Semanário Litúrgico | Domingo de Ramos da Paixão do Senhor


SEMANÁRIO LITÚRGICO

DOMINGO DE RAMOS
DA PAIXÃO DO SENHOR

29.03.2026

Neste dia a Igreja recorda e entrada do Cristo Senhor em Jerusalém para consumar seu mistério pascal. Por isso, em todas as Missas comemora-se esta entrada do Senhor, antes da Missa principal, pela procissão ou pela entrada solene; antes de todas as outras, pela entrada simples. No entanto, em uma ou outra Missa celebrada com grande número de fiéis, pode-se repetir a entrada solene, mas não a procissão.

Onde não se pode fazer nem a procissão nem a entrada solene, haja uma celebração da Palavra de Deus sobre a entrada messiânica e a Paixão do Senhor, no sábado à tarde ou no domingo em hora mais oportuna.

COMEMORAÇÃO DA ENTRADA DO SENHOR EM JERUSALÉM

 PRIMEIRA FORMA: PROCISSÃO 
Na hora conveniente, reúne a assembleia numa igreja menor ou em outro lugar apropriado fora da igreja, para onde se dirige a procissão. Os fiéis trazem ramos nas mãos.

O sacerdote e o diácono, em vestes sagradas de cor vermelha como para a Missa, acompanhados por outros ministros, aproximam-se do lugar onde o povo está reunido. Durante a procissão o sacerdote poderá usar pluvial em vez de casula.

Ⓔ O Bispo adentra de mitra e báculo, que depõe terminado o canto.

ANTÍFONA DE ENTRADA 
(Cf. Lc 12, 42)

Durante a procissão, canta-se a seguinte antífona ou outro canto apropriado:
HOSANA AO FILHO DE DAVI!
HOSANA AO FILHO DE DAVI!

BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!

HOSANA AO FILHO DE DAVI!
HOSANA AO FILHO DE DAVI!

REI DE ISRAEL, HOSANA NAS ALTURAS!

HOSANA AO FILHO DE DAVI!
HOSANA AO FILHO DE DAVI!

Ou, para a recitação:
℣.: Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Rei de Israel, hosana nas alturas!

SAUDAÇÃO

O sacerdote diz: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo e todos fazem o sinal da cruz. Em seguida saúda a assembleia como de costume. E por breve exortação convida os fiéis a participarem ativa e conscientemente da celebração deste dia, com estas palavras ou outras semelhantes:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

EXORTAÇÃO

Pres.:  Meus irmãos e minhas irmãs: durante as cinco semanas da Quaresma preparamos o nosso coração pela penitência e obras de caridade. Hoje aqui nos reunimos e iniciamos, com toda a Igreja, a celebração do mistério pascal de nosso Senhor, sua morte e ressurreição. Para consumá-lo, Cristo entrou em Jerusalém, sua cidade. Por isso, celebrando com fé e piedade a memória desta entrada, sigamos os passos de nosso Salvador para que, associados pela graça à sua cruz, participemos também de sua ressurreição e de sua vida.

BENÇÃO DOS RAMOS

O sacerdote, de braços abertos, diz uma das orações seguintes:
Pres.: Oremos.
Deus eterno e todo-poderoso, santificai + estes ramos com a vossa bênção para que possamos chegar à eterna Jerusalém, seguindo com alegria o Cristo, nosso Rei. Que vive e reina pelos séculos dos séculos.
℟.: Amém.

Ou:
Pres.: Oremos.
Ó Deus de bondade, aumentai a fé dos que esperam em vós e ouvi as preces dos que vos suplicam; apresentando hoje ao Cristo vencedor os nossos ramos possamos nele frutificar em boas obras. por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

O sacerdote, sem nada dizer, asperge os ramos com água benta.

Ⓔ O Bispo pode distribuir os ramos aos concelebrantes, aos ministros e a alguns fiéis. Em seguida, o Bispo deita incenso no turíbulo, dá a bênção ao diácono que vai proclamar o Evangelho e recebe o seu ramo, e fica com ele durante a proclamação do Evangelho. Se porventura fizer homilia, entrega o ramo e recebe a mitra e o báculo, a não ser que julgue preferível de outro modo.

EVANGELHO
(Mt 21, 1-11)

O diácono ou, na falta dele, o sacerdote, proclama, conforme o costume, o Evangelho da entrada do Senhor em Jerusalém, segundo um dos quatro Evangelistas. Se for oportuno pode-se usar incenso.

℣. :  O Senhor esteja convosco.
℟.:  Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣. :  Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.:  Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.
Naquele tempo, Jesus e seus discípulos aproximaram-se de Jerusalém e chegaram a Betfagé, no monte das Oliveiras. Então Jesus enviou dois discípulos, dizendo-lhes: “Ide até o povoado que está ali na frente, e logo encontrareis uma jumenta amarrada, e com ela um jumentinho. Desamarrai-a e trazei-os a mim! Se alguém vos disser alguma coisa, direis: ‘O Senhor precisa deles, mas logo os devolverá.’ Isso aconteceu para se cumprir o que foi dito pelo profeta: “Dizei à filha de Sião: Eis que o teu rei vem a ti, manso e montado num jumento, num jumentinho, num potro de jumenta.” Então os discípulos foram e fizeram como Jesus lhes havia mandado. Trouxeram a jumenta e o jumentinho e puseram sobre eles suas vestes, e Jesus montou. A numerosa multidão estendeu suas vestes pelo caminho, enquanto outros cortavam ramos das árvores, e os espalhavam pelo caminho.  As multidões que iam na frente de Jesus e os que o seguiam, gritavam: “Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus!” Quando Jesus entrou em Jerusalém a cidade inteira se agitou, e diziam: “Quem é este homem?” E as multidões respondiam: “Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galileia.”
℣. :  Palavra da Salvação.
℟.:  Glória a vós, Senhor.

PROCISSÃO

Após o Evangelho poderá haver uma breve homilia. O sacerdote, o diácono ou um ministro leigo dá início à procissão com estas palavras ou outras semelhantes:
℣.: Meus irmãos e minhas irmãs, imitando o povo que aclamou Jesus, comecemos com alegria a nossa procissão.

Ou:
℣.: Sigamos em paz.
E todos respondem:
℟.: Em nome de Cristo. Amém.

Ⓔ O Bispo recebe a mitra e seu ramo. O báculo pode ser levado a frente do Bispo.

Inicia-se a procissão para a igreja onde será celebrada a Missa. À frente, vai o turiferário com o turíbulo fumegante, caso se use incenso; em seguida, o cruciferário com a cruz ornamentada com ramos, conforme o costume do lugar, entre dois ministros com velas acesas; depois o diácono com o Evangeliário, o sacerdote e os ministros, seguidos pelo povo com seus ramos.

CANTOS PARA PROCISSÃO

Durante a procissão, o coro e o povo cantam os seguintes cânticos ou outros apropriados, em honra de Cristo Rei.

