Semanário Litúrgico | Vigília prolongada da Solenidade de Pentecostes

SEMANÁRIO LITÚRGICO

VIGÍLIA DA SOLENIDADE DE PENTECOSTES
FORMA LONGA

27.05.2023

RITOS INICIAIS

PROCISSÃO DE ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

O AMOR DE DEUS FOI DERRAMADO EM NOSSOS CORAÇÕES
PELO SEU ESPÍRITO QUE HABITA EM NÓS, ALELUIA!

COMIGO ENGRANDECEI AO SENHOR DEUS,
EXALTEMOS TODOS JUNTOS O SEU NOME!
TODAS AS VEZES QUE O BUSQUEI ELE ME OUVIU
E DE TODOS OS TEMORES ME LIVROU. 

O AMOR DE DEUS FOI DERRAMADO EM NOSSOS CORAÇÕES
PELO SEU ESPÍRITO QUE HABITA EM NÓS, ALELUIA!

CONTEMPLAI A VOSSA FACE E ALEGRAI-VOS
E VOSSO ROSTO NÃO SE CUBRA DE VERGONHA!
PROVAI E VEDE QUÃO SUAVE É O SENHOR!
FELIZ O HOMEM QUE TEM NELE O SEU REFÚGIO! 

O AMOR DE DEUS FOI DERRAMADO EM NOSSOS CORAÇÕES
PELO SEU ESPÍRITO QUE HABITA EM NÓS, ALELUIA!

CLAMAM OS JUSTOS E O SENHOR BONDOSO ESCUTA
E DE TODAS AS ANGÚSTIAS OS LIBERTA.
DO CORAÇÃO ATRIBULADO ELE ESTÁ PERTO
E CONFORTA OS DE ESPÍRITO ABATIDO.

O AMOR DE DEUS FOI DERRAMADO EM NOSSOS CORAÇÕES
PELO SEU ESPÍRITO QUE HABITA EM NÓS, ALELUIA!

ANTÍFONA DE ENTRADA
((Sb 1, 7 ou Rm 5, 5; 10, 11)

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona que vem no Missal, ou por todos os fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor:
O Espírito do Senhor encheu o universo; ele mantém unidas todas as coisas e conhece todas as línguas, aleluia!

Ou: 
O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo seu Espírito que habita em nós, aleluia!

SAUDAÇÃO

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito do Senhor que mantém unidas todas as coisas, esteja convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Segue-se o Ato Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Pres.: Em Jesus Cristo, o Justo, que intercede por nós e nos reconcilia com o Pai, abramos o nosso espírito ao arrependimento para sermos menos indignos de aproximar-nos da mesa do Senhor.

Após um momento de silêncio, o sacerdote propõe as seguintes invocações:
Pres.: Senhor, que, subindo ao céu  nos presenteastes com o dom do Espírito, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

Pres.: Cristo, que dais a vida a todos as coisas com o poder da vossa palavra, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.

Pres.: Senhor, Rei do universo e Senhor dos séculos, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

Segue-se a absolvição:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.

ORAÇÃO

De mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: 
Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Concedei-nos, ó Deus onipotente, que brilhe sobre nós o esplendor da vossa claridade, e o fulgor da vossa luz confirme, com o dom do Espírito Santo, aqueles que renasceram pela vossa graça. Phor nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.

EXORTAÇÃO

Em seguida, o sacerdote pode exortar o povo com estas palavras ou outras semelhantes:
Pres.: Introduzidos na Vigília de Pentecostes, irmãs e irmãos caríssimos, a exemplo dos Apóstolos e discípulos que, com Maria, a Mãe de Jesus, perseveraram em oração, aguardando o Espírito prometido pelo Senhor, ouçamos, de ânimo sereno, a Palavra de Deus. Meditemos sobre as grandes coisas que Deus realizou em favor de seu povo e rezemos, para que o Espírito Santo, enviado pelo Pai como primícias aos que crêem, leve à plenitude sua obra neste mundo.

LITURGIA DA PALAVRA

Seguem-se as 4 leituras, com os seus respectivos salmos, presentes no Lecionário Dominical como facultativas para a Solenidade de Pentecostes, mas proferidos todos neste ofício. 

