHA A VOSSA SALVAÇÃO!

— POIS RETA É A PALAVRA DO SENHOR, E TUDO O QUE ELE FAZ MERECE FÉ. DEUS AMA O DIREITO E A JUSTIÇA, TRANSBORDA EM TODA A TERRA A SUA GRAÇA. 

— MAS O SENHOR POUSA O OLHAR SOBRE OS QUE O TEMEM, E QUE CONFIAM ESPERANDO EM SEU AMOR, PARA DA MORTE LIBERTAR AS SUAS VIDAS E ALIMENTÁ-LOS QUANDO É TEMPO DE PENÚRIA. 

— NO SENHOR NÓS ESPERAMOS CONFIANTES, PORQUE ELE É NOSSO AUXÍLIO E PROTEÇÃO! SOBRE NÓS VENHA, SENHOR, A VOSSA GRAÇA, DA MESMA FORMA QUE EM VÓS NÓS ESPERAMOS!

Ou, para a recitação:

— Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, venha a vossa salvação!

— Pois reta é a palavra do Senhor, e tudo o que ele faz merece fé. Deus ama o direito e a justiça, transborda em toda a terra a sua graça. 

— Mas o Senhor pousa o olhar sobre os que o temem, e que confiam esperando em seu amor, para da morte libertar as suas vidas e alimentá-los quando é tempo de penúria. 

— No Senhor nós esperamos confiantes, porque ele é nosso auxílio e proteção! Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, da mesma forma que em vós nós esperamos!

SEGUNDA LEITURA
(2Tm 1, 8b-10)

Leitor: Leitura da Segunda Carta de São Paulo a Timóteo
Caríssimo: Sofre comigo pelo Evangelho, fortificado pelo poder de Deus. Deus nos salvou e nos chamou com uma vocação santa, não devido às nossas obras, mas em virtude do seu desígnio e da sua graça, que nos foi dada em Cristo Jesus, desde toda a eternidade. Esta graça foi revelada agora, pela manifestação de nosso Salvador, Jesus Cristo. Ele não só destruiu a morte, como também fez brilhar a vida e a imortalidade por meio do Evangelho.
℟.: Graças a Deus.


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
LOUVOR A VÓS, Ó CRISTO REI,
REI DA ETERNA GLÓRIA!
REI DA ETERNA GLÓRIA!

NUMA NUVEM RESPLENDENTE FEZ-SE OUVIR A VOZ DO PAI: 
EIS MEU FILHO MUITO AMADO, ESCUTAI-O, TODOS VÓS.

LOUVOR A VÓS, Ó CRISTO REI,
REI DA ETERNA GLÓRIA!
REI DA ETERNA GLÓRIA!

Ou, para recitação:
℟.: Louvor a vós, ó Cristo, rei da eterna glória!
℣.: Numa nuvem resplendente fez-se ouvir a voz do Pai: Eis meu Filho muito amado, escutai-o, todos vós.
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
(Mt 17, 1-9)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.
Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e os levou a um lugar à parte, sobre uma alta montanha. E foi transfigurado diante deles; o seu rosto brilhou como o sol e as suas roupas ficaram brancas como a luz. Nisto apareceram-lhe Moisés e Elias, conversando com Jesus. Então Pedro tomou a palavra e disse: “Senhor, é bom ficarmos aqui. Se queres, vou fazer aqui três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias”. Pedro ainda estava falando, quando uma nuvem luminosa os cobriu com sua sombra. E da nuvem uma voz dizia: “Este é o meu Filho amado, no qual eu pus todo meu agrado. Escutai-o!” Quando ouviram isto, os discípulos ficaram muito assustados e caíram com o rosto em terra. Jesus se aproximou, tocou neles e disse: “Levantai-vos e não tenhais medo”. Os discípulos ergueram os olhos e não viram mais ninguém, a não ser somente Jesus. Quando desciam da montanha, Jesus ordenou-lhes: “Não conteis a ninguém esta visão até que o Filho do Homem tenha ressuscitado dos mortos”.
℣.Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo Apostólico)

Pres.: Professemos a nossa fé.
℟.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, 
Às palavras seguintes até da Virgem Maria, todos se inclinam. 
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.


ORAÇÃO DOS FIÉIS

Pres.: Irmãos e Irmãs, com a força do Espírito Santo, somos convidados, neste tempo de conversão, a responder à nossa vocação de povo peregrino rumo à glória. Com esse desejo, apresentamos a Deus as nossas preces, rezando:
℟.: Ó Senhor, venha a nós a vossa graça.

