Livreto Celebrativo | Santa Missa presidida por Sua Santidade no segundo dia de visita a Prelazia de São Sebastião



LIVRETO CELEBRATIVO
SANTA MISSA
CELEBRADO POR SUA SANTIDADE 
   PAPA INOCÊNCIO II 
 Estádio do Maracanã 16.03.26

RITOS INICIAIS 

CANTO DE ENTRADA 
(Senhor Eis aqui o teu povo)

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

​​​SENHOR, EIS AQUI O TEU POVO

​SENHOR, EIS AQUI O TEU POVO

QUE VEM IMPLORAR TEU PERDÃO

É GRANDE O NOSSO PECADO

PORÉM, É MAIOR O TEU CORAÇÃO

SABENDO QUE ACOLHESTE ZAQUEU, O COBRADOR

E ASSIM LHE DEVOLVESTE TUA PAZ E TEU AMOR

TAMBÉM NOS COLOCAMOS AO LADO DOS QUE VÃO

BUSCAR NO TEU ALTAR A GRAÇA DO PERDÃO

SENHOR, EIS AQUI O TEU POVO

QUE VEM IMPLORAR TEU PERDÃO

É GRANDE O NOSSO PECADO

PORÉM, É MAIOR O TEU CORAÇÃO

REVENDO EM MADALENA A NOSSA PRÓPRIA FÉ

CHORANDO NOSSAS PENAS DIANTE DOS TEUS PÉS

TAMBÉM NÓS DESEJAMOS O NOSSO AMOR TE DAR

PORQUE SÓ MUITO AMOR NOS PODE LIBERTAR

SENHOR, EIS AQUI O TEU POVO

QUE VEM IMPLORAR TEU PERDÃO

É GRANDE O NOSSO PECADO

PORÉM, É MAIOR O TEU CORAÇÃO

PORÉM, É MAIOR O TEU CORAÇÃO

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. 

SAUDAÇÃO 

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O povo responde:

℟.: Amém.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:

Pres.:  A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.

O povo responde:

℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL 

(Kyrie - Missa XVII)

Primeira fórmula

Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Após um instante de silêncio inicia-se o canto;

​KYRIE, ELEISON.

​R/. KYRIE, ELEISON.

​CHRISTE, ELEISON.

​R/. CHRISTE, ELEISON.

​KYRIE, ELEISON.

​R/. KYRIE, ELEISON.

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:

℟.: Amen.

ORAÇÃO COLETA 

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.

Ó Deus, que renovais o mundo com admiráveis sacramentos, concedei à vossa Igreja caminhar segundo a vossa vontade sem que jamais lhe faltem neste mundo os auxílios de que necessita. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta; ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA 

PRIMEIRA LEITURA 

(Is 65, 17-21)

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor:  Leitura do Livro do Profeta Isaías

Assim fala o Senhor: “Eis que eu criarei novos céus e nova terra, coisas passadas serão esquecidas, não voltarão mais à memória. Ao contrário, haverá alegria e exultação sem fim em razão das coisas que eu vou criar; farei de Jerusalém a cidade da exultação e um povo cheio de alegria. Eu também exulto com Jerusalém e alegro-me com o meu povo; ali nunca mais se ouvirá a voz do pranto e o grito de dor. Ali não haverá crianças condenadas a poucos dias de vida nem anciãos que não completem seus dias. Será considerado jovem quem morrer aos cem anos; e quem não alcançar cem anos, passará por maldito. Construirão casas para nelas morar, plantarão vinhas para comer seus frutos”.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Leitor: Palavra do Senhor. 

Todos aclamam:

℟.: Graças a Deus.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

SALMO RESPONSORIAL 

(Sl 29(30), 2 e 4. 5-6. 11-12a e 13b (R. 2a))

O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

℟.: EU VOS EXALTO, Ó SENHOR, POIS ME LIVRASTES!