O rito da Liturgia da Palavra acontece como na Vigília Pascal: após cada leitura e seu salmo, de pé, o Celebrante reza a respectiva oração prevista no rito. Todos voltam a sentar-se após.

PRIMEIRA LEITURA
(Gn 11,1-9)

Leitor: Leitura do Livro do Gênesis.
No dia de Pentecostes, Pedro, de pé, no meio dos Onze apóstolos, levantou a voz e falou à multidão: “Que todo o povo de Israel reconheça com plena certeza: Deus constituiu Senhor e Cristo a este Jesus que vós crucificastes”. Quando ouviram isso, eles ficaram com o coração aflito, e perguntaram a Pedro e aos outros apóstolos: “Irmãos, o que devemos fazer?” Pedro respondeu: “Convertei-vos e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para o perdão dos vossos pecados. E vós recebereis o dom do Espírito Santo. Pois a promessa é para vós e vossos filhos, e para todos aqueles que estão longe, todos aqueles que o Senhor nosso Deus chamar para si”. Com muitas outras palavras, Pedro lhes dava testemunho, e os exortava, dizendo: “Salvai-vos dessa gente corrompida!” Os que aceitaram as palavras de Pedro receberam o batismo. Naquele dia, mais ou menos três mil pessoas se uniram a eles.
Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

— FELIZ O POVO QUE O SENHOR ESCOLHEU POR SUA HERANÇA!

— O SENHOR DESFAZ OS PLANOS DAS NAÇÕES E OS PROJETOS QUE OS POVOS SE PROPÕEM. MAS OS DESÍGNIOS DO SENHOR SÃO PARA SEMPRE, E OS PENSAMENTOS QUE ELE TRAZ NO CORAÇÃO, DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO, VÃO PERDURAR. 

— FELIZ O POVO CUJO DEUS É O SENHOR, E A NAÇÃO QUE ESCOLHEU POR SUA HERANÇA!
DOS ALTOS CÉUS O SENHOR OLHA E OBSERVA; ELE SE INCLINA PARA OLHAR TODOS OS HOMENS. 

— ELE CONTEMPLA DO LUGAR ONDE RESIDE E VÊ A TODOS OS QUE HABITAM SOBRE A TERRA. ELE FORMOU O CORAÇÃO DE CADA UM E POR TODOS OS SEUS ATOS SE INTERESSA. 

Ou, para recitação: 
— Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança!

— O Senhor desfaz os planos das nações e os projetos que os povos se propõem. Mas os desígnios do Senhor são para sempre, e os pensamentos que ele traz no coração, de geração em geração, vão perdurar. 

— Feliz o povo cujo Deus é o Senhor, e a nação que escolheu por sua herança!
Dos altos céus o Senhor olha e observa; ele se inclina para olhar todos os homens. 

— Ele contempla do lugar onde reside e vê a todos os que habitam sobre a terra. Ele formou o coração de cada um e por todos os seus atos se interessa. 

ORAÇÃO 
Após a primeira leitura (Sobre Babel: Gn 11,1-9) e o Salmo 32(33).

De mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio por um tempo. Então, o sacerdote abrindo os braços reza:
Ó Deus todo-poderoso, que a vossa Igreja seja sempre aquele povo santo, reunido na unidade do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, que manifesta ao mundo o mistério da vossa santidade e unidade, levando as pessoas à perfeição do vosso amor. Por Cristo, nosso Senhor. 
Ass.: Amém.

SEGUNDA LEITURA
(Ex 19,3-8a.16-20b)