1. Pela Igreja, peregrina neste mundo, com o Papa Leão XIV e Inocêncio II, com o nosso bispo N., presbíteros e diáconos, religiosos e religiosas, leigos e leigas, para que deem passos concretos que revelem os sinais de conversão, motivando outros a fazerem o mesmo, rezemos.

2. Por aqueles que nos governam, para que, inspirados pelos exemplos de Jesus Cristo, possam defender os mais necessitados, os pobres e esquecidos, com políticas públicas que promovam sua dignidade, rezemos.

3. Pelos seminaristas, os noviços e as noviças, para que encontrem formadores que vivam a alegria do Evangelho e os preparem com sabedoria para a sua missão, rezemos.

4. Pelos que sofrem com os desafios da vida presente, na família, no trabalho, nas relações, nos hospitais, nos asilos e em tantos outros ambientes; que possamos estar atentos e oferecer o nosso coração acolhedor a eles, rezemos.

Pres.: Deus de Misericórdia, como fruto da escuta atenta do vosso Filho, brotam de nossos corações essas preces, que a vós dirigimos hoje; dai-nos a graça de perseverar nos bons propósitos deste Tempо quaresmal. Por Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
℟.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

SÊ BENDITO, SENHOR, PARA SEMPRE
PELOS FRUTOS DAS NOSSAS JORNADAS!
REPARTIDOS NA MESA DO REINO,
ANUNCIAM A PAZ ALMEJADA!

SENHOR DA VIDA,
TU ÉS A NOSSA SALVAÇÃO!
AO PREPARARMOS A TUA MESA,
EM TI BUSCAMOS RESSURREIÇÃO!

SÊ BENDITO, SENHOR PARA SEMPRE
PELOS MARES, OS RIOS E AS FONTES!
NOS RECORDAM A TUA JUSTIÇA,
QUE NOS LEVAM A UM NOVO HORIZONTE!

SENHOR DA VIDA,
TU ÉS A NOSSA SALVAÇÃO!
AO PREPARARMOS A TUA MESA,
EM TI BUSCAMOS RESSURREIÇÃO!

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

℟.: Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.:
 Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

℟.: Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
Pres.:
 De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Pres.:
 Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Estas oferendas, Senhor, apaguem os nossos pecados e santifiquem os corpos e as mentes dos vossos fiéis para a celebração da Páscoa. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
Prefácio
(A transfiguração do Senhor)

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Tendo predito aos discípulos a própria morte, Jesus lhes mostra, na montanha sagrada, todo o seu esplendor, e com o testemunho da Lei e dos Profetas nos ensina que, pela paixão, chegará à glória da ressurreição. Por isso, com as forças celestiais, vos celebramos sempre aqui na terra e proclamamos sem cessar a vossa grandeza, cantando (dizendoa uma só voz:

Santo

SANTO, SANTO, SANTO,
SENHOR DEUS DO UNIVERSO!
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM
VOSSA GLÓRIA, ÓH SENHOR!

HOSANA, HOSANA, HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA!
HOSANAS AO SENHOR!

BENDITO O QUE VEM
EM NOME DO SENHOR!

HOSANA, HOSANA, HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA!
HOSANAS AO SENHOR!

Ou, para a recitação:
℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a  fim de que se tornem o Corpo + e o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
inclina-se levemente
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia, 
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
inclina-se levemente
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder phor nós na vossa presença.
℟.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo, o Papa Inocêncio, o nosso Bispo N., com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. 
℟.: 
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: 
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
 
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE,TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE,TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ, SENHOR, A VOSSA PAZ.

Ou recita-se:
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de quem nele encontra seu refúgio. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, reza-se a oração de comunhão espiritual e depois inicia-se o canto da Comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

℟.: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!


UMA VOZ DO CÉU RESSOA:
EIS MEU FILHO MUITO AMADO

NELE ESTÁ MEU BEM-QUERER
ESCUTAI O QUE ELE DIZ 

LOUVAI O SENHOR, BENDIZEI-O
LOUVAI O SENHOR, SERVOS SEUS.
LOUVAI O SENHOR, PORQUE É BOM
CANTAI AO SEU NOME SUAVE!

NELE ESTÁ MEU BEM-QUERER
ESCUTAI O QUE ELE DIZ 

EU BEM SEI QUE O SENHOR É TÃO GRANDE
QUE É MAIOR DO QUE TODOS OS DEUSES.
ELE FAZ TUDO QUANTO LHE AGRADA,
NAS ALTURAS DOS CÉUS E NA TERRA.