Opção I

OS FILHOS DOS HEBREUS COM RAMOS DE PALMEIRA
CORRERAM AO ENCONTRO DE JESUS, NOSSO SENHOR
CANTANDO E GRITANDO: HOSANA, Ó SALVADOR
CANTANDO E GRITANDO: HOSANA, Ó SALVADOR

O MUNDO E TUDO QUE TEM NELE É DE DEUS
A TERRA E OS QUE AÍ VIVEM, TODOS SEUS
FOI DEUS QUE A TERRA CONSTRUIU POR SOBRE OS MARES
NO FUNDO DO OCEANO, SEUS PILARES

OS FILHOS DOS HEBREUS COM RAMOS DE PALMEIRA
CORRERAM AO ENCONTRO DE JESUS, NOSSO SENHOR
CANTANDO E GRITANDO: HOSANA, Ó SALVADOR
CANTANDO E GRITANDO: HOSANA, Ó SALVADOR

QUEM VAI MORAR NO TEMPLO DE SUA CIDADE?
QUEM PENSA E VIVE LONGE DAS VAIDADES
POIS DEUS, O SALVADOR, O ABENÇOARÁ
NO JULGAMENTO O DEFENDERÁ

OS FILHOS DOS HEBREUS COM RAMOS DE PALMEIRA
CORRERAM AO ENCONTRO DE JESUS, NOSSO SENHOR
CANTANDO E GRITANDO: HOSANA, Ó SALVADOR
CANTANDO E GRITANDO: HOSANA, Ó SALVADOR

Opção II

HOSANA HEI HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HEI
HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HEI
HOSANA HA

ELE É O SANTO ELE É O FILHO DE MARIA
ELE É O DEUS DE ISRAEL, ELE É O FILHO DE DAVI
SANTO É O SEU NOME É O SENHOR DEUS DO UNIVERSO
GLORIA A DEUS DE ISRAEL NOSSO REI E SALVADOR

HOSANA HEI HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HEI
HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HEI
HOSANA HA

VAMOS A ELE COM AS FLORES DOS TRIGAIS
COM OS RAMOS DE OLIVEIRA COM ALEGRIA E MUITA PAZ
SANTO É O SEU NOME É O SENHOR DEUS DO UNIVERSO
GLORIA A DEUS DE ISRAEL NOSSO REI E SALVADOR

HOSANA HEI HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HEI
HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HEI
HOSANA HA

ELE É O CRISTO É O UNIFICADOR
É HOSANA NAS ALTURAS É HOSANA NO AMOR
SANTO É O SEU NOME É O SENHOR DEUS DO UNIVERSO
GLORIA A DEUS DE ISRAEL NOSSO REI E SALVADOR

HOSANA HEI HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HEI
HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HEI
HOSANA HA

 SEGUNDA FORMA: ENTRADA SOLENE 

Onde não se pode realizar a procissão fora da igreja, a entrada do Senhor será celebrada dentro da igreja, com entrada solene, antes da Missa principal.

Os fiéis reúnem-se à porta da igreja ou no seu interior, trazendo ramos nas mãos. O sacerdote, os ministros e um grupo de fiéis dirigem-se para um lugar determinado da igreja, fora do presbitério, de onde o rito possa ser visto ao menos pela maioria dos fiéis.

Enquanto o sacerdote se dirige ao lugar determinado, canta-se a antifona Hosana ao Filho de Davi ou outro canto apropriado. Realizam-se a bênção dos ramos e a proclamação do Evangelho da entrada de Jesus em jerusalém, como acima. Depois do Evangelho, o sacerdote com os ministros e com o grupo de fiéis dirige-se processionalmente pela igreja até o presbitério, enquanto se canta o responsório Entrando o Senhor na cidade santa, ou outro canto apropriado.


ANTÍFONA DE ENTRADA 
(Cf. Lc 12, 42)

Durante a procissão, canta-se a seguinte antífona ou outro canto apropriado:
HOSANA AO FILHO DE DAVI!
HOSANA AO FILHO DE DAVI!

BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!

HOSANA AO FILHO DE DAVI!
HOSANA AO FILHO DE DAVI!

REI DE ISRAEL, HOSANA NAS ALTURAS!

HOSANA AO FILHO DE DAVI!
HOSANA AO FILHO DE DAVI!

Ou, para a recitação:
℣.: Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Rei de Israel, hosana nas alturas!


SAUDAÇÃO

O sacerdote diz: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo e todos fazem o sinal da cruz. Em seguida saúda a assembleia como de costume. E por breve exortação convida os fiéis a participarem ativa e conscientemente da celebração deste dia, com estas palavras ou outras semelhantes:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

EXORTAÇÃO

Pres.:  Meus irmãos e minhas irmãs: durante as cinco semanas da Quaresma preparamos o nosso coração pela penitência e obras de caridade. Hoje aqui nos reunimos e iniciamos, com toda a Igreja, a celebração do mistério pascal de nosso Senhor, sua morte e ressurreição. Para consumá-lo, Cristo entrou em Jerusalém, sua cidade. Por isso, celebrando com fé e piedade a memória desta entrada, sigamos os passos de nosso Salvador para que, associados pela graça à sua cruz, participemos também de sua ressurreição e de sua vida.

BENÇÃO DOS RAMOS

O sacerdote, de braços abertos, diz uma das orações seguintes:
Pres.: Oremos.
Deus eterno e todo-poderoso, santificai + estes ramos com a vossa bênção para que possamos chegar à eterna Jerusalém, seguindo com alegria o Cristo, nosso Rei. Que vive e reina pelos séculos dos séculos.
℟.: Amém.

Ou:
Pres.: Oremos.
Ó Deus de bondade, aumentai a fé dos que esperam em vós e ouvi as preces dos que vos suplicam; apresentando hoje ao Cristo vencedor os nossos ramos possamos nele frutificar em boas obras. por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

O sacerdote, sem nada dizer, asperge os ramos com água benta.

Ⓔ O Bispo pode distribuir os ramos aos concelebrantes, aos ministros e a alguns fiéis. Em seguida, o Bispo deita incenso no turíbulo, dá a bênção ao diácono que vai proclamar o Evangelho e recebe o seu ramo, e fica com ele durante a proclamação do Evangelho. Se porventura fizer homilia, entrega o ramo e recebe a mitra e o báculo, a não ser que julgue preferível de outro modo.

EVANGELHO
(Mt 21, 1-11)

O diácono ou, na falta dele, o sacerdote, proclama, conforme o costume, o Evangelho da entrada do Senhor em Jerusalém, segundo um dos quatro Evangelistas. Se for oportuno pode-se usar incenso.

