Livreto Celebrativo | Solene Posse Canônica do 12° Arcebispo de São João del Crepeer


LIVRETO CELEBRATIVO
SOLENE POSSE CANÔNICA
30.12.2024

Posse Canônica de Dom Wesley Miguel 
Presidida por Dom Emanuel Cardeal Gomes 

Já não vos chamo servos, mas amigos
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CHEGADA DO BISPO

RECEPEÇÃO DO ARCEBISPO
(Ecce Sacerdos Magnus)

A celebração tem inicio como de costume, sendo presidida integralmente pelo Bispo que toma posse.

ECCE SACERDOS MAGNUS,
ECCE SACERDOS MAGNUS,

QUI IN DIEBUS SUIS PLACUIT DEO,
ET INVENTUS EST JUSTUS.

IDEO JUREJURANDO FECIT ILLUM 
DOMINUS CRESCERE IN PLEBEM SUAM.

BENEDICTIONEM OMNIUM GENTIUM DEDIT ILLI,
ET TESTAMENTUM SUUM CONFIRMAVIT SUPER CAPUT EJUS.

REQUIEM AETERNAM DONA EIS, DOMINE,
ET LUX PERPETUA LUCEAT EIS.

REQUIESCANT IN PACE.
AMEN.

GLORIA PATRI, ET FILIO, ET SPIRITUI SANCTO,
SICUT ERAT IN PRINCIPIO, ET NUNC, ET SEMPER,
ET IN SAECULA SAECULORUM. AMEN.


Após a recepção do Bispo, junto do celebrante da posse e de algum outro bispo convidado, adentram a Igreja, asperge o povo e vai até o Sacrário. Feito um minuto de silêncio, todos se direcionam para a sacristia e se preparam para a Missa

RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA
(Marcha da Igreja)

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

REUNIDOS EM TORNO DOS NOSSOS PASTORES
NÓS IREMOS A TI!
PROFESSANDO TODOS UMA SÓ FÉ
NÓS IREMOS A TI!
ARMADOS COM A FORÇA QUE VEM DO SENHOR
NÓS IREMOS A TI!
SOB O IMPULSO DO ESPÍRITO SANTO
NÓS IREMOS A TI!

IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR
GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, Ó CIDADE DOS CRISTÃOS
QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!

COM OS ROMEIROS DE NOSSA SENHOR
NÓS IREMOS A TI!
COM OS NOSSOS IRMÃOS SOFREDORES
NÓS IREMOS A TI!
COM OS PADRES QUE SOBEM AO ALTAR
NÓS IREMOS A TI!
COM OS PADRES QUE PARTEM EM MISSÃO
NÓS IREMOS A TI!

IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR
GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, Ó CIDADE DOS CRISTÃOS
QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!

DE NOSSAS FAZENDAS E NOSSAS CIDADES
NÓS IREMOS A TI!
DE NOSSAS MONTANHAS E NOSSAS BAIXADAS
NÓS IREMOS A TI!
DE NOSSAS CABANAS E POBRES FAVELAS
NÓS IREMOS A TI!
DE NOSSAS ESCOLAS E NOSSOS TRABALHOS
NÓS IREMOS A TI!

IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR
GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, Ó CIDADE DOS CRISTÃOS
QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE VIVAM TODOS COMO IRMÃOS! 

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.

ANTÍFONA DE ENTRADA
(Cf. Sl 24, 1-3)

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
℣.: A vós, meu Deus, elevo a minha alma, e confio em vós. Que eu não seja envergonhado, nem se riam de mim os meus inimigos! Pois não será desiludido quem em vós espera. 

SAUDAÇÃO INICIAL

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho  e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

Pres.: A paz esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Pres.: De coração contrito e humilde, aproximemo-nos do Deus justo e santo, para que tenha piedade de nós, pecadores.

Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
℣.: 
Tende compaixão de nós, Senhor.
℟.: Porque somos pecadores.
℣.: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
℟.: E dai-nos a vossa salvação.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.

POSSE CANÔNICA

LEITURA DA BULA

A seguir, do ambão, lê ao povo as referidas Letras Apostólicas, que todos escutam sentados.
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PIVS, EPISCOPVS
SERVVS SERVORVM DEI

AD PERPETVAM REI MEMORIAM

BULA DE NOMEAÇÃO EPISCOPAL
ARCEBISPO METROPOLITANO DE SÃO JOÃO DEL CREEPER

Ao diletíssimo filho, Dom Wesley Miguel,
eleito arcebispo metropolitano de São João Del Creeper, saúde e bençãos apostólicas.

