Semanário Litúrgico | Solenidade de Pentecostes

SEMANÁRIO LITÚRGICO

SOLENIDADE DE PENTECOSTES

28.05.2023

RITOS INICIAIS

PROCISSÃO DE ENTRADA

OPÇÃO I

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

O AMOR DE DEUS FOI DERRAMADO EM NOSSOS CORAÇÕES
PELO SEU ESPÍRITO QUE HABITA EM NÓS, ALELUIA!

COMIGO ENGRANDECEI AO SENHOR DEUS,
EXALTEMOS TODOS JUNTOS O SEU NOME!
TODAS AS VEZES QUE O BUSQUEI ELE ME OUVIU
E DE TODOS OS TEMORES ME LIVROU.

O AMOR DE DEUS FOI DERRAMADO EM NOSSOS CORAÇÕES
PELO SEU ESPÍRITO QUE HABITA EM NÓS, ALELUIA!

CONTEMPLAI A VOSSA FACE E ALEGRAI-VOS
E VOSSO ROSTO NÃO SE CUBRA DE VERGONHA!
PROVAI E VEDE QUÃO SUAVE É O SENHOR!
FELIZ O HOMEM QUE TEM NELE O SEU REFÚGIO!

O AMOR DE DEUS FOI DERRAMADO EM NOSSOS CORAÇÕES
PELO SEU ESPÍRITO QUE HABITA EM NÓS, ALELUIA!

CLAMAM OS JUSTOS E O SENHOR BONDOSO ESCUTA
E DE TODAS AS ANGÚSTIAS OS LIBERTA.
DO CORAÇÃO ATRIBULADO ELE ESTÁ PERTO
E CONFORTA OS DE ESPÍRITO ABATIDO.


O AMOR DE DEUS FOI DERRAMADO EM NOSSOS CORAÇÕES
PELO SEU ESPÍRITO QUE HABITA EM NÓS, ALELUIA!

ESTAREMOS AQUI REUNIDOS
COMO ESTAVAM EM JERUSALÉM
POIS SÓ QUANDO VIVEMOS UNIDOS
É QUE O ESPÍRITO SANTO NOS VEM.

NINGUÉM PARA ESSE VENTO PASSANDO
NINGUÉM VÊ, E ELE SOPRA ONDE QUER
FORÇA IGUAL TÊM O ESPÍRITO QUANDO
FAZ A IGREJA DE CRISTO CRESCER.

ESTAREMOS AQUI REUNIDOS
COMO ESTAVAM EM JERUSALÉM
POIS SÓ QUANDO VIVEMOS UNIDOS
É QUE O ESPÍRITO SANTO NOS VEM.

FEITA DE HOMENS A IGREJA É DIVINA
POIS O ESPÍRITO SANTO A CONDUZ
COMO UM FOGO QUE AQUECE E ILUMINA
QUE É PUREZA, QUE É VIDA, QUE É LUZ.

ESTAREMOS AQUI REUNIDOS
COMO ESTAVAM EM JERUSALÉM
POIS SÓ QUANDO VIVEMOS UNIDOS
É QUE O ESPÍRITO SANTO NOS VEM.

SUA IMAGEM SÃO LÍNGUAS ARDENTES
POIS AMOR É COMUNICAÇÃO
E É PRECISO QUE TODAS AS GENTES
SAIBAM QUANTO FELIZES SERÃO.

ESTAREMOS AQUI REUNIDOS
COMO ESTAVAM EM JERUSALÉM
POIS SÓ QUANDO VIVEMOS UNIDOS
É QUE O ESPÍRITO SANTO NOS VEM.

ANTÍFONA DE ENTRADA
((Sb 1, 7 ou Rm 5, 5; 10, 11)

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona que vem no Missal, ou por todos os fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor:
O Espírito do Senhor encheu o universo; ele mantém unidas todas as coisas e conhece todas as línguas, aleluia!

Ou: 
O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo seu Espírito que habita em nós, aleluia!

SAUDAÇÃO

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

RITO DA ASPERSÃO

O sacerdote de pé junto à cadeira, voltado para o povo, tendo diante de si a vasilha com a água que vai ser abençoada convida o povo a rezar, com estas palavras ou outras semelhantes:
Pres.: Irmãos e irmãs em Cristo, invoquemos o Senhor nosso Deus para que se digne abençoar esta água que vai ser aspergida sobre nós, recordando nosso batismo. Que ele se digne ajudar-nos para permanecermos fiéis ao Espírito que recebemos.

