Livreto Celebrativo | 5° Domingo do tempo comum

 


LIVRETO CELEBRATIVO
MISSA DOMINICAL
CELEBRADO POR SUA SANTIDADE 
   INOCÊNCIO II 
 Basílica de São Pedro 07.02.26

RITOS INICIAIS 

CANTO DE ENTRADA 
(Jubilate Deo in voce )

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

​JUBILATE DEO IN VOCE EXSULTATIONIS.

​QUONIAM DOMINUS ALTISSIMUS, TERRIBILIS,

REX MAGNUS SUPER OMNEM TERRAM.

JUBILATE DEO IN VOCE EXSULTATIONIS.

​PSALLITE DEO, PSALLITE;

PSALLITE REGI NOSTRO, PSALLITE.

JUBILATE DEO IN VOCE EXSULTATIONIS.

​QUONIAM REX OMNIS TERRÆ DEUS,

PSALLITE REGI NOSTRO.

JUBILATE DEO IN VOCE EXSULTATIONIS.

​SUBIECIT POPULOS NOBIS

ET GENTES SUB PEDIBUS NOSTRIS.

JUBILATE DEO IN VOCE EXSULTATIONIS.

​ELEGIT NOBIS HEREDITATEM NOSTRAM,

GLORIAM JACOB, QUEM DILEXIT.

JUBILATE DEO IN VOCE EXSULTATIONIS.

​REGNAVIT DEUS SUPER GENTES,

DEUS SEDET SUPER SEDEM SANCTAM SUAM.

JUBILATE DEO IN VOCE EXSULTATIONIS.

​PSALLITE DEO, PSALLITE;

PSALLITE REGI NOSTRO, PSALLITE.

JUBILATE DEO IN VOCE EXSULTATIONIS.

​QUONIAM REX OMNIS TERRÆ DEUS,

PSALLITE REGI NOSTRO.

JUBILATE DEO IN VOCE EXSULTATIONIS.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. 

SAUDAÇÃO 

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O povo responde:

℟.: Amém.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:

Pres.: O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco. 

O povo responde:

℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL 

(Qui Diligis nos)

Primeira fórmula

Pres.: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai.

Após um instante de silêncio inicia-se o canto;

​QUI DILIGIS NOS ET SOLVIT NOS A PECCATIS:

​KYRIE, ELEISON.

​R/. KYRIE, ELEISON.

​QUI FECISTI NOS REGNUM ET SACERDOTES DEO ET PATRI NOSTRO.

​CHRISTE, ELEISON.

​R/. CHRISTE, ELEISON.

​QUI ES ALPHA ET OMEGA, QUI ES ET QUI ERAS ET QUI VENTURUS ES:

​KYRIE, ELEISON.

​R/. KYRIE, ELEISON.

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:

℟.: Amen.

HINO DE LOUVOR 

(Missa XI - Gloria)

Quando for prescrito*, canta-se ou recita-se em seguida o hino:

​GLORIA IN EXCELSIS DEO

​ET IN TERRA PAX HOMINIBUS

BONÆ VOLUNTATIS.

​LAUDAMUS TE,

​BENEDICIMUS TE,

​ADORAMUS TE,

GLORIFICAMUS TE,

​GRATIAS AGIMUS TIBI

PROPTER MAGNAM GLORIAM TUAM,

​DOMINE DEUS, REX CŒLESTIS,

DEUS PATER OMNIPOTENS.

​DOMINE FILI UNIGENITE,

JESU CHRISTE,

​DOMINE DEUS, AGNUS DEI,

FILIUS PATRIS:

​QUI TOLLIS PECCATA MUNDI,

MISERERE NOBIS;

​QUI TOLLIS PECCATA MUNDI,

SUSCIPE DEPRECATIONEM NOSTRAM,

​QUI SEDES AD DEXTERAM PATRIS,

MISERERE NOBIS.

​QUONIAM TU SOLUS SANCTUS,

​TU SOLUS DOMINUS,

​TU SOLUS ALTISSIMUS, JESU CHRISTE,

​CUM SANCTO SPIRITU,

IN GLORIA DEI PATRIS.

