Livreto Celebrativo | Missa Dominical Pontifical



LIVRETO CELEBRATIVO
MISSA DOMINICAL
CELEBRADO POR SUA SANTIDADE 
   INOCÊNCIO II 
 Basílica de São Pedro 28.02.26

RITOS INICIAIS 

CANTO DE ENTRADA 
(Misericordias Domini - Jacques)

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

​​​R/. MISERICORDIAS DOMINI IN ÆTERNUM CANTABO.

​I. CANTERÒ IN ETERNO IL TUO AMORE,

IL TUO PERDONO A TUTTI ANNUNCERÒ.

​​​R/. MISERICORDIAS DOMINI IN ÆTERNUM CANTABO.

​II. SEMPRE CI SALVA LA TUA MISERICORDIA,

CI VEDE DALL'ALTO, SIGNORE, COME TE?

​​​R/. MISERICORDIAS DOMINI IN ÆTERNUM CANTABO.

​III. IL CIELO È TUO, TUA È LA TERRA;

TU HAI CREATO TUTTO CIÒ CHE ESISTE.

​IV. BEATO CHI È VICINO A TE.

NEL TUO NOME LA LUCE TROVERÀ.

​​​R/. MISERICORDIAS DOMINI IN ÆTERNUM CANTABO.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. 

SAUDAÇÃO 

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O povo responde:

℟.: Amém.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:

Pres.:  O Senhor, que encaminha os nossos corações para o amor de Deus e a constância de Cristo, esteja convosco

O povo responde:

℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL 

(Kyrie - Missa XVIII)

Primeira fórmula

Pres.: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai.

Após um instante de silêncio inicia-se o canto;

​KYRIE, ELEISON.

​R/. KYRIE, ELEISON.

​CHRISTE, ELEISON.

​R/. CHRISTE, ELEISON.

​KYRIE, ELEISON.

​R/. KYRIE, ELEISON.

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:

℟.: Amen.

ORAÇÃO COLETA 

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.

Ó Deus, que nos mandastes ouvir o vosso Filho amado, alimentai-nos com a vossa palavra, para que, purificado o olhar de nossa fé, nos alegremos com a visão da vossa glória. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta; ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA 

PRIMEIRA LEITURA 

(Gn 12, 1-4a)

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor:  Leitura do Livro do Gênesis. 

Naqueles dias, o Senhor disse a Abrão: “Sai da tua terra, da tua família e da casa do teu pai, e vai para a terra que eu te vou mostrar. Farei de ti um grande povo e te abençoarei: engrandecerei o teu nome, de modo que ele se torne uma bênção. Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão abençoadas todas as famílias da terra!”. E Abrão partiu, como o Senhor lhe havia dito.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Leitor: Palavra do Senhor. 

Todos aclamam:

℟.: Graças a Deus.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

SALMO RESPONSORIAL 

(Sl 32(33), 4-5. 18-19. 20. 22 (R. cf. 22))

O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

℟.: SOBRE NÓS VENHA, SENHOR, A VOSSA GRAÇA, VENHA A VOSSA SALVAÇÃO!

​— POIS RETA É A PALAVRA DO SENHOR, E TUDO O QUE ELE FAZ MERECE FÉ. DEUS AMA O DIREITO E A JUSTIÇA, TRANSBORDA EM TODA A TERRA A SUA GRAÇA. ℟.

​— MAS O SENHOR POUSA O OLHAR SOBRE OS QUE O TEMEM, E QUE CONFIAM ESPERANDO EM SEU AMOR, PARA DA MORTE LIBERTAR AS SUAS VIDAS E ALIMENTÁ-LOS QUANDO É TEMPO DE PENÚRIA.  ℟.

​— NO SENHOR NÓS ESPERAMOS CONFIANTES, PORQUE ELE É NOSSO AUXÍLIO E PROTEÇÃO! SOBRE NÓS VENHA, SENHOR, A VOSSA GRAÇA, DA MESMA FORMA QUE EM VÓS NÓS ESPERAMOS! ℟.

