LIVRETO CELEBRATIVO
FECHAMENTO DA PORTA SANTA
E ENCERRAMENTO DO ANO JUBILAR DE 2025
DIOCESE DE NOVA YORK
PRESIDIDO POR DOM TIAGO CARDEAL PINA
Sé Catedral Diocesana de São Patrício - 30.12.2025
O Bispo responsável pelo fechamento da porta santa, marcará a celebração no dia mais conveniente.
O fechamento da porta santa se realizará no início de uma celebração, seja ela Eucarística, seja da Palavra de Deus ou de uma hora canônica.
O Bispo, trajado como para a celebração que presidirá - no caso da Eucaristia, pode vir trajando pluvial ao invés da casula, a qual se revestirá chegando no altar - adentra no lugar onde está a porta santa, enquanto se canta um canto conveniente.
Depondo a mitra, o Bispo saúda o povo:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
E, abrindo os braços:
Pres.: A paz esteja convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
O Bispo, então, exorta o povo dizendo:
Pres.: Queridos irmãos e irmãs, oremos a Deus Pai todo-poderoso, que nos permitiu celebrar ao longo deste ano jubilar as suas maravilhas nos cinco anos de nossa Igreja. Peçamos a Deus que ele se digne continuar nos concedendo suas graças e bênçãos a nós e a toda a Igreja.
Todos rezam um instante em silêncio. Então, o Bispo, de braços abertos, prossegue:
Pres.: Deus eterno e todo-poderoso, nós queremos vos louvar pois nos chamastes a celebrar este ano Jubilar. Nosso coração se rejubilou pois nos concedestes a cinco anos nos estabelecermos no Minecraft. Abristes, para nós, as portas santas, representando o próprio Cristo, que é a porta do aprisco das ovelhas, estrada e caminho pelo qual nos chega a salvação. Fizestes de nós, Senhor, um reino sacerdotal para cantarmos as maravilhas da redenção da humanidade e cumprirmos com a missão a nós confiada. Por isso, nós vos pedimos, que ao encerrarmos este ano jubilar, não se feche o caminho que Cristo nos abriu e nunca domine sobre nós a inimizade, a desunião, o desamor, mas cada vez mais nos tornemos acolhedores, construtores de pontes, atentos ao próximo, amorosos, fiéis, piedosos e construtores de vosso Reino, para o qual caminhamos e onde viveremos para sempre, com Cristo que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
8. O Bispo recebe a mitra, se aproxima da porta santa, se ajoelha, reza, beija-a, levanta-se e a fecha.
9. Enquanto isso, pode-se cantar um canto apropriado de louvor. (Salmo 121)
10. Todos se dirigem ao local onde se celebrará a Liturgia e a realizam como de costume.
11. Cuide-se para que não volte a se abrir a porta santa até o próximo jubileu.
12. O Bispo inicia a Santa Missa, podendo entrar de com a mesma pluvial com a qual fechou a Porta Santa, trocando no altar antes de incessar o altar.
10. À hora marcada, os fiéis reúnem-se na catedral. Quando o povo está reunido, o Bispo, os concelebrantes, os diáconos, com as vestes litúrgicas brancas, fazem a sua entrada. A assembleia canta o Hino do Jubileu ou outro hino apropriado.
11. O Bispo, depois de ter beijado e incensado o altar como de costume, dirige-se à cátedra e diz
O bispo, dirigindo-se ao povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.
Depois saúda o povo reunido:
Pres.: O Deus da esperança, que nos cumula de toda a alegria e paz na fé pelo poder do Espírito Santo, esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
12. O Bispo introduz a celebração com estas palavras:
Pres.: Irmãos e irmãs, vivemos juntos o Ano Jubilar. Como um só povo elevámos a Deus o nosso louvor de ação de graças e de súplica, unindo-nos àqueles que muitas vezes não têm voz perante os homens mas que o Pai escuta e reconhece como seus filhos prediletos: os doentes, os idosos, os presos, os pobres. Através da indulgência jubilar, o Senhor fez correr um rio de graça e de bênção. A todos deu a sua esperança e a sua paz, fortaleceu as mãos frágeis, reforçou os joelhos vacilantes, disse a cada um de nós: coragem, não tenhais medo! Revigorados por esta experiência de misericórdia e renovados pelo encontro com ele, hoje, como comunidade diocesana, pastor e povo, ao celebrarmos a santidade da Família de Nazaré, queremos dar graças na Eucaristia e voltar a pedir perdão, reconhecendo-nos pecadores.