​— EU VOS EXALTO, Ó SENHOR, POIS ME LIVRASTES, E NÃO DEIXASTES RIR DE MIM MEUS INIMIGOS! VÓS TIRASTES MINHA ALMA DOS ABISMOS E ME SALVASTES, QUANDO ESTAVA JÁ MORRENDO! ℟.

​— CANTAI SALMOS AO SENHOR, POVO FIEL, DAI-LHE GRAÇAS E INVOCAI SEU SANTO NOME! POIS SUA IRA DURA APENAS UM MOMENTO, MAS SUA BONDADE PERMANECE A VIDA INTEIRA; SE À TARDE VEM O PRANTO VISITAR-NOS, DE MANHÃ VEM SAUDAR-NOS A ALEGRIA. ℟.

​— ESCUTAI-ME, SENHOR DEUS, TENDE PIEDADE! SEDE, SENHOR, O MEU ABRIGO PROTETOR! TRANSFORMASTES O MEU PRANTO EM UMA FESTA, SENHOR MEU DEUS, ETERNAMENTE HEI DE LOUVAR-VOS! ℟.

Após o salmo, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO 

(Louvor e glória a ti Senhor)

Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.

LOUVOR E GLÓRIA A TI, SENHOR

CRISTO, PALAVRA DE DEUS!

CRISTO, PALAVRA DE DEUS!

AGORA EIS O QUE DIZ O SENHOR, DE CORAÇÃO CONVERTEI-VOS A MIM, POIS SOU BOM COMPASSIVO E CLEMENTE

LOUVOR E GLÓRIA A TI, SENHOR

CRISTO, PALAVRA DE DEUS!

CRISTO, PALAVRA DE DEUS!

EVANGELHO 

(Jo 4, 43-54)

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

℣.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho:

em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

℣.: Amém.

O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:

℣.: O Senhor esteja convosco.

O povo responde:

℟.: Ele está no meio de nós.

O sacerdote, diz:

℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João 

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

O povo aclama:

℟.: Glória a vós, Senhor.

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

Então o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, Jesus partiu da Samaria para a Galileia. O próprio Jesus tinha declarado, que um profeta não é honrado na sua própria terra. Quando então chegou à Galileia, os galileus receberam-no bem, porque tinham visto tudo o que Jesus havia feito em Jerusalém, durante a festa. Pois também eles tinham ido à festa. Assim, Jesus voltou para Caná da Galileia, onde havia transformado a água em vinho. Havia em Cafarnaum um funcionário do rei que tinha um filho doente. Ouviu dizer que Jesus tinha vindo da Judeia para a Galileia. Ele saiu ao seu encontro e pediu-lhe que fosse a Cafarnaum curar seu filho, que estava morrendo. 48Jesus disse-lhe: “Se não virdes sinais e prodígios, não acreditais”. O funcionário do rei disse: “Senhor, desce, antes que meu filho morra!” Jesus lhe disse: “Podes ir, teu filho está vivo”. O homem acreditou na palavra de Jesus e foi embora. Enquanto descia para Cafarnaum, seus empregados foram ao seu encontro, dizendo que o seu filho estava vivo. O funcionário perguntou a que horas o menino tinha melhorado. Eles responderam: “A febre desapareceu, ontem, pela uma da tarde”. O pai verificou que tinha sido exatamente na mesma hora em que Jesus lhe havia dito: “Teu filho está vivo”. Então, ele abraçou a fé, juntamente com toda a sua família. Esse foi o segundo sinal de Jesus. Realizou-o quando volt

Terminado o Evangelho, o sacerdote aclama:

℣.: Palavra da Salvação.

O povo aclama:

℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:

Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA 

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

ORAÇÃO DOS FIÉIS 

Introdução: 

Pres.: Irmãos e irmãs, é preciso rezar em todo tempo; mas sobretudo nestes dias da Quaresma devemos elevar nossa oração a Deus, em fervorosa vigília com o Cristo. 

℟.:  Senhor, tende piedade de nós.