    Confiada por Cristo Nosso Senhor ao bem-aventurado Apóstolo Pedro, a missão de apascentar com firmeza e ternura o rebanho de Deus exige dos Sucessores dos Apóstolos vigilância constante, discernimento prudente e o ardor apostólico que brota do próprio Evangelho. Assim, a Sé Primacial de São João Del Creeper, elevada desde tempos antigos ao mais alto prestígio entre as Igrejas do Brasil, sempre brilhou como coluna da fé, guardiã da reta doutrina e terra fecunda de vocações santas, sustentada pela maternal intercessão de Nossa Senhora do Pilar, Padroeira e protetora dessa veneranda Arquidiocese.

    Tendo-se tornado vacante esta Sé após o fecundo governo de Nosso Venerável Irmão Dom Emanuel Cardeal Gomes, que, com prudência, coragem pastoral e espírito de verdadeira paternidade, guiou esta Igreja Particular por meses de significativos avanços na formação sacerdotal, na evangelização, na caridade organizada e na renovação espiritual do clero e dos fiéis, julgamos oportuno prover-lhe digno sucessor. Elevamos também nosso reconhecimento por tantos frutos amadurecidos em seu ministério, ao mesmo tempo em que, chamado agora a dedicar-se com maior exclusividade aos trabalhos que desempenha na Cúria Romana, permanece unido a esta Arquidiocese por laços de gratidão e oração.

    Depois de madura reflexão, ouvido atentamente o parecer do Dicastério para os Bispos e considerando as necessidades espirituais, missionárias e administrativas desta Sé Primacial, voltamos nosso olhar para aquele que, sendo filho desta mesma Igreja, nasceu, cresceu e foi formado sob sua luz; aquele que conhece seu povo, sua história, suas dores e suas esperanças: Dom Wesley Miguel, cuja vida e ministério revelam zelo apostólico, fidelidade à Igreja, clareza doutrinal e profundo amor pelo serviço pastoral.

    Por isso, considerando as necessidades espirituais desta Arquidiocese e reconhecendo em vós um coração dócil ao Evangelho e zeloso pela unidade da Igreja, TE NOMEAMOS e CONSTITUÍMOS, amado filho, Dom Wesley Miguel, como ARCEBISPO METROPOLITANO DE SÃO JOÃO DEL CREEPER E PRIMAZ DO BRASIL, investindo-vos de todos os direitos, deveres e encargos que o sagrado múnus episcopal comporta, segundo os sagrados cânones e a venerável tradição da Santa Igreja.

    Confiamos ao novo Arcebispo a missão de continuidade, para que, sustentado pela graça divina, prossiga a obra iniciada por seus predecessores e, guiado pela luz de Nossa Senhora do Pilar, fortaleça a unidade desta Igreja Particular, renove o ardor missionário, cuide com especial atenção do clero, promova a santidade da vida litúrgica, particularmente na celebração da Missa Episcopal, sinal da comunhão desta Arquidiocese com seu Pastor e enfrente, com prudência e coragem, os desafios que o tempo presente impõe: a evangelização no mundo digital, a defesa da verdade em meio às confusões doutrinais, o cuidado com os pobres, o acompanhamento das famílias, a proteção da juventude e a formação de ministros que reflitam a face misericordiosa de Cristo.

    Assim como o grande Apóstolo São Paulo, que não hesitou em proclamar: “Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho!”, do mesmo modo o novo Arcebispo é chamado a viver com ardor esse espírito missionário, caminhando com o povo, ouvindo-o com paciência, conduzindo-o com firmeza, exortando-o com mansidão, e edificando sempre a unidade, porque, como ensina o Apóstolo, “um só é o Corpo e um só o Espírito”. Seja ele, pois, pastor incansável, mestre fiel, servidor humilde e testemunha da esperança cristã nesta Igreja Primacial.

    Determinamos que o clero, os consagrados, os seminaristas e todos os fiéis desta Arquidiocese o recebam com sincero espírito de comunhão e obediência, reconhecendo nele o legítimo Pastor que a Santa Igreja lhes envia. Tomará posse de seu ofício em solene Celebração Eucarística, segundo os ritos litúrgicos prescritos, e solicitará a seu tempo o pálio que lhe será entregue de nossas mãos, como sinal visível da comunhão com a Sé de Pedro.