Leitor: Leitura do Livro do Êxodo.
Naqueles dias, Moisés subiu ao encontro de Deus. O Senhor chamou-o do alto da montanha, e disse: "Assim deverás falar à casa de Jacó e anunciar aos filhos de Israel: Vistes o que fiz aos egípcios, e como vos levei sobre asas de águia e vos trouxe a mim. Portanto, se ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, sereis para mim a porção escolhida dentre todos os povos, porque minha é toda a terra. E vós sereis para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa. São estas as palavras que deverás dizer aos filhos de Israel". Moisés voltou e, convocando os anciãos do povo, expôs tudo o que o Senhor lhe tinha mandado. E o povo todo respondeu a uma só voz: "Faremos tudo o que o Senhor disse". Quando chegou o terceiro dia, ao raiar da manhã, houve trovões e relâmpagos. Unia nuvem espessa cobriu a montanha, e um fortíssimo som de trombetas se fez ouvir. No acampamento, o povo se pôs a tremer. Moisés fez o povo sair do acampamento ao encontro de Deus, e eles pararam ao pé da montanha. Todo o monte Sinai fumegava, pois o Senhor descera sobre ele em meio ao fogo. A fumaça subia como de uma fornalha, e todo o monte tremia violentamente. O som da trombeta ia aumentando cada vez mais. Moisés falava e o Senhor lhe respondia através do trovão. O Senhor desceu sobre o monte Sinai e chamou Moisés ao cume do monte. 
Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

— A VÓS LOUVOR, HONRA E GLÓRIA ETERNAMENTE!

— SEDE BENDITO, SENHOR DEUS DE NOSSOS PAIS. 

— SEDE BENDITO, NOME SANTO E GLORIOSO. 

— NO TEMPLO SANTO, ONDE REFULGE A VOSSA GLÓRIA. 

— E EM VOSSO TRONO DE PODER VITORIOSO. 

— SEDE BENDITO, QUE SONDAIS AS PROFUNDEZAS, 

— E SUPERIOR AOS QUERUBINS VOS ASSENTAIS. 

— SEDE BENDITO NO CELESTE FIRMAMENTO. 

Ou, para recitação: 
— A vós louvor, honra e glória eternamente!

— Sede bendito, Senhor Deus de nossos pais. 

— Sede bendito, nome santo e glorioso. 

— No templo santo, onde refulge a vossa glória. 

— E em vosso trono de poder vitorioso. 

— Sede bendito, que sondais as profundezas, 

— E superior aos querubins vos assentais. 

— Sede bendito no celeste firmamento. 

ORAÇÃO 
Após a segunda leitura (Sobre a descida de Deus no Monte Sinai: Ex 19,3-8,16-20b) e o Cântico (Dn 3) ou o Salmo 18(19).

De mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio por um tempo. Então, o sacerdote abrindo os braços reza:
Ó Deus, entre os clarões de fogo, destes na montanha do Sinai a antiga lei a Moisés e hoje manifestastes a nova aliança no fogo do Espírito Santo. Concedei que ardamos sempre pelo mesmo Espírito que, de modo admirável, infundistes nos vossos Apóstolos, e o novo Israel, congregado de todos os povos, acolha com alegria o mandamento supremo do vosso amor. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

TERCEIRA LEITURA
(Ez 37,1-14)

Leitor: Leitura da Profecia de Ezequiel.
Naqueles dias, a mão do Senhor estava sobre mim, e por seu espírito ele me levou para fora e me deixou no meio de uma planície cheia de ossos e me fez andar no meio deles em todas as direções. Havia muitíssimos ossos na planície e estavam ressequidos. Ele me perguntou: “Filho do homem, será que estes ossos podem voltar à vida?” E eu respondi: “Senhor Deus, só tu o sabes”. E ele me disse: “Profetiza sobre estes ossos e dize: ossos ressequidos escutai a palavra do senhor! Assim diz o Senhor Deus a estes ossos: eu mesmo vou fazer entrar um espírito em vós e voltareis à vida. Porei nervos em vós, farei crescer carne e estenderei a pele por cima. Porei em vós o espírito, para que possais voltar a vida. Assim sabereis que eu sou o Senhor”. Profetizei como me foi ordenado. Enquanto eu profetizava. Ouviu-se primeiro um rumor e logo um estrondo quando os ossos se aproximaram um dos outros. Olhei e vi nervos e carne crescendo sobre os ossos e, por cima a pele que se estendia. Mas não tinha nenhum sopro de vida. Ele me disse: “Profetiza para o espírito, profetiza filho do homem ! Dirás ao espírito: “Assim diz o Senhor Deus: vem dos quatro ventos, ó espírito vem soprar sobre estes mortos para que eles possam voltar a vida”. Profetizei como me foi ordenado, e o espírito entrou neles. Eles voltaram a vida e puseram-se de pé: era uma imensa multidão! Então ele me disse: “Filho do homem, esses ossos são toda a casa de Israel. É isto que eles dizem: Nossos ossos estão secos, nossa esperança acabou, estamos perdidos! Por isso, profetiza e dize-lhes: Assim fala o Senhor Deus: Ó meu povo, vou abrir a vossa sepultura e conduzir-vos para a terra de Israel; E quando eu abrir a vossa sepultura e vos fizer sair delas sabereis que eu sou o Senhor. Porei em vós o meu espírito para que vivas e vos colocarei em vossa terra. Então sabereis que eu o Senhor, digo e faço – oráculo do Senhor”.
Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

— DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM, PORQUE ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA! 