1. Por todo o povo cristão, para que neste tempo sagrado se alimente com maior abundância de toda palavra que sai da boca de Deus, rezemos ao Senhor. ℟.:

2. Pelo mundo inteiro, para que nossos dias se tornem realmente, na tranquilidade e na paz, tempo de graça e salvação, rezemos ao Senhor.℟.: 

3. Pelos pecadores e indiferentes, para que, neste tempo propício, se voltem para Deus, rezemos ao Senhor. ℟.: 

4. Por todos nós, para que se desperte em nossos corações a contrição dos pecados, rezemos ao Senhor. ℟.: 

Conclusão: 

Pres.: Ó Deus, fazei que o vosso povo se volte para vós de todo o coração, para que receba da vossa misericórdia o que ousa pedir em suas suplicas. Por Cristo, nosso Senhor. 

℟.: Amém

LITURGIA EUCARÍSTICA 

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS 

(Recebei de nós ó Senhor)

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

​​RECEBEI DE NÓS, SENHOR,

ESTES DONS DE NOSSO AMOR!

​NESTA MESA PREPARADA

PARA A CEIA DO SENHOR,

COLOCAMOS COM CARINHO,

NOSSA DÁDIVA DE AMOR.

​NOSSO PÃO E NOSSO VINHO

OFERTAMOS AO SENHOR,

NOSSO PÃO E NOSSO VINHO

SERÃO CRISTO REDENTOR.

​O LIDAR DE CADA DIA

OFERECEMOS AO SENHOR;

ENTREGAMOS COM ALEGRIA

NOSSA VIDA EM DOM DE AMOR.

​NOSSA VIDA DE TRABALHO

OFERECEMOS AO SENHOR;

NÓS VIVEMOS TRABALHANDO

PELO NOSSO REDENTOR.

​O DEVER DE CADA DIA

CONSAGRAMOS AO SENHOR;

NOSSA PAZ, NOSSA ALEGRIA,

NOSSA DOR E NOSSO AMOR.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:

℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.

Coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:

Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO 

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS 

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;

Pres.: Possamos, Senhor, colher os frutos do sacrifício que vamos oferecer, para que, purificados da antiga condição de pecado, cresçamos numa vida nova. Por Cristo, nosso Senhor.

o terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

PREFÁCIO DA QUARESMA V

( O Êxodo no Deserto Quaresmal )

Este prefácio deve ser usado no primeiro lugar Domingo da Quaresma.

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:

Pres.: O Senhor esteja convosco. 

℟.: Ele está no meio de nós. 

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:

Pres.: Corações ao alto. 

℟.: Nosso Coração está em Deus. 

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:

Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus. 

℟.: É nosso dever e nossa salvação. 

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.

Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação louvar-vos, Pai santo, rico em misericórdia, e bendizer vosso nome em nossa caminhada para a luz da Páscoa, seguindo os passos de Cristo, mestre e modelo da humanidade, reconciliada e vivificada no amor. Vós reabris para a Igreja, durante esta Quaresma, a estrada do êxodo, para que ela, aos pés da montanha sagrada, humildemente tome consciência de sua vocação de povo da Aliança, convocado para cantar os vossos louvores, escutar a vossa Palavra e experimentar os vossos prodígios. Por isso, vendo com alegria estes sinais de salvação, unidos aos Anjos, ministros da vossa glória, proclamamos os vossos louvores, cantando a uma só voz:

SANTO

(Sanctus - Missa XVII) 

Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando:

SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS DOMINUS DEUS SABAOTH 

PLENI SUNT CÆLI ET TERRA GLORIA TUA  HOSANNA IN EXCELSIS 

BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI

HOSANNA IN EXCELSIS 

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.

Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:

Santificai, pois,estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, 

une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:

a fim de que se tornem para nós o Corpo e  o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.

A assembleia aclama:

℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, 

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:

inclina-se levemente

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:

Do mesmo modo, no fim da ceia, 

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos, dizendo:

inclina-se levemente

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:

Pres.: Mistério da fé!

