Quando tudo estiver preparado, realiza-se a procissão pela igreja até o altar, como de costume. À frente, vai o Diácono cm o livro dos Evangelhos, que será usado na Missa e na Ordenação, acompanhado pelos outros Diáconos, se houver. Seguem os Presbíteros concelebrantes, os eleitos entre seus Presbíteros assistentes, os Bispos ordenantes e, por fim, o Ordenante principal, com dois Diáconos assistentes um pouco atrás. Chegando ao altar, feita a devida reverência, todos procurem seus lugares. Neste meio tempo, canta-se um canto apropriado.
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
R./ ALLELUIA, ALLELUIA, ALLELUIA
I./ O FILII ET FILIÆ,
REX CÆLESTIS, REX GLORIÆ,
MORTE SURREXIT HODIE,
ALLELUIA. R
II./ ET MANE PRIMA SABBATI,
AD OSTIUM MONUMENTI
ACCESSERUNT DISCIPULI,
ALLELUIA. R
III./ ET MARIÆ MAGDALENÆ,
ET IACOBI, ET SALOME,
VENERUNT CORPUS UNGERE,
ALLELUIA. R
IV./ IN ALBIS SEDENS ANGELUS
PRÆDIXIT MULIERIBUS:
IN GALILÆA EST DOMINUS,
ALLELUIA. R
V./ ET IOANNES APOSTOLUS
CUCURRIT PETRO CITIUS,
MONUMENTO VENIT PRIUS,
ALLELUIA. R
VI./ DISCIPULIS ASTANTIBUS,
IN MEDIO STETIT CHRISTUS,
DICENS: PAX VOBIS OMNIBUS,
ALLELUIA. R
VII./ IN HOC FESTO SANCTISSIMO
SIT LAUS ET IUBILATIO,
BENEDICAMUS DOMINO,
ALLELUIA. R
VIII./ DE QUIBUS NOS HUMILLIMAS
DEVOTAS ATQUE DEBITAS
DEO DICAMUS GRATIAS,
ALLELUIA. R
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo
O povo responde:
℟.: Amém.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:
Pres.: O Senhor, que encaminha os nossos corações para o amor de Deus e a constância de Cristo, esteja convosco.
O povo responde:
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.
ATO PENITENCIAL
(Kyrie Missa de Angelis)
Primeira fórmula
Pres.: O Senhor Jesus, que nos convida à mesa da Palavra e da Eucaristia, nos chama a segui-lo fielmente. Reconheçamos ser pecadores e invoquemos com confiança a misericórdia do Pai.
Após um instante de silêncio inicia-se o canto
KYRIE ELEISON
KYRIE ELEISON
CHRISTE ELEISON
CHRISTE ELEISON
KYRIE ELEISON
KYRIE ELEISON
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
℟.: Amém.
HINO DE LOUVOR
(Gloria Missa de Angelis )
Quando for prescrito*, canta-se ou recita-se em seguida o hino:
GLORIA IN EXCELSIS DEO
ET IN TERRA PAX HOMINIBUS BONAE VOLUNTATIS.
LAUDAMUS TE, BENEDICIMUS TE, ADORAMUS TE, GLORIFICAMUS TE, GRATIAS AGIMUS TIBI
PROPTER MAGNAM GLORIAM TUAM, DOMINE DEUS, REX CAELESTIS, DEUS PATER OMNIPOTENS.
DOMINE FILI UNIGENITE, IESU CHRISTE, DOMINE DEUS, AGNUS DEI, FILIUS PATRIS, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI, MISERERE NOBIS;
QUI TOLLIS PECCATA MUNDI, SUSCIPE DEPRECATIONEM NOSTRAM. QUI SEDES AD DEXTERAM PATRIS, MISERERE NOBIS.
QUONIAM TU SOLUS SANCTUS, TU SOLUS DOMINUS, TU SOLUS ALTISSIMUS, IESU
CHRISTE, CUM SANCTO SPIRITU: IN GLORIA DEI PATRIS. AMEN.
ORAÇÃO COLETA
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Ó Deus, pela generosidade de vossa graça inefável, vos dignastes elevar estes vossos servos presbíteros ao ministério do sumo sacerdócio; dai-lhes exercer dignamente o múnus episcopal e, por sua palavra e exemplo, governar o povo que lhes confiastes. Phor nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta; ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(At 20, 17-18a.28-32.36)
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitor: Leitura do Atos dos Apóstolos.