— QUE O DIGAM OS LIBERTOS DO SENHOR, QUE DA MÃO DOS OPRESSORES OS SALVOU E DE TODAS AS NAÇÕES OS REUNIU, DO ORIENTE, OCIDENTE, NORTE E SUL. 

— UNS VAGAVAM NO DESERTO, EXTRAVIADOS, SEM ACHAREM O CAMINHO DA CIDADE. SOFRIAM FOME E TAMBÉM SOFRIAM SEDE, E SUA VIDA IA AOS POUCOS DEFINHANDO. 

— MAS GRITARAM AO SENHOR NA AFLIÇÃO, E ELE OS LIBERTOU DAQUELA ANGÚSTIA. PELO CAMINHO BEM SEGURO OS CONDUZIU PARA CHEGAREM À CIDADE ONDE MORAR.

— AGRADEÇAM AO SENHOR POR SEU AMOR E POR SUAS MARAVILHAS ENTRE OS HOMENS! DEU DE BEBER AOS QUE SOFRIAM TANTA SEDE E OS FAMINTOS SACIOU COM MUITOS BENS! 

Ou, para recitação: 
— Dai graças ao Senhor, porque ele é bom, porque eterna é a sua misericórdia!

— Que o digam os libertos do Senhor, que da mão dos opressores os salvou e de todas as nações os reuniu, do Oriente, Ocidente, Norte e Sul.

— Uns vagavam no deserto, extraviados, sem acharem o caminho da cidade. Sofriam fome e também sofriam sede, e sua vida ia aos poucos definhando. 

— Mas gritaram ao Senhor na aflição, e ele os libertou daquela angústia. Pelo caminho bem seguro os conduziu para chegarem à cidade onde morar. 

— Agradeçam ao Senhor por seu amor e por suas maravilhas entre os homens! Deu de beber aos que sofriam tanta sede e os famintos saciou com muitos bens! 

ORAÇÃO 
Após a terceira leitura (Sobre os ossos secos e o Espírito de Deus: Ez 37,1-14) e o Salmo 106(107).

De mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio por um tempo. Então, o sacerdote abrindo os braços reza:
Senhor, Deus todo-poderoso, que restaurais tudo que decaiu e o conservais restaurado, fazei crescer os povos a serem renovados pela glorificação do vosso nome, para que todos os purificados pelo santo Batismo sejam dirigidos sempre pela vossa inspiração. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

QUARTA LEITURA
(Jl 3,1-5)

Leitor: Leitura da Profecia de Joel.
Assim diz o Senhor: “Derramarei o meu espírito sobre todo ser humano, e vossos filhos e filhas profetizarão, vossos anciãos terão sonhos e vossos jovens terão visões; também sobre meus servos e servas, naqueles dias, derramarei o meu espírito. Colocarei sinais no céu e na terra, sangue, fogo e rolos de fumaça; o sol se transformará em trevas e a lua, em sangue, antes de chegar o dia do Senhor, dia grandioso e terrível. Então, todo aquele que invocar o nome do Senhor, será salvo, pois, no monte Sião e em Jerusalém, haverá salvação, como disse o Senhor, entre os sobreviventes que o Senhor chamar”. 
Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

— ENVIAI O VOSSO ESPÍRITO, SENHOR, E DA TERRA TODA A FACE RENOVAI.

— BENDIZE, Ó MINHA ALMA, AO SENHOR! Ó MEU DEUS E MEU SENHOR, COMO ÉS TÃO GRANDE! DE MAJESTADE E ESPLENDOR VOS REVESTIS E DE LUZ VOS ENVOLVEIS COMO NUM MANTO.