Após o salmo, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

SEGUNDA LEITURA 

(2Tm 1, 8b-10)

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor: Leitura da Segunda Carta de São Paulo a Timóteo

Caríssimo: Sofre comigo pelo Evangelho, fortificado pelo poder de Deus. Deus nos salvou e nos chamou com uma vocação santa, não devido às nossas obras, mas em virtude do seu desígnio e da sua graça, que nos foi dada em Cristo Jesus, desde toda a eternidade. Esta graça foi revelada agora, pela manifestação de nosso Salvador, Jesus Cristo. Ele não só destruiu a morte, como também fez brilhar a vida e a imortalidade por meio do Evangelho.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Leitor: Palavra do Senhor.

Todos aclamam:

℟.: Graças a Deus.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO 

(Laus tibi Christe)

Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.

LAUS TIBI CHRISTE, LAUS TIBI CHRISTE, REX ÆTERNÆ GLORIÆ.

​HODIE, NOLITE OBDURARE CORDA VESTRA, SED VOCEM DOMINI AUDITE.

​LAUS TIBI CHRISTE, LAUS TIBI CHRISTE, REX ÆTERNÆ GLORIÆ.

EVANGELHO 

(Mt 17, 1-9)

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

℣.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho:

em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

℣.: Amém.

O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:

℣.: O Senhor esteja convosco.

O povo responde:

℟.: Ele está no meio de nós.

O sacerdote, diz:

℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

O povo aclama:

℟.: Glória a vós, Senhor.

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

Então o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e os levou a um lugar à parte, sobre uma alta montanha. E foi transfigurado diante deles; o seu rosto brilhou como o sol e as suas roupas ficaram brancas como a luz. Nisto apareceram-lhe Moisés e Elias, conversando com Jesus. Então Pedro tomou a palavra e disse: “Senhor, é bom ficarmos aqui. Se queres, vou fazer aqui três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias”. Pedro ainda estava falando, quando uma nuvem luminosa os cobriu com sua sombra. E da nuvem uma voz dizia: “Este é o meu Filho amado, no qual eu pus todo meu agrado. Escutai-o!” Quando ouviram isto, os discípulos ficaram muito assustados e caíram com o rosto em terra. Jesus se aproximou, tocou neles e disse: “Levantai-vos e não tenhais medo”. Os discípulos ergueram os olhos e não viram mais ninguém, a não ser somente Jesus. Quando desciam da montanha, Jesus ordenou-lhes: “Não conteis a ninguém esta visão até que o Filho do Homem tenha ressuscitado dos mortos”.

Terminado o Evangelho, o sacerdote aclama:

℣.: Palavra da Salvação.

O povo aclama:

℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:

Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA 

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ 

Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé:

Símbolo Niceno-constantinopolitano:

Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus:

Às palavras seguintes, até e se fez homem, todos se inclinam.

e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.

ORAÇÃO DOS FIÉIS 

Introdução: 

Pres.: Irmãos e Irmãs, com a força do Espírito Santo, somos convidados, neste tempo de conversão, a responder à nossa vocação de povo peregrino rumo à glória. Com esse desejo, apresentamos a Deus as nossas preces, rezando:

℟.: Ó Senhor, venha a nós a vossa graça

1. Pela Igreja, peregrina neste mundo, com o Papa Leão XIV e Inocêncio II, os presbíteros e diáconos, religiosos e religiosas, leigos e leigas, para que deem passos concretos que revelem os sinais de conversão, motivando outros a fazerem o mesmo, rezemos.

℟.: Ó Senhor, venha a nós a vossa graça

2. Por aqueles que nos governam, para que, inspirados pelos exemplos de Jesus Cristo, possam defender os mais necessitados, os pobres e esquecidos, com políticas públicas que promovam sua dignidade, rezemos.

℟.: Ó Senhor, venha a nós a vossa graça

3. Pelos seminaristas, os noviços e as noviças, para que encontrem formadores que vivam a alegria do Evangelho e os preparem com sabedoria para a sua missão, rezemos.

℟.: Ó Senhor, venha a nós a vossa graça

4. Pelos que sofrem com os desafios da vida presente, na família, no trabalho, nas relações, nos hospitais, nos asilos e em tantos outros ambientes; que possamos estar atentos e oferecer o nosso coração acolhedor a eles, rezemos.