Naqueles dias: De Mileto, Paulo mandou um recado a Éfeso, convocando os anciãos da Igreja. Quando os anciãos chegaram, Paulo disse-lhes: 'Vós bem sabeis de que modo me comportei em relação a vós, durante todo o tempo, desde o primeiro dia em que cheguei à Ásia. Paulo disse aos anciãos da Igreja de Éfeso: Cuidai de vós mesmos e de todo o rebanho, sobre o qual o Espírito Santo vos colocou como guardas, para pastorear a Igreja de Deus, que ele adquiriu com o sangue do seu próprio Filho. Eu sei, depois que eu for embora, aparecerão entre vós lobos ferozes, que não pouparão o rebanho. Além disso, do vosso próprio meio aparecerão homens com doutrinas perversas que arrastarão discípulos atrás de si. Por isso, estai sempre atentos: lembrai-vos que durante três anos, dia e noite, com lágrimas, não parei de exortar a cada um em particular. Agora entrego-vos a Deus e à mensagem de sua graça, que tem poder para edificar e dar a herança a todos os que foram santificados. Tendo dito isto, Paulo ajoelhou-se e rezou com todos eles.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor
Todos aclamam:
℟.: Graças a Deus.
Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl 22(23), 1-3.4.5.6)
O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.
℟.: O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ; NÃO ME FALTA COISA ALGUMA.
— O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ; NÃO ME FALTA COISA ALGUMA. PELOS PRADOS E CAMPINAS VERDEJANTES ELE ME LEVA A DESCANSAR. PARA AS ÁGUAS REPOUSANTES ME ENCAMINHA, E RESTAURA AS MINHAS FORÇAS. ℟.
— ELE ME GUIA NO CAMINHO MAIS SEGURO, PELA HONRA DO SEU NOME. MESMO QUE EU PASSE PELO VALE TENEBROSO, NENHUM MAL EU TEMEREI; ESTAIS COMIGO COM BASTÃO E COM CAJADO; ELES ME DÃO A SEGURANÇA! ℟.
— PREPARAIS À MINHA FRENTE UMA MESA, BEM À VISTA DO INIMIGO, E COM ÓLEO VÓS UNGIS MINHA CABEÇA; O MEU CÁLICE TRANSBORDA. ℟.
— FELICIDADE E TODO BEM HÃO DE SEGUIR-ME POR TODA A MINHA VIDA; E, NA CASA DO SENHOR, HABITAREI PELOS TEMPOS INFINITOS. ℟.
Após o salmo, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.
SEGUNDA LEITURA
(1Pd 5, 1-4)
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitor: Leitura da Primeira Carta de São Pedro.
Caríssimos, exorto aos presbíteros que estão entre vós, eu, presbítero como eles, testemunha dos sofrimentos de Cristo e participante da glória que será revelada: Sede pastores do rebanho de Deus, confiado a vós; cuidai dele, não por coação, mas de coração generoso; não por torpe ganância, mas livremente; não como dominadores daqueles que vos foram confiados, mas antes, como modelos do rebanho. Assim, quando aparecer o pastor supremo, recebereis a coroa permanente da glória.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor
Todos aclamam:
℟.: Graças a Deus.
Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
(Alleluia Il Figlio)
Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.
ALLELUIA, ALLELUIA, ALLELUIA.
R./ ALLELUIA, ALLELUIA, ALLELUIA.
IL FIGLIO DELL' UOMO È VENUTO PER SERVIRE
R./ ALLELUIA, ALLELUIA, ALLELUIA.
EVANGELHO
(Jo 12, 24-26)
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho:
em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.
O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O senhor esteja convosco.
O povo responde:
℟.: Ele está no meio de nós.
O sacerdote, diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
O povo aclama:
℟.: Glória a vós Senhor.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
Então o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo disse Jesus a seus discípulos: “Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo que cai na terra não morre, ele continua só um grão de trigo; mas se morre, então produz muito fruto. Quem se apega à sua vida, perde-a; mas quem faz pouca conta de sua vida neste mundo conservá-la-á para a vida eterna. Se alguém me quer servir, siga-me, e onde eu estou estará também o meu servo. Se alguém me serve, meu Pai o honrará”.