E, após um momento de silêncio, continua, de mãos unidas, rezando uma das seguintes fórmulas:
Pres.: Senhor nosso Deus, velai sobre vosso povo e, ao celebrarmos a maravilha da nossa criação e a maravilha ainda maior de nossa redenção, dignai-vos abençoar + esta água. Fostes Vós que a criastes para fecundar a terra, para lavar nossos corpos e refazer nossas forças. Também a fizestes instrumento da vossa misericórdia: por ela libertastes o vosso povo do cativeiro e aplacastes no deserto a sua sede; por ela os profetas anunciaram a nova aliança que era vosso desejo concluir com os seres humanos; por ela finalmente, consagrada pelo Cristo no Jordão, renovastes, pelo banho do novo nascimento, a nossa natureza pecadora. Que esta água seja para nós uma recordação do nosso batismo e nos faça participar da alegria dos que foram batizados na Páscoa. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.

Onde a situação do lugar ou a tradição popular aconselharem manter o costume de misturar o sal à água, o sacerdote benze o sal, dizendo:
Pres.: Deus de bondade, abençoai + o sal que mandastes o profeta Eliseu lançar a água para torná-la fecunda. Fazei, ó Deus, que por toda parte onde esta mistura de água e sal for aspergida, seja afastado todo ataque do inimigo, e guarde-nos constantemente a presença do Espírito Santo. Por Cristo, nosso Senhor
Ass: Amém.
Em seguida, põe o sal na água.

Tomando o aspersório, o sacerdote asperge a si mesmo e aos ministros, em seguida ao clero e ao povo, percorrendo a igreja, se for oportuno.

BANHADOS EM CRISTO
SOMOS UMA NOVA CRIATURA.
AS COISAS ANTIGAS JÁ SE PASSARAM,
SOMOS NASCIDOS DE NOVO.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

BANHADOS EM CRISTO
SOMOS UMA NOVA CRIATURA.
AS COISAS ANTIGAS JÁ SE PASSARAM,
SOMOS NASCIDOS DE NOVO.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

Voltando à cadeira e terminado o canto, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.

HINO DE LOUVOR

Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o Hino de Louvor.
O hino é prescrito aos domingos, exceto no tempo do Advento e da Quaresma. Recita-se nas solenidades e festas e ainda em celebrações especiais mais solenes.

GLÓRIA, GLÓRIA! ANJOS NO CÉU CANTAM TODOS SEU AMOR!
E NA TERRA, HOMENS DE PAZ DEUS MERECE O LOUVOR!

DEUS E PAI, NÓS VOS LOUVAMOS, ADORAMOS, BENDIZEMOS;
DAMOS GLÓRIA AO VOSSO NOME, VOSSOS DONS AGRADECEMOS!

GLÓRIA, GLÓRIA! ANJOS NO CÉU CANTAM TODOS SEU AMOR!
E NA TERRA, HOMENS DE PAZ DEUS MERECE O LOUVOR!

SENHOR NOSSO, JESUS CRISTO, UNIGÊNITO DO PAI,
VÓS DE DEUS, CORDEIRO SANTO, NOSSAS CULPAS PERDOAI!

GLÓRIA, GLÓRIA! ANJOS NO CÉU CANTAM TODOS SEU AMOR!
E NA TERRA, HOMENS DE PAZ DEUS MERECE O LOUVOR!

VÓS QUE ESTAIS JUNTO DO PAI, COMO NOSSO INTERCESSOR,
ACOLHEI NOSSOS PEDIDOS, ATENDEI NOSSO CLAMOR!

GLÓRIA, GLÓRIA! ANJOS NO CÉU CANTAM TODOS SEU AMOR!
E NA TERRA, HOMENS DE PAZ DEUS MERECE O LOUVOR!

VÓS SOMENTE SOIS O SANTO, O ALTÍSSIMO, O SENHOR,
COM O ESPÍRITO DIVINO, DE DEUS PAI NO ESPLENDOR!

