SEMANÁRIO LITURGICO
II DOMINGO DA QUARESMA
25.02.2024
"Este é o meu Filho amado. Escutai o que ele diz!"
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RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA
(Volta meu Povo ao teu Senhor)
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
VOLTA, MEU POVO, AO TEU SENHOR E EXULTARÁ TEU CORAÇÃO.
ELE SERÁ TEU CONDUTOR, TUA PRESENÇA DE SALVAÇÃO!
SE CONFESSAS TEU PECADO, ELE É JUSTO E COMPASSIVO
CANTARÁS PURIFICADO OS LOUVORES DO DEUS VIVO
VOLTA, MEU POVO, AO TEU SENHOR E EXULTARÁ TEU CORAÇÃO.
ELE SERÁ TEU CONDUTOR, TUA PRESENÇA DE SALVAÇÃO!
NOSSAS VIDAS TÃO DISPERSAS, NOSSO DEUS AS JUNTARÁ!
E SEERMOS NOVO POVO, ELE NOS RENOVARÁ!
VOLTA, MEU POVO, AO TEU SENHOR E EXULTARÁ TEU CORAÇÃO.
ELE SERÁ TEU CONDUTOR, TUA PRESENÇA DE SALVAÇÃO!
SE VOLTARES AO SENHOR, ELE A TI SE VOLTARÁ
POIS IMENSO É SEU AMOR E JAMAIS SE ACABARÁ!
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.
ANTÍFONA DE ENTRADA
(Cf. Sl 24, 6. 2. 22)
Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
℣.: Lembrai-vos, Senhor, de vossas misericórdias e de vosso amor, pois são eternos. Nunca dominem sobre nós os inimigos; libertai-nos, Deus de Israel, de todas as nossas angústias!
SAUDAÇÃO INICIAL
Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
℟.: Amém.
Pres.: O Senhor, que encaminha os nossos corações para o amor de Deus e a constância de Cristo, esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.
ATO PENITENCIAL
O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: Em Jesus Cristo, o Justo, que intercede por nós e nos reconcilia com o Pai, abramos o nosso espírito ao arrependimento para sermos dignos de nos aproximar da mesa do Senhor.
℣.: Senhor, que fazeis passar da morte para a vida quem ouve a vossa palavra,
Tende piedade de nós.
℟.: Senhor, Senhor, tende piedade de nós!
℣.: Cristo, que quisestes ser levantado da terra para atrair-nos a vós,
Tende piedade de nós.
℟.: Cristo, Cristo, tende piedade de nós!
℣.: Senhor, que nos submeteis ao julgamento da vossa cruz,
Tende piedade de nós.
℟.: Senhor, Senhor, tende piedade de nós!
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.
ORAÇÃO DA COLETA
(Silêncio)
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Ó Deus, que nos mandastes ouvir o vosso Filho amado, alimentai-nos com a vossa palavra, para que, purificado o olhar de nossa fé, nos alegremos com a visão da vossa glória. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Gn 22, 1-2. 9a. 10-13. 15-18)
Leitor: Leitura do Livro do Gênesis
Naqueles dias, Deus pôs Abraão à prova. Chamando-o, disse: “Abraão!” E ele respondeu: “Aqui estou”. E Deus disse: “Toma teu filho único, Isaac, a quem tanto amas, dirige-te à terra de Moriá, e oferece-o aí em holocausto sobre um monte que eu te indicar”. Chegando ao lugar indicado por Deus, Abraão ergueu um altar, colocou a lenha em cima, amarrou o filho e o pôs sobre a lenha, em cima do altar. Depois, estendeu a mão, empunhando a faca para sacrificar o filho. E eis que o anjo do Senhor gritou do céu, dizendo: “Abraão! Abraão!” Ele respondeu: “Aqui estou!” E o anjo lhe disse: “Não estendas a mão contra teu filho e não lhe faças nenhum mal! Agora sei que temes a Deus, pois não me recusaste teu filho único”. Abraão, erguendo os olhos, viu um carneiro preso num espinheiro pelos chifres; foi buscá-lo e ofereceu-o em holocausto no lugar do seu filho. O anjo do Senhor chamou Abraão, pela segunda vez, do céu, e lhe disse: “Juro por mim mesmo — oráculo do Senhor —, uma vez que agiste deste modo e não me recusaste teu filho único, eu te abençoarei e tornarei tão numerosa tua descendência como as estrelas do céu e como as areias da praia do mar. Teus descendentes conquistarão as cidades dos inimigos. Por tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra, porque me obedeceste”.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl 115)
℟. ANDAREI NA PRESENÇA DE DEUS, JUNTO A ELE NA TERRA DOS VIVOS
— Guardei a minha fé, mesmo dizendo: “É demais o sofrimento em minha vida!” É sentida por demais pelo Senhor a morte de seus santos, seus amigos. ℟.