— QUÃO NUMEROSAS, Ó SENHOR, SÃO VOSSAS OBRAS, E QUE SABEDORIA EM TODAS ELAS! ENCHEU-SE A TERRA COM AS VOSSAS CRIATURAS. BENDIZE, Ó MINHA ALMA, AO SENHOR!

— TODOS ELES, Ó SENHOR, DE VÓS ESPERAM QUE A SEU TEMPO VÓS LHES DEIS O ALIMENTO; VÓS LHES DAIS O QUE COMER E ELES RECOLHEM, VÓS ABRIS A VOSSA MÃO E ELES SE FARTAM.

— SE TIRAIS O SEU RESPIRO, ELES PERECEM E VOLTAM PARA O PÓ DE ONDE VIERAM; ENVIAIS O VOSSO ESPÍRITO E RENASCEM E DA TERRA TODA A FACE RENOVAIS.

Ou, para recitação: 
— Enviai o vosso Espírito, Senhor, e da terra toda a face renovai.

— Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Ó meu Deus e meu Senhor, como és tão grande! De majestade e esplendor vos revestis e de luz vos envolveis como num manto.

— Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras, e que sabedoria em todas elas! Encheu-se a terra com as vossas criaturas. Bendize, ó minha alma, ao Senhor!

— Todos eles, ó Senhor, de vós esperam que a seu tempo vós lhes deis o alimento; vós lhes dais o que comer e eles recolhem, vós abris a vossa mão e eles se fartam.

— Se tirais o seu respiro, eles perecem e voltam para o pó de onde vieram; enviais o vosso espírito e renascem e da terra toda a face renovais.

ORAÇÃO 
Após a quarta leitura (Sobre o derramamento do Espírito: Jl 3,1-5) e do Salmo 103(104).

De mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio por um tempo. Então, o sacerdote abrindo os braços reza:
Senhor, que realizei em nós a vossa promessa, para que a vinda do Espírito Santo nos transforme em testemunhas do evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo diante do mundo. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

HINO DE LOUVOR

Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o Hino de Louvor.
    O hino é prescrito aos domingos, exceto no tempo do Advento e da Quaresma. Recita-se nas solenidades e festas e ainda em celebrações especiais mais solenes.

GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS. 
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO, 
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS, 
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS, 
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS, POR VOSSA IMENSA GLÓRIA. 

GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO, SENHOR DEUS, 
CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI: 
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS. 

GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

SÓ VÓS SOIS O SANTO; SÓ VÓS, O SENHOR; 
SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO; 
COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS PAI. AMÉM!

Ou, para a recitação:
Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém!

ORAÇÃO DO DIA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: 
Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Deus eterno e todo-poderoso, quisestes que o mistério pascal se completasse durante cinquenta dias, até a vinda do Espírito Santo. Fazei que todas as nações dispersas pela terra, na diversidade de suas línguas, se unam no louvor do vosso nome. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.

QUINTA LEITURA
(Rm 8,22-27)

Então o leitor proclama a leitura do Apóstolo (Rm 8,22-27), e a Missa continua normalmente.

Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos.
Irmãos: Sabemos que toda a criação, até ao tempo presente, está gemendo como que em dores de parto. E não somente ela, mas nós também, que temos os primeiros frutos do Espírito, estamos interiormente gemendo, aguardando a adoção filial e a libertação para o nosso corpo. Pois já fomos salvos, mas na esperança. Ora, o objeto da esperança não é aquilo que a gente está vendo; como pode alguém esperar o que já vê? Mas, se esperamos o que não vemos, é porque o estamos aguardando mediante a perseverança. Também o Espírito vem em socorro da nossa fraqueza. Pois nós não sabemos o que pedir, nem como pedir; é o próprio Espírito que intercede em nosso favor, com gemidos inefáveis. E aquele que penetra o íntimo dos corações sabe qual é a intenção do Espírito. Pois é segundo Deus que o Espírito intercede em favor dos santos. 
Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass.: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Segue-se o Aleluia.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

VINDE, ESPÍRITO DIVINO, E ENCHEI COM VOSSOS DONS OS CORAÇÕES DOS FIÉIS; 
E ACENDEI NELES O AMOR COM UM FOGO ABRASADOR!

