LIVRETO CELEBRATIVO
FECHAMENTO DA PORTA SANTA
Basílica de São Pedro
CELEBRADA POR SUA SANTIDADE
O PAPA PIO IV
06.01.2026
“Eu sou a porta. Quem entra por Mim será salvo.
Entrará e sairá e encontrará pastagem”
(Jo 10, 9).
____________________
Antes da celebração da Santa Missa, o Santo Padre paramentado de Capa Pluvial, Tiara Papal e Férula reunido próximo ao átrio da Basílica com os Cardeais, Bispos, Monsenhores, Presbíteros e Diáconos paramentados com Casula/Dalmática e portando as devidas insígnias, com a presença ainda dos Cerimoniários e Seminaristas, iniciam ao som do Veni Creator Spritus a procissão em direção ao átrio da Basílica onde encontra-se a Porta Santa.
Após a chegada, em frente a Porta Santa, o Pontífice depondo a Tiara Papal e a Férula, e de mãos unidas diz:
Pres.: In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti.
O povo responde:
℟.: Amen.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:
Pres.: Pax Vóbis
O povo responde:
℟.: Et cum spiritu tuo.
O Pontífice, então, exorta o povo dizendo:
Pres: Irmãos e irmãs, como peregrinos da esperança, buscamos o caminho da vida à luz da Palavra de Deus e de sua infinita misericórdia. O Pão que desceu do céu sustentou nossa caminhada. O amor de Cristo nos impeliu à conversão, à fraternidade, à busca da justiça e da paz. Com corações agradecidos, preparamo-nos para fechar esta Porta Santa, atravessada por uma multidão de fiéis, certos de que o Bom Pastor mantém sempre aberta a porta do seu coração para nos acolher sempre que nos sentimos cansados e oprimidos. Guiados pelo Espírito Santo, unimos nossas vozes à de toda a Igreja em louvor ao Pai que enviou seu Filho, a luz do mundo.
E todos oram com o Pontífice, por algum tempo, em silêncio. Então, o Pontífice, prossegue:
℟.: TE DEUM LAUDAMUS: TE DOMINUM CONFITEMUR.
Pres.: Nós te bendizemos, Deus misericordioso, teu louvor está sempre em nossos lábios, e clamamos a ti porque tua palavra é reta, e todas as tuas obras são pela fé, a terra está cheia da tua misericórdia. ℟.:
Pres.: Tu que fizeste grandes coisas pelo teu povo: Tu nos concedeste a tua misericórdia e nos chamaste à conversão; tu fortaleceste a nossa fé, e estabeleceste a nossa esperança. ℟.:
Pres.: Esta Porta Sagrada está fechada, mas não a porta da tua clemência, pois continuamente levantas todos os que caem e ergues os abatidos e abres a tua mão e enches aqueles que confiam em ti com a tua benevolência. ℟.:
Pres.: Agora, Deus fiel, nós humildemente te suplicamos, que reveles os tesouros do teu amor, e nos concedas que, perseverando na novidade de vida, sejamos testemunhas da esperança que não decepciona, para que, tendo completado nossa peregrinação, batendo confiantemente à porta da tua casa, possamos comer da árvore da vida. ℟.:
Pres.:A ti, Deus Pai todo-poderoso, por Cristo nosso Senhor, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e glória para todo o sempre.
O povo responde:
℟.: Amém.
℟.: Amém.
Após a oração, o Santo Padre em um instante de silêncio se aproxima da Porta Santa e então entoa-se um canto oportuno ao momento, ao entoar do canto o Santo Padre de pé, voltado a Porta Santa reza em silêncio.
Após, o Santo Padre tendo recebido a mitra, dirige-se próximo a Porta Santa, se ajoelha durante certo período e reza diante da porta santa, levanta-se e a fecha.
Canta-se então um canto oportuno, o Pontífice se afasta da Porta Santa e recebe a Mitra é a Férula. Sob o canto forma-se a procissão pela porta central com o início da Santa Missa.
CANTO DE ENTRADA
(tu scendi dalle stelle)
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
TU SCENDI DALLE STELLE, O RE DEL CIELO,
E VIENI IN UNA GROTTA AL FREDDO E AL GELO.