— Eis que sou o vosso servo, ó Senhor, vosso servo que nasceu de vossa serva; mas me quebrastes os grilhões da escravidão! Por isso oferto um sacrifício de louvor, invocando o nome santo do Senhor. ℟.
— Vou cumprir minhas promessas ao Senhor na presença de seu povo reunido; nos átrios da casa do Senhor, em teu meio, ó cidade de Sião! ℟.
SEGUNDA LEITURA
(Rm 8, 31b-34)
Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos
Irmãos: Se Deus é por nós, quem será contra nós? Deus que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos daria tudo junto com ele? Quem acusará os escolhidos de Deus? Deus, que os declara justos? Quem condenará? Jesus Cristo, que morreu, mais ainda, que ressuscitou, e está à direita de Deus, intercedendo por nós?
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO DO EVANGELHO
(Cf. Lc 9, 35)
LOUVOR E GLÓRIA A TI, SENHOR, CRISTO, PALAVRA DE DEUS.
LOUVOR E GLÓRIA A TI, SENHOR, CRISTO, PALAVRA DE DEUS.
NUMA NUVEM RESPLENDENTE FEZ-SE OUVIR A VOZ DO PAI:
EIS MEU FILHO MUITO AMADO, ESCUTAI-O, TODOS VÓS
EIS MEU FILHO MUITO AMADO, ESCUTAI-O, TODOS VÓS
LOUVOR E GLÓRIA A TI, SENHOR, CRISTO, PALAVRA DE DEUS.
LOUVOR E GLÓRIA A TI, SENHOR, CRISTO, PALAVRA DE DEUS.
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
℣.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho
℣.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho
EVANGELHO
(Mc 9, 2-10)
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, e os levou sozinhos a um lugar à parte, sobre uma alta montanha. E transfigurou-se diante deles. Suas roupas ficaram brilhantes e tão brancas como nenhuma lavadeira sobre a terra poderia alvejar. Apareceram-lhe Elias e Moisés, e estavam conversando com Jesus. Então Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: “Mestre, é bom ficarmos aqui. Vamos fazer três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias”. Pedro não sabia o que dizer, pois estavam todos com muito medo. Então desceu uma nuvem e os encobriu com sua sombra. E da nuvem saiu uma voz: “Este é o meu Filho amado. Escutai o que ele diz!” E, de repente, olhando em volta, não viram mais ninguém, a não ser somente Jesus com eles. Ao descerem da montanha, Jesus ordenou que não contassem a ninguém o que tinham visto, até que o Filho do Homem tivesse ressuscitado dos mortos. Eles observaram essa ordem, mas comentavam entre si o que queria dizer “ressuscitar dos mortos”.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo dos Apóstolos)
℣.: Professemos a nossa fé:
℟.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes, até Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
(Sugestão)
Pres.: Oremos ao Deus vivo, que revelou seu projeto salvífico, e peçamos pelas necessidades da Igreja e do mundo, dizendo (cantando):
℟.: Renovai-nos, Senhor, com a vossa graça.
1. Pela Igreja, atenta à voz do Senhor que lhe fala, como falou a Abraão, no deserto, para que proclame com alegria a Boa Nova, rezemos ao Senhor...
2. Pelas vítimas de todas as violências, da opressão, da fome e dos maus tratos, para que sejam ouvidas pelo Senhor, que faz justiça, rezemos ao Senhor...
3. Pelos doentes e sofredores e pelos que não têm ninguém que os escute, para que se unam à paixão do Salvador, rezemos ao Senhor...
(Outras intenções)
℟.: Amém
LITURGIA EUCARÍSTICA
OFERTÓRIO
(Aceita, ó Deus Santo)
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
VOLTA O TEU OLHAR, SENHOR, E DÁ-NOS TEU PERDÃO.