℣. :  O Senhor esteja convosco.
℟.:  Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣. :  Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.:  Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.
Naquele tempo, Jesus e seus discípulos aproximaram-se de Jerusalém e chegaram a Betfagé, no monte das Oliveiras. Então Jesus enviou dois discípulos, dizendo-lhes: “Ide até o povoado que está ali na frente, e logo encontrareis uma jumenta amarrada, e com ela um jumentinho. Desamarrai-a e trazei-os a mim! Se alguém vos disser alguma coisa, direis: ‘O Senhor precisa deles, mas logo os devolverá.’ Isso aconteceu para se cumprir o que foi dito pelo profeta: “Dizei à filha de Sião: Eis que o teu rei vem a ti, manso e montado num jumento, num jumentinho, num potro de jumenta.” Então os discípulos foram e fizeram como Jesus lhes havia mandado. Trouxeram a jumenta e o jumentinho e puseram sobre eles suas vestes, e Jesus montou. A numerosa multidão estendeu suas vestes pelo caminho, enquanto outros cortavam ramos das árvores, e os espalhavam pelo caminho.  As multidões que iam na frente de Jesus e os que o seguiam, gritavam: “Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus!” Quando Jesus entrou em Jerusalém a cidade inteira se agitou, e diziam: “Quem é este homem?” E as multidões respondiam: “Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galileia.”
℣. :  Palavra da Salvação.
℟.:  Glória a vós, Senhor.

PROCISSÃO

Após o Evangelho poderá haver uma breve homilia. O sacerdote, o diácono ou um ministro leigo dá início à procissão com estas palavras ou outras semelhantes:
℣.: Meus irmãos e minhas irmãs, imitando o povo que aclamou Jesus, comecemos com alegria a nossa procissão.

Ou:
℣.: Sigamos em paz.
E todos respondem:
℟.: Em nome de Cristo. Amém.

Ⓔ O Bispo recebe a mitra e seu ramo. O báculo pode ser levado a frente do Bispo.

Inicia-se a procissão para a igreja onde será celebrada a Missa. À frente, vai o turiferário com o turíbulo fumegante, caso se use incenso; em seguida, o cruciferário com a cruz ornamentada com ramos, conforme o costume do lugar, entre dois ministros com velas acesas; depois o diácono com o Evangeliário, o sacerdote e os ministros, seguidos pelo povo com seus ramos.

CANTOS PARA PROCISSÃO

Durante a procissão, o coro e o povo cantam os seguintes cânticos ou outros apropriados, em honra de Cristo Rei.

Opção I

OS FILHOS DOS HEBREUS COM RAMOS DE PALMEIRA
CORRERAM AO ENCONTRO DE JESUS, NOSSO SENHOR
CANTANDO E GRITANDO: HOSANA, Ó SALVADOR
CANTANDO E GRITANDO: HOSANA, Ó SALVADOR

O MUNDO E TUDO QUE TEM NELE É DE DEUS
A TERRA E OS QUE AÍ VIVEM, TODOS SEUS
FOI DEUS QUE A TERRA CONSTRUIU POR SOBRE OS MARES
NO FUNDO DO OCEANO, SEUS PILARES

OS FILHOS DOS HEBREUS COM RAMOS DE PALMEIRA
CORRERAM AO ENCONTRO DE JESUS, NOSSO SENHOR
CANTANDO E GRITANDO: HOSANA, Ó SALVADOR
CANTANDO E GRITANDO: HOSANA, Ó SALVADOR

QUEM VAI MORAR NO TEMPLO DE SUA CIDADE?
QUEM PENSA E VIVE LONGE DAS VAIDADES
POIS DEUS, O SALVADOR, O ABENÇOARÁ
NO JULGAMENTO O DEFENDERÁ

OS FILHOS DOS HEBREUS COM RAMOS DE PALMEIRA
CORRERAM AO ENCONTRO DE JESUS, NOSSO SENHOR
CANTANDO E GRITANDO: HOSANA, Ó SALVADOR
CANTANDO E GRITANDO: HOSANA, Ó SALVADOR

Opção II

HOSANA HEI HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HEI
HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HEI
HOSANA HA

ELE É O SANTO ELE É O FILHO DE MARIA
ELE É O DEUS DE ISRAEL, ELE É O FILHO DE DAVI
SANTO É O SEU NOME É O SENHOR DEUS DO UNIVERSO
GLORIA A DEUS DE ISRAEL NOSSO REI E SALVADOR

HOSANA HEI HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HEI
HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HEI
HOSANA HA

VAMOS A ELE COM AS FLORES DOS TRIGAIS
COM OS RAMOS DE OLIVEIRA COM ALEGRIA E MUITA PAZ
SANTO É O SEU NOME É O SENHOR DEUS DO UNIVERSO
GLORIA A DEUS DE ISRAEL NOSSO REI E SALVADOR

HOSANA HEI HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HEI
HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HEI
HOSANA HA

ELE É O CRISTO É O UNIFICADOR
É HOSANA NAS ALTURAS É HOSANA NO AMOR
SANTO É O SEU NOME É O SENHOR DEUS DO UNIVERSO
GLORIA A DEUS DE ISRAEL NOSSO REI E SALVADOR

HOSANA HEI HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HEI
HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HA
HOSANA HEI HOSANA HEI
HOSANA HA

Chegando ao altar, o sacerdote o venera e se dirige à cadeira. Omitindo os ritos iniciais da Missa e, se for oportuno, o Kýrie, reza a Coleta e proessegue como de costume.


 TERCEIRA FORMA: ENTRADA SIMPLES 

 Em outras Missas nas quais não houver canto de entrada, o sacerdote, logo que chegar ao altar, o venera, saúda a assembleia e recita a antífona da entrada, prosseguindo a Missa como de costume.

CANTO DE ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

QUANDO JESUS SE APROXIMOU
DE JERUSALÉM E NELA ENTROU
OS AMIGOS SEUS FORAM TAMBÉM
MULTIDÃO EM FESTA ASSIM CANTOU.

GLÓRIA, GLÓRIA AO FILHO DE DAVI
E AOS QUE PERGUNTAM ASSIM QUEM ELE É
SE NÃO RESPONDEM, AS PEDRAS FALARÃO
ESTE É O PROFETA, JESUS DE NAZARÉ

NUM JUMENTINHO VEM JESUS
E NÃO SE CONTÉM A MULTIDÃO
MANTOS PELO CHÃO: EIS NOSSO REI
RAMOS AGITANDO DE EMOÇÃO

GLÓRIA, GLÓRIA AO FILHO DE DAVI
E AOS QUE PERGUNTAM ASSIM QUEM ELE É
SE NÃO RESPONDEM, AS PEDRAS FALARÃO
ESTE É O PROFETA, JESUS DE NAZARÉ

ANTÍFONA DE ENTRADA 
(Cf. Jo 12, 1.12-23. Sl 23,9-10)
Seis dias antes da festa da Páscoa, quando o Senhor veio à cidade de Jerusalém, correram ao seu encontro os pequeninos. Traziam nas mãos ramos de palmeira e clamavam em alta voz: 
Hosana nas alturas! Bendito és tu que vens em tua imensa misericórdia.
Ó portas, levantai vossos frontões! 
Elevai-vos bem mais alto, antigas portas, 
a fim de que o Rei da glória possa entrar!
Dizei-nos: “Quem é este Rei da glória?” 
O Rei da glória é o Senhor onipotente, 
o Rei da glória é o Senhor Deus do universo!”
* Hosana nas alturas! Bendito és tu que vens em tua imensa misericórdia.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A vós, irmãos, paz e fé da parte de Deus, o Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

ATO PENITENCIAL

Pres.: O Senhor Jesus, que nos convida à mesa da Palavra e da Eucaristia, nos chama a segui-lo fielmente. Reconheçamos ser pecadores e invoquemos com confiança a misericórdia do Pai.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:

Pres.: 
Senhor, que na água e no Espírito nos regenerastes à vossa imagem, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.