Terminado o Evangelho, o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação
O povo aclama:
℟.: Glória a vós Senhor
Após a leitura do Evangelho, o Diácono, com reverência, põe o livro dos Evangelho novamente sobre o altar, onde permanece até o momento de ser posto sobre a cabeça de um dos Ordinandos.
SÚPLICA AO ESPÍRITO SANTO
(Veni Creator Spritus)
Começa então a Ordenação de Bispo. Estando todos de pé, e sem mitra, canta-se o Veni Creator Spiritus
VENI, CREÁTOR SPÍRITUS
MENTES TUÓRUM VÍSITA,
IMPLE SUPÉRNA GRÁTIA,
QUÆ TU CREÁSTI, PÉCTORA.
QUI DÍCERIS PARÁCLITUS,
ALTÍSSIMUM DONUM DEI,
FONS VIVUS, IGNIS, CÁRITAS
ET SPIRITÁLIS ÚNCTIO.
TU SEPTIFÓRMIS MÚNERE,
DIGITUS PATÉRNÆ DÉXTERÆ,
TU RITE PROMÍSSUM PATRIS
SERMÓNE DITANS GÚTTURA.
ACCÉNDE LUMEN SÉNSIBUS,
INFÚNDE AMÓREM CÓRDIBUS,
INFÍRMA NOSTRI CÓRPORIS
VIRTÚTE FIRMANS PÉRPETI.
HOSTEM REPÉLLAS LÓNGIUS
PACÉMQUE DONES PRÓTINUS;
DÚCTORE SIC TE PRÆVIO,
VITÉMUS OMNE NÓXIUM.
PER TE SCIÁMUS DA PATREM
NOSCÁMUS ATQUE FÍLIUM,
TEQUE UTRIÚSQUE SPÍRITUM
CREDÁMUS OMNI TÉMPORE.
DEO PATRI SIT GLÓRIA,
ET FÍLIO, QUI A MÓRTUIS
SURRÉXIT, AC PARÁCLITO,
IN SÆCULÓRUM SÆCULA. AMEN.
Em seguida, o bispo ordenante principal e os outros Bispos ordenantes, se for preciso, aproximam-se das cadeiras, preparadas para a Ordenação. Todos se assentam.
APRESENTAÇÃO DOS ELEITOS
Os eleitos são conduzidos pelos Presbíteros assistentes até em frente do Bispo ordenante principal, ao qual fazem uma reverência.
Um dos presbíteros assistentes, ou outro presbítero, fala ao Bispo ordenante principal com estas palavras:
℣.: Reverendíssimo Pai, a Igreja de N. pede que ordeneis para o Ministério episcopal o Presbítero N.
Pres.: Tens o mandato apostólico?
℣.: Aqui o temos.
Pres.: Proceda-se à sua leitura.
Estando todos sentados, lê-se a Bula. Terminada a leitura, todos concordam com a eleição do Bispo, dizendo:
℟.: Graças a Deus.
Acesso as bulas de nomeação:
Con° Rafael Souza
Pe. Gustavo Moreira
Monr. Leandro Guilherme
Con°Vitor Bernardo
Con° Márcio Junior
Con° Gláucio Sampaio
Con° Kayky Nonato
Con° Matheus Silva
Pe. Nicolas Mariano
HOMILIA
O Bispo ordenante principal, estando todos sentados, faz a homilia na qual fala ao clero, ao povo e aos eleitos sobre o ministério do Bispo, iniciando com base no texto das leituras feitas na Liturgia da Palavra.
PROPÓSITO DOS ELEITOS
Após a homilia, só o eleito se levanta e permanece de pé diante do Bispo ordenante principal, que o interroga com estas palavras:
Pres.: Conforme o costume dos Santos Padres, aquele que é escolhido para Bispo deve ser interrogado diante do povo, quanto a fé e sua futura missão.
Pres.:Assim, queridos irmãos, quereis desempenhar até à morte a missão que nos foi confiada pelos Apóstolos e que por imposição de nossas mãos vos será transmitida com a graça do Espírito Santo?
Eleitos: Quero.
Pres.: Quereis anunciar o Evangelho de Cristo com fidelidade e perseverança?
Eleitos: Quero.
Pres.: Quereis conservar em sua pureza e integridade o tesouro da fé, tal como foi recebido dos Apóstolos e transmitido na Igreja, sempre e em toda parte?