℟.: Ó Senhor, venha a nós a vossa graça

Conclusão: 

Pres.: Deus de Misericórdia, como fruto da escuta atenta do vosso Filho, brotam de nossos corações essas preces, que a vós dirigimos hoje; dai-nos a graça de perseverar nos bons propósitos deste Tempо quaresmal. Por Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.

℟.: Amém

LITURGIA EUCARÍSTICA 

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS 

(Domine exaudi  - Bruno Bettinelli )

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

​​​DOMINE EXAUDI ORATIONEM MEAM,

ET CLAMOR MEUS AD TE VENIAT:

​QUIA NON SPERNIS DEUS

PRECES PAUPERUM.

V/. DE PROFUNDIS CLAMAVI AD TE, DOMINE;

DOMINE EXAUDI VOCEM MEAM.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:

℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.

Coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:

Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO 

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS 

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;

Pres.: Estas oferendas, Senhor, apaguem os nossos pecados e santifiquem os corpos e as mentes dos vossos fiéis para a celebração da Páscoa. Por Cristo, nosso Senhor.

o terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

PREFÁCIO PRÓPRIO

(A transfiguração do Senhor)

Este prefácio deve ser usado no primeiro lugar Domingo da Quaresma.

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:

Pres.: O Senhor esteja convosco. 

℟.: Ele está no meio de nós. 

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:

Pres.: Corações ao alto. 

℟.: Nosso Coração está em Deus. 

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:

Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus. 

℟.: É nosso dever e nossa salvação. 

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.

Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Tendo predito aos discípulos a própria morte, Jesus lhes mostra, na montanha sagrada, todo o seu esplendor, e com o testemunho da Lei e dos Profetas nos ensina que, pela paixão, chegará à glória da ressurreição. Por isso, com as forças celestiais, vos celebramos sempre aqui na terra e proclamamos sem cessar a vossa grandeza, cantando a uma só voz:

SANTO

(Sanctus - Missa XVIII) 

Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando:

SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS DOMINUS DEUS SABAOTH 

PLENI SUNT CÆLI ET TERRA GLORIA TUA  HOSANNA IN EXCELSIS 

BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI

HOSANNA IN EXCELSIS 

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.

Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:

Santificai, pois,estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, 

une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:

a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, 

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:

inclina-se levemente

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:

Do mesmo modo, no fim da ceia, 

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos, dizendo:

inclina-se levemente

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:

Pres.: Mistério da fé!

A assembleia aclama:

℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes de sua vida imortal; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Inocêncio, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.

2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos

une as mãos

por Jesus Cristo, vosso Filho.


DOXOLÓGIA 

(Amém)

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.

A assembleia aclama:

 ℟.: Amém

ORAÇÃO DO SENHOR 

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos unidas:

Pres.: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos e filhas, digamos juntos:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O sacerdote une as mãos. 

O povo conclui a oração, aclamando:

℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

℟.: Amem.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: A paz do Senhor esteja convosco.

O povo responde:

℟.: O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

FRAÇÃO DO PÃO 

(Agnus Dei - Missa XVIII)

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI 

MISERÉRE NOBIS 

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI 

MISERÉRE NOBIS 

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI 

DONA NOBIS PACEM 

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Quem comhe minha Carne e bebe meu Sangue permanece em mim e eu nele.

Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

℣.: O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:

℟.: Amém.

E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

COMUNHÃO 

( Confitemini Domino - Giovanni Pierluigi )

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

​​CONFITEMINI DOMINO, QUONIAM BONUS,

QUONIAM IN SÆCULUM MISERICORDIA EJUS.​

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO 

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Pres.: Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.

Nós comungamos, Senhor, no mistério da vossa glória, e nos empenhamos em render-vos graças, porque nos concedeis, ainda na terra, participar dos bens do céu. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

RITOS FINAIS

AVISOS

Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo.

BÊNÇÃO FINAL

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:

Pres.: O Senhor esteja convosco..

℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Bendito seja o nome do Senhor.

Todos respondem:

℟.: Agora e para sempre.

O celebrante diz:

Pres.: Nossa proteção está no nome do Senhor.