Pres.: Cristo, que enviais o vosso Espírito para criar em nós um coração novo, tende piedade de nós.
℟.: Cristo, tende piedade de nós.

Pres.: Senhor, que nos tornastes participantes do vosso Corpo e do vosso Sangue, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.

MISSA

ORAÇÃO COLETA

Após a procissão ou a entrada solene, o sacerdote começa a Missa com a Coleta.
Pres.: — Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
— Deus eterno e todo-poderoso, para dar ao gênero humano um exemplo de humildade, 
— quisestes que o nosso Salvador assumisse a condição humana e morresse na cruz. 
— Concedei-nos aprender os ensinamentos de sua paixão e participar de sua ressurreição. 
— Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: — Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Is 50, 4-7)

Leitor: Leitura do Livro do Profeta Isaías
O Senhor Deus deu-me língua adestrada, para que eu saiba dizer palavras de conforto à pessoa abatida; ele me desperta cada manhã e me excita o ouvido, para prestar atenção como um discípulo. O Senhor abriu-me os ouvidos; não lhe resisti nem voltei atrás. Ofereci as costas para me baterem e as faces para me arrancarem a barba; não desviei o rosto de bofetões e cusparadas. Mas o Senhor Deus é meu Auxiliador, por isso não me deixei abater o ânimo, conservei o rosto impassível como pedra, porque sei que não sairei humilhado.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

— MEU DEUS, MEU DEUS, POR QUE ME ABANDONASTES?

— RIEM DE MIM TODOS AQUELES QUE ME VEEM, TORCEM OS LÁBIOS E SACODEM A CABEÇA: “AO SENHOR SE CONFIOU, ELE O LIBERTE E AGORA O SALVE, SE É VERDADE QUE ELE O AMA!”

— CÃES NUMEROSOS ME RODEIAM FURIOSOS, E POR UM BANDO DE MALVADOS FUI CERCADO. TRANSPASSARAM MINHAS MÃOS E OS MEUS PÉS E EU POSSO CONTAR TODOS OS MEUS OSSOS.

— ELES REPARTEM ENTRE SI AS MINHAS VESTES E SORTEIAM ENTRE SI A MINHA TÚNICA. VÓS, PORÉM, Ó MEU SENHOR, NÃO FIQUEIS LONGE, Ó MINHA FORÇA, VINDE LOGO EM MEU SOCORRO!

— ANUNCIAREI O VOSSO NOME A MEUS IRMÃOS E NO MEIO DA ASSEMBLEIA HEI DE LOUVAR-VOS! VÓS QUE TEMEIS AO SENHOR DEUS, DAI-LHE LOUVORES, GLORIFICAI-O, DESCENDENTES DE JACÓ, E RESPEITAI-O, TODA A RAÇA DE ISRAEL!

SEGUNDA LEITURA
(Fl 2, 6-11)

Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses
Jesus Cristo, existindo em condição divina, não fez do ser igual a Deus uma usurpação, mas ele esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e tornando-se igual aos homens. Encontrado com aspecto humano, humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz. Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o Nome que está acima de todo nome. Assim, ao nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra, e toda língua proclame: “Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
SALVE, Ó CRISTO OBEDIENTE!
SALVE, AMOR ONIPOTENTE,
QUE TE ENTREGOU À CRUZ
E TE RECEBEU NA LUZ!

O CRISTO OBEDECEU ATÉ A MORTE,
HUMILHOU-SE E OBEDECEU O BOM JESUS,
HUMILHOU-SE E OBEDECEU, SERENO E FORTE,
HUMILHOU-SE E OBEDECEU ATÉ A CRUZ.

SALVE, Ó CRISTO OBEDIENTE!
SALVE, AMOR ONIPOTENTE,
QUE TE ENTREGOU À CRUZ
E TE RECEBEU NA LUZ!

Os diáconos que vão proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pedem a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

HISTÓRIA DA PAIXÃO DO SENHOR
 Forma Longa (Mt 26, 14 - 27,66) 