BENDITO SEJA TEU IMENSO CORAÇÃO! (BIS)
ACEITA, Ó DEUS SANTO, A NOSSA ORAÇÃO. COMPADECIDO, OLHA PARA NÓS, SENHOR. LIBERTA NOSSAS VIDAS, TE SUPLICAMOS E ANDAREMOS PARA SEMPRE EM TEUS CAMINHOS.
VOLTA O TEU OLHAR, SENHOR, E DÁ-NOS TEU PERDÃO.
BENDITO SEJA TEU IMENSO CORAÇÃO! (BIS)
ACOLHE, DEUS BONDOSO, A NOSSA CAMINHADA, REVIVENDO O TEU AMOR PRA SEMPRE. CONFIANTES AGUARDAMOS O TEU PERDÃO E DO MAL SEREMOS NÓS PURIFICADOS.
VOLTA O TEU OLHAR, SENHOR, E DÁ-NOS TEU PERDÃO.
BENDITO SEJA TEU IMENSO CORAÇÃO! (BIS)
ACEITA O JEJUM E A NOSSA PENITÊNCIA. QUE VIVEMOS NESTE TEMPO QUARESMAL. CONFIRMA-NOS EM TEU AMOR GRANDIOSO, BENDITO SEJAS, SENHOR DEUS DO UNIVERSO!
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio
CONVITE À ORAÇÃO
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas:
Pres.: Estas oferendas, Senhor, apaguem os nossos pecados e santifiquem os corpos e as mentes dos vossos fiéis para a celebração da Páscoa. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
PREFÁCIO
Transfiguração do Senhor
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
℣.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
℣.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo
lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Tendo predito aos discípulos a própria morte, Jesus lhes mostra, na montanha sagrada, todo o seu esplendor, e com o testemunho da Lei e dos Profetas nos ensina que, pela paixão, chegará à glória da ressurreição. Por isso, com as forças celestiais, vos celebramos sempre aqui na terra e proclamamos sem cessar a vossa grandeza, cantando (dizendo) a uma só voz:
SANTO, SANTO, SANTO
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR
O CÉU E A TERRA, PROCLAMAM VOSSA GLÓRIA.
HOSANA NAS ALTURAS!
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR
ORAÇÃO EUCARÍSTICA
DA RECONCILIAÇÃO II
DA RECONCILIAÇÃO II
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai onipotente, louvado sois por vosso Filho Jesus Cristo, que veio em vosso nome. Ele é a Palavra de salvação para a humanidade, a mão que estendeis aos pecadores e o caminho pelo qual nos é concedida a vossa paz. Quando vos abandonamos por nossos pecados, vós nos reconduzistes à reconciliação por vosso Filho, que por nós entregastes à morte, para que voltássemos a vós e nos amássemos uns aos outros.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
E agora, celebrando a reconciliação que Cristo nos trouxe, vos pedimos: santificai estas oferendas pela efusão do vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e ✠ o Sangue do vosso Filho que nos mandou celebrar estes mistérios.
Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Antes de dar a vida para nos libertar, estando à mesa,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Depois prossegue:
Do mesmo modo, naquela noite,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice da bênção em suas mãos e, proclamando a vossa misericórdia, o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Fazendo, pois, memória da morte e ressurreição do vosso Filho que nos deixou esta prova de amor, nós vos oferecemos aquilo que nos destes: o sacrifício da perfeita reconciliação.
Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres.: Pai santo, neste banquete salvífico, suplicantes, vos pedimos: aceitai-nos também com vosso Filho e dai-nos o seu Espírito para que nos liberte de tudo que nos separa uns dos outros.
O Espírito nos una num só corpo!
1C: Ele faça da vossa Igreja sinal de unidade do gênero humano e instrumento da vossa paz, e nos conserve em comunhão com o Papa N., o nosso Bispo N.*, os Bispos do mundo inteiro e todo o vosso povo.
Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C: Ó Pai, que agora nos reunistes, à mesa do vosso Filho, congregai-nos também na Ceia da comunhão eterna nos novos céus e nova terra, onde brilha a plenitude da vossa paz, junto com a gloriosa Virgem Maria, Mãe de Deus, os Apóstolos e todos os Santos, os nossos irmãos e as pessoas de todos os povos e línguas que morreram na vossa amizade,
Une as mãos
em Cristo Jesus, Senhor nosso.