Todos respondem:

℟.: Que fez o céu e a terra.

O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote, pode fazer o convite com estas ou outras palavras:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.

Abençoai generosamente, Senhor, os vossos fiéis e fazei-os aderir ao Evangelho do vosso Filho; possam desejar sempre e, um dia, felizes alcançar a mesma glória que ele revelou aos Apóstolos. Por Cristo, nosso Senhor.

℟.: Amém.

Então o celebrante recebe o báculo, se o utilizar, e diz:

Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso,

e fazendo três vezes o sinal da cruz sobre o povo, acrescenta:

Pai  e Filho  e Espírito  Santo.

℟.: Amém.

O próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:

℣.: Ide em paz, e anunciai o Evangelho do Senhor.

O povo responde:

℟.: Graças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

HINO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 

(2026)

NO CAMINHO DA HISTÓRIA E DA VIDA,

HÁ UM POVO CHAMADO A SERVIR.
FAZ DA IGREJA SINAL DE COMUNHÃO,
COMO TESTEMUNHAS DA SALVAÇÃO.
ENTRE LUTAS, ESPERANÇAS E DORES,
DEUS NOS CHAMA A SAIR E ANUNCIAR.
O SENHOR NOS REÚNE EM FRATERNIDADE,
E ENVIA SEUS FILHOS E FILHAS
COMO TESTEMUNHAS DA SALVAÇÃO

“VÓS SOIS MINHAS TESTEMUNHAS”, DIZ O SENHOR,
IDE AO MUNDO ANUNCIAR O MEU AMOR.
NA MISSÃO, COMO IRMÃOS EM COMUNHÃO,
SOMOS POVO ENVIADO EM MISSÃO!

ONDE HÁ MEDO, SILÊNCIO E INJUSTIÇA,
CLAMA FORTE A VOZ DO SENHOR.
NÃO PODEMOS CALAR O EVANGELHO
QUE TRANSFORMA A VIDA PELA FÉ E PELO AMOR.
CADA GESTO, PALAVRA E PRESENÇA
É SINAL DO REINO QUE VEM.
NA PARTILHA SE FAZ FRATERNIDADE,
NA MISSÃO SOMOS MAIS DO QUE CEM.

“VÓS SOIS MINHAS TESTEMUNHAS”, DIZ O SENHOR,
IDE AO MUNDO ANUNCIAR O MEU AMOR.
NA MISSÃO, COMO IRMÃOS EM COMUNHÃO,
SOMOS POVO ENVIADO EM MISSÃO!

CRISTO PASSA NAS RUAS DA HISTÓRIA,
NO POBRE, NO EXCLUÍDO, NO IRMÃO.
É ALI QUE A FÉ SE COMPROMETE,
QUANDO SE TORNA SERVIÇO E AÇÃO.
NÃO É SÓ NO TEMPLO QUE ELE HABITA,
MAS NO CHÃO ONDE O POVO ESTÁ.
SER IGREJA EM SAÍDA É RESPOSTA
AO CHAMADO QUE NOS FAZ CAMINHAR.

“VÓS SOIS MINHAS TESTEMUNHAS”, DIZ O SENHOR,
IDE AO MUNDO ANUNCIAR O MEU AMOR.
NA MISSÃO, COMO IRMÃOS EM COMUNHÃO,
SOMOS POVO ENVIADO EM MISSÃO!

PELO ESPÍRITO SOMOS ENVIADOS
A LEVAR A PALAVRA ATÉ O FIM.
CADA CANTO DA TERRA É DESTINO
DA ESPERANÇA QUE BROTA EM MIM.
COM CORAGEM, PROFECIA E TERNURA,
SEGUIREMOS SEM MEDO OU DIVISÃO.
POIS A FÉ QUE CONSTRÓI FRATERNIDADE
É A FORÇA VIVA DA MISSÃO.

“VÓS SOIS MINHAS TESTEMUNHAS”, DIZ O SENHOR,
IDE AO MUNDO ANUNCIAR O MEU AMOR.
NA FRATERNIDADE, SINAIS DA COMUNHÃO,
SOMOS IGREJA, SOMOS POVO EM MISSÃO.
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