Narrador: Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo Mateus.
Naquele tempo: Um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes e disse:
Leitor: 'O que me dareis se vos entregar Jesus?'
Narrador: Combinaram, então, trinta moedas de prata. E daí em diante, Judas procurava uma oportunidade para entregar Jesus. No primeiro dia da festa dos Ázimos, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram:
℟.: 'Onde queres que façamos os preparativos para comer a Páscoa?'
Narrador: Jesus respondeu:
℣.: 'Ide à cidade, procurai certo homem e dizei-lhe: 'O Mestre manda dizer: o meu tempo está próximo, vou celebrar a Páscoa em tua casa, junto com meus discípulos'.'
Narrador: Os discípulos fizeram como Jesus mandou e prepararam a Páscoa. Ao cair da tarde, Jesus pôs-se à mesa com os doze discípulos. Enquanto comiam, Jesus disse:
℣.: 'Em verdade eu vos digo, um de vós vai me trair.'
Narrador: Eles ficaram muito tristes e, um por um, começaram a lhe perguntar:
Leitor: 'Senhor, será que sou eu?'
Narrador: Jesus respondeu:
℣.: 'Quem vai me trair é aquele que comigo põe a mão no prato. O Filho do Homem vai morrer, conforme diz a Escritura a respeito dele. Contudo, ai daquele que trair o Filho do Homem! Seria melhor que nunca tivesse nascido!'
Narrador: Então Judas, o traidor, perguntou:
Leitor: 'Mestre, serei eu?'
Narrador: Jesus lhe respondeu:
℣.: 'Tu o dizes.'
Narrador: Enquanto comiam, Jesus tomou um pão e, tendo pronunciado a bênção, partiu-o, distribuiu-o aos discípulos, e disse:
℣.: 'Tomai e comei, isto é o meu corpo.'
Narrador: Em seguida, tomou um cálice, deu graças e entregou-lhes, dizendo:
℣.: Bebei dele todos. Pois isto é o meu sangue, o sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos, para remissão dos pecados. Eu vos digo: de hoje em diante não beberei deste fruto da videira, até ao dia em que, convosco, beberei o vinho novo no Reino do meu Pai.'
Narrador: Depois de terem cantado salmos, foram para o monte das Oliveiras. Então Jesus disse aos discípulos:
℣.: 'Esta noite, vós ficareis decepcionados por minha causa. Pois assim diz a Escritura: 'Ferirei o pastor e as ovelhas do rebanho se dispersarão.' Mas, depois de ressuscitar, eu irei à vossa frente para a Galiléia.'
Narrador: Disse Pedro a Jesus:
Leitor: 'Ainda que todos fiquem decepcionados por tua causa,
eu jamais ficarei.'
Narrador: Jesus lhe declarou:
℣.: 'Em verdade eu te digo, que, esta noite, antes que o galo cante, tu me negarás três vezes.'
Narrador: Pedro respondeu:
Leitor: 'Ainda que eu tenha de morrer contigo, mesmo assim não te negarei.'
Narrador: E todos os discípulos disseram a mesma coisa. Então Jesus foi com eles a um lugar chamado Getsêmani, e disse:
℣.: 'Sentai-vos aqui, enquanto eu vou até ali para rezar!'
Narrador: Jesus levou consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, e começou a ficar triste e angustiado. Então Jesus lhes disse:
℣.: 'Minha alma está triste até á morte. Ficai aqui e vigiai comigo!'
Narrador: Jesus foi um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto por terra e rezou:
℣.: 'Meu Pai, se é possível, afaste-se de mim este cálice. Contudo, não seja feito como eu quero, mas sim como tu queres.'
Narrador: Voltando para junto dos discípulos, Jesus encontrou-os dormindo, e disse a Pedro:
℣.: 'Vós não fostes capazes de fazer uma hora de vigília comigo? Vigiai e rezai, para não cairdes em tentação; pois o espírito está pronto, mas a carne é fraca.'
Narrador: Jesus se afastou pela segunda vez e rezou:
℣.: 'Meu Pai, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, seja feita a tua vontade!'
Narrador: Ele voltou de novo e encontrou os discípulos dormindo, porque seus olhos estavam pesados de sono. Deixando-os, Jesus afastou-se e rezou pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras. Então voltou para junto dos discípulos e disse:
℣.: Agora podeis dormir e descansar. Eis que chegou a hora e o Filho do Homem é entregue nas mãos dos pecadores. Levantai-vos! Vamos! Aquele que me vai trair, já está chegando.
Narrador: Jesus ainda falava, quando veio Judas, um dos Doze, com uma grande multidão armada de espadas e paus. Vinham a mandado dos sumos sacerdotes e dos anciãos do povo. O traidor tinha combinado com eles um sinal, dizendo:
Leitor: 'Jesus é aquele que eu beijar; prendei-o!'
Narrador: Judas, logo se aproximou de Jesus, dizendo:
Leitor: 'Salve, Mestre!' E beijou-o.
Narrador: Jesus lhe disse:
℣.: 'Amigo, a que vieste?'
Narrador: Então os outros avançaram lançaram as mãos sobre Jesus e o prenderam. Nesse momento, um dos que estavam com Jesus estendeu a mão, puxou a espada, e feriu o servo do Sumo Sacerdote, cortando-lhe a orelha. Jesus, porém, lhe disse:
℣.: 'Guarda a espada na bainha! pois todos os que usam a espada pela espada morrerão. Ou pensas que eu não poderia recorrer ao meu Pai e ele me mandaria logo mais de doze legiões de anjos? Então, como se cumpririam as Escrituras, que dizem que isso deve acontecer?
Narrador: E, naquela hora, Jesus disse à multidão:
℣.: 'Vós viestes com espadas e paus para me prender, como se eu fosse um assaltante. Todos os dias, no Templo, eu me sentava para ensinar, e vós não me prendestes.'
Narrador: Porém, tudo isto aconteceu para se cumprir o que os profetas escreveram. Então todos os discípulos, abandonando Jesus, fugiram. Aqueles que prenderam Jesus levaram-no à casa do Sumo Sacerdote Caifás, onde estavam reunidos os mestres da Lei e os anciãos. Pedro seguiu Jesus de longe até o pátio interno da casa do Sumo Sacerdote. Entrou e sentou-se com os guardas para ver como terminaria tudo aquilo. Ora, os sumos sacerdotes e todo o Sinédrio procuravam um falso testemunho contra Jesus, a fim de condená-lo à morte. E nada encontraram, embora se apresentassem muitas falsas testemunhas. Por fim, vieram duas testemunhas, que afirmaram:
Leitor: 'Este homem declarou: 'posso destruir o Templo de Deus e construí-lo de novo em três dias'.'
Narrador: Então o Sumo Sacerdote levantou-se e perguntou a Jesus:
Leitor: 'Nada tens a responder ao que estes testemunham contra ti?'
Narrador: Jesus, porém, continuava calado. E o Sumo Sacerdote lhe disse:
Leitor: 'Eu te conjuro pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Messias, o Filho de Deus.'
Narrador: Jesus respondeu:
℣.: 'Tu o dizes. Além disso, eu vos digo que de agora em diante vereis o Filho do Homem sentado à direita do Todo-poderoso, vindo sobre as nuvens do céu.'
Narrador: Então o sumo sacerdote rasgou suas vestes
e disse:
Leitor: 'Blasfemou! Que necessidade temos ainda de testemunhas? Pois agora mesmo vós ouvistes a blasfêmia. Que vos parece?'
Narrador: Responderam:
℟.: 'É réu de morte!'
Narrador: Então cuspiram no rosto de Jesus e o esbofetearam. Outros lhe deram bordoadas, dizendo:
℟.: 'Faze-nos uma profecia, Cristo, quem foi que te bateu?'
Narrador: Pedro estava sentado fora, no pátio. Uma criada chegou perto dele e disse:
Leitor: 'Tu também estavas com Jesus, o Galileu!'
Narrador: Mas ele negou diante de todos:
Leitor: 'Não sei o que tu estás dizendo'.
Narrador: E saiu para a entrada do pátio. Então uma outra criada viu Pedro e disse aos que estavam ali:
Leitor: 'Este também estava com Jesus, o Nazareno.'
Narrador: Pedro negou outra vez, jurando:
Leitor: 'Nem conheço esse homem!'
Narrador: Pouco depois, os que estavam ali aproximaram-se de Pedro e disseram:
Leitor: 'É claro que tu também és um deles, pois o teu modo de falar te denuncia.'
Narrador: Pedro começou a maldizer e a jurar, dizendo que não conhecia esse homem! E nesse instante o galo cantou. Pedro se lembrou do que Jesus tinha dito: 'Antes que o galo cante, tu me negarás três vezes.' E saindo dali, chorou amargamente. De manhã cedo, todos os sumos sacerdotes e os anciãos do povo convocaram um conselho contra Jesus, para condená-lo à morte. Eles o amarraram, levaram-no e o entregaram a Pilatos, o governador. Então Judas, o traidor, ao ver que Jesus fora condenado, ficou arrependido e foi devolver as trinta moedas de prata aos sumos sacerdotes e aos anciãos, dizendo:
Leitor: 'Pequei, entregando à morte um homem inocente.'
Narrador: Eles responderam:
Leitor: 'O que temos nós com isso? O problema é teu.'
Narrador: Judas jogou as moedas no santuário, saiu e foi se enforcar. Recolhendo as moedas, os sumos sacerdotes disseram:
Leitor: 'É contra a Lei colocá-las no tesouro do Templo, porque é preço de sangue.'
Narrador: Então discutiram em conselho e compraram com elas o Campo do Oleiro, para aí fazer o cemitério dos estrangeiros. É por isso que aquele campo até hoje é chamado de 'Campo de Sangue'. Assim se cumpriu o que tinha dito o profeta Jeremias: 'Eles pegaram as trinta moedas de prata - preço do Precioso, preço com que os filhos de Israel o avaliaram - e as deram em troca do Campo do Oleiro, conforme o Senhor me ordenou!' Jesus foi posto diante do governador, e este o interrogou:
Leitor: 'Tu és o rei dos judeus?'
Narrador: Jesus declarou:
℣.: 'É como dizes',
Narrador: e nada respondeu, quando foi acusado pelos sumos sacerdotes e anciãos. Então Pilatos perguntou:
Leitor: 'Não estás ouvindo de quanta coisa eles te acusam?'
Narrador: Mas Jesus não respondeu uma só palavra, e o governador ficou muito impressionado. Na festa da Páscoa, o governador costumava soltar o prisioneiro que a multidão quisesse. Naquela ocasião, tinham um prisioneiro famoso, chamado Barrabás. Então Pilatos perguntou à multidão reunida:
Leitor: 'Quem vós quereis que eu solte: Barrabás, ou Jesus, a quem chamam de Cristo?'
Narrador: Pilatos bem sabia que eles haviam entregado Jesus por inveja. Enquanto Pilatos estava sentado no tribunal, sua mulher mandou dizer a ele:
Leitor: 'Não te envolvas com esse justo! porque esta noite, em sonho, sofri muito por causa dele.'
Narrador: Porém, os sumos sacerdotes e os anciãos convenceram as multidões para que pedissem Barrabás e que fizessem Jesus morrer. O governador tornou a perguntar:
Leitor: 'Qual dos dois quereis que eu solte?'
Narrador: Eles gritaram:
℟.: 'Barrabás.'
Narrador:  Pilatos perguntou:
Leitor: 'Que farei com Jesus, que chamam de Cristo?'
Narrador: Todos gritaram:
℟.: 'Seja crucificado!'
Narrador: Pilatos falou:
Leitor: 'Mas, que mal ele fez?'
Narrador: Eles, porém, gritaram com mais força:
℟.: 'Seja crucificado!'
Narrador: Pilatos viu que nada conseguia e que poderia haver uma revolta. Então mandou trazer água, lavou as mãos diante da multidão, e disse:
Leitor: 'Eu não sou responsável pelo sangue deste homem. Este é um problema vosso!'
Narrador: O povo todo respondeu:
℟.: 'Que o sangue dele caia sobre nós e sobre os nossos filhos'.
Narrador: Então Pilatos soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus, e entregou-o para ser crucificado. Em seguida, os soldados de Pilatos levaram Jesus ao palácio do governador, e reuniram toda a tropa em volta dele. Tiraram sua roupa e o vestiram com um manto vermelho; depois teceram uma coroa de espinhos, puseram a coroa em sua cabeça, e uma vara em sua mão direita. Então se ajoelharam diante de Jesus e zombaram, dizendo:
℟.: 'Salve, rei dos judeus!'
Narrador: Cuspiram nele e, pegando uma vara, bateram na sua cabeça. Depois de zombar dele, tiraram-lhe o manto vermelho e, de novo, o vestiram com suas próprias roupas. Daí o levaram para crucificar. Quando saíam, encontraram um homem chamado Simão, da cidade de Cirene, e o obrigaram a carregar a cruz de Jesus. E chegaram a um lugar chamado Gólgota, que quer dizer 'lugar da caveira'. Ali deram vinho misturado com fel para Jesus beber. Ele provou, mas não quis beber. Depois de o crucificarem, fizeram um sorteio, repartindo entre si as suas vestes. E ficaram ali sentados, montando guarda. Acima da cabeça de Jesus puseram o motivo da sua condenação:
Leitor: 'Este é Jesus, o Rei dos Judeus.'
Narrador: Com ele também crucificaram dois ladrões, um à direita e outro à esquerda de Jesus. As pessoas que passavam por ali o insultavam, balançando a cabeça e dizendo:
℟.: 'Tu que ias destruir o Templo e construí-lo de novo em três dias, salva-te a ti mesmo! Se és o Filho de Deus, desce da cruz!'
Narrador: Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, junto com os mestres da Lei e os anciãos, também zombaram de Jesus:
℟.: 'A outros salvou... a si mesmo não pode salvar! É Rei de Israel... Desça agora da cruz! e acreditaremos nele. Confiou em Deus; que o livre agora, se é que Deus o ama! Já que ele disse: Eu sou o Filho de Deus.'
Narrador: Do mesmo modo, também os dois ladrões que foram crucificados com Jesus, o insultavam. Desde o meio-dia até às três horas da tarde, houve escuridão sobre toda a terra. Pelas três horas da tarde, Jesus deu um forte grito:
℣.: 'Eli, Eli, lamá sabactâni?',
Narrador: que quer dizer:
℣.: 'Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?'
Narrador: Alguns dos que ali estavam, ouvindo-o, disseram:
℟.: 'Ele está chamando Elias!'
Narrador: E logo um deles, correndo, pegou uma esponja, ensopou-a em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara, e lhe deu para beber. Outros, porém, disseram:
℟.: 'Deixa, vamos ver se Elias vem salvá-lo!'
Narrador: Então Jesus deu outra vez um forte grito e entregou o espírito.
 