Depois de uma breve pausa para silêncio, o diácono ou outro ministro canta as seguintes invocações:
Pres.: Senhor, que suscitais a fé, Kýrie, eléison.
℟.: Kýrie, eléison.
Pres.: Cristo, que inspirais a esperança, Christe, eléison.
℟.: Christe, eléison.
Pres.: Senhor, que gerais a caridade, Kýrie, eléison.
℟.: Kýrie, eléison.
Ou:
Pres.: Senhor, Filho de Deus, que, ao nascer da Virgem Maria, vos fizestes nosso irmão, Kýrie, eléison.
℟.: Kýrie, eléison.
Pres.: Cristo, Filho do Homem, que conheceis e compreendeis a nossa fraqueza, Christe, eléison.
℟.: Christe, eléison.
Pres.: Senhor, Filho primogénito do Pai, que fazeis de nós uma só família, Kýrie, eléison.
℟.: Kýrie, eléison.
O Bispo conclui:
Pres.: Deus Todo-Poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amen.
Depois canta-se o Glória. A missa continua como de costume.
GLÓRIA
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS,
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO,
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS, NÓS VOS ADORAMOS,
NÓS VOS GLORIFICAMOS, NÓS VOS DAMOS GRAÇAS, POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO DE DEUS,
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI:
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS;
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA;
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS.
SÓ VÓS SOIS O SANTO; SÓ VÓS, O SENHOR;
SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO; O SALVADOR;
COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS PAI.
À SANTÍSSIMA TRINDADE DEMOS GLÓRIA PARA SEMPRE. AMÉM.
Ou, para a recitação:
Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém!
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza:
Concedei, Deus todo-poderoso, que o novo nascimento, segundo a carne, do vosso Filho unigénito nos liberte da antiga escravidão em que nos retém o jugo do pecado. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
Leitor: Leitura da Primeira Epístola de São João
Escrevo-vos, meus filhos, porque os vossos pecados foram perdoados, pelo nome de Jesus. Escrevo-vos, pais, porque conheceis Aquele que existe desde o princípio. Escrevo-vos, jovens, porque vencestes o Maligno. Escrevo-vos, meus filhos, porque conheceis o Pai. Escrevo-vos, pais, porque conheceis Aquele que existe desde o princípio. Escrevo-vos, jovens, porque sois fortes e a palavra de Deus permanece em vós e vencestes o Maligno. Não ameis o mundo nem o que existe no mundo. Se alguém ama o mundo, não está nele o amor do Pai. Porque tudo o que há no mundo – concupiscência da carne, concupiscência dos olhos e orgulho da riqueza – não vem do Pai, mas do mundo. Ora o mundo passa com as suas concupiscências, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece eternamente.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl 95 (96), 7-8a.8b-9.10 (R.11a))
℟.: Alegrem-se os céus, exulte a terra.
— Dai ao Senhor, ó família dos povos, dai ao Senhor glória e poder, dai ao Senhor a glória do seu nome. ℟.
— Levai-Lhe oferendas e entrai nos seus átrios, adorai o Senhor com ornamentos sagrados, trema diante d’Ele a terra inteira. ℟.
— Dizei entre as nações: «O Senhor é Rei», sustenta o mundo e ele não vacila, governa os povos com equidade. ℟.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
ALELUIA, ALELUIA!
Santo é o dia que nos trouxe a luz.
Vinde adorar o Senhor.
Hoje, uma grande luz desceu sobre a terra.
ALELUIA, ALELUIA!
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.