A assembleia aclama:

℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

A assembleia aclama:

℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

A assembleia aclama:

℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Inocêncio, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.

A assembleia aclama:

℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

A assembleia aclama:

℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos

une as mãos

por Jesus Cristo, vosso Filho.


DOXOLÓGIA 

(Amém)

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.

A assembleia aclama:

 ℟.: Amém

ORAÇÃO DO SENHOR 

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos unidas:

Pres.: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos e filhas, digamos juntos:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O sacerdote une as mãos. 

O povo conclui a oração, aclamando:

℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

℟.: Amem.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: A paz do Senhor esteja convosco.

O povo responde:

℟.: O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

FRAÇÃO DO PÃO 

(Agnus Dei - Missa XVII)

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI 

MISERÉRE NOBIS 

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI 

MISERÉRE NOBIS 

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI 

DONA NOBIS PACEM 

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Quem come minha Carne e bebe meu Sangue permanece em mim e eu nele.

Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

℣.: O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:

℟.: Amém.

E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

COMUNHÃO 

(Eu vim para que todos tenham vida)

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

​​EU VIM PARA QUE TODOS TENHAM VIDA

QUE TODOS TENHAM VIDA PLENAMENTE

EU VIM PARA QUE TODOS TENHAM VIDA

QUE TODOS TENHAM VIDA PLENAMENTE

​RECONSTRÓI A TUA VIDA EM COMUNHÃO COM TEU SENHOR

RECONSTRÓI A TUA VIDA EM COMUNHÃO COM TEU IRMÃO

ONDE ESTÁ O TEU IRMÃO, EU ESTOU PRESENTE NELE

EU VIM PARA QUE TODOS TENHAM VIDA

QUE TODOS TENHAM VIDA PLENAMENTE

EU VIM PARA QUE TODOS TENHAM VIDA

QUE TODOS TENHAM VIDA PLENAMENTE

​EU PASSEI FAZENDO O BEM, EU CUREI TODOS OS MALES

HOJE ÉS MINHA PRESENÇA JUNTO A TODO SOFREDOR

ONDE SOFRE O TEU IRMÃO, EU ESTOU SOFRENDO NELE

EU VIM PARA QUE TODOS TENHAM VIDA

QUE TODOS TENHAM VIDA PLENAMENTE

EU VIM PARA QUE TODOS TENHAM VIDA

QUE TODOS TENHAM VIDA PLENAMENTE

​ENTREGUEI A MINHA VIDA PELA SALVAÇÃO DE TODOS

RECONSTRÓI, PROTEGE A VIDA DE INDEFESOS E INOCENTES

ONDE MORRE O TEU IRMÃO, EU ESTOU MORRENDO NELE

​VIM BUSCAR E VIM SALVAR O QUE ESTAVA JÁ PERDIDO

BUSCA, SALVA E RECONDUZE A QUEM PERDEU TODA A ESPERANÇA

ONDE SALVAS TEU IRMÃO, TU ME ESTÁS SALVANDO NELE

EU VIM PARA QUE TODOS TENHAM VIDA

QUE TODOS TENHAM VIDA PLENAMENTE

EU VIM PARA QUE TODOS TENHAM VIDA

QUE TODOS TENHAM VIDA PLENAMENTE.​

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO 

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Pres.: Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.

Nós vos pedimos, Senhor, que vossos santos dons nos renovem e santifiquem, conduzindo-nos à vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

RITOS FINAIS

AVISOS

Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo.

BÊNÇÃO FINAL

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:

Pres.: O Senhor esteja convosco..

℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Bendito seja o nome do Senhor.

Todos respondem:

℟.: Agora e para sempre.

O celebrante diz:

Pres.: Nossa proteção está no nome do Senhor.

Todos respondem:

℟.: Que fez o céu e a terra.

O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote, pode fazer o convite com estas ou outras palavras:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.