Aqui todos se ajoelham e faz-se uma pausa.
 
Narrador: E eis que a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes, a terra tremeu e as pedras se partiram. Os túmulos se abriram e muito corpos dos santos falecidos ressuscitaram! Saindo dos túmulos, depois da ressurreição de Jesus, apareceram na Cidade Santa e foram vistos por muitas pessoas. O oficial e os soldados que estavam com ele guardando Jesus, ao notarem o terremoto e tudo que havia acontecido, ficaram com muito medo e disseram:
℟.: 'Ele era mesmo Filho de Deus!'
Narrador: Grande número de mulheres estava alí, olhando de longe. Elas haviam acompanhado Jesus desde a Galiléia, prestando-lhe serviços. Entre elas estavam Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu. Ao entardecer, veio um homem rico de Arimatéia, chamado José, que também se tornara discípulo de Jesus. Ele foi procurar Pilatos e pediu o corpo de Jesus. Então Pilatos mandou que lhe entregassem o corpo. José, tomando o corpo, envolveu-o num lençol limpo, e o colocou em um túmulo novo, que havia mandado escavar na rocha. Em seguida, rolou uma grande pedra para fechar a entrada do túmulo, e retirou-se. Maria Madalena e a outra Maria
estavam ali sentadas, diante do sepulcro. No dia seguinte, como era o dia depois da preparação para o sábado, os sumos sacerdotes e os fariseus foram ter com Pilatos, e disseram:
Leitor: 'Senhor, nós nos lembramos de que quando este impostor ainda estava vivo, disse: 'Depois de três dias eu ressuscitarei!' Portanto, manda guardar o sepulcro até ao terceiro dia, para não acontecer que os discípulos venham roubar o corpo e digam ao povo: 'Ele ressuscitou dos mortos!' pois essa última impostura seria pior do que a primeira.'
Narrador: Pilatos respondeu:
Leitor: 'Tendes uma guarda. Ide e guardai o sepulcro como melhor vos parecer.'
Narrador: Então eles foram reforçar a segurança do sepulcro: lacraram a pedra e montaram guarda.
Palavra da Salvação.
℟.:   Glória a vós, Senhor.
 Forma Longa (Mt 27, 11 - 54) 