GLÓRIA, GLÓRIA! ANJOS NO CÉU CANTAM TODOS SEU AMOR!
E NA TERRA, HOMENS DE PAZ DEUS MERECE O LOUVOR!
E NA TERRA, HOMENS DE PAZ DEUS MERECE O LOUVOR!

Ou, para a recitação:
Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa suplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém!

ORAÇÃO DO DIA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: 
Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Ó Deus, que pelo mistério da festa de hoje, santificais a vossa Igreja inteira, em todos os povos e nações, derramai por toda a extensão do mundo os dons do Espírito Santo e realizai agora, no coração dos fiéis, as maravilhas que operastes no início da pregação do Evangelho. Phor nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(At 2, 1-11)

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor: Leitura dos Atos dos Apóstolos.
Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um barulho como se fosse uma forte ventania, que encheu a casa onde eles se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os inspirava. Moravam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações do mundo. Quando ouviram o barulho, juntou-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua. Cheios de espanto e admiração, diziam: “Esses homens que estão falando não são todos galileus? Como é que nós os escutamos na nossa própria língua? Nós que somos partos, medos e elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judeia e da Capadócia, do Ponto e da Ásia, da Frígia e da Panfília, do Egito e da parte da Líbia próxima de Cirene, também romanos que aqui residem; judeus e prosélitos, cretenses e árabes, todos nós os escutamos anunciarem as maravilhas de Deus na nossa própria língua!”
Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

— ENVIAI O VOSSO ESPÍRITO, SENHOR, E DA TERRA TODA A FACE RENOVAI. ENVIAI O VOSSO ESPÍRITO, SENHOR, E DA TERRA TODA A FACE RENOVAI.

— BENDIZE, Ó MINHA ALMA, AO SENHOR! Ó MEU DEUS E MEU SENHOR, COMO SOIS GRANDE! QUÃO NUMEROSAS, Ó SENHOR, SÃO VOSSAS OBRAS! ENCHEU-SE A TERRA COM AS VOSSAS CRIATURAS! 

— SE TIRAIS O SEU RESPIRO, ELAS PERECEM E VOLTAM PARA O PÓ DE ONDE VIERAM. ENVIAIS O VOSSO ESPÍRITO E RENASCEM E DA TERRA TODA A FACE RENOVAIS. 

— QUE A GLÓRIA DO SENHOR PERDURE SEMPRE, E ALEGRE-SE O SENHOR EM SUAS OBRAS! HOJE SEJA-LHE AGRADÁVEL O MEU CANTO, POIS O SENHOR É A MINHA GRANDE ALEGRIA! 


Ou, para recitação: 
— Enviai o vosso Espírito, Senhor, e da terra toda a face renovai.

— Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande! Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras! Encheu-se a terra com as vossas criaturas! 

— Se tirais o seu respiro, elas perecem e voltam para o pó de onde vieram. Enviais o vosso espírito e renascem e da terra toda a face renovais. 

— Que a glória do Senhor perdure sempre, e alegre-se o Senhor em suas obras! Hoje seja-lhe agradável o meu canto, pois o Senhor é a minha grande alegria! 

SEGUNDA LEITURA
(1Cor 12, 3b-7. 12-13)

Se houver segunda leitura, o leitor a fará no ambão, como acima.

Leitor: Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.
Irmãos: Ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor, a não ser no Espírito Santo. Há diversidade de dons, mas um mesmo é o Espírito. Há diversidade de ministérios, mas um mesmo é o Senhor. Há diferentes atividades, mas um mesmo Deus que realiza todas as coisas em todos. A cada um é dada a manifestação do Espírito em vista do bem comum. Como o corpo é um, embora tenha muitos membros, e como todos os membros do corpo, embora sejam muitos, formam um só corpo, assim também acontece com Cristo. De fato, todos nós, judeus ou gregos, escravos ou livres, fomos batizados num único Espírito, para formarmos um único corpo, e todos nós bebemos de um único Espírito.
Ao final acrescenta:
Leitor Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass.: Graças a Deus.

SEQUÊNCIA
Sentados, todos cantam ou rezam a sequência. Ela pode ser feita em coros.

ESPÍRITO DE DEUS,
ENVIAI DOS CÉUS
UM RAIO DE LUZ!

