Livreto Celebrativo | Fechamento da Porta Santa da Basílica de São Paulo Fora-dos-Muros e Bênção e Imposição do Palio Pastoral

  


LIVRETO CELEBRATIVO
FECHAMENTO DA PORTA SANTA
Basílica de São Paulo fora dos muros
IMPOSIÇÃO DO PÁLIO PASTORAL
Aos reverendos episcopos 
Dom. Wesley Miguel 
Dom. Lucas Tristan 
Dom. Marc Card. Martins 
Dom. Lucas Card. Reichert
Dom. Victor Card. Santos
CELEBRADA POR SUA SANTIDADE
O PAPA PIO IV 
02.01.2025

“Eu sou a porta. Quem entra por Mim será salvo. 
Entrará e sairá e encontrará pastagem” 
(Jo 10, 9).
____________________
Antes da celebração da Santa Missa, o Santo Padre paramentado de Capa Pluvial, Tiara Papal e Férula reunido próximo ao átrio da Basílica com os Cardeais, Bispos, Monsenhores, Presbíteros e Diáconos paramentados com Casula/Dalmática e portando as devidas insígnias, com a presença ainda dos Cerimoniários e Seminaristas, iniciam ao som do Veni Creator Spritus a procissão em direção ao átrio da Basílica onde encontra-se a Porta Santa.

Após a chegada, em frente a Porta Santa, o Pontífice depondo a Tiara Papal e a Férula, e de mãos unidas diz:

Pres.: In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti.
O povo responde:
℟.: Amen.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:
Pres.: Pax Vóbis 
O povo responde:
℟.Et cum spiritu tuo.

O Pontífice, então, exorta o povo dizendo:

Pres: Amados irmãos e irmãs,
ao fecharmos esta Porta Santa, não encerramos o tempo da graça, mas acolhemos a responsabilidade de viver aquilo que nos foi concedido. A Porta que hoje se fecha aponta para Cristo, a Porta sempre aberta, pela qual entramos na vida nova que o Pai nos oferece.
No mistério do Natal, contemplamos o Verbo que se fez carne para habitar entre nós e permanecer conosco no caminho da história. Aqui, junto ao túmulo do Apóstolo Paulo, recordamos que a fé recebida é um dom que se torna missão, e a misericórdia acolhida deve transformar-se em testemunho.
Fortalecidos por esta experiência de comunhão, somos enviados a viver como peregrinos do Evangelho, levando aos irmãos a esperança que nasce de Cristo, a reconciliação que Ele nos concede e a caridade que edifica a Igreja.
E todos oram com o Pontífice, por algum tempo, em silêncio. Então, o Pontífice, prossegue:

Pres.: Oremos.
Então o Pontífice abrindo os braços reza:
Ó Deus eterno e todo-poderoso,
que no mistério da Encarnação nos abriste a porta da salvação
e, pelo testemunho dos Apóstolos, conduziste a Igreja
pelos caminhos da fé e da esperança,
ao encerrarmos esta Porta Santa,
concede-nos guardar em nossos corações
os frutos da graça que aqui recebemos,
para que, fortalecidos pelo teu Espírito,
vivamos como testemunhas fiéis do Evangelho
e anunciemos, com palavras e obras,
a salvação que em Cristo nos foi revelada.
Junto ao túmulo do Apóstolo Paulo,
confirma-nos na comunhão da Igreja
e envia-nos ao mundo como servos da reconciliação e da paz.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, teu Filho,
que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo,
Deus, por todos os séculos dos séculos.
O povo responde:
℟.: Amém.

Após a oração, o Santo Padre em um instante de silêncio se aproxima da Porta Santa e então entoa-se um canto oportuno ao momento, ao entoar do canto o Santo Padre de pé, voltado a Porta Santa reza em silêncio.

Após, o Santo Padre tendo recebido a mitra, dirige-se próximo a Porta Santa, se ajoelha durante certo período e reza diante da porta santa, levanta-se e a fecha.

