Livreto Celebrativo | Missa Dominical Pontifical



LIVRETO CELEBRATIVO
MISSA DOMINICAL
CELEBRADO POR SUA EMINÊNCIA 
   DOM SAMUEL CARDEAL DOS SANTOS
 Basílica de São Pedro 08.03.26

RITOS INICIAIS 

CANTO DE ENTRADA 
(Misericordias Domini - Jacques)

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

​​​R/. MISERICORDIAS DOMINI IN ÆTERNUM CANTABO.

​I. CANTERÒ IN ETERNO IL TUO AMORE,

IL TUO PERDONO A TUTTI ANNUNCERÒ.

​​​R/. MISERICORDIAS DOMINI IN ÆTERNUM CANTABO.

​II. SEMPRE CI SALVA LA TUA MISERICORDIA,

CI VEDE DALL'ALTO, SIGNORE, COME TE?

​​​R/. MISERICORDIAS DOMINI IN ÆTERNUM CANTABO.

​III. IL CIELO È TUO, TUA È LA TERRA;

TU HAI CREATO TUTTO CIÒ CHE ESISTE.

​IV. BEATO CHI È VICINO A TE.

NEL TUO NOME LA LUCE TROVERÀ.

​​​R/. MISERICORDIAS DOMINI IN ÆTERNUM CANTABO.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. 

SAUDAÇÃO 

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O povo responde:

℟.: Amém.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:

Pres.:  O Senhor, que encaminha os nossos corações para o amor de Deus e a constância de Cristo, esteja convosco

O povo responde:

℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL 

(Kyrie - Missa XVIII)

Primeira fórmula

Pres.: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai.

Após um instante de silêncio inicia-se o canto;

​KYRIE, ELEISON.

​R/. KYRIE, ELEISON.

​CHRISTE, ELEISON.

​R/. CHRISTE, ELEISON.

​KYRIE, ELEISON.

​R/. KYRIE, ELEISON.

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:

℟.: Amen.

ORAÇÃO COLETA 

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.

Ó Deus, autor de toda misericórdia e bondade, que indicastes o jejum, a oração e a esmola como remédio contra o pecado, acolhei benigno esta confissão da nossa humildade, para que, reconhecendo as nossas faltas, sejamos sempre regenerados pela vossa misericórdia. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta; ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA 

PRIMEIRA LEITURA 

(Ex 17, 3-7)

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor:  Leitura do Livro do Êxodo

Naqueles dias, o povo, sedento de água, murmurava contra Moisés e dizia: “Por que nos fizeste sair do Egito? Foi para nos fazer morrer de sede, a nós, nossos filhos e nosso gado?” Moisés clamou ao Senhor, dizendo: “Que farei por este povo? Por pouco não me apedrejam!” O Senhor disse a Moisés: “Passa adiante do povo e leva contigo alguns anciãos de Israel. Toma a tua vara com que feriste o rio Nilo e vai. Eu estarei lá, diante de ti, sobre o rochedo, no monte Horeb. Ferirás a pedra e dela sairá água para o povo beber”. Moisés assim fez na presença dos anciãos de Israel. E deu àquele lugar o nome de Massa e Meriba, por causa da disputa dos filhos de Israel e porque tentaram o Senhor, dizendo: “O Senhor está no meio de nós ou não?”

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Leitor: Palavra do Senhor. 

Todos aclamam:

℟.: Graças a Deus.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

SALMO RESPONSORIAL 

(Sl 94(95), 1-2. 6-7. 8-9 (R. 8))

O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

℟.: HOJE NÃO FECHEIS O VOSSO CORAÇÃO, MAS OUVI A VOZ DO SENHOR!

​— VINDE, EXULTEMOS DE ALEGRIA NO SENHOR, ACLAMEMOS O ROCHEDO QUE NOS SALVA! AO SEU ENCONTRO CAMINHEMOS COM LOUVORES, E COM CANTOS DE ALEGRIA O CELEBREMOS! ℟.

​— VINDE, ADOREMOS E PROSTREMO-NOS POR TERRA, E AJOELHEMOS ANTE O DEUS QUE NOS CRIOU! PORQUE ELE É O NOSSO DEUS, NOSSO PASTOR, E NÓS SOMOS O SEU POVO E SEU REBANHO, AS OVELHAS QUE CONDUZ COM SUA MÃO.  ℟.

​— OXALÁ OUVÍSSEIS HOJE A SUA VOZ: “NÃO FECHEIS OS CORAÇÕES COMO EM MERIBA, COMO EM MASSA, NO DESERTO, AQUELE DIA, EM QUE OUTRORA VOSSOS PAIS ME PROVOCARAM, APESAR DE TEREM VISTO AS MINHAS OBRAS”. ℟.