​AMEN.

ORAÇÃO COLETA 

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.

Velai, Senhor, nós vos pedimos, com incansável amor sobre vossa família; e porque só em vós coloca a sua esperança, defendei-a sempre com vossa proteção. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta; ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA 

PRIMEIRA LEITURA 

(Is 58, 7-10)

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor:  Leitura do Livro do profeta Isaías. Assim diz o Senhor: Reparte o pão com o faminto, acolhe em casa os pobres e peregrinos. Quando encontrares um nu, cobre-o, e não desprezes a tua carne. Então, brilhará tua luz como a aurora e tua saúde há de recuperar-se mais depressa; à frente caminhará tua justiça e a glória do Senhor te seguirá. Então invocarás o Senhor e ele te atenderá, pedirás socorro, e ele dirá: “Eis-me aqui”. Se destruíres teus instrumentos de opressão, e deixares os hábitos autoritários e a linguagem maldosa; se acolheres de coração aberto o indigente e prestares todo o socorro ao necessitado, nascerá nas trevas a tua luz e tua vida obscura será como o meio-dia.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Leitor: Palavra do Senhor. 

Todos aclamam:

℟.: Graças a Deus.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

SALMO RESPONSORIAL 

(111(112), 4-5. 6-7. 8a. 9 (R. 4a. 3b))

O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

℟.: UMA LUZ BRILHA NAS TREVAS PARA O JUSTO, PERMANECE PARA SEMPRE O BEM QUE FEZ.

​— ELE É CORRETO, GENEROSO E COMPASSIVO, COMO LUZ BRILHA NAS TREVAS PARA OS JUSTOS. FELIZ O HOMEM CARIDOSO E PRESTATIVO, QUE RESOLVE SEUS NEGÓCIOS COM JUSTIÇA. ℟.

​— PORQUE JAMAIS VACILARÁ O HOMEM RETO, SUA LEMBRANÇA PERMANECE ETERNAMENTE! ELE NÃO TEME RECEBER NOTÍCIAS MÁS: CONFIANDO EM DEUS, SEU CORAÇÃO ESTÁ SEGURO. ℟.

​— SEU CORAÇÃO ESTÁ TRANQUILO E NADA TEME. ELE REPARTE COM OS POBRES OS SEUS BENS, PERMANECE PARA SEMPRE O BEM QUE FEZ E CRESCERÃO A SUA GLÓRIA E SEU PODER. ℟.

Após o salmo, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

SEGUNDA LEITURA 

(1Cor 2, 1-5)

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor: Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios. Irmãos, quando fui à vossa cidade anunciar-vos o mistério de Deus, não recorri a uma linguagem elevada ou ao prestígio da sabedoria humana. Pois, entre vós, não julguei saber coisa alguma, a não ser Jesus Cristo, e este, crucificado. Aliás, eu estive junto de vós, com fraqueza e receio, e muito tremor. Também a minha palavra e a minha pregação não tinham nada dos discursos persuasivos da sabedoria, mas eram uma demonstração do poder do Espírito, para que a vossa fé se baseasse no poder de Deus, e não na sabedoria dos homens.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Leitor: Palavra do Senhor.

Todos aclamam:

℟.: Graças a Deus.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO 

(Alleluia - Lumen ad revelationem )

Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.

ALLELUIA,  ALLELUIA, ALELUIA 

ALLELUIA,  ALLELUIA, ALELUIA 

LUMEN AD REVELATIONEM GENTIUM,

ET GLORIAM PLEBIS TUÆ, ISRAEL.

ALLELUIA,  ALLELUIA, ALELUIA 

ALLELUIA,  ALLELUIA, ALELUIA 

EVANGELHO 

(Mt 5, 13-16)

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

℣.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho:

em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

℣.: Amém.

O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:

℣.: O Senhor esteja convosco.

O povo responde:

℟.: Ele está no meio de nós.