O BAMBINO MIO DIVINO, IO TI VEDO QUI A TREMAR;
O DIO BEATO, AH QUANTO TI COSTÒ L'AVERMI AMATO!
A TE CHE SEI DEL MONDO IL CREATORE,
MANCANO PANNI E FUOCO, O MIO SIGNORE.
CARO ELETTO PARGOLETTO, QUANTO QUESTA POVERTÀ
PIÙ MI INNAMORA, GIACCHÉ TI FECE AMOR POVERO ANCORA.
Os concelebrantes, chegando em frente ao altar, fazendo a devida reverência, o beijam, e buscam seus lugares.
O Santo Padre ao chegar em frente ao altar, faz a devida reverência, ainda de pluvial, porém sem Mitra e Férula, rebe o turíbulo, e incensa somente em frente ao altar, com três ductos de dois ictos cada.
Após incensar, devolve o turíbulo e recebe a Mitra e a Férula, ainda em frente ao altar, ao qual dá a volta pelo lado direito, e antes de beijar o altar, entrega novamente a Mitra e a Férula, retira o Pluvial e se reveste com a Casula.
Chegando ao altar beija-o em sinal de veneração e incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.
GLÓRIA
(De Angelis)
GLORIA IN EXCELSIS DEO ET IN TERRA PAX HOMINIBUS BONAE VOLUNTATIS.
LAUDAMUS TE, BENEDICIMUS TE, ADORAMUS TE, GLORIFICAMUS TE, GRATIAS
AGIMUS TIBI PROPTER MAGNAM GLORIAM TUAM, DOMINE DEUS, REX CAELESTIS, DEUS
PATER OMNIPOTENS. DOMINE FILI UNIGENITE IESU CHRISTE, DOMINE DEUS,
AGNUS DEI, FILIUS PATRIS, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI, MISERERE NOBIS. QUI
TOLLIS PECCATA MUNDI, SUSCIPE DEPRECATIONEM NOSTRAM. QUI SEDES AD
DEXTERAM PATRIS, MISERERE NOBIS. QUONIAM TU SOLUS SANCTUS, TU SOLUS
DOMINUS, TU SOLUS ALTISSIMUS, IESU CHRISTE, CUM SANCTO SPIRITU, IN GLORIA DEI PATRIS. AMEN.
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta.
Ó Deus, que neste dia revelastes o vosso Filho unigênito como uma estrela para as nações, concedei-nos que nós, que já vos conhecemos pela fé, sejamos levados a contemplar a beleza da vossa majestade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo, um só Deus, pelos séculos dos séculos.
ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMRIRA LEITURA
( Is 60, 1-6)
Leitor: Leitura do Livro do Profeta Isaías Levanta-te, acende as luzes, Jerusalém, porque chegou a tua luz, apareceu sobre ti a glória do Senhor. Eis que está a terra envolvida em trevas, e nuvens escuras cobrem os povos; mas sobre ti apareceu o Senhor, e sua glória já se manifesta sobre ti. Os povos caminham à tua luz e os reis ao clarão de tua aurora. Levanta os olhos ao redor e vê: todos se reuniram e vieram a ti; teus filhos vêm chegando de longe com tuas filhas, carregadas nos braços. Ao vê-los, ficarás radiante, com o coração vibrando e batendo forte, pois com eles virão as riquezas de além-mar e mostrarão o poderio de suas nações; será uma inundação de camelos e dromedários de Madiã e Efa a te cobrir; virão todos os de Sabá, trazendo ouro e incenso e proclamando a glória do Senhor.
Leitor: Verbum Domini.
Todos aclamam:
℟.: Deo gratias.
Salmo Responsorial
(Sl 71(72), 1-2. 7-8. 10-11. 12-13 (R. cf. 11))
℟. As nações de toda a terra hão de adorar-vos, ó Senhor!
— Dai ao Rei vossos poderes, Senhor Deus, vossa justiça ao descendente da realeza! Com justiça ele governe o vosso povo, com equidade ele julgue os vossos pobres. ℟.
— Nos seus dias a justiça florirá e grande paz, até que a lua perca o brilho! De mar a mar estenderá o seu domínio, e desde o rio até os confins de toda a terra! ℟.