Canta-se então um canto oportuno, o Pontífice se afasta da Porta Santa e recebe a Mitra é a Férula. Sob o canto forma-se a procissão pela porta central com o início da Santa Missa.

CANTO DE ENTRADA 
(Ecce Sacerdos Magnus)

 Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

ECCE SACERDOS MAGNUS,
QUI IN DIEBUS SUIS PLACUIT DEO,
ET INVENTUS EST IUSTUS;

ET IN TEMPORE IRACUNDIAE
FACTUS EST RECONCILIATIO.

NON EST INVENTUS SIMILIS ILLI,
QUI CONSERVARET LEGEM EXCELSI.

IDEO IUREIURANDO FECIT ILLUM DOMINUS
CRESCERE IN PLEBEM SUAM.

BENEDICTIONEM OMNIUM GENTIUM DEDIT ILLI,
ET TESTAMENTUM SUUM CONFIRMAVIT
SUPER CAPUT EIUS.

Os concelebrantes, chegando em frente ao altar, fazendo a devida reverência, o beijam, e buscam seus lugares.

O Santo Padre ao chegar em frente ao altar, faz a devida reverência, ainda de pluvial, porém sem Mitra e Férula, rebe o turíbulo, e incensa somente em frente ao altar, com três ductos de dois ictos cada.

Após incensar, devolve o turíbulo e recebe a Mitra e a Férula, ainda em frente ao altar, ao qual dá a volta pelo lado direito, e antes de beijar o altar, entrega novamente a Mitra e a Férula, retira o Pluvial e se reveste com a Casula.

Chegando ao altar beija-o em sinal de veneração e incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

METROPOLITARUM PRÆSENTATIO

Os diáconos dirigem-se ao local com os Pálios e levam-os até junto do Santo Padre, que os aguarda sentado em sua cadeira, de mitra.

Em seguida, o Cardeal Proto-Diácono, sem mitra, apresenta ao Papa os Arcebispos que devem receber o pálio com estas palavras:
℣.: Beatíssimo Pai, os Reverendíssimos Padres Arcebispos aqui presentes, com reverência fiel e obediente diante de Vossa Santidade e da Sé Apostólica, pedem humildemente que Vossa Santidade lhes conceda o pálio, tomado da Confissão do Bem-aventurado Pedro, como sinal da autoridade de que os Metropolitas, em comunhão com a Igreja Romana, são investidos em suas próprias circunscrições. Os outros Padres Arcebispos recentemente promovidos a Igrejas Metropolitanas, que hoje não puderam vir a Roma, pedem humildemente poder receber o pálio, em nome e no lugar de Vossa Santidade, do representante Pontifício, cada um em sua própria Igreja Metropolitana.

IURISIURANDI FORMULA

Os Arcebispos proferem então, em pé, sua fórmula de juramento:
℣.: Eu, N., Arcebispo de N., serei sempre fiel e obediente ao Bem-aventurado Apóstolo Pedro, à Santa e Apostólica Igreja de Roma, a ti, Sumo Pontífice, e a teus legítimos sucessores. Assim me ajude Deus Onipotente.

PALLIORUM BENEDICTIO

Segue-se a bênção dos pálios. O Santo Padre, sem mitra e em pé, de braços abertos, tendo os pálios diante de si, diz:
Pres.: Ó Deus, Pastor eterno das almas, a ti chamaste, por meio do teu Filho Jesus Cristo, com o nome de ovelhas do rebanho os que quisestes confiar ao governo, sob a imagem do Bom Pastor, do Bem-aventurado Pedro e de seus Sucessores, infunde, pelo nosso ministério, a graça da tua bênção sobre estes pálios, escolhidos para simbolizar a realidade da cura pastoral. Acolhe benigno a oração que humildemente te dirigimos e concede, pelos méritos e pela intercessão dos Apóstolos, àqueles que, por teu dom, endossarem estes pálios, reconhecerem-se como pastores do teu rebanho e traduzirem na vida a realidade significada no nome. Tomem sobre si o jugo evangélico imposto sobre seus ombros, e seja para eles assim leve e suave poder preceder os outros na via dos teus mandamentos com o exemplo de uma fidelidade perseverante, até merecerem ser introduzidos na Páscoa eterna do teu reino. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
Se a imposição dos pálios ocorrer nas arquidioceses, inicia-se, neste momento, a celebração da Missa, omitindo o que segue.