NELE ESTÁ MEU BEM-QUERER
ESCUTAI O QUE ELE DIZ 

Ó SENHOR, VOSSO NOME É ETERNO;
PARA SEMPRE É A VOSSA LEMBRANÇA.
O SENHOR FAZ JUSTIÇA A SEU POVO
E É BONDOSO COM AQUELES QUE O SERVEM.

NELE ESTÁ MEU BEM-QUERER
ESCUTAI O QUE ELE DIZ 

ISRAEL, BENDIZEI O SENHOR;
SACERDOTES, LOUVAI O SENHOR!
LEVITAS, CANTAI AO SENHOR;
FIÉIS, BENDIZEI O SENHOR!

UMA VOZ DO CÉU RESSOA:
EIS MEU FILHO MUITO AMADO

NELE ESTÁ MEU BEM-QUERER
ESCUTAI O QUE ELE DIZ 

ANTÍFONA DE COMUNHÃO
(Mt 17, 5)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Este é o meu Filho amado, no qual eu pus todo o meu agrado. Escutai-o!

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: 
Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Nós comungamos, Senhor, no mistério da vossa glória, e nos empenhamos em render-vos graças, porque nos concedeis, ainda na terra, participar dos bens do céu. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

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ORAÇÃO POR OCASIÃO DO  JUBILEU DOS 5 ANOS DA ARQUIDIOCESE DE SÃO JOÃO DEL CREEPER
Somente no território de São João Del Creeper

Pres.: Ó Deus Pai, Filho e Espírito Santo, nós te damos graças e te bendizemos por tantas maravilhas realizadas na tua Igreja nesta Arquidiocese de São João del Creeper, ao longo destes cinco anos de ação evangelizadora. Conduzidos pela caridade de Cristo, somos chamados a testemunhar com fé, esperança e caridade, na justiça e na paz, o Batismo que nos lavou, o Sangue que nos deu nova vida e o Espírito que nos ungiu. Anunciando a Boa-Nova em novos tempos, queremos seguir em missão, atentos aos clamores e às necessidades de nossos irmãos, guiados e iluminados pelo teu Espírito, vivendo da misericórdia que vem de ti. Dá-nos a graça de responder com fidelidade às exigências da ação evangelizadora da Igreja, formando teu povo e colaborando na construção do teu Reino. Nossa Senhora do Pilar, nossa Mãe e Padroeira, intercede por nós. 
℟.: Amém.
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ORAÇÃO POR OCASIÃO DO  JUBILEU DOS 5 ANOS DA ARQUIDIOCESE DE  MARIANA
Somente no território de Mariana

Pres.: Senhor Deus, agradecemos pelos cinco anos da Arquidiocese de Mariana, sinal da vossa graça e presença entre nós. Abençoai nossos pastores e todo o povo de Deus, renovai nossa fé, nossa unidade e ardor missionário, para que sejamos uma igreja fiel ao evangelho. Sob a proteção de Nossa Senhora, conduzi-nos sempre no caminho da esperança e do amor. Por Cristo nosso Senhor
℟.: Amém.
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RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL
(Oração sobre o povo, II Domingo da Quaresma)

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote, pode fazer o convite com estas ou outras palavras:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.

Pres.: Abençoai generosamente, Senhor, os vossos fiéis e fazei-os aderir ao Evangelho do vosso Filho; possam desejar sempre e, um dia, felizes alcançar a mesma glória que ele revelou aos Apóstolos. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Em nome do Senhor, ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus!


Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

CANTO FINAL
NO CAMINHO DA HISTÓRIA E DA VIDA,
HÁ UM POVO CHAMADO A SERVIR.
FAZ DA IGREJA SINAL DE COMUNHÃO,
COMO TESTEMUNHAS DA SALVAÇÃO.
ENTRE LUTAS, ESPERANÇAS E DORES,
DEUS NOS CHAMA A SAIR E ANUNCIAR.
O SENHOR NOS REÚNE EM FRATERNIDADE,
E ENVIA SEUS FILHOS E FILHAS
COMO TESTEMUNHAS DA SALVAÇÃO

“VÓS SOIS MINHAS TESTEMUNHAS”, DIZ O SENHOR,
IDE AO MUNDO ANUNCIAR O MEU AMOR.
NA MISSÃO, COMO IRMÃOS EM COMUNHÃO,
SOMOS POVO ENVIADO EM MISSÃO!
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