VINDE, PAI DOS POBRES,
DAI AOS CORAÇÕES
VOSSOS SETE DONS.

CONSOLO QUE ACALMA,
HÓSPEDE DA ALMA,
DOCE ALÍVIO, VINDE!

NO LABOR DESCANSO,
NA AFLIÇÃO REMANSO,
NO CALOR ARAGEM.

ENCHEI, LUZ BENDITA,
CHAMA QUE CREPITA,
O ÍNTIMO DE NÓS!

SEM A LUZ QUE ACODE,
NADA O HOMEM PODE,
NENHUM BEM HÁ NELE.

AO SUJO LAVAI,
AO SECO REGAI,
CURAI O DOENTE.

DOBRAI O QUE É DURO,
GUIAI NO ESCURO,
O FRIO AQUECEI.


DAI À VOSSA IGREJA,
QUE ESPERA E DESEJA,
VOSSOS SETE DONS.

DAI EM PRÊMIO AO FORTE
UMA SANTA MORTE,
ALEGRIA ETERNA.


AMÉM.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Segue-se o Aleluia.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

VINDE, ESPÍRITO DE DEUS
E ENCHEI OS CORAÇÕES
DOS FIÉIS COM VOSSOS DONS!
ACENDEI NELES O AMOR
COMO UM FOGO ABRASADOR!

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Jo 14, 1-12)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Sac.: 
O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Sac.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Sac.: 
Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos”.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Sac.: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass.: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMÍLIA

Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo Apostólico)

Terminada a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé.

Pres.: Professemos a nossa fé.
Ass.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor; 
(Todos se inclinam)
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Vhirghem Maria, 
(Todos erguem-se)
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.

PRECES DA ASSEMBLEIA

Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres.: Irmãos e irmãs, movidos pelo Espírito Santo, apresentemos a Deus nossos pedidos:
Ass.: Enviai a luz do vosso Espírito, Senhor.

1. Senhor, iluminai vossa Igreja que está em N., para que seja um sinal da luz de Cristo nesta grande Cidade, nós vos pedimos.

2. Senhor, vivendo em tempos de provação, vosso povo vos suplica: dai-nos o dom da fortaleza para que saibamos passar pela tribulação, proclamando o vosso poder e a vossa glória, nós vos pedimos.

3. Senhor, iluminai os cristãos para que perseverem na busca da unidade, nós vos pedimos.

4. Senhor, iluminai nossas pastorais, movimentos e grupos de evangelização para que se mantenham perseverantes em sua missão, nós vos pedimos.

5. Senhor, iluminai as consciências de todos nós, batizados, para que assumamos o compromisso na defesa dos direitos dos pequenos e dos pobres, nós vos pedimos.

Pres.: Pai Santo, revesti-nos com os dons de vosso Espírito Santo, e guiados sob vossa inspiração, sejamos fiéis ao Evangelho de Cristo e façamos do mundo um lugar de paz e de concórida. Por Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

SUSCITAI, Ó SENHOR DEUS,
SUSCITAI VOSSO PODER,
CONFIRMAI ESTE PODER
QUE POR NHÓS MANIFESTASTES!

CONTEMPLAMOS, Ó SENHOR,
VOSSO CORTEJO QUE DESFILA,
É A ENTRADA DO MEU DEUS,
DO MEU REI, NO SANTUÁRIO.

SUSCITAI, Ó SENHOR DEUS,
SUSCITAI VOSSO PODER,
CONFIRMAI ESTE PODER
QUE POR NHÓS MANIFESTASTES!

OS CANTORES VÃO À FRENTE,
VÃO ATRÁS OS TOCADORES
E NO MEIO VÃO AS JOVENS
A TOCAR SEUS TAMBORINS.

SUSCITAI, Ó SENHOR DEUS,
SUSCITAI VOSSO PODER,
CONFIRMAI ESTE PODER
QUE POR NHÓS MANIFESTASTES!

REINOS DA TERRA, CELEBRAI
O NOSSO DEUS, CANTAI-LHE SALMOS!
EIS QUE ELEVA E FAZ OUVIR
A SUA VOZ, VOZ PODEROSA.

SUSCITAI, Ó SENHOR DEUS,
SUSCITAI VOSSO PODER,
CONFIRMAI ESTE PODER
QUE POR NHÓS MANIFESTASTES!