PALLIORUM IMPOSITIO

Abençoados os pálios, o Santo Padre recebe a mitra e recita de uma vez a fórmula de imposição:
Pres.: Para glória de Deus Onipotente e louvor da Bem-aventurada sempre Virgem Maria e dos Bem-aventurados Apóstolos Pedro e Paulo, para decoro das Sés a vós confiadas, como sinal do poder de metropolitas, vos entregamos o pálio tomado da Confissão do Bem-aventurado Pedro, para que o uses dentro dos limites de vossa província eclesiástica. Que este pálio seja para vós símbolo de unidade e sinal de comunhão com a Sé Apostólica; seja vínculo de caridade e estímulo à fortaleza, a fim de que no dia da vinda e da revelação do grande Deus e do príncipe dos pastores, Jesus Cristo, possam obter, com o rebanho a vós confiado, a veste da imortalidade e da glória. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

Em seguida, cada Arcebispo aproxima-se do Papa, recebe dele o pálio e é saudado com o abraço da paz.
Pres.: A paz esteja contigo.
℣.: O amor de Cristo nos uniu.
Por último, o Prefeito do Dicastério para os Bispos recebe do Santo Padre os pálios destinados aos Metropolitas ausentes.

Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta.
Ó Deus, o vosso Verbo eterno ornou a face do céu e assumiu da Virgem Maria a fragilidade da nossa carne. Nós vos pedimos: aquele que, como esplendor da verdade, apareceu entre nós, manifeste a plenitude do seu poder para a redenção do mundo. Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
 ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados. 

LITURGIA DA PALAVRA 

PRIMRIRA LEITURA
(1Jo 3, 22-4, 6)
Leitor: Leitura da Primeira Carta de São João, Caríssimos qualquer coisa que pedimos recebemos dele, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos o que é do seu agrado. Este é o seu mandamento: que creiamos no nome do seu Filho, Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, de acordo com o mandamento que ele nos deu. Quem guarda os seus mandamentos permanece com Deus e Deus permanece com ele. Que ele permanece conosco, sabemo-lo pelo Espírito que ele nos deu. Caríssimos, não acrediteis em qualquer espírito, mas examinai os espíritos para ver se são de Deus, pois muitos falsos profetas vieram ao mundo. Este é o critério para saber se uma inspiração vem de Deus: todo espírito que leva a professar que Jesus Cristo veio na carne é de Deus; e todo espírito que não professa a fé em Jesus não é de Deus; é o espírito do Anticristo. Ouvistes dizer que o Anticristo virá; pois bem, ele já está no mundo. Filhinhos, vós sois de Deus e vós vencestes o Anticristo. Pois convosco está quem é maior do que aquele que está no mundo. Os vossos adversários são do mundo; por isso, agem conforme o mundo, e o mundo lhes presta ouvidos. Nós somos de Deus. Quem conhece a Deus, escuta-nos; quem não é de Deus não nos escuta. Nisto reconhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro.
Leitor: Verbum Domini.
Todos aclamam:
℟.: Deo gratias.
Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

Salmo Responsorial 
(Sl 97(98), 1. 2-3ab. 3cd-4 (R. 3a))
℟. Eu te darei por tua herança os povos todos.
— O decreto do Senhor promulgarei, foi assim que me falou o Senhor Deus: “Tu és meu Filho, e eu hoje te gerei!” Podes pedir-me, e em resposta eu te darei por tua herança os povos todos e as nações, e há de ser a terra inteira o teu domínio ℟.