DOXOLOGIA
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: POR CRISTO, COM CRISTO, E EM CRISTO, A VÓS DEUS PAI TODO-PODEROSO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO, TODA HONRA E TODA GLÓRIA, POR TODOS OS SÉCULOS DOS SÉCULOS.
A assembleia aclama:
℟.: AMÉM
RITO DA COMUNHÃO
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
FRACÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS, DAI-NOS A VOSSA PAZ
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Este é o meu Filho amado, no qual eu pus todo o meu agrado. Escutai-o! Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, faça se a oração de comunhão espiritual antes e logo em seguida inicia-se o canto da Comunhão.
ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL
Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!
COMUNHÃO
(Vem Jesus nos ensinar)
Inicia-se então o canto da comunhão:
COMEÇANDO A CAMINHAR,
INDO RUMO A CONVERSÃO.
VEM JESUS NOS ENSINAR:
NÃO SE VIVE SÓ DE PÃO
INDO RUMO A CONVERSÃO.
VEM JESUS NOS ENSINAR:
NÃO SE VIVE SÓ DE PÃO
NESTA CEIA, ALIANÇA, AMOR.
O DESEJO QUE, VEM DE DEUS.
QUE EM JESUS, DOM MAIOR,
VIDA PLENA TENHAM OS SEUS
O DESEJO QUE, VEM DE DEUS.
QUE EM JESUS, DOM MAIOR,
VIDA PLENA TENHAM OS SEUS
A PALAVRA DE DEUS DIZ,
ESTA SIM É REFEIÇÃO;
VIDA PLENA, BEM FELIZ
ABUNDANTE EM CADA IRMÃO
ESTA SIM É REFEIÇÃO;
VIDA PLENA, BEM FELIZ
ABUNDANTE EM CADA IRMÃO
NESTA CEIA, ALIANÇA, AMOR.
O DESEJO QUE, VEM DE DEUS.
QUE EM JESUS, DOM MAIOR,
VIDA PLENA TENHAM OS SEUS
O DESEJO QUE, VEM DE DEUS.
QUE EM JESUS, DOM MAIOR,
VIDA PLENA TENHAM OS SEUS
EIS O GRITO LÁ NOS CÉUS:
"EIS MEU FILHO, OUVI A SUA VOZ"
"EIS MEU FILHO, OUVI A SUA VOZ"
É A ESPERANÇA, QUE VEM DE DEUS
QUE A ALIANÇA VIVA EM NÓS!
NESTA CEIA, ALIANÇA, AMOR.
O DESEJO QUE, VEM DE DEUS.
QUE EM JESUS, DOM MAIOR,
VIDA PLENA TENHAM OS SEUS
O DESEJO QUE, VEM DE DEUS.
QUE EM JESUS, DOM MAIOR,
VIDA PLENA TENHAM OS SEUS
ANTÍFONA DA COMUNHÃO
(Mt 17, 5)
Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Este é o meu Filho amado, no qual eu pus todo o meu agrado. Escutai-o!
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: O Senhor te cobrirá com sua sombra, sob suas asas encontrarás abrigo.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
Nós comungamos, Senhor, no mistério da vossa glória, e nos empenhamos em render-vos graças, porque nos concedeis, ainda na terra, participar dos bens do céu. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
Por ocasião do Ano Vocacional no Brasil
Pres.: Jesus, mestre divino que chamastes os apóstolos para vos seguirem, continuai a passar pelos nossos caminhos, pelas nossas famílias, pelas nossas escolas. E continuai a repetir o convite a muitos de nossos jovens. Dai coragem às pessoas convidadas, dai forças para que vos sejam fiéis como apóstolos leigos, como sacerdotes, como religiosos e religiosas para o bem do povo de Deus e de toda a humanidade.
℟.: Amém.