O sacerdote, diz:

℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

O povo aclama:

℟.: Glória a vós, Senhor.

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

Então o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos:“Vós sois o sal da terra. Ora, se o sal se tornar insosso, com que salgaremos? Ele não servirá para mais nada, senão para ser jogado fora e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não pode ficar escondida uma cidade construída sobre um monte. Ninguém acende uma lâmpada e a coloca debaixo de uma vasilha, mas sim, num candeeiro, onde brilha para todos, que estão na casa. Assim também brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e louvem o vosso Pai que está nos céus”.

Terminado o Evangelho, o sacerdote aclama:

℣.: Palavra da Salvação.

O povo aclama:

℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:

Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA 

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ 

Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé:

Símbolo Niceno-constantinopolitano:

Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus:

Às palavras seguintes, até e se fez homem, todos se inclinam.

e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.

ORAÇÃO DOS FIÉIS 

Introdução: 

Pres.: Irmãos e irmãs, aqui reunidos para recordar os benefícios de nosso Deus, rezemos que ele inspire os nossos pedidos, para que possa atender às nossas suplicas. 

℟.: Senhor, escutai a nossa prece. 

1. Pelo Santo Padre o Papa Inocêncio II, e todo o clero, com todo o povo confiado a seus cuidados, rezemos ao Senhor. 

℟.: Senhor, escutai a nossa prece. 

2. Pelos governantes e seus auxiliares, que cuidam do bem comum, rezemos ao Senhor. 

3. Por todos os viajantes, pelos detentos ou prisioneiros, rezemos ao Senhor. 

℟.: Senhor, escutai a nossa prece. 

4. Por esta santa assembleia, reunida fé e devoção, no amor e temor de Deus, rezemos ao Senhor. 

℟.: Senhor, escutai a nossa prece. 

Conclusão: 

Pres.: Possam agradar-vos, ó Deus, as preces de vossa Igreja, para que recebamos por vossa misericórdia o que phor nossos méritos não ousamos esperar. Por Cristo, nosso Senhor. 

℟.: Amém

LITURGIA EUCARÍSTICA 

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS 

(Recordare mei, Domine)

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

​​RECORDARE MEI, DOMINE,

OMNI POTENTATUI DOMINANS:

ET DA SERMONEM RECTUM IN OS MEUM,

UT PLACEANT VERBA MEA IN CONSPECTU PRINCIPIS.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:

℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.

Coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:

Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO 

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS 

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;

Pres.: Senhor nosso Deus, que criastes o pão e o vinho para alimentar nossa fraqueza, concedei, nós vos pedimos, que se tornem para nós sacramento de vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.

o terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

PREFÁCIO DOS DOMINGOS DO TEMPO COMUM I

(O Mistério Pascal e o Povo de Deus)

Este prefácio deve ser usado nos domingos do Tempo Comum.

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:

Pres.: O Senhor esteja convosco. 

℟.: Ele está no meio de nós. 

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:

Pres.: Corações ao alto. 

℟.: Nosso Coração está em Deus. 

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:

Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus. 

℟.: É nosso dever e nossa salvação. 

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.

Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Por seu mistério pascal ele realizou a obra admirável de nos chamar do pecado e da escravidão da morte à glória de sermos agora raça escolhida, sacerdócio régio, nação santa e povo que vos pertence, para anunciarmos por toda parte os vossos grandes feitos, ó Pai, que nos chamastes das trevas à vossa luz maravilhosa. Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes, entoamos o hino da vossa glória, cantando a uma só voz:

SANCTUS 

(Missa XI - Sanctus) 

Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando:

SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS

DOMINUS DEUS SABAOTH;

PLENI SUNT CÆLI ET TERRA GLORIA TUA.

HOSANNA IN EXCELSIS.

​BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI.

HOSANNA IN EXCELSIS. 

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II 

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.

Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:

Santificai, pois,estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, 

une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:

a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.

A assembleia aclama:

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, 

toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:

inclina-se levemente

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, e genuflete em adoração.