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Jo 7, 37-39)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Sac.: 
O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Sac.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Sac.: 
No último dia da festa, o dia mais solene, Jesus, em pé, proclamou em alta voz: “Se alguém tem sede, venha a mim, e beba. Aquele que crê em mim, conforme diz a Escritura, rios de água viva jorrarão do seu interior”. Jesus falava do Espírito, que deviam receber os que tivessem fé nele; pois ainda não tinha sido dado o Espírito, porque Jesus ainda não tinha sido glorificado.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Sac.: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass.: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo Niceno-Constantinopolitano)

Terminada a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé.

Pres.: Professemos a nossa fé.
Ass.: Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai.  Por ele todas as coisas foram feitas.  E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus:
(Todos se inclinam)
e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Vhirghem Maria, e se fez homem.
(Todos erguem-se)
Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado.  Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim.  Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.

PRECES DA ASSEMBLEIA

Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres.: Irmãos e irmãs em Cristo: Oremos ao Senhor do universo para que envie de novo o seu Espírito sobre a Igreja e sobre o mundo, dizendo com alegria:
Ass.: Mandai o vosso Espírito, Senhor!

1. Sobre as Igrejas que procuram a unidade. 

2. Sobre o Papa João Paulo, sobre os bispos, os presbíteros e os diáconos.

3. Sobre as religiosas e os religiosos. 

4. Sobre os que trabalham em terras de missão. 

5. Sobre as jovens e os jovens inquietos pelo futuro. 

6. Sobre as crianças que comungam pela primeira vez e os catequistas. 

7. Sobre os doentes, sobre os que choram e sobre os moribundos. 

8. Sobre os fiéis da nossa comunidade.

Pres.: Deus eterno e todo-poderoso, que enviais aos corações dos vossos filhos o Espírito Santo do Pentecostes, tornai-nos suas testemunhas, para proclamarmos as vossas maravilhas. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

SUSCITAI, Ó SENHOR DEUS,
SUSCITAI VOSSO PODER,
CONFIRMAI ESTE PODER
QUE POR NÓS MANIFESTASTES!

CONTEMPLAMOS, Ó SENHOR,
VOSSO CORTEJO QUE DESFILA,
É A ENTRADA DO MEU DEUS,
DO MEU REI, NO SANTUÁRIO.

SUSCITAI, Ó SENHOR DEUS,
SUSCITAI VOSSO PODER,
CONFIRMAI ESTE PODER
QUE POR NÓS MANIFESTASTES!

OS CANTORES VÃO À FRENTE,
VÃO ATRÁS OS TOCADORES
E NO MEIO VÃO AS JOVENS
A TOCAR SEUS TAMBORINS.

SUSCITAI, Ó SENHOR DEUS,
SUSCITAI VOSSO PODER,
CONFIRMAI ESTE PODER
QUE POR NÓS MANIFESTASTES!

REINOS DA TERRA, CELEBRAI
O NOSSO DEUS, CANTAI-LHE SALMOS!
EIS QUE ELEVA E FAZ OUVIR
A SUA VOZ, VOZ PODEROSA.

SUSCITAI, Ó SENHOR DEUS,
SUSCITAI VOSSO PODER,
CONFIRMAI ESTE PODER
QUE POR NÓS MANIFESTASTES!

EM SEU TEMPLO ELE É TERRÍVEL
E A SEU POVO DÁ PODER,
BENDITO SEJA O SENHOR DEUS,
AGORA E SEMPRE! AMÉM, AMÉM!

SUSCITAI, Ó SENHOR DEUS,
SUSCITAI VOSSO PODER,
CONFIRMAI ESTE PODER
QUE POR NÓS MANIFESTASTES!

Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos da vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.

O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

CONVITE À ORAÇÃO

No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Pres.: Infundi, ó Deus, a bênção do vosso Espírito nas oferendas aqui presentes para que se acenda em vossa Igreja aquela caridade que revela ao mundo o mistério da salvação. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass.: Amém.