— E agora, poderosos, entendei; soberanos, aprendei esta lição: Com temor servi a Deus, rendei-lhe glória e prestai-lhe homenagem com respeito!  ℟.

Segue-se o Aleluia ou outro canto.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA 

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.Iube, domne, benedicere.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: Dominus sit in corde tuo et in labiis tuis: ut digne et competenter annunties Evangelium suum: in nomine Patris, et Filii, + et Spiritus Sancti.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.Amen.

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
℣.Dominus vobiscum.
O povo responde:
℟.Et cum spiritu tuo.
O diácono, ou o sacerdote, diz:
℣.Lectio sancti Evangelii secundum Matthaeus. 
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
O povo aclama:
℟.Gloria tibi, Domine.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.Naquele tempo, ao saber que João tinha sido preso, Jesus voltou para a Galileia. Deixou Nazaré e foi morar em Cafarnaum, que fica às margens do mar da Galileia, no território de Zabulon e Neftali, para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías: “Terra de Zabulon, terra de Neftali, caminho do mar, região do outro lado do rio Jordão, Galileia dos pagãos! O povo que vivia nas trevas viu uma grande luz; e para os que viviam na região escura da morte brilhou uma luz”. Daí em diante, Jesus começou a pregar, dizendo: “Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo”. Jesus andava por toda a Galileia, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando todo tipo de doença e enfermidade do povo. E sua fama espalhou-se por toda a Síria. Levavam-lhe todos os doentes, que sofriam diversas enfermidades e tormentos: endemoninhados, epiléticos e paralíticos. E Jesus os curava. Numerosas multidões o seguiam, vindas da Galileia, da Decápole, de Jerusalém, da Judeia, e da região além do Jordão.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.Verbum Domini.
O povo aclama:
℟.Laus tibi, Christe.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Per evangelica dicta deleantur nostra delicta.

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

LITURGIA EUCARÍSTICA 

OFERTÓRIO 
(Laetentur caeli)

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
LAETENTUR CAELI, ET EXULTET TERRA
ANTE FACIEM DOMINI: QUONIAM VENIT.

ALMA VIRGO CONCEPIT, ALMA VIRGO PEPERIT,
ET POST PARTUM, VIRGO INVIOLATA PERMANSIT.

DEUS HOMO FACTUS EST, ET HABITAVIT IN NOBIS.
ALLELUIA, ALLELUIA.
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Aceitai, Senhor, as nossas oferendas, nesta admirável troca de dons, para que oferecendo-vos o que nos destes, mereçamos acolher-vos em nós. Por Cristo, nosso Senhor.
 ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.

PREFÁCIO DO NATAL DO SENHOR I
(Cristo Luz)

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: Dominus vobiscum.
℟.Et cum spiritu tuo.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Sursum corda.
℟.: Habemus ad Dominum.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Gratias agamus Domino Deo nostro.
℟.: Dignum et iustum est.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. No mistério da encarnação de vosso Filho, nova luz da vossa glória brilhou para nós. E, reconhecendo a Jesus como Deus visível a nossos olhos, aprendemos a amar nele a divindade que não vemos. Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes, entoamos o hino da vossa glória, cantando a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo:

SANTO
(Sanctus)

SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS DOMINUS DEUS SABAOTH. 

PLENI SUNT CÆLI ET TERRA GLORIA TUA. HOSANNA IN EXCELSIS. 

BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI. HOSANNA IN EXCELSIS.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA I

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis + estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa N., o nosso Bispo N.*, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.

Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.

2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção.