Após o salmo, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

SEGUNDA LEITURA 

(Rm 5, 1-2. 5-8)

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos

Irmãos: Justificados pela fé, estamos em paz com Deus, pela mediação do Senhor nosso, Jesus Cristo. Por ele tivemos acesso, pela fé, a esta graça, na qual estamos firmes e nos gloriamos, na esperança da glória de Deus. E a esperança não decepciona, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. Com efeito, quando éramos ainda fracos, Cristo morreu pelos ímpios, no tempo marcado. Dificilmente alguém morrerá por um justo; por uma pessoa muito boa talvez alguém se anime a morrer. Pois bem, a prova de que Deus nos ama é que Cristo morreu por nós, quando éramos ainda pecadores.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Leitor: Palavra do Senhor.

Todos aclamam:

℟.: Graças a Deus.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO 

(Laus tibi Christe)

Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.

LAUS TIBI CHRISTE, LAUS TIBI CHRISTE, REX ÆTERNÆ GLORIÆ.

​HODIE, NOLITE OBDURARE CORDA VESTRA, SED VOCEM DOMINI AUDITE.

​LAUS TIBI CHRISTE, LAUS TIBI CHRISTE, REX ÆTERNÆ GLORIÆ.

EVANGELHO 

(Jo 4, 5-15. 19b-26. 39a. 40-42)

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

℣.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho:

em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

℣.: Amém.

O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:

℣.: O Senhor esteja convosco.

O povo responde:

℟.: Ele está no meio de nós.

O sacerdote, diz:

℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João 

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

O povo aclama:

℟.: Glória a vós, Senhor.

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

Então o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, Jesus chegou a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, perto do terreno que Jacó tinha dado ao seu filho José. Era aí que ficava o poço de Jacó. Cansado da viagem, Jesus sentou-se junto ao poço. Era por volta do meio-dia. Chegou uma mulher da Samaria para tirar água. Jesus lhe disse: “Dá-me de beber”. Os discípulos tinham ido à cidade para comprar alimentos. A mulher samaritana disse então a Jesus: “Como é que tu, sendo judeu, pedes de beber a mim, que sou uma mulher samaritana?” De fato, os judeus não se dão com os samaritanos. Respondeu-lhe Jesus: “Se tu conhecesses o dom de Deus e quem é que te pede: ‘Dá-me de beber’, tu mesma lhe pedirias a ele, e ele te daria água viva”. A mulher disse a Jesus: “Senhor, nem sequer tens balde e o poço é fundo. De onde vais tirar a água viva? Por acaso, és maior que nosso pai Jacó, que nos deu o poço e que dele bebeu, como também seus filhos e seus animais?” Respondeu Jesus: “Todo aquele que bebe desta água terá sede de novo. Mas quem beber da água que eu lhe darei, esse nunca mais terá sede. E a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água que jorra para a vida eterna”. A mulher disse a Jesus: “Senhor, dá-me dessa água, para que eu não tenha mais sede e nem tenha de vir aqui para tirá-la”. b“Senhor, vejo que és um profeta! Os nossos pais adoraram neste monte, mas vós dizeis que em Jerusalém é que se deve adorar”. Disse-lhe Jesus: “Acredita-me, mulher: está chegando a hora em que nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não conheceis. Nós adoramos o que conhecemos, pois a salvação vem dos judeus. Mas está chegando a hora, e é agora, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade. De fato, estes são os adoradores que o Pai procura. Deus é espírito, e aqueles que o adoram devem adorá-lo em espírito e verdade”. A mulher disse a Jesus: “Sei que o Messias (que se chama Cristo) vai chegar. Quando ele vier, vai nos fazer conhecer todas as coisas”. Disse-lhe Jesus: “Sou eu, que estou falando contigo”. Muitos samaritanos daquela cidade abraçaram a fé em Jesus. Por isso, os samaritanos vieram ao encontro de Jesus e pediram que permanecesse com eles. Jesus permaneceu aí dois dias. E muitos outros creram por causa da sua palavra. E disseram à mulher: “Já não cremos por causa das tuas palavras, pois nós mesmos ouvimos e sabemos que este é verdadeiramente o salvador do mundo”.

Terminado o Evangelho, o sacerdote aclama:

℣.: Palavra da Salvação.

O povo aclama:

℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:

Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA 

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ 

Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé:

Símbolo Niceno-constantinopolitano:

Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus:

Às palavras seguintes, até e se fez homem, todos se inclinam.

e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.