EVANGELHO
Lc 2, 36-40
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo São Lucas
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: Quando os pais de Jesus levaram o Menino a Jerusalém, a fim de O apresentarem ao Senhor, estava no templo uma profetiza, Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era de idade muito avançada e tinha vivido casada sete anos após o tempo de donzela e viúva até aos oitenta e quatro. Não se afastava do templo, servindo a Deus noite e dia, com jejuns e orações. Estando presente na mesma ocasião, começou também a louvar a Deus e a falar acerca do Menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém. Cumpridas todas as prescrições da Lei do Senhor, voltaram para a Galileia, para a sua cidade de Nazaré. Entretanto, o Menino crescia e tornava-Se robusto, enchendo-Se de sabedoria. E a graça de Deus estava com Ele.
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo Niceno-constantinopolitano)
Pres.: Professemos a nossa fé.
℟.: Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus:
Às palavras seguintes, até e se fez homem, todos se ajoelham.
e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.
ORAÇÃO DOS FIÉS
No fim da homilia, depois de uma pausa de silêncio, canta-se ou recita--se o Credo. Segue-se a oração universal com estas ou outras palavras:
Pres.: Irmãos e irmãs, depois de termos ouvido a Palavra da salvação, elevemos a nossa oração ao Pai, por intermédio do Filho.
℟.: Deus, nossa esperança, ouvi-nos.
Se for possível, pode-se pedir a um Diácono ou outro ministro, que se faça a "introdução''.
Diácono: Rezemos pela Igreja.
Faz-se uma pausa para silêncio, após a qual o leitor faz a prece:
Leitor: Guardiã do projeto da salvação, proclame a todos, por palavras e ações, a fé no Senhor Ressuscitado. ℟.
Diácono: Rezemos pelo mundo inteiro.
Faz-se uma pausa para silêncio, após a qual o leitor faz a prece:
Leitor: Seduzido pelo amor do Verbo incarnado, não ceda ao ruído das armas, mas procure a harmonia da concórdia e da paz. ℟.
Diácono: Rezemos por aqueles que sofrem.
Faz-se uma pausa para silêncio, após a qual o leitor faz a prece:
Leitor: Que não caiam no desânimo, mas experimentem no seu coração o dom da esperança cristã. ℟.
Diácono: Rezemos pelas famílias.
Faz-se uma pausa para silêncio, após a qual o leitor faz a prece:
Tendo como exemplo a Sagrada Família de Nazaré, sejam dóceis ao projeto de Deus, que chama em cada dia a viver a novidade do amor. ℟.
Diácono: Rezemos pela nossa comunidade.
Faz-se uma pausa para silêncio, após a qual o leitor faz a prece:
Revigorada pelo poder do perdão e renovada pela graça do Ano Jubilar, que possa continuar no seu caminho de seguimento do Evangelho. ℟.
O Bispo conclui:
Pres.: Ó Pai, neste Ano Jubilar abristes o caminho da salvação para a vossa Igreja e enchestes os vossos filhos com a esperança que vem de Vós. Abraçai as nossas boas intenções e realizai o nosso desejo de converter a nossa vida a Vós, para nos tornarmos autênticas testemunhas do Evangelho. Com a graça do Espírito Santo, guiai os nossos passos para a bem-aventurada esperança de encontrar o vosso rosto na Jerusalém celeste, em que o vosso Reino se realizará plena e perfeitamente e em que tudo se consumará em Cristo, vosso Filho. Ele que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar.
O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio.
Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio: depois, coloca o cálice sobre o corporal.
O sacerdote, inclinado, reza em silêncio.
Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio.
CONVITE À ORAÇÃO
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟..: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Aceitai benignamente, Senhor, os dons da vossa Igreja, para que receba nestes santos mistérios os bens em que pela fé acredita. Por Cristo nosso Senhor.
ao terminar, o povo aclama:
PREFÁCIO DO NATAL DO SENHOR II
A Restauração Universal na Encarnação
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, por nosso Senhor Jesus Cristo.
No mistério do seu nascimento, Aquele que, por sua natureza, era invisível, tornou-Se visível aos nossos olhos. Gerado desde toda a eternidade, começou a existir no tempo para renovar em Si a natureza decaída, restaurar o universo e reconduzir ao reino dos céus o homem perdido pelo pecado.