Então prossegue:

Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia, 

toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos, dizendo:

inclina-se levemente

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:

Pres.: Mistério da fé e do amor!

A assembleia aclama:

℟.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes de sua vida imortal; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Inocêncio, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.

2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos

une as mãos

por Jesus Cristo, vosso Filho.

DOXOLÓGIA 

(Amen - simple)

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.

A assembleia aclama:

 ℟.: AMÉM 

ORAÇÃO DO SENHOR 

(Pater Noster)

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos unidas:

Pres.: Somos chamados filhos de Deus e realmente o somos, por isso, podemos rezar confiantes:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O sacerdote une as mãos. 

O povo conclui a oração, aclamando:

℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

℟.: Amem.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: A paz do Senhor esteja convosco.

O povo responde:

℟.: O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

FRAÇÃO DO PÃO 

(Missa XI - Agnus)

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI MISERÉRE NOBIS 

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI MISERÉRE NOBIS 

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI DONA NOBIS PACEM 

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Quem comhe minha Carne e bebe meu Sangue permanece em mim e eu nele.

Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

℣.: O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:

℟.: Amém.

E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

COMUNHÃO 

(Anima Christi - Marco Frisina)

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

​​ANIMA CHRISTI, SANTIFICA ME.

CORPUS CHRISTI, SALVA ME.

SANGUIS CHRISTI, INEBRIA ME.

AQUA LATERIS CHRISTI, LAVA ME.

​PASSIO CHRISTI, CONFORTA ME.

O BONE JESU, EXAUDI ME.

INTRA TUA VULNERA, ABSCONDE ME.

ANIMA CHRISTI, SANTIFICA ME.

CORPUS CHRISTI, SALVA ME.

SANGUIS CHRISTI, INEBRIA ME.

AQUA LATERIS CHRISTI, LAVA ME.

​PASSIO CHRISTI, CONFORTA ME.

​NE PERMITTAS A TE ME SEPARARI.

AB HOSTE MALIGNO DEFENDE ME.

IN HORA MORTIS MEÆ VOCA ME.

ANIMA CHRISTI, SANTIFICA ME.

CORPUS CHRISTI, SALVA ME.

SANGUIS CHRISTI, INEBRIA ME.

AQUA LATERIS CHRISTI, LAVA ME.

​PASSIO CHRISTI, CONFORTA ME.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO 

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Pres.: Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.

Ó Deus, quisestes que participássemos do mesmo pão e do mesmo cálice; fazei-nos viver de tal modo unidos em Cristo, que possamos com alegria produzir fruto para a salvação do mundo. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

RITOS FINAIS

AVISOS

Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo.

BÊNÇÃO FINAL

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:

Pres.: O Senhor esteja convosco..

℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Bendito seja o nome do Senhor.

Todos respondem:

℟.: Agora e para sempre.

O celebrante diz:

Pres.: Nossa proteção está no nome do Senhor.

Todos respondem:

℟.: Que fez o céu e a terra.

Então o celebrante recebe o báculo, se o utilizar, e diz:

Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso,

e fazendo três vezes o sinal da cruz sobre o povo, acrescenta:

Pai e Filhoe Espírito Santo.

℟.: Amém.

O próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:

℣.: Ide em paz, e anunciai o Evangelho do Senhor.

O povo responde:

℟.: Graças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

ANTÍFONA MARIANA 

(Salve Regina)

​SALVE, REGINA, MATER MISERICORDIÆ,

VITA, DULCEDO ET SPES NOSTRA, SALVE.

AD TE CLAMAMUS EXSULES FILII HEVÆ,

AD TE SUSPIRAMUS GEMENTES ET FLENTES

IN HAC LACRIMARUM VALLE.

​EIA ERGO, ADVOCATA NOSTRA, ILLOS TUOS

MISERICORDES OCULOS AD NOS CONVERTE,

ET JESUM, BENEDICTUM FRUCTUM VENTRIS TUI,

NOBIS, POST HOC EXSILIUM, OSTENDE.

O CLEMENS, O PIA, O DULCIS VIRGO MARIA.

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