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ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES SACERDOTAIS
Por ocasião do Ano da Vocação Sacerdotal em Portugal e na Itália
Pres.: Ó Deus nosso Pai, nós vos agradecemos pelo precioso dom do sacerdócio que, por vosso divino Filho, concedestes à vossa Igreja. Conservai no vosso santo serviço aqueles que chamastes para exercer, em nome de Jesus Cristo, a sublime missão de ensinar, santificar e conduzir o vosso povo santo. Dai-lhes força, alegria e fidelidade no exercício do sagrado ministério, mesmo diante das dificuldades que acompanham a vida dos discípulos e missionários de Jesus. Dai perseverança aos seminaristas e despertai entre os jovens muitas vocações para o ministério sacerdotal, a fim de que, o vosso povo santo possa contar com a indispensável presença daqueles que, em nome de vosso Filho, apascentam o vosso rebanho, repartem o Pão da palavra e o sustentam com a Sagrada Eucaristia e os demais sacramentos. Amparados pela intercessão de Nossa Senhora e dos Santos Apóstolos, nós vos dirigimos esta súplica, por Jesus Cristo, Bom Pastor, Sumo e Eterno Sacerdote, na unidade do Espírito Santo. Amém.
℟.: Amém.
Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
(Oração sobre o Povo)
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Abençoai generosamente, Senhor, os vossos fiéis e fazei-os aderir ao Evangelho do vosso Filho; possam desejar sempre e, um dia, felizes alcançar a mesma glória que ele revelou aos Apóstolos. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: Amém.℣.: Ide em paz, e glorificai o Senhor com vossa vida.
℟.: Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
CANTO FINAL
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
CONDUZIDOS A ESTE DESERTO, DEUS NOS CHAMA À LIBERTAÇÃO
DA INDIFERENÇA E DIVISÃO: "ONDE ESTÁ TU IRMÃO, TEU IRMÃO?"
EIS A HORA! O REINO ESTÁ PERTO, CRÊ NA PALAVRA E NA CONVERSÃO
"VÓS SOIS TODOS IRMÃOS E IRMÃS" É A PALAVRA DE CRISTO, O SENHOR;
POIS A FRATERNIDADE HUMANA DEVE SER CONVERSÃO E VALOR. SEJA ESTE UM TEMPO PROPÍCIOPARA ABRIR-NOS, ENFIM NO AMOR!
POIS A FRATERNIDADE HUMANA DEVE SER CONVERSÃO E VALOR. SEJA ESTE UM TEMPO PROPÍCIOPARA ABRIR-NOS, ENFIM NO AMOR!
A QUARESMA NOS CHAMA A ASSUMIR UM AMOR QUE SUPERA BARREIRAS,
DESEJANDO ABRAÇAR E ACOLHER, SE ESTENDENDO ALÉM DAS FRONTEIRAS,
ROMPENDO AS CADEIAS QUE ISOLA, CONSTRUINDO RELAÇÕES VERDADEIRAS
"VÓS SOIS TODOS IRMÃOS E IRMÃS" É A PALAVRA DE CRISTO, O SENHOR;
POIS A FRATERNIDADE HUMANA DEVE SER CONVERSÃO E VALOR. SEJA ESTE UM TEMPO PROPÍCIOPARA ABRIR-NOS, ENFIM NO AMOR!
POIS A FRATERNIDADE HUMANA DEVE SER CONVERSÃO E VALOR. SEJA ESTE UM TEMPO PROPÍCIOPARA ABRIR-NOS, ENFIM NO AMOR!
MISERICÓRDIA, PECAMOS, SENHOR, SEM NO OUTRO IRMÃO ENXERGAR.
MAS QUEREMOS VENCER OS CONFLITOS, PELA CULTURA DO ENCONTRO LUTAR
EM UNIDADE NA PLURALIDADE, UM SÓ CORPO QUEREMOS FORMAR
"VÓS SOIS TODOS IRMÃOS E IRMÃS" É A PALAVRA DE CRISTO, O SENHOR;
POIS A FRATERNIDADE HUMANA DEVE SER CONVERSÃO E VALOR. SEJA ESTE UM TEMPO PROPÍCIOPARA ABRIR-NOS, ENFIM NO AMOR!
POIS A FRATERNIDADE HUMANA DEVE SER CONVERSÃO E VALOR. SEJA ESTE UM TEMPO PROPÍCIOPARA ABRIR-NOS, ENFIM NO AMOR!
©Congregatio de Divina Cultu et Disciplina Sacramentorum - sub pontificatu Ioannes Paulus VI, tradução pertence à © Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