Por isso, com todos os anjos, proclamamos a vossa glória, cantando com alegria:
SANTO
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO,
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
BENDITO AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR
BENDITO AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
Ou, para a recitação:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
CANÔN ROMANO
ORAÇÃO EUCARÍSTICA I
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de infinita misericórdia, humildemente Vos suplicamos, por Jesus Cristo, vosso Filho, nosso Senhor.
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que Vos digneis aceitar e abençoar ✠ estes dons, esta oblação pura e santa.
de braços abertos, prossegue:
Nós Vo-la oferecemos pela vossa Igreja santa e católica: dai-lhe a paz e congregai-a na unidade, defendei-a e governai-a em toda a terra, em comunhão com o vosso servo, o nosso papa N., o nosso Bispo N.*, e todos os bispos que são fiéis à verdade
e professam a fé católica e apostólica.
A assembleia aclama:
Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!
*Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149
Memento dos vivos
1C: Lembrai-Vos, Senhor, dos vossos servos e servas N. N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que estão aqui presentes, cuja fé e dedicação ao vosso serviço bem conheceis. Por eles nós Vos oferecemos e também eles Vos oferecem este sacrifício de louvor, por si e por todos os seus, pela redenção das suas almas, para a salvação e segurança que esperam, ó Deus eterno, vivo e verdadeiro.
A assembleia aclama:
Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
No Natal do Senhor e durante a Oitava
2C: Em comunhão com toda a Igreja, ao celebrarmos o dia santíssimo, em que a Imaculada Virgem Maria deu à luz o Salvador do mundo, veneramos a memória da gloriosa sempre Virgem Maria, Mãe do nosso Deus e Senhor, Jesus Cristo, e também a de são José, seu esposo, e a dos bem-aventurados apóstolos e mártires:
Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião) e de todos os santos.
Por seus méritos e orações, concedei-nos, em tudo e sempre, auxílio e proteção.
Por Cristo nosso Senhor.
A assembleia aclama:
Amém!
O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai benignamente, Senhor, a oblação que nós, vossos servos, com toda a vossa família, Vos apresentamos. Dai a paz aos nossos dias, livrai-nos da condenação eterna e contai-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Santificai, Senhor, esta oblação com o poder da vossa bênção e recebei-a como sacrifício espiritual perfeito, de modo que se converta para nós no Corpo e Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Na véspera de sua paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Ele tomou o pão em suas santas e adoráveis mãos,
eleva os olhos,
e, levantando os olhos ao céu para Vós, Deus, seu Pai todo-poderoso, dando graças Vos bendisse, partiu-o e deu-o aos seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
tomou este sagrado cálice em suas santas e adoráveis mãos, dando graças Vos bendisse, e deu-o aos seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Pres.: Mistério da fé para salvação do mundo!
A assembleia aclama:
Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, Senhor, o memorial da bem-aventurada paixão de Jesus Cristo, vosso Filho, nosso Senhor, da sua ressurreição de entre os mortos e da sua gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, com o vosso povo santo, dos próprios bens que nos destes oferecemos à vossa divina majestade o sacrifício perfeito, santo e imaculado, o pão santo da vida eterna e o cálice da eterna salvação.
Olhai com benevolência e agrado para esta oferenda e dignai-Vos aceitá-la, como aceitastes os dons do justo Abel, vosso servo, o sacrifício de Abraão, nosso pai na fé, e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedec.
A assembleia aclama:
Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Humildemente Vos suplicamos, Deus todo-poderoso, que esta nossa oferenda seja apresentada pelo vosso santo anjo no altar celeste, diante da vossa divina majestade, para que todos nós, participando deste altar, pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
alcancemos a plenitude das bênçãos e graças do céu.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
A assembleia aclama:
O Espírito nos una num só corpo!
3C: Lembrai-vos, Senhor, dos vossos servos e servas, que partiram antes de nós, marcados com o sinal da fé, e agora dormem o sono da paz, nomeadamente todas as intenções particulares que tendes convosco.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
Concedei-lhes, Senhor, a eles e a todos os que descansam em Cristo, o lugar da consolação, da luz e da paz.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
A assembleia aclama:
Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
4C: E a nós, pecadores, vossos servos, que esperamos na vossa infinita misericórdia,
e, de braços abertos, prossegue:
admiti-nos também na assembleia dos bem-aventurados apóstolos e mártires: João Batista, Estêvão, Matias, Barnabé (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e de todos os santos.