ORAÇÃO DOS FIÉIS 

Introdução: 

Pres.: Irmãos e irmãs, celebrando o caráter batismal e penitencial da Quaresma, movidos pela força vivificante do Espírito Santo e iluminados pela Palavra, elevemos nossas preces, aclamando:

℟.:  Ó Senhor, fonte de água viva, ouvi-nos.

1. Pelo Papa, pelos bispos, presbíteros e demais ministros, para que se empenhem diariamente em construir caminhos que levem as pessoas ao encontro com Jesus Cristo, fonte de água viva, rezemos. ℟.:

2. Por todos aqueles que sofrem com as guerras, com a opressão, com as mudanças climáticas, com o abandono dos governantes, para que não lhes falte a solidariedade e a presença da Igreja em suas diversas necessidades, rezemos. ℟.: 

3. Por todas as mulheres em todos os países do mundo, para que sejam honradas e respeitadas, e seja valorizado o seu imprescindível contributo social, rezemos. ℟.: 

℟.: Ó Senhor, venha a nós a vossa graça

Conclusão: 

Pres.: Deus, fonte da vida, ouvi as preces que vos dirigimos, como fez a samaritana ao compreender quem era aquele que lhe oferecia a água viva. Ajudai-nos a percorrereste itinerário quaresmal, justificados pela fé e banhados pela graça do vosso Filho, o Cristo, que convoscо vive e reinda para sempre.

℟.: Amém

LITURGIA EUCARÍSTICA 

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS 

(Domine exaudi  - Bruno Bettinelli )

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

​​​DOMINE EXAUDI ORATIONEM MEAM,

ET CLAMOR MEUS AD TE VENIAT:

​QUIA NON SPERNIS DEUS

PRECES PAUPERUM.

V/. DE PROFUNDIS CLAMAVI AD TE, DOMINE;

DOMINE EXAUDI VOCEM MEAM.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:

℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.

Coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:

Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO 

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS 

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;

Pres.: Senhor de bondade, concedei-nos por este sacrifício que, pedindo perdão de nossos pecados, saibamos perdoar os nossos irmãos. Por Cristo, nosso Senhor.

o terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

PREFÁCIO PRÓPRIO

(A Samaritana)

Este prefácio deve ser usado no primeiro lugar Domingo da Quaresma.

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:

Pres.: O Senhor esteja convosco. 

℟.: Ele está no meio de nós. 

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:

Pres.: Corações ao alto. 

℟.: Nosso Coração está em Deus. 

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:

Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus. 

℟.: É nosso dever e nossa salvação. 

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.

Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, nosso Senhor. Ao pedir à Samaritana que lhe desse de beber, Jesus suscitava nela o dom da fé; e tão grande era sua sede pela fé dessa mulher, que acendeu nela o fogo do vosso amor. Por isso, vos servem todas as criaturas, com justiça vos louvam os redimidos e, unânimes, vos bendizem os vossos santos. Concedei-nos também a nós associar-nos aos seus louvores, cantando

SANTO

(Sanctus - Missa XVIII) 

Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando:

SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS DOMINUS DEUS SABAOTH 

PLENI SUNT CÆLI ET TERRA GLORIA TUA  HOSANNA IN EXCELSIS 

BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI

HOSANNA IN EXCELSIS 

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.

Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:

Santificai, pois,estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, 

une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:

a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, 

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:

inclina-se levemente

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:

Do mesmo modo, no fim da ceia, 

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos, dizendo:

inclina-se levemente

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:

Pres.: Mistério da fé!

A assembleia aclama:

℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes de sua vida imortal; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Inocêncio, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.

2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos

une as mãos

por Jesus Cristo, vosso Filho.


DOXOLÓGIA 

(Amém)

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.

A assembleia aclama:

 ℟.: Amém

ORAÇÃO DO SENHOR 

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos unidas:

Pres.: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos e filhas, digamos juntos:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O sacerdote une as mãos. 

O povo conclui a oração, aclamando:

℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

℟.: Amem.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: A paz do Senhor esteja convosco.

O povo responde:

℟.: O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

FRAÇÃO DO PÃO 

(Agnus Dei - Missa XVIII)

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI 

MISERÉRE NOBIS 

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI 

MISERÉRE NOBIS 

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI 

DONA NOBIS PACEM 

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Quem come minha Carne e bebe meu Sangue permanece em mim e eu nele.

Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

℣.: O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:

℟.: Amém.

E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

COMUNHÃO 

( Confitemini Domino - Giovanni Pierluigi )

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

​​CONFITEMINI DOMINO, QUONIAM BONUS,

QUONIAM IN SÆCULUM MISERICORDIA EJUS.​

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO 

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Pres.: Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.