EM SEU TEMPLO ELE É TERRÍVEL
E A SEU POVO DÁ PODER,
BENDITO SEJA O SENHOR DEUS,
AGORA E SEMPRE! AMÉM, AMÉM!

SUSCITAI, Ó SENHOR DEUS,
SUSCITAI VOSSO PODER,
CONFIRMAI ESTE PODER
QUE POR NHÓS MANIFESTASTES!

Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos da vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.

O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

CONVITE À ORAÇÃO

No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Pres.: Concedei-nos, ó Deus, que o Espírito Santo nos faça compreender melhor o mistério deste sacrifício e nos manifeste toda a verdade, segundo a promessa do vosso Filho. Que vive e reina para sempre.
O povo aclama:
Ass.: Amém.

PREFÁCIO DA SOLENIDADE DE PENTECOSTES
(O mistério de Pentecostes)

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.:  Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Para levar à plenitude os mistérios pascais, derramastes, hoje, o Espírito Santo prometido, em favor de vossos filhos e filhas. Desde o nascimento da Igreja, é ele quem dá a todos os povos o conhecimento do verdadeiro Deus; e une, numa só fé, a diversidade das raças e línguas. Por essa razão, transbordamos de alegria pascal e aclamamos a vossa bondade cantando (dizendo) a uma só voz:

SANTO

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO!
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA!

HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!

BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR

HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!

Ou, para a recitação:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA I

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, nós vos pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz sore o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
que abençoeis + estas oferendas apresentadas ao vosso altar.
O povo aclama:
Ass.: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!

O sacerdote, de braços abertos, prossegue:
Pres.: Nós as oferecemos pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra. Nós as oferecemos também pelo vosso servo o papa João Paulo, phor nosso bispo N.*, e por todos os que guardam a fé que receberam dos apóstolos.
O povo aclama:
Ass.: Conservai a vossa Igreja sempre unida!

* Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n.109.
________________________________________________
Se o sacerdote celebrante é um Bispo, após dizer "pelo vosso servo o Papa João Paulo" acrescenta: 
por mim, vosso indigno servo, e por todos os que guardam a fé que receberam dos apóstolos.

Se o Bispo celebra fora da sua diocese, acrescenta: 
por mim, vosso indigno servo, e por meu irmão N., bispo desta Igreja de N., e por todos os que guardam a fé que receberam dos apóstolos.
________________________________________________

Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fidelidade e a dedicação em vos servir. Eles vos oferecem conosco este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
O povo aclama:
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, de vossos filhos!

"Infra actionem"
2C: Em comunhão com toda a Igreja celebramos o dia santo de Pentecostes em que o Espírito Santo em línguas de fogo manifestou-se aos Apóstolos. Veneramos também a Vhirghem Maria e seu esposo São José, os santos apóstolos e mártires: Pedro e Paulo, André e todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção.
O povo aclama:
Ass.: Em comunhão com toda a Igreja aqui estamos.

O sacerdote, com os braços abertos. continua:
Pres.: Recebei, ó Pai, com bondade, a oferenda dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar e santificar estas oferendas, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass.: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!

Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão em suas mãos,
eleva os olhos,
elevou os olhos a vós, ó Pai, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

Em seguida, diz:
Pres.: Eis o mistério da fé.
O povo aclama:
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício perfeito e santo, pão da vida eterna e cálice da salvação.
O povo aclama:
Ass.: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

Prossegue, de braços abertos:
Pres.: Recebei, ó Pai, esta oferenda, como recebestes a oferta de Abel, o sacrifício de Abraão e os dons de Melquisedeque.
Une as mãos e inclina-se, dizendo:
Nós vos suplicamos que ela seja levada à vossa presença, para que, ao participarmos deste altar, recebendo o Corpo e o Sangue de vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
O povo aclama:
Ass.: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta.

Memento dos defuntos.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que partiram desta vida, marcados com o sinal da fé.
Une as mãos e reza em silêncio.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que adormeceram no Cristo, concedei a felicidade, a luz e a paz.
Une as mãos.
O povo aclama:
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos.

Bate no peito dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
de braços abertos, prossegue:
que confiamos na vossa imensa misericórdia, concedei, não por seus méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé e todos os vossos santos.
Une as mãos:
Por Cristo, Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass.: Concedei-nos o convívio dos eleitos.