Recebei-nos em sua companhia, não pelo valor dos nossos méritos, mas segundo a grandeza do vosso perdão.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor.
E prossegue:
Por nosso Senhor Jesus Cristo, criais todos os bens e lhes dais vida, os santificais, abençoais e distribuís por nós.
Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: POR CRISTO, COM CRISTO, EM CRISTO, A VÓS, DEUS PAI TODO-PODEROSO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO, TODA A HONRA E TODA A GLÓRIA, POR TODOS OS SÉCULOS DOS SÉCULOS.
O povo aclama:
℟.: Amém.
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso Salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz: não olheis aos nossos pecados, mas à fé da vossa Igreja, e dai-lhe a união e a paz, segundo a vossa vontade,
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
℟.: Amém.
O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ!
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice, reza em silêncio e comunga o Sangue de Cristo.
Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL
Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!
ANTÍFONA DE COMUNHÃO
(Ap 3, 20)
Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição, eu com ele e ele comigo.
Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice. Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.
O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Pres.: Oremos.
O sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Deus de infinita bondade, que vindes ao nosso encontro pela participação neste sacramento, fazei-nos sentir os seus frutos de santidade, para que o dom recebido nos disponha a recebê-lo cada vez melhor. Por Cristo nosso Senhor.
℟.: Amém.
CANTO DE AÇÃO DE GRAÇAS
No final da oração depois da comunhão, o Bispo introduz um cântico de ação de graças com estas palavras:
Pres.: Irmãos e irmãs, na conclusão do Ano Jubilar queremos unir as nossas vozes à oração de toda a Igreja, que hoje eleva a Deus a sua ação de graças pelo dom da indulgência. Através dos sacramentos, da peregrinação, da oração e da caridade fizemos uma experiência intensa da misericórdia divina: o Senhor lavou os nossos pecados e encheu-nos da sua graça. Durante este ano, comunicámos na fé, na esperança e na caridade, com todo o mistério de Cristo distribuído no ciclo dos tempos litúrgicos. Agora, revigorados por esta experiência de conversão, voltamos ao ritmo quotidiano das nossas vidas. Como os discípulos que viram o seu rosto, conservemos a alegria do encontro com o Senhor e mantenhamos sem vacilar a confissão da nossa esperança, porque aquele que prometeu é fiel.
A assembleia entoa o hino Te Deum ou um cântico de ação de graças.
RITOS FINAIS
BÊNÇÃO APOSTÓLICA
Ao fim da Celebração, o novo Bispo pode conceder a bênção apostólica, com indulgencias plenárias, com o seguinte rito:
Diác ou Sac: Caros irmãos, o nosso amado Pastor, Dom Tiago Cardeal Pina, por graça da Santa Sé Apostólica, Bispo desta Santa Igreja de Nova York, em nome do Sumo Pontífice, dará a bênção com a indulgência plenária a todos aqui presentes, verdadeiramente arrependidos, confessados e restaurados pela sagrada comunhão. Rogai a Deus, pelo Santo Padre, o Papa Pio, por nosso pastor Dom Tiago Cardeal Pina e pela santa Mãe Igreja, e esforçai-vos por viver em sua plena comunhão e santidade de vida.
℟.: Amém.
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Diác ou Sac: Inclinai-vos para receber a bênção.
E o bispo, com as mãos estendidas sobre o povo, diz:
Pres: Pelas preces e méritos da Bem-Aventurada sempre Virgem Maria, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e de todos os Santos, o Senhor todo-poderoso e cheio de misericórdia vos conceda tempo verdadeiro e frutuoso arrependimento, coração sempre penitente e emenda da vida, perseverança nas boas obras, e perdoando todos os vossos pecados, vos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.
Pres: Pela intercessão dos santos apóstolos São Pedro e São Paulo, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai ✠ e Filho ✠ e Espírito ✠ Santo.
Ass: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus!
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.