— Os reis de Társis e das ilhas hão de vir e oferecer-lhe seus presentes e seus dons; e também os reis de Seba e de Sabá hão de trazer-lhe oferendas e tributos. Os reis de toda a terra hão de adorá-lo, e todas as nações hão de servi-lo. ℟.
— Libertará o indigente que suplica, e o pobre ao qual ninguém quer ajudar. Terá pena do indigente e do infeliz, e a vida dos humildes salvará ℟.
SEGUNDA LEITURA
(Ef 3, 2-3a. 5-6)
Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios Irmãos: Se ao menos soubésseis da graça que Deus me concedeu para realizar o seu plano a vosso respeito, ae como, por revelação, tive conhecimento do mistério.
Este mistério, Deus não o fez conhecer aos homens das gerações passadas, mas acaba de o revelar agora, pelo Espírito, aos seus santos apóstolos e profetas: os pagãos são admitidos à mesma herança, são membros do mesmo corpo, são associados à mesma promessa em Jesus Cristo, por meio do Evangelho.
Leitor: Verbum Domini.
Todos aclamam:
℟.: Deo gratias.
Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.
Segue-se o Aleluia ou outro canto.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA
VIDIMUS STELLAM EIUS IN ORIENTE, ET VENIMUS ADORARE EUM
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Iube, domne, benedicere.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: Dominus sit in corde tuo et in labiis tuis: ut digne et competenter annunties Evangelium suum: in nomine Patris, et Filii, + et Spiritus Sancti.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amen.
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
℣.: Dominus vobiscum.
℣.: Dominus vobiscum.
O povo responde:
℟.: Et cum spiritu tuo.
O diácono, ou o sacerdote, diz:
℣.: Lectio sancti Evangelii secundum Matthaeus.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
O povo aclama:
℟.: Gloria tibi, Domine.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: Tendo nascido Jesus na cidade de Belém, na Judeia, no tempo do rei Herodes, eis que alguns magos do Oriente chegaram a Jerusalém, perguntando: “Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo”. Ao saber disso, o rei Herodes ficou perturbado, assim como toda a cidade de Jerusalém. Reunindo todos os sumos sacerdotes e os mestres da Lei, perguntava-lhes onde o Messias deveria nascer. 5Eles responderam: “Em Belém, na Judeia, pois assim foi escrito pelo profeta: ‘E tu, Belém, terra de Judá, de modo algum és a menor entre as principais cidades de Judá, porque de ti sairá um chefe que vai ser o pastor de Israel, o meu povo’”. Então Herodes chamou em segredo os magos e procurou saber deles cuidadosamente quando a estrela tinha aparecido. Depois os enviou a Belém, dizendo: “Ide e procurai obter informações exatas sobre o menino. E, quando o encontrardes, avisai-me, para que também eu vá adorá-lo”. Depois que ouviram o rei, eles partiram. E a estrela, que tinham visto no Oriente, ia adiante deles, até parar sobre o lugar onde estava o menino. Ao verem de novo a estrela, os magos sentiram uma alegria muito grande. Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele, e o adoraram. Depois abriram seus cofres e lhe ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra. Avisados em sonho para não voltarem a Herodes, retornaram para a sua terra, seguindo outro caminho.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Verbum Domini.
O povo aclama:
℟.: Laus tibi, Christe.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Per evangelica dicta deleantur nostra delicta.
ANNUNTIATIO PASCHAE FESTORUMQUE MOBILIUM
Um Diacono então proclama:
℣.: Saibam, caríssimos irmãos, que pela misericórdia de Deus, assim como nos alegramos com o Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, também vos anunciamos a alegria da Ressurreição do mesmo Salvador. O dia 18 de fevereiro será a Quarta-feira de Cinzas, e o início do santíssimo jejum da Quaresma. No dia 5 de abril celebrareis com alegria a santa Páscoa de Nosso Senhor Jesus Cristo. No dia 14 de maio será a Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo. No dia 24 de maio a festa de Pentecostes. No dia 4 de junho a festa do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo. No dia 19 de novembro o primeiro domingo do Advento de Nosso Senhor Jesus Cristo, a quem seja dada honra e glória, pelos séculos dos séculos. Amém.
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
Símbolo Niceno-constantinopolitano:
Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus:
Às palavras seguintes, até e se fez homem, todos se inclinam.
e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.