Eleitos: Quero.
Pres.: Quereis edificar a Igreja, que é corpo de Cristo, e permanecer na sua unidade com o colégio dos Bispos, sob a autoridade do sucessor do Apóstolo Pedro?
Eleitos: Quero.
Eleitos: Quero.
Eleitos: Quero.
Eleitos: Quero.
Eleitos: Quero.
Eleitos: Quero, com a graça de Deus.
PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo dos Apóstolos)
No lugar do símbolo niceno-constantinopolitano, pode-se usar, sobretudo nos tempos da Quaresma e da Páscoa, a profissão de fé batismal da Igreja Romana, o assim chamado símbolo dos Apóstolos:
Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes até da Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
(Ubi Carita)
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
HÆC DIES QUAM FECIT DOMINUS:
EXSULTEMUS ET LÆTEMUR IN EA, ALLELUIA.
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.
CONVITE À ORAÇÃO
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Aceitai, Senhor, esta oblação que apresentamos em favor da vossa Igreja e dos vossos servos, novos Bispos. Ornai com a riqueza das virtudes apostólicas, para o proveito do rebanho, aqueles que, do meio do vosso povo, chamastes à plenitude do sacerdócio. Por Cristo, nosso Senhor.
o terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
PREFÁCIO PRÓPRIO
(O Sacerdócio de Cristo e o Ministério dos Sacerdotes)
Este prefácio também pode ser usado no tempo pascal.
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O senhor esteja convosco
℟.: Ele está no meio de nós
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: Nosso Coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor nosso Deus.
℟.: E nosso dever e a nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pela unção do Espírito Santo, constituístes vosso Filho unigênito Pontífice da nova e eterna aliança e estabelecestes em vosso inefável desígnio que seu único sacerdócio se perpetuasse na Igreja. Por isso, vosso Filho, Jesus Cristo, não somente enriquece a Igreja com um sacerdócio real, mas, também, com bondade fraterna, escolhe homens que, pela imposição de mãos, participem do seu ministério sagrado. Em nome de Cristo, renovam o sacrifício da redenção humana, servindo aos fiéis o banquete da Páscoa, precedem o povo na caridade, alimentam-no com a Palavra e o restauram com os sacramentos. Dando a vida por vós e pela salvação dos irmãos, procurem assemelhar-se à imagem do próprio Cristo, e testemunhem, constantes, diante de vós, a fé e o amor. Por isso, Senhor, com os anjos e todos os santos, vos exaltamos, cantando jubilosos a uma só voz:
SANTO
(Sanctus Missa de Angelis)
Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando:
SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS DOMINUS DEUS SABAOTH.
PLENI SUNT CAELI ET TERRA GLORIA TUA. HOSANNA IN EXCELSIS.
BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI. HOSANNA IN EXCELSIS.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois,estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama:
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Inocêncio, comigo, vosso indigno servo, com estes vossos servos N. N., que hoje quisestes dar à Igreja como pastores, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
DOXOLÓGIA
(Amém)
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: AMÉM
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos unidas:
Pres.: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos e filhas, digamos juntos:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amem.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja convosco.
O povo responde:
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
FRAÇÃO DO PÃO
(Agnus Missa de Angelis)
CAGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI: MISERERE NOBIS.
AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI: MISERERE NOBIS.
AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI: DONA NOBIS PACEM.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Quem come minha Carne e bebe meu Sangue permanece em mim e eu nele.
Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL
Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
COMUNHÃO
(Pascha nostrum)
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
R./ PASCHA NOSTRUM CHRISTUS EST QUI IMMOLATUS AGNUS EST: ITAQUE EPULEMUR ALLELUIA, ALLELUIA.