Narrador: Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo Mateus.
Naquele tempo: Jesus foi posto diante do governador, e este o interrogou:
Leitor: 'Tu és o rei dos judeus?'
Narrador: Jesus declarou:
℣.: 'É como dizes',
Narrador: e nada respondeu, quando foi acusado pelos sumos sacerdotes e anciãos. Então Pilatos perguntou:
Leitor: 'Não estás ouvindo de quanta coisa eles te acusam?'
Narrador: Mas Jesus não respondeu uma só palavra, e o governador ficou muito impressionado. Na festa da Páscoa, o governador costumava soltar o prisioneiro que a multidão quisesse. Naquela ocasião, tinham um prisioneiro famoso, chamado Barrabás. Então Pilatos perguntou à multidão reunida:
Leitor: 'Quem vós quereis que eu solte: Barrabás, ou Jesus, a quem chamam de Cristo?'
Narrador: Pilatos bem sabia que eles haviam entregado Jesus por inveja. Enquanto Pilatos estava sentado no tribunal, sua mulher mandou dizer a ele:
Leitor: 'Não te envolvas com esse justo! porque esta noite, em sonho, sofri muito por causa dele.'
Narrador: Porém, os sumos sacerdotes e os anciãos convenceram as multidões para que pedissem Barrabás e que fizessem Jesus morrer. O governador tornou a perguntar:
Leitor: 'Qual dos dois quereis que eu solte?'
Narrador: Eles gritaram:
℟.: 'Barrabás.'
Narrador:  Pilatos perguntou:
Leitor: 'Que farei com Jesus, que chamam de Cristo?'
Narrador: Todos gritaram:
℟.: 'Seja crucificado!'
Narrador: Pilatos falou:
Leitor: 'Mas, que mal ele fez?'
Narrador: Eles, porém, gritaram com mais força:
℟.: 'Seja crucificado!'
Narrador: Pilatos viu que nada conseguia e que poderia haver uma revolta. Então mandou trazer água, lavou as mãos diante da multidão, e disse:
Leitor: 'Eu não sou responsável pelo sangue deste homem. Este é um problema vosso!'
Narrador: O povo todo respondeu:
℟.:'Que o sangue dele caia sobre nós e sobre os nossos filhos'.
Narrador: Então Pilatos soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus, e entregou-o para ser crucificado. Em seguida, os soldados de Pilatos levaram Jesus ao palácio do governador, e reuniram toda a tropa em volta dele. Tiraram sua roupa e o vestiram com um manto vermelho; depois teceram uma coroa de espinhos, puseram a coroa em sua cabeça, e uma vara em sua mão direita. Então se ajoelharam diante de Jesus e zombaram, dizendo:
℟.: 'Salve, rei dos judeus!'
Narrador: Cuspiram nele e, pegando uma vara, bateram na sua cabeça. Depois de zombar dele, tiraram-lhe o manto vermelho e, de novo, o vestiram com suas próprias roupas. Daí o levaram para crucificar. Quando saíam, encontraram um homem chamado Simão, da cidade de Cirene, e o obrigaram a carregar a cruz de Jesus. E chegaram a um lugar chamado Gólgota, que quer dizer 'lugar da caveira'. Ali deram vinho misturado com fel para Jesus beber. Ele provou, mas não quis beber. Depois de o crucificarem, fizeram um sorteio, repartindo entre si as suas vestes. E ficaram ali sentados, montando guarda. Acima da cabeça de Jesus puseram o motivo da sua condenação:
Leitor: 'Este é Jesus, o Rei dos Judeus.'
Narrador: Com ele também crucificaram dois ladrões, um à direita e outro à esquerda de Jesus. As pessoas que passavam por ali o insultavam, balançando a cabeça e dizendo:
℟.: 'Tu que ias destruir o Templo e construí-lo de novo em três dias, salva-te a ti mesmo! Se és o Filho de Deus, desce da cruz!'
Narrador: Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, junto com os mestres da Lei e os anciãos, também zombaram de Jesus:
℟.: 'A outros salvou... a si mesmo não pode salvar! É Rei de Israel... Desça agora da cruz! e acreditaremos nele. Confiou em Deus; que o livre agora, se é que Deus o ama! Já que ele disse: Eu sou o Filho de Deus.'
Narrador: Do mesmo modo, também os dois ladrões que foram crucificados com Jesus, o insultavam. Desde o meio-dia até às três horas da tarde, houve escuridão sobre toda a terra. Pelas três horas da tarde, Jesus deu um forte grito:
℣.: 'Eli, Eli, lamá sabactâni?',
Narrador: que quer dizer:
℣.: 'Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?'
Narrador: Alguns dos que ali estavam, ouvindo-o, disseram:
℟.: 'Ele está chamando Elias!'
Narrador: E logo um deles, correndo, pegou uma esponja, ensopou-a em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara, e lhe deu para beber. Outros, porém, disseram:
℟.: 'Deixa, vamos ver se Elias vem salvá-lo!'
Narrador: Então Jesus deu outra vez um forte grito e entregou o espírito.
 
Aqui todos se ajoelham e faz-se uma pausa.
 
Narrador: E eis que a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes, a terra tremeu e as pedras se partiram. Os túmulos se abriram e muito corpos dos santos falecidos ressuscitaram! Saindo dos túmulos, depois da ressurreição de Jesus, apareceram na Cidade Santa e foram vistos por muitas pessoas. O oficial e os soldados que estavam com ele guardando Jesus, ao notarem o terremoto e tudo que havia acontecido, ficaram com muito medo e disseram:
℟.: 'Ele era mesmo Filho de Deus!'
Narrador:  Palavra da Salvação.
℟.:   Glória a vós, Senhor.


HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo Apostólico)

Pres.: Professemos a nossa fé.
℟.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, 
Às palavras seguintes até da Virgem Maria, todos se inclinam. 
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.

ORAÇÃO DOS FIÉS

Pres.: Irmãos e irmãs, seguindo os passos de Jesus, que chega a Jerusalém para revelar a plenitude do projeto salvífico, invoquemos confiantes ao Deus Salvador, rezando:

℟.: Pela paixão do vosso Filho, escutai-nos, Senhor.

1. Pela Igreja, com seus ministros e fiéis, para que, percorrendo esses dias da Paixão, renovem a disposição de servir àqueles que, como o Cristo, sofrem com as condenações injustas são crucificados diariamente, rezemos.