ORAÇÃO DO FIÉIS
Pres.: Caríssimos irmãos e irmãs, a graça do nascimento de Cristo Senhor, fonte de esperança que não decepciona, acompanha nossos passos de peregrinação no caminho da bondade. Com essa confiança, fortalecida pela experiência do Jubileu, oremos ao nosso Pai que estás nos céus.
℟.: Senhor, ouvi-nos.
O Diácono diz
℣.: Oremos por nosso Pontífice Pio e por todos os pregadores do Evangelho.
Leitor: Que o Deus da esperança ampare o ministério do Papa e os portadores da mensagem do Evangelho, para que, por meio de seu testemunho, a palavra da salvação ressoe por todo o mundo.
℟.: Senhor, ouvi-nos.
O Diácono diz
℣.: Oremos por todos os batizandos.
Leitor: Que o Pai da vida confirme naqueles que nasceram de novo da água e do Espírito o compromisso de se conformarem a Cristo, para que toda a humanidade seja reconciliada em amor.
℟.: Senhor, ouvi-nos.
O Diácono diz
℣.: Oremos pelas autoridades públicas.
Leitor: Que Deus, que tem o destino dos povos em suas mãos, reviva os planos de paz para os governantes, para que eles possam cooperar na promoção do bem comum e da fraternidade entre as nações.
℟.: Senhor, ouvi-nos.
O Diácono diz
℣.: Oremos pelos cientistas.
Leitor: Que o Criador do céu e da terra
ilumine os que trabalham nas áreas da ciência e da técnica,
para que a sua pesquisa contribua ao verdadeiro progresso humano.
℟.: Senhor, ouvi-nos.
O Diácono diz
℣.: Oremos por todos nós, participantes dos mistérios sagrados.
Leitor: Oremos para que o Pai de toda a sabedoria, nos conceda a mesma admiração que os Magos tiveram ao desvendar o mistério da salvação, para que, por Sua graça, possamos levar esperança àqueles que sofrem no corpo e na alma.
℟.: Senhor, ouvi-nos.
Pres.: Ouve a nossa voz, Deus de infinita bondade, e em tua providência acompanha nossa jornada, para que não sejamos vencidos pelas trevas do mundo, mas possamos seguir com confiança a luz que jamais se põe, Jesus Cristo, nosso Salvador. Ele vive e reina para sempre.
℟.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
OFERTÓRIO
(Surge, Illuminare, Jerusalem)
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
SURGE, ILLUMINARE, JERUSALEM,
QUIA VENIT LUMEN TUUM,
ET GLORIA DOMINI SUPER TE ORTA EST.
QUIA ECCE TENEBRAE OPERIENT TERRAM,
ET CALIGO POPULOS;
SUPER TE AUTEM ORIETUR DOMINUS,
ET GLORIA EIUS IN TE VIDEBITUR.
ET AMBULABUNT GENTES IN LUMINE TUO,
ET REGES IN SPLENDORE ORTUS TUI.
LEVA IN CIRCUITU OCULOS TUOS, ET VIDE:
OMNES ISTI CONGREGATI SUNT, VENERUNT TIBI.
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Nós te suplicamos, ó Senhor, que olhes com favor para as dádivas da tua Igreja, à qual já não se oferecem ouro, incenso e mirra, mas sim aquilo que é declarado, imolado e recebido por essas mesmas dádivas: Jesus Cristo. Que vive e reina para todo o sempre.
ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
PREFÁCIO DA EPIFANIA DO SENHOR
(Cristo, Luz dos Povos)
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: Dominus vobiscum.
℟.: Et cum spiritu tuo.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Sursum corda.
℟.: Habemus ad Dominum.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Gratias agamus Domino Deo nostro.
℟.: Dignum et iustum est.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pois, em Cristo, para iluminar todos os povos, revelastes hoje o mistério da nossa salvação; quando ele se manifestou em nossa carne mortal, vós nos recriastes no novo esplendor da sua imortalidade. Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes, entoamos o hino da vossa glória, cantando a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo:
SANTO
(De Angelis)
SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS DOMINUS DEUS SABAOTH.
PLENI SUNT CÆLI ET TERRA GLORIA TUA. HOSANNA IN EXCELSIS.
BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI. HOSANNA IN EXCELSIS.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA I
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis ✠ estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, juntamente comigo, vosso indigno servo, a quem quisestes presidir sobre a vossa Igreja, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos a noite santíssimo em que vosso Filho unigênito, eterno convosco na glória, se manifestou visivelmente em nossa carne. Veneramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção.
O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Qui, pridie quam pateretur,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
accepit panem in sanctas ac venerabiles manus suas,
eleva os olhos,
elevat oculos, et elevatis oculis in cælum ad te Deum Patrem suum omnipotentem, tibi gratias agens benedixit, fregit, deditque discipulis suis, dicens
inclina-se levemente
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Pres.: Simili modo, postquam cenatum est,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
accipiens et hunc præclarum calicem in sanctas ac venerabiles manus suas, item tibi gratias agens benedixit, deditque discipulis suis, dicens
inclina-se levemente
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
Memento dos mortos.
De braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não phor nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor.
E prossegue:
Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós.
DOXOLÓGIA
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: PER IPSUM, ET CUM IPSO, ET IN IPSO, EST TIBI DEO PATRI OMNIPOTENTI, IN UNITATE SPIRITUS SANCTI, OMNIS HONOR ET GLORIA PER OMNIA SÆCULA SÆCULORUM.
O povo aclama:
℟.: AMEN.
Segue o rito da comunhão.
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos unidas:
Pres.: Praecéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pater noster, qui es in caelis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in caelo, et in terra. Panem nostrum cotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
FRAÇÃO DO PÃO
(De Angelis)
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI: MISERÉRE NOBIS.
AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI: MISERÉRE NOBIS.
AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI: DONA NOBIS PACEM.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL
Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!
COMUNHÃO
(Vidimus Stellam)
VIDIMUS STELLAM EIUS IN ORIENTE,
ET VENIMUS CUM MUNERIBUS
ADORARE DOMINUM.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
Pela luz do céu, nós vos suplicamos, ó Senhor, que nos antecipes sempre e em todo lugar, para que o mistério do qual quisestes que participássemos, seja visto com visão pura e seja recebido com digna afeição. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
___________________________________________
ORAÇÃO DO ANO JUBILAR
Por ocasião do Jubileu da Santa Sé do Minecraft
Pres.: SENHOR DEUS, fonte de vida e renovação, com gratidão Vos louvamos pelos cinco anos de nossa comunidade, um tempo marcado pela Vossa graça e pela missão de construir pontes de fé. Sob o tema "A ESPERANÇA QUE RENOVA", renovai em nós o ardor missionário para sermos testemunhas vivas de Vossa presença, nos caminhos digitais e nas realidades que nos cercam. Concedei-nos a sabedoria para edificar um mundo onde a fé seja alicerce, a esperança seja luz, e a caridade seja nossa inspiração. Santíssima Virgem Maria, nossa guia e modelo, ensinai-nos a ser servidores fiéis, e que cada caminho construído em nossa jornada seja um sinal do Vosso Reino de amor e paz. POR CRISTO, COM CRISTO E EM CRISTO, a quem confiamos este Jubileu, na unidade do Espírito Santo. Amém.
℟.: Amém.
___________________________________________
Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
CANTO DE AÇÃO DE GRAÇAS
No final da oração depois da comunhão, o Bispo introduz um cântico de ação de graças com estas palavras:
Pres.: Irmãos e irmãs, na conclusão do Ano Jubilar queremos unir as nossas vozes à oração de toda a Igreja, que hoje eleva a Deus a sua ação de graças pelo dom da indulgência. Através dos sacramentos, da peregrinação, da oração e da caridade fizemos uma experiência intensa da misericórdia divina: o Senhor lavou os nossos pecados e encheu-nos da sua graça. Durante este ano, comunicámos na fé, na esperança e na caridade, com todo o mistério de Cristo distribuído no ciclo dos tempos litúrgicos. Agora, revigorados por esta experiência de conversão, voltamos ao ritmo quotidiano das nossas vidas. Como os discípulos que viram o seu rosto, conservemos a alegria do encontro com o Senhor e mantenhamos sem vacilar a confissão da nossa esperança, porque aquele que prometeu é fiel.
A assembleia entoa o hino Te Deum ou um cântico de ação de graças.