Senhor, tendo recebido o penhor do mistério celeste, e já saciados na terra com o pão do céu, nós vos pedimos humildemente que se manifeste em nossa vida o que o sacramento realizou em nós. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

RITOS FINAIS

AVISOS

Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo.

BÊNÇÃO FINAL

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:

Pres.: O Senhor esteja convosco..

℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Bendito seja o nome do Senhor.

Todos respondem:

℟.: Agora e para sempre.

O celebrante diz:

Pres.: Nossa proteção está no nome do Senhor.

Todos respondem:

℟.: Que fez o céu e a terra.

O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote, pode fazer o convite com estas ou outras palavras:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.

℟.: Dirigi, Senhor, nós vos pedimos, os corações dos vossos fiéis, e concedei benigno a vossos servos a graça de, permanecendo no amor a vós e ao próximo, cumprir plenamente os vossos mandamentos. Por Cristo, nosso Senhor.

℟.: Amém.

Então o celebrante recebe o báculo, se o utilizar, e diz:

Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso,

e fazendo três vezes o sinal da cruz sobre o povo, acrescenta:

Pai  e Filho  e Espírito  Santo.

℟.: Amém.

O próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:

℣.: Ide em paz, e anunciai o Evangelho do Senhor.

O povo responde:

℟.: Graças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

HINO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 

(2026)

NO CAMINHO DA HISTÓRIA E DA VIDA,

HÁ UM POVO CHAMADO A SERVIR.
FAZ DA IGREJA SINAL DE COMUNHÃO,
COMO TESTEMUNHAS DA SALVAÇÃO.
ENTRE LUTAS, ESPERANÇAS E DORES,
DEUS NOS CHAMA A SAIR E ANUNCIAR.
O SENHOR NOS REÚNE EM FRATERNIDADE,
E ENVIA SEUS FILHOS E FILHAS
COMO TESTEMUNHAS DA SALVAÇÃO

“VÓS SOIS MINHAS TESTEMUNHAS”, DIZ O SENHOR,
IDE AO MUNDO ANUNCIAR O MEU AMOR.
NA MISSÃO, COMO IRMÃOS EM COMUNHÃO,
SOMOS POVO ENVIADO EM MISSÃO!

ONDE HÁ MEDO, SILÊNCIO E INJUSTIÇA,
CLAMA FORTE A VOZ DO SENHOR.
NÃO PODEMOS CALAR O EVANGELHO
QUE TRANSFORMA A VIDA PELA FÉ E PELO AMOR.
CADA GESTO, PALAVRA E PRESENÇA
É SINAL DO REINO QUE VEM.
NA PARTILHA SE FAZ FRATERNIDADE,
NA MISSÃO SOMOS MAIS DO QUE CEM.

“VÓS SOIS MINHAS TESTEMUNHAS”, DIZ O SENHOR,
IDE AO MUNDO ANUNCIAR O MEU AMOR.
NA MISSÃO, COMO IRMÃOS EM COMUNHÃO,
SOMOS POVO ENVIADO EM MISSÃO!

CRISTO PASSA NAS RUAS DA HISTÓRIA,
NO POBRE, NO EXCLUÍDO, NO IRMÃO.
É ALI QUE A FÉ SE COMPROMETE,
QUANDO SE TORNA SERVIÇO E AÇÃO.
NÃO É SÓ NO TEMPLO QUE ELE HABITA,
MAS NO CHÃO ONDE O POVO ESTÁ.
SER IGREJA EM SAÍDA É RESPOSTA
AO CHAMADO QUE NOS FAZ CAMINHAR.

“VÓS SOIS MINHAS TESTEMUNHAS”, DIZ O SENHOR,
IDE AO MUNDO ANUNCIAR O MEU AMOR.
NA MISSÃO, COMO IRMÃOS EM COMUNHÃO,
SOMOS POVO ENVIADO EM MISSÃO!

PELO ESPÍRITO SOMOS ENVIADOS
A LEVAR A PALAVRA ATÉ O FIM.
CADA CANTO DA TERRA É DESTINO
DA ESPERANÇA QUE BROTA EM MIM.
COM CORAGEM, PROFECIA E TERNURA,
SEGUIREMOS SEM MEDO OU DIVISÃO.
POIS A FÉ QUE CONSTRÓI FRATERNIDADE
É A FORÇA VIVA DA MISSÃO.

“VÓS SOIS MINHAS TESTEMUNHAS”, DIZ O SENHOR,
IDE AO MUNDO ANUNCIAR O MEU AMOR.
NA FRATERNIDADE, SINAIS DA COMUNHÃO,
SOMOS IGREJA, SOMOS POVO EM MISSÃO.
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