2. Por todos os fiéis, para que, ao longo destes dias, recordando os mistérios da vida de Jesus Cristo, possam renovar sua fé e sua disposição de testemunhar os valores evangélicos, rezemos.

3. 
Por aqueles que vão receber os sacramentos da Iniciação à Vida Cristã na Vigília Pascal, para que vivam com alegria e entusiasmo este momento em que associam sua vida aos mistérios da vida de Cristo, rezemos.

4. Pelos jovens, para que o encontro pessoal com Jesus suscite neles o desejo de oferecer-lhe a própria vida no sacerdócio ou na vida consagrada, rezemos.

5. Pela nossa comunidade, para que, acolhendo o Mistério da Cruz, vivamos a Semana Santa com fé sincera e amor fraterno, rezemos.

Pres.: Acolhei, Senhor, estas preces dos vossos filhos e filhas, que desejam celebrar com perseverança os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição do vosso Filho, Jesus Cristo, que convosco vive e reina para sempre.
℟.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Ó MORTE, ESTÁS VENCIDA
PELO SENHOR DA VIDA,
PELO SENHOR DA VIDA!

O SERVO DO SENHOR
FEZ SUA, NOSSA DOR.

Ó MORTE, ESTÁS VENCIDA
PELO SENHOR DA VIDA,
PELO SENHOR DA VIDA!

DE ADÃO A TRISTE SORTE,
AO CRISTO TROUXE A MORTE.

Ó MORTE, ESTÁS VENCIDA
PELO SENHOR DA VIDA,
PELO SENHOR DA VIDA!

EIS O CORDEIRO MUDO,
VAZIO ESTÁ DE TUDO.

Ó MORTE, ESTÁS VENCIDA
PELO SENHOR DA VIDA,
PELO SENHOR DA VIDA!

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. 
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: — Pela paixão do vosso Filho Unigênito, apressai, Senhor, 
— a hora da nossa reconciliação; concedei-nos,  por este único 
— e admirável sacrifício, a misericórdia que não 
— merecemos por nossas obras. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: — Amém.

PREFÁCIO
(A Paixão do Senhor)

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: — O Senhor esteja convosco.
℟.: — Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: — Corações ao alto.
℟.: — O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: — Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: — É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.:  
— Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, 
— sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, nosso Senhor. 
Inocente, dignou-se sofrer pelos pecadores. Santíssimo, quis ser condenado a morrer pelos criminosos.
— Sua morte apagou nossos pecados e sua ressurreição trouxe-nos a justificação.
— Por isso, com todos os anjos, nós vos louvamos em alegre celebração, cantando 
sem cessar:

Santo
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO!
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA. HOSANA NAS ALTURAS! 
BENDITO O QUE VEM, EM NOME DO SENHOR! HOSANA NAS ALTURAS! 

 ORAÇÃO EUCARÍSTICA II 
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois,estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, 
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, 
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
inclina-se levemente
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia, 
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos.
inclina-se levemente
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: — Mistério da fé para a salvação do mundo!
℟.: — Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes de sua vida imortal; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Inocêncio, com o nosso Bispo N., os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (São N.: Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.

 ORAÇÃO EUCARÍSTICA III 

 O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.

Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a  fim de que se tornem o Corpo + e o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia, 
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.


Pres.: — Mistério da fé para a salvação do mundo!
℟.: — Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder phor nós na vossa presença.
℟.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Inocêncio e o nosso Bispo N., com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.



Pres.: — Por Cristo, com Cristo, e em Cristo,
— a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo,
— toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
℟.: — Amém! Amém! Amém!

ORAÇÃO DO SENHOR
(Tonus Solemnis)

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: — Somos chamados filhos de Deus e realmente o somos, por isso, podemos rezar confiantes:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: — Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: — Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
℟.: — Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.

FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE,TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE,TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ, SENHOR, A VOSSA PAZ.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: — Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: — Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e 
reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

PROVA DE AMOR MAIOR NÃO HÁ
QUE DOAR A VIDA PELO IRMÃO!
PROVA DE AMOR MAIOR NÃO HÁ
QUE DOAR A VIDA PELO IRMÃO!

EIS QUE EU VOS DOU
UM NOVO MANDAMENTO:
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS
COMO EU VOS TENHO AMADO

PROVA DE AMOR MAIOR NÃO HÁ
QUE DOAR A VIDA PELO IRMÃO!
PROVA DE AMOR MAIOR NÃO HÁ
QUE DOAR A VIDA PELO IRMÃO!

VÓS SEREIS OS MEUS AMIGOS
SE SEGUIRDES MEU PRECEITO:
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS
COMO EU VOS TENHO AMADO

PROVA DE AMOR MAIOR NÃO HÁ
QUE DOAR A VIDA PELO IRMÃO!
PROVA DE AMOR MAIOR NÃO HÁ
QUE DOAR A VIDA PELO IRMÃO!

PERMANECEI EM MEU AMOR
E SEGUI MEU MANDAMENTO:
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS
COMO EU VOS TENHO AMADO

PROVA DE AMOR MAIOR NÃO HÁ
QUE DOAR A VIDA PELO IRMÃO!
PROVA DE AMOR MAIOR NÃO HÁ
QUE DOAR A VIDA PELO IRMÃO!

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Pres.: — Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Saciados pelo vosso sacramento, nós vos pedimos, Senhor: 
como pela morte do vosso Filho nos destes esperar o que cremos, 
dai-nos, pela sua ressurreição, alcançar o que buscamos. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: — Amém.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: — O Senhor esteja convosco.
℟.: — Ele está no meio de nós.

O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote, pode fazer o convite com estas ou outras palavras:
℣.: — Inclinai-vos para receber a bênção.

O sacerdote estende as mãos sobre o povo, dizendo:
Pres.: —  Olhai, Senhor, esta vossa família, pela qual nosso Senhor Jesus Cristo
— não hesitou entregar-se às mãos dos malfeitores e sofrer o suplício da cruz.
— Ele, que vive e reina pelos séculos dos séculos.
℟.: — Amém.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: — E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: — Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: — Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
℟.: — Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

CANTO FINAL
NO CAMINHO DA HISTÓRIA E DA VIDA,
HÁ UM POVO CHAMADO A SERVIR.
FAZ DA IGREJA SINAL DE COMUNHÃO,
COMO TESTEMUNHAS DA SALVAÇÃO.
ENTRE LUTAS, ESPERANÇAS E DORES,
DEUS NOS CHAMA A SAIR E ANUNCIAR.
O SENHOR NOS REÚNE EM FRATERNIDADE,
E ENVIA SEUS FILHOS E FILHAS
COMO TESTEMUNHAS DA SALVAÇÃO

“VÓS SOIS MINHAS TESTEMUNHAS”, DIZ O SENHOR,
IDE AO MUNDO ANUNCIAR O MEU AMOR.
NA MISSÃO, COMO IRMÃOS EM COMUNHÃO,
SOMOS POVO ENVIADO EM MISSÃO!
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