CÂNTICO DE AÇÃO DE GRAÇAS
(Te Deum)
TE DEUM LAUDAMUS:
TE DOMINUM CONFITEMUR.
TE AETERNUM PATREM
OMNIS TERRA VENERATUR.
TIBI OMNES ANGELI,
TIBI CAELI ET UNIVERSAE POTESTATES,
TIBI CHERUBIM ET SERAPHIM
INCESSABILI VOCE PROCLAMANT:
SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS
DOMINUS DEUS SABAOTH.
PLENI SUNT CAELI ET TERRA
MAIESTATIS GLORIAE TUAE.
TE GLORIOSUS
APOSTOLORUM CHORUS,
TE PROPHETARUM
LAUDABILIS NUMERUS,
TE MARTYRUM CANDIDATUS
LAUDAT EXERCITUS.
TE PER ORBEM TERRARUM
SANCTA CONFITETUR ECCLESIA,
PATREM IMMENSÆ MAIESTATIS;
VENERANDUM TUUM VERUM
ET UNICUM FILIUM;
SANCTUM QUOQUE
PARACLITUM SPIRITUM.
TU REX GLORIAE,
CHRISTE.
TU PATRIS SEMPITERNUS ES FILIUS.
TU, AD LIBERANDUM SUSCEPTURUS HOMINEM,
NON HORRUISTI VIRGINIS UTERUM.
TU, DEVICTO MORTIS ACULEO,
APERUISTI CREDENTIBUS REGNA CAELORUM.
TU AD DEXTERAM DEI SEDES,
IN GLORIA PATRIS.
IUDEX CRDERIS ESSE VENTURUS.
TE ERGO QUAESUMUS,
TUIS FAMULIS SUBVENI,
QUOS PRETIOSO SANGUINE REDEMISTI.
AETERNA FAC CUM SANCTIS TUIS
IN GLORIA NUMERARI.
SALVUM FAC POPULUM TUUM, DOMINE,
ET BENEDIC HAEREDITATI TUAE.
ET REGE EOS,
ET EXTOLE ILLOS USQUE IN AETERNUM.
PER SINGULOS DIES
BENEDICIMUS TE;
ET LAUDAMUS NOMEN TUUM
IN SAECULUM, ET IN SAECULUM SAECULI.
DIGNARE, DOMINE,
DIE ISTO
SINE PECCATO NOS CUSTODIRE.
MISERERE NOSTRI, DOMINE,
MISERERE NOSTRI.
FIAT MISERICORDIA TUA, DOMINE, SUPER NOS,
QUEMADMODUM SPERAVIMUS IN TE.
IN TE, DOMINE, SPERAVI:
NON CONFUNDAR IN AETERNUM.
Em seguida, faz-se a despedida. O pontífice com a mitra voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: Dominus vobiscum.
℟.: Et cum spiritu tuo.
O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote, faz o convite:
℣.:Inclinai-vos para receber a bênção
Pres.: Que Deus, que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz, derrama sobre vós a sua graça e a sua graça, e fortaleça os vossos corações na fé, na esperança e no amor.
℟.: Amém.
Pres.: E, por seguirem a Cristo com confiança, que hoje se manifestou ao mundo como luz que brilha nas trevas, que ele também vos torne luz para os vossos irmãos.
℟.: Amém.
Pres.: Até que, tendo completado sua peregrinação, vós cheguem àquele a quem os magos procuraram com uma estrela guia, e com grande alegria, luz da luz, encontraram Cristo, o Senhor.
℟.: Amém.
O Pontífice toma a férula:
Pres.: Benedícat vos omnípotens Deus, Pater, et Fílius +, et Spíritus Sanctus.
℟.: Amém.
℣.: A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
℟.: Graças a Deus.
CANTO DE SAÍDA
(Dominus dixit ad me)
DOMINUS DIXIT AD ME: FILIUS MEUS ES TU,
EGO HODIE GENUI TE.
QUARE FREMUERUNT GENTES:
ET POPULI MEDITATI SUNT INANIA?
GLORIA PATRI, ET FILIO, ET SPIRITUI SANCTO.
SICUT ERAT IN PRINCIPIO, ET NUNC, ET SEMPER,
ET IN SAECULA SAECULORUM. AMEN.
Tags
Livreto Celebrativo