I./ CONFITEBOR TIBI, QUONIAM EXAUDISTI ME
ET FACTUS EST MIHI IN SALUTEM. R
II./ LAPIDEM QUEM REPROBAVERUNT ÆDIFICANTES,
HIC FACTUS EST IN CAPUT ANGULI. R
III./ A DOMINO FACTUM EST ISTUD
ET EST MIRABILE IN OCULIS NOSTRIS. R
IV./ INSTRUITE SOLLEMNITATEM IN RAMIS CONDENSIS
USQUE AD CORNUA ALTARIS. R
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
Senhor, pela força deste mistério, multiplicai os dons da vossa graça nestes bispos, vossos servos, para que exerçam com dignidade o ministério pastoral e, pela fidelidade no vosso serviço, alcancem o prêmio eterno. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
RITOS FINAIS
TE DEUM
(Te Deum, ladamus)
Terminada a Oração depois da comunhão, canta-se o hino "Te Deum, laudamus" (A vós, ó Deus), ou outro hino correspondente, conforme os costumes do lugar. Enquanto isso os Bispos ordenados, de mitra e báculo, são conduzidos pela igreja pelos Bispo co-ordenantes principais, dando a benção a todos.
TE DEUM LAUDAMUS: TE DOMINUM CONFITEMUR.
TE ÆTERNUM PATREM OMNIS TERRA VENERATUR.
TIBI OMNES ANGELI; TIBI CÆLI ET UNIVERSÆ POTESTATES;
TIBI CHERUBIM ET SERAPHIM INCESSABILI VOCE PROCLAMANT:
SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS, DOMINUS DEUS SABAOTH.
PLENI SUNT CÆLI ET TERRA MAIESTATIS GLORIÆ TUÆ
TE GLORIOSUS APOSTOLORUM CHORUS,
TE PROPHETARUM LAUDABILIS NUMERUS,
TE MARTYRUM CANDIDATUS LAUDAT EXERCITUS.
TE PER ORBEM TERRARUM SANCTA CONFITETUR ECCLESIA,
PATREM IMMENSÆ MAIESTATIS:
VENERANDUM TUUM VERUM ET UNICUM FILIUM;
SANCTUM QUOQUE PARACLITUM SPIRITUM.
TU REX GLORIAE, CHRISTE.
TU PATRIS SEMPITERNUS ES FILIUS.
TU AD LIBERANDUM SUSCEPTURUS HOMINEM,
NON HORRUISTI VIRGINIS UTERUM.
TU, DEVICTO MORTIS ACULEO,
APERUISTI CREDENTIBUS REGNA CAELORUM.
TU AD DEXTERAM DEI SEDES, IN GLORIA PATRIS.
IUDEX CREDERIS ESSE VENTURUS.
TE ERGO QUAESUMUS, TUIS FAMULIS SUBVENI:
QUOS PRETIOSO SANGUINE REDEMISTI.
AETERNA FAC CUM SANCTIS TUIS IN GLORIA NUMERARI.
SALVUM FAC POPULUM TUUM, DOMINE, ET BENEDIC HEREDITATI TUAE.
ET REGE EOS, ET EXTOLLE ILLOS USQUE IN AETERNUM.
PER SINGULOS DIES BENEDICIMUS TE;
ET LAUDAMUS NOMEN TUUM IN SAECULUM, ET IN SAECULUM SAECULI.
DIGNARE, DOMINE, DIE ISTO SINE PECCATO NOS CUSTODIRE.
MISERERE NOSTRI DOMINE,
MISERERE NOSTRI.
FIAT MISERICORDIA TUA, DOMINE, SUPER NOS,
QUEMADMODUM SPERAVIMUS IN TE.
IN TE, DOMINE, SPERAVI: NON CONFUNDAR IN AETERNUM.
ALOCUÇÃO AO POVO
Após o hino, os Ordenados permanecem de pé junto ao altar, de mitra e báculo. Antes da bênção, um dentre eles, especialmente se for o que está na igreja própria, junto à cátedra, pode dirigir breve alocução ao povo.
AVISOS
Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO SOLENE
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco..
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Bendito seja o nome do Senhor.
Todos respondem:
℟.: Agora e para sempre.
O celebrante diz:
Pres.: Nossa proteção está no nome do Senhor.
Todos respondem:
℟.: Que fez o céu e a terra.
Então o celebrante recebe o báculo, se o utilizar, e diz:
Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso,
e fazendo três vezes o sinal da cruz sobre o povo, acrescenta:
Pai ✠ e Filho ✠ e Espírito ✠ Santo.
℟.: Amém.
O próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Ide em paz, e anunciai o Evangelho do Senhor, Aleluia Aleluia.
O povo responde:
℟.: Graças a Deus, Aleluia Aleluia.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
CANTO DE SAÍDA
(J.S. Bach BWV 572 "Pièce d'orgue")