PREFÁCIO PRÓPRIO
(O mistério de Pentecostes)

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.:  Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Para levar à plenitude os mistérios pascais, derramastes, hoje, o Espírito Santo prometido, em favor de vossos filhos e filhas. Desde o nascimento da Igreja, é ele quem dá a todos os povos o conhecimento do verdadeiro Deus; e une, numa só fé, a diversidade das raças e línguas. Por essa razão, transbordamos de alegria pascal e aclamamos vossa bondade, cantando (dizendo) a uma só voz:

SANTO

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO!
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA!

HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!

BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR

HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!

Ou, para a recitação:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA I

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, nós vos pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz sore o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
que abençoeis + estas oferendas apresentadas ao vosso altar.
O povo aclama:
Ass: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!

O sacerdote, de braços abertos, prossegue:
Pres.: Nós as oferecemos pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra. Nós as oferecemos também pelo vosso servo o papa João Paulo, por nosso bispo N.*, e por todos os que guardam a fé que receberam dos apóstolos.
O povo aclama:
Ass.: Conservai a vossa Igreja sempre unida!

Memento dos vivos
1C.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fidelidade e a dedicação em vos servir. Eles vos oferecem conosco este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
O povo aclama:
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, de vossos filhos!

"Infra actionem"
2C.: Em comunhão com toda a Igreja celebramos o dia santo de Pentecostes em que o Espírito Santo em línguas de fogo manifestou-se aos Apóstolos. Veneramos também a Vhirghem Maria e seu esposo São José, os santos apóstolos e mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião), e todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. (Por Cristo, Senhor nosso. Amém).
O povo aclama:
Ass.: Em comunhão com toda a Igreja aqui estamos.

O sacerdote, com os braços abertos. continua:
Pres.: Recebei, ó Pai, com bondade, a oferenda dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
(Por Cristo, Senhor nosso. Amém).

Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar e santificar estas oferendas, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass.: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!
O sacerdote une as mãos.

Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão em suas mãos,
eleva os olhos,
elevou os olhos a vós, ó Pai, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

Em seguida, diz:
Pres: Eis o mistério da fé.
O povo aclama:
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício perfeito e santo, pão da vida eterna e cálice da salvação.
O povo aclama:
Ass.: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

Prossegue, de braços abertos:
Pres.: Recebei, ó Pai, esta oferenda, como recebestes a oferta de Abel, o sacrifício de Abraão e os dons de Melquisedeque.
Une as mãos e inclina-se, dizendo:
Nós vos suplicamos que ela seja levada à vossa presença, para que, ao participarmos deste altar, recebendo o Corpo e o Sangue de vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
(Por Cristo, Senhor nosso. Amém).
O povo aclama:
Ass.: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta.

Memento dos defuntos.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
3C.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que partiram desta vida, marcados com o sinal da fé.
Une as mãos e reza em silêncio.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que adormeceram no Cristo, concedei a felicidade, a luz e a paz.
Une as mãos.
(Por Cristo, Senhor nosso. Amém).
O povo aclama:
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos.

Bate no peito dizendo:
4C.: E a todos nós pecadores,
de braços abertos, prossegue:
que confiamos na vossa imensa misericórdia, concedei, não por seus méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro; Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês e Cecília, Anastácia) e todos os vossos santos.
Une as mãos:
Por Cristo, Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass.: Concedei-nos o convívio dos eleitos.

E o sacerdote prossegue:
4C.: Por ele não cessais de criar e santificar estes bens e distribuí-los entre nós.

DOXOLOGIA
Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: POR CRISTO, COM CRISTO, EM CRISTO, A VÓS, DEUS PAI TODO-PODEROSO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO, TODA A HONRA E TODA A GLÓRIA, AGORA E PARA SEMPRE.
Ass.: A-A-AMÉ-É-É-ÉM! A-A-AMÉ-É-É-ÉM!

Ou, para recitação:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
O povo aclama:
Ass.: Amém.

RITO DA COMUNHÃO

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos, digamos juntos:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass.: 
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: 
Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: 
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: 
O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác.: No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
 
FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ! DAI-NOS A PAZ!
DAI-NOS A VOSSA PAZ!

Ou, para recitação:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou: 
Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, faça-se a oração da comunhão espiritual e em seguida inicia-se o canto da comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

TODOS FICARAM CHEIOS DO ESPÍRITO SANTO
E PROCLAMAVAM AS MARAVILHAS DE DEUS! ALELUIA!