O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Qui, pridie quam pateretur,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
accepit panem in sanctas ac venerabiles manus suas,
eleva os olhos,
elevat oculos, et elevatis oculis in cælum ad te Deum Patrem suum omnipotentem, tibi gratias agens benedixit, fregit, deditque discipulis suis, dicens
inclina-se levemente
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Pres.: Simili modo, postquam cenatum est,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
accipiens et hunc præclarum calicem in sanctas ac venerabiles manus suas, item tibi gratias agens benedixit, deditque discipulis suis, dicens
inclina-se levemente
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
 
Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
Memento dos mortos.
De braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não phor nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé,  e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor.
E prossegue:
Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós

DOXOLÓGIA 

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: PER IPSUM, ET CUM IPSO, ET IN IPSO, EST TIBI DEO PATRI OMNIPOTENTI, IN UNITATE SPIRITUS SANCTI, OMNIS HONOR ET GLORIA PER OMNIA SÆCULA SÆCULORUM.
O povo aclama:
℟.: AMEN.
Segue o rito da comunhão.

ORAÇÃO DO SENHOR 

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos unidas:
Pres.: Praecéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pater noster, qui es in caelis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in caelo, et in terra. Panem nostrum cotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

FRAÇÃO DO PÃO 
(Agnus Dei)

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI: MISERÉRE NOBIS.

AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI: MISERÉRE NOBIS.

AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI: DONA NOBIS PACEM.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

COMUNHÃO 
(Ave Verum Corpus)

AVE VERUM CORPUS, NATUM
DE MARIA VIRGINE,
VERE PASSUM, IMMOLATUM
IN CRUCE PRO HOMINE.

​CUIUS LATUS PERFORATUM
FLUXIT AQUA ET SANGUINE:
ESTO NOBIS PRAEGUSTATUM
IN MORTIS EXAMINE.

​O IESU DOLCIS, O IESU PIE,
O IESU, FILI MARIAE.
MISERERE MEI. AMEN.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
Nós vos pedimos, ó Deus todo-poderoso, que a nossa vida seja sempre sustentada pela força dos vossos santos mistérios. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.

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ORAÇÃO DO ANO JUBILAR
Por ocasião do Jubileu da Santa Sé do Minecraft

Pres.: SENHOR DEUS, fonte de vida e renovação, com gratidão Vos louvamos pelos cinco anos de nossa comunidade, um tempo marcado pela Vossa graça e pela missão de construir pontes de fé. Sob o tema "A ESPERANÇA QUE RENOVA", renovai em nós o ardor missionário para sermos testemunhas vivas de Vossa presença, nos caminhos digitais e nas realidades que nos cercam. Concedei-nos a sabedoria para edificar um mundo onde a fé seja alicerce, a esperança seja luz, e a caridade seja nossa inspiração. Santíssima Virgem Maria, nossa guia e modelo, ensinai-nos a ser servidores fiéis, e que cada caminho construído em nossa jornada seja um sinal do Vosso Reino de amor e paz. POR CRISTO, COM CRISTO E EM CRISTO, a quem confiamos este Jubileu, na unidade do Espírito Santo. Amém.  
℟.: Amém.
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Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

CANTO DE AÇÃO DE GRAÇAS

No final da oração depois da comunhão, o Bispo introduz um cântico de ação de graças com estas palavras:
Pres.: Irmãos e irmãs, na conclusão do Ano Jubilar queremos unir as nossas vozes à oração de toda a Igreja, que hoje eleva a Deus a sua ação de graças pelo dom da indulgência. Através dos sacramentos, da peregrinação, da oração e da caridade fizemos uma experiência intensa da misericórdia divina: o Senhor lavou os nossos pecados e encheu-nos da sua graça. Durante este ano, comunicámos na fé, na esperança e na caridade, com todo o mistério de Cristo distribuído no ciclo dos tempos litúrgicos. Agora, revigorados por esta experiência de conversão, voltamos ao ritmo quotidiano das nossas vidas. Como os discípulos que viram o seu rosto, conservemos a alegria do encontro com o Senhor e mantenhamos sem vacilar a confissão da nossa esperança, porque aquele que prometeu é fiel.