E o sacerdote prossegue:
4CPor ele não cessais de criar e santificar estes bens e distribuí-los entre nós.

DOXOLOGIA
Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: POR CRISTO, COM CRISTO, EM CRISTO, A VÓS, DEUS PAI TODO-PODEROSO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO, TODA A HONRA E TODA A GLÓRIA, AGORA E PARA SEMPRE.
Ass.: A-MÉM! A-MÉM! A-A-A-A-MÉM!

Ou, para recitação:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
O povo aclama:
Ass.: Amém.

RITO DA COMUNHÃO

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos, digamos juntos:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass.: 
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: 
Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: 
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: 
O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác.: No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
 
FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS A PAZ! DAI-NOS A PAZ!
DAI-NOS A VOSSA PAZ! DAI-NOS A PAZ!
DAI-NOS A PAZ! DAI-NOS A PAZ!
DAI-NOS A VOSSA PAZ! DAI-NOS A PAZ!

Ou, para recitação:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou: 
Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, faça-se a oração da comunhão espiritual e em seguida inicia-se o canto da comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

SENHOR VEM DAR-NOS SABEDORIA
QUE FAZ TER TUDO COMO DEUS QUIS
E ASSIM FAREMOS DA EUCARISTIA
O GRANDE MEIO DE SER FELIZ.

DÁ-NOS, SENHOR, ESSES DONS, ESSA LUZ
E NÓS VEREMOS QUE PÃO É JESUS!

DÁ-NOS, SENHOR, O ENTENDIMENTO
QUE TUDO AJUDA A COMPREENDER
PARA NÓS VERMOS COMO É ALIMENTO
O PÃO E O VINHO QUE DEUS QUER SER.

DÁ-NOS, SENHOR, ESSES DONS, ESSA LUZ
E NÓS VEREMOS QUE PÃO É JESUS!

SENHOR, VEM DAR-NOS DIVINA CIÊNCIA
QUE, COMO O ETERNO, FAZ VER SEM VÉUS
TU VÊS POR FORA, DEUS VÊ A ESSÊNCIA
PENSAS QUE É PÃO, MAS É NOSSO DEUS.

DÁ-NOS, SENHOR, ESSES DONS, ESSA LUZ
E NÓS VEREMOS QUE PÃO É JESUS!

DÁ-NOS, SENHOR, O TEU CONSELHO
QUE NOS FAZ SÁBIOS PARA GUIAR
HOMEM, MULHER, JOVEM E VELHO
NÓS GUIAREMOS AO SANTO ALTAR.

DÁ-NOS, SENHOR, ESSES DONS, ESSA LUZ
E NÓS VEREMOS QUE PÃO É JESUS!

SENHOR, VEM DAR-NOS A FORTALEZA
A SANTA FORÇA DO CORAÇÃO
SÓ QUEM VENCER VAI SENTAR-SE À MESA
PARA QUEM LUTA DEUS QUER O PÃO.

DÁ-NOS, SENHOR, ESSES DONS, ESSA LUZ
E NÓS VEREMOS QUE PÃO É JESUS!

DÁ-NOS, SENHOR, FILIAL PIEDADE
A DOCE FORMA DE AMAR ENFIM
PARA QUE AMEMOS QUEM, NA VERDADE
AQUI AMOU-NOS ATÉ O FIM.

DÁ-NOS, SENHOR, ESSES DONS, ESSA LUZ
E NÓS VEREMOS QUE PÃO É JESUS!

DÁ-NOS, ENFIM, TEMOR SUBLIME
DE NÃO AMA-LOS COMO CONVÉM
O CRISTO-HÓSTIA, QUE NOS REDIME
O PAI CELESTE, QUE NOS QUER BEM.

DÁ-NOS, SENHOR, ESSES DONS, ESSA LUZ
E NÓS VEREMOS QUE PÃO É JESUS!

ANTÍFONA DE COMUNHÃO
(Missal)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
Todos ficaram cheios do Espírito Santo e proclamavam as maravilhas de Deus, aleluia!

Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO PÓS-COMUNHÃO

De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: 
Oremos.
E todos, com o presidente, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Ó Deus, que enriqueceis a vossa Igreja com os bens do céu, conservai a graça que lhe destes, para que cresçam os dons do Espírito Santo; e o alimento espiritual que recebemos aumente em nós a eterna redenção. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass.: Amém.

ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
Por ocasião do Ano Vocacional Nacional

Pres: Jesus, mestre divino que chamastes os apóstolos para vos seguirem, continuai a passar pelos nossos caminhos, pelas nossas famílias, pelas nossas escolas. E continuai a repetir o convite a muitos de nossos jovens. Dai coragem às pessoas convidadas, dai forças para que vos sejam fiéis como apóstolos leigos, como sacerdotes, como religiosos e religiosas para o bem do povo de Deus e de toda a humanidade.
Ass: Amém.

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

RITO DE APAGAMENTO DO CÍRIO PASCAL

Na última Celebração Dominical a ser celebrada no local, terminada a oração depois da comunhão o Sacerdote se dirige junto ao círio ainda aceso e faz uma breve introdução à liturgia da luz:
Pres.: Irmãos e irmãs, na noite na qual se  deu vida ao alegre tempo Pascal, o “dia de cinquenta dias”, no momento de acender o Círio, nós aclamamos a Cristo nossa Luz. E a luz do Círio pascal nos acompanhou nestes cinquenta dias e contribuiu não pouco a nos fazer recordar a grande realidade do Mistério pascal. Hoje, no dia de Pentecostes, ao fechar-se o Tempo da Páscoa, o Círio é apagado, este sinal nos é tirado, também porque, educados  na escola pascal do mestre Ressuscitado e cheios do fogo dos dons do Espírito Santo, agora, devemos ser nós, “Luz de Cristo” que se irradia, como uma coluna luminosa que passa no mundo, em meio aos irmãos, para guia-los no êxodo em direção ao céu, à “terra prometida” definitiva. Veremos agora, no desenrolar do ano litúrgico, resplender a luz do Círio Pascal, sobretudo em dois momentos importantes do caminhar da Igreja: Na primeira Páscoa que viveram os  seus filhos com a recepção do Batismo, e por ocasião da última Páscoa, quando, com a morte, ingressarão na verdadeira vida.

O cantor, ou o diácono dirige-se ao ambão, ou por falta dos dois o sacerdote, canta ou recita as invocações a Cristo:
Solo: Cristo, Luz do mundo!
Ass.: Demos graças a Deus!

Pres.: Dignai-vos, ó Cristo, acender nossas lâmpadas da fé; que em vosso templo elas refuljam constantemente, alimentadas por vós, que sois a luz eterna; sejam iluminados os ângulos escuros do nosso espírito e sejam expulsas para longe de nós as trevas do mundo. Vós, que viveis e reinais para sempre.
Ass.: Amém.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL
(Bênção Solene de Pentecostes)

Segue-se o rito de despedida. O presidente, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.

O sacerdote ou diácono diz:
Sac. ou Diác.: Inclinai-vos para receber a bênção.

Em seguida, o sacerdote estende as mãos sobre o povo e reza a oração:
Pres.: Deus, o Pai das luzes, que hoje iluminou os corações dos discípulos, derramando sobre eles o Espírito Santo, vos conceda a alegria de sua bênção e a plenitude dos dons do mesmo Espírito.
Ass.: Amém.

Pres.: Aquele fogo, descido de modo admirável sobre os discípulos, purifique os vossos corações de todo mal e vos transfigure em sua luz.
Ass.: Amém.

Pres.: Aquele que na proclamação de uma só fé reuniu todas as línguas vos faça perseverar na mesma fé, passando da esperança à realidade.
Ass.: Amém.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: 
Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio presidente diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Levai a todos a alegria do Senhor ressuscitado; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe, aleluia, aleluia!
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus, aleluia, aleluia!


Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.


ANTÍFONA MARIANA

RAINHA DO CÉU, ALEGRA-TE, ALELUIA;
O DEUS QUE EM TI HÁS TRAZIDO, ALELUIA;
RESSUSCITOU, COMO DISSE, ALELUIA.
ROGA A DEUS POR NHÓS. ALELUIA, ALELUIA. 

Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.
Postagem Anterior Próxima Postagem

نموذج الاتصال