Ó JUSTOS, ALEGRAI-VOS NO SENHOR,
AOS RETOS FICA BEM GLORIFICÁ-LO.
DAI GRAÇAS AO SENHOR AO SOM DA HARPA,
NA LIRA DE DEZ CORDAS CELEBRAI-O!

TODOS FICARAM CHEIOS DO ESPÍRITO SANTO
E PROCLAMAVAM AS MARAVILHAS DE DEUS! ALELUIA!

A PALAVRA DO SENHOR CRIOU OS CÉUS
E O SOPRO DE SEUS LÁBIOS, AS ESTRELAS.
COMO NUM ODRE JUNTA AS ÁGUAS DO OCEANO
E MANTÉM NO SEU LIMITE AS GRANDES ÁGUAS.

TODOS FICARAM CHEIOS DO ESPÍRITO SANTO
E PROCLAMAVAM AS MARAVILHAS DE DEUS! ALELUIA!

ADORE O SENHOR A TERRA INTEIRA
E O RESPEITEM OS QUE HABITAM O UNIVERSO!
ELE FALOU E TODA A TERRA FOI CRIADA,
ELE ORDENOU E AS COISAS TODAS EXISTIRAM.

TODOS FICARAM CHEIOS DO ESPÍRITO SANTO
E PROCLAMAVAM AS MARAVILHAS DE DEUS! ALELUIA!

NO SENHOR NÓS ESPERAMOS CONFIANTES,
PORQUE ELE É NOSSO AUXÍLIO E PROTEÇÃO!
POR ISSO O CORAÇÃO SE ALEGRA NELE
SEU SANTO NOME É PARA NÓS UMA ESPERANÇA.

TODOS FICARAM CHEIOS DO ESPÍRITO SANTO
E PROCLAMAVAM AS MARAVILHAS DE DEUS! ALELUIA!

ANTÍFONA DE COMUNHÃO
(At 2, 4. 11)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
Todos ficaram cheios do Espírito Santo e proclamavam as maravilhas de Deus, aleluia!

Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO PÓS-COMUNHÃO

De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: 
Oremos.
E todos, com o presidente, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Aproveite-nos, ó Deus, a comunhão nesta Eucaristia, para que vivamos sempre inflamados por aquele Espírito que derramastes sobre os vossos Apóstolos. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass.: Amém.

ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
Por ocasião do Ano Vocacional Nacional

Pres: Jesus, mestre divino que chamastes os apóstolos para vos seguirem, continuai a passar pelos nossos caminhos, pelas nossas famílias, pelas nossas escolas. E continuai a repetir o convite a muitos de nossos jovens. Dai coragem às pessoas convidadas, dai forças para que vos sejam fiéis como apóstolos leigos, como sacerdotes, como religiosos e religiosas para o bem do povo de Deus e de toda a humanidade.
Ass: Amém.

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL
(Bênção Solene de Pentecostes)

Segue-se o rito de despedida. O presidente, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.

O sacerdote ou diácono diz:
Sac. ou Diác.: Inclinai-vos para receber a bênção.

Em seguida, o sacerdote estende as mãos sobre o povo e reza a oração:
Pres.: Deus, o Pai das luzes, que iluminou os corações dos discípulos, derramando sobre eles o Espírito Santo, vos conceda a alegria de sua bênção e a plenitude dos dons do mesmo Espírito.
Ass.: Amém.

Pres.: Aquele fogo, descido de modo admirável sobre os discípulos, purifique os vossos corações de todo mal e vos transfigure em sua luz.
Ass.: Amém.

Pres.: Aquele que na proclamação de uma só fé reuniu todas as línguas vos faça perseverar na mesma fé, passando da esperança à realidade.
Ass.: Amém.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: 
Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio presidente diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe, aleluia, aleluia!
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus, aleluia, aleluia!


Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.


ANTÍFONA MARIANA

RAINHA DO CÉU, ALEGRA-TE, ALELUIA;
O DEUS QUE EM TI HÁS TRAZIDO, ALELUIA;
RESSUSCITOU, COMO DISSE, ALELUIA.
ROGA A DEUS POR NÓS. ALELUIA, ALELUIA. 

Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.
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