 A assembleia entoa o hino Te Deum ou um cântico de ação de graças.

CÂNTICO DE AÇÃO DE GRAÇAS 
(Te Deum)
TE DEUM LAUDAMUS:
TE DOMINUM CONFITEMUR.
TE AETERNUM PATREM
OMNIS TERRA VENERATUR.

TIBI OMNES ANGELI,
TIBI CAELI ET UNIVERSAE POTESTATES,
TIBI CHERUBIM ET SERAPHIM
INCESSABILI VOCE PROCLAMANT:

SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS
DOMINUS DEUS SABAOTH.
PLENI SUNT CAELI ET TERRA
MAIESTATIS GLORIAE TUAE.

TE GLORIOSUS
APOSTOLORUM CHORUS,
TE PROPHETARUM
LAUDABILIS NUMERUS,
TE MARTYRUM CANDIDATUS
LAUDAT EXERCITUS.

TE PER ORBEM TERRARUM
SANCTA CONFITETUR ECCLESIA,
PATREM IMMENSÆ MAIESTATIS;
VENERANDUM TUUM VERUM
ET UNICUM FILIUM;
SANCTUM QUOQUE
PARACLITUM SPIRITUM.

TU REX GLORIAE,
CHRISTE.
TU PATRIS SEMPITERNUS ES FILIUS.

TU, AD LIBERANDUM SUSCEPTURUS HOMINEM,
NON HORRUISTI VIRGINIS UTERUM.

TU, DEVICTO MORTIS ACULEO,
APERUISTI CREDENTIBUS REGNA CAELORUM.

TU AD DEXTERAM DEI SEDES,
IN GLORIA PATRIS.
IUDEX CRDERIS ESSE VENTURUS.

TE ERGO QUAESUMUS,
TUIS FAMULIS SUBVENI,
QUOS PRETIOSO SANGUINE REDEMISTI.

AETERNA FAC CUM SANCTIS TUIS
IN GLORIA NUMERARI.

SALVUM FAC POPULUM TUUM, DOMINE,
ET BENEDIC HAEREDITATI TUAE.
ET REGE EOS,
ET EXTOLE ILLOS USQUE IN AETERNUM.

PER SINGULOS DIES
BENEDICIMUS TE;
ET LAUDAMUS NOMEN TUUM
IN SAECULUM, ET IN SAECULUM SAECULI.

DIGNARE, DOMINE,
DIE ISTO
SINE PECCATO NOS CUSTODIRE.

MISERERE NOSTRI, DOMINE,
MISERERE NOSTRI.

FIAT MISERICORDIA TUA, DOMINE, SUPER NOS,
QUEMADMODUM SPERAVIMUS IN TE.

IN TE, DOMINE, SPERAVI:
NON CONFUNDAR IN AETERNUM.

Em seguida, faz-se a despedida. O pontífice com a mitra voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: Dominus vobiscum.
℟.: Et cum spiritu tuo.
Pres.: Sit nomen Domini benedictum.
℟.: Ex hoc nunc et usque in sǽculum.
Pres.: Adiutórium nostrum in nomine Domini,
℟.:Qui fecit cælum et terram.
O Pontífice toma a férula:
Pres.: Benedícat vos omnípotens Deus, Pater, et Fílius +, et Spíritus Sanctus.
℟.: Amém.
℣.: A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
℟.: Graças a Deus.

CANTO DE SAÍDA 
(Alma redemptoris mater)

ALMA REDEMPTORIS MATER,
QUAE PERVIA CAELI PORTA MANES,
ET STELLA MARIS,

SUCCURRE CADENTI,
SURGERE QUI CURAT, POPULO:
TU QUAE GENUÍSTI,

NATURA MIRANTE,
TUUM SANCTUM GENITOREM:
VIRGO PRIUS AC POSTERIUS,

GABRIELIS AB ORE
SUMENS ILLUD AVE,
PECCATORUM MISERERE.


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