℟.: Senhor, renovai inteiramente o vosso povo. Assim com lhe concedestes as alegrias corporais, fazei que procure sempre os bens espirituais. Por Cristo, nosso Senhor.

℟.: Amém.

Então o celebrante recebe o báculo, se o utilizar, e diz:

Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso,

e fazendo três vezes o sinal da cruz sobre o povo, acrescenta:

Pai  e Filho  e Espírito  Santo.

℟.: Amém.

O próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:

℣.: Ide em paz, e anunciai o Evangelho do Senhor.

O povo responde:

℟.: Graças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

HINO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 

(2026)

NO CAMINHO DA HISTÓRIA E DA VIDA,

HÁ UM POVO CHAMADO A SERVIR.
FAZ DA IGREJA SINAL DE COMUNHÃO,
COMO TESTEMUNHAS DA SALVAÇÃO.
ENTRE LUTAS, ESPERANÇAS E DORES,
DEUS NOS CHAMA A SAIR E ANUNCIAR.
O SENHOR NOS REÚNE EM FRATERNIDADE,
E ENVIA SEUS FILHOS E FILHAS
COMO TESTEMUNHAS DA SALVAÇÃO

“VÓS SOIS MINHAS TESTEMUNHAS”, DIZ O SENHOR,
IDE AO MUNDO ANUNCIAR O MEU AMOR.
NA MISSÃO, COMO IRMÃOS EM COMUNHÃO,
SOMOS POVO ENVIADO EM MISSÃO!

ONDE HÁ MEDO, SILÊNCIO E INJUSTIÇA,
CLAMA FORTE A VOZ DO SENHOR.
NÃO PODEMOS CALAR O EVANGELHO
QUE TRANSFORMA A VIDA PELA FÉ E PELO AMOR.
CADA GESTO, PALAVRA E PRESENÇA
É SINAL DO REINO QUE VEM.
NA PARTILHA SE FAZ FRATERNIDADE,
NA MISSÃO SOMOS MAIS DO QUE CEM.

“VÓS SOIS MINHAS TESTEMUNHAS”, DIZ O SENHOR,
IDE AO MUNDO ANUNCIAR O MEU AMOR.
NA MISSÃO, COMO IRMÃOS EM COMUNHÃO,
SOMOS POVO ENVIADO EM MISSÃO!

CRISTO PASSA NAS RUAS DA HISTÓRIA,
NO POBRE, NO EXCLUÍDO, NO IRMÃO.
É ALI QUE A FÉ SE COMPROMETE,
QUANDO SE TORNA SERVIÇO E AÇÃO.
NÃO É SÓ NO TEMPLO QUE ELE HABITA,
MAS NO CHÃO ONDE O POVO ESTÁ.
SER IGREJA EM SAÍDA É RESPOSTA
AO CHAMADO QUE NOS FAZ CAMINHAR.

“VÓS SOIS MINHAS TESTEMUNHAS”, DIZ O SENHOR,
IDE AO MUNDO ANUNCIAR O MEU AMOR.
NA MISSÃO, COMO IRMÃOS EM COMUNHÃO,
SOMOS POVO ENVIADO EM MISSÃO!

PELO ESPÍRITO SOMOS ENVIADOS
A LEVAR A PALAVRA ATÉ O FIM.
CADA CANTO DA TERRA É DESTINO
DA ESPERANÇA QUE BROTA EM MIM.
COM CORAGEM, PROFECIA E TERNURA,
SEGUIREMOS SEM MEDO OU DIVISÃO.
POIS A FÉ QUE CONSTRÓI FRATERNIDADE
É A FORÇA VIVA DA MISSÃO.

“VÓS SOIS MINHAS TESTEMUNHAS”, DIZ O SENHOR,
IDE AO MUNDO ANUNCIAR O MEU AMOR.
NA FRATERNIDADE, SINAIS DA COMUNHÃO,
SOMOS IGREJA, SOMOS POVO EM MISSÃO.
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