    Confiamos seu ministério à intercessão de Nossa Senhora do Pilar, de São Paulo Apóstolo e de todos os santos que sustentaram esta Sé ao longo dos anos, para que o novo Arcebispo, iluminado pela força do Espírito Santo, persevere com fidelidade e humildade na missão que agora lhe é confiada.

Dado e Passado em Roma, aos vinte e três dias do mês novembro do ano Jubilar de 2025, primeiro de nosso pontificado.


 Pivs Pp. IV
Pontifex Maximvs
_______________________

Ao fim da leitura da Bula, todos dizem:
℟.: Graças a Deus.


O Cardeal presidente ocupa seu lugar entre os concelebrantes e o Bispo senta-se novamente na cátedra.

SAUDAÇÃO AO BISPO
(Eccomi)

Feito isto, se for costume, a primeira dignidade do cabido, ou não havendo cabido, o reitor da igreja dirige uma saudação ao Bispo.


ECCOMI, ECCOMI!
SIGNORE IO VENG
ECCOMI, ECCOMI!
SI COMPIA IN ME LA TUA VOLONTÀ

NEL MIO SIGNORE HO SPERATO
E SU DI ME S'È CHINATO
HA DATO ASCOLTO AL MIO GRIDO
M'HA LIBERATO DALLA MORTE

ECCOMI, ECCOMI!
SIGNORE IO VENG
ECCOMI, ECCOMI!
SI COMPIA IN ME LA TUA VOLONTÀ

I MIEI PIEDI HA RESO SALDI
SICURI HA RESO I MIEI PASSI
HA MESSO SULLA MIA BOCCA
UN NUOVO CANTO DI LODE

ECCOMI, ECCOMI!
SIGNORE IO VENG
ECCOMI, ECCOMI!
SI COMPIA IN ME LA TUA VOLONTÀ

IL SACRIFICIO NON GRADISCI
MA M'HAI APERTO L'ORECCHIO
NON HAI VOLUTO OLOCAUSTI
ALLORA HO DETTO: IO VENG!

ECCOMI, ECCOMI!
SIGNORE IO VENG
ECCOMI, ECCOMI!
SI COMPIA IN ME LA TUA VOLONTÀ

SUL TUO LIBRO DI ME È SCRITTO
SI COMPIA IL TUO VOLERE
QUESTO, MIO DIO, DESIDERO
LA TUA LEGGE È NEL MIO CUORE

ECCOMI, ECCOMI!
SIGNORE IO VENG
ECCOMI, ECCOMI!
SI COMPIA IN ME LA TUA VOLONTÀ

LA TUA GIUSTIZIA HO PROCLAMATO
NON TENGO CHIUSI LE LABBRA
NON RIFUTARMI SIGNORE
LA TUA MISERICORDIA

ECCOMI, ECCOMI!
SIGNORE IO VENG
ECCOMI, ECCOMI!
SI COMPIA IN ME LA TUA VOLONTÀ

Em seguida, de acordo com os costumes locais, o cabido e pelo menos parte do clero, e alguns fiéis e, se for oportuno, a autoridade civil porventura presente, aproximam-se do seu Bispo, para lhe manifestarem obediência e respeito. 

ACENDIMENTO DA 1ª VELA
(Coroa do Advento)

O presidente da celebração, próximo de onde está a coroa do Advento, diz, antes de acender a primeira vela da coroa:

Pres.: Bendito sejais, Deus bonodoso, pela luz de Cristo, sol da nossa vida quem esperamos com toda ternura do coração.
℟.: Vinde, Senhor, não tardeis, e acendei em nossos corações a luz da Salvação!

Enquanto se acende a vela, entoa-se um refrão apropriado.

ORAÇÃO DA COLETA
(Silêncio)

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Ó Deus todo-poderoso, concedei aos vossos fiéis o ardente desejo de acorrer com boas obras ao encontro do vosso Cristo que vem, para que, colocados à sua direita, mereçam possuir o reino celeste. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. 
℟.Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Is 2, 1-5)

Leitor: Leitura do Livro do Profeta Isaías
Visão de Isaías, filho de Amós, sobre Judá e Jerusalém. Acontecerá, nos últimos tempos, que o monte da casa do Senhor estará firmemente estabelecido no ponto mais alto das montanhas e dominará as colinas. A ele acorrerão todas as nações, para lá irão numerosos povos e dirão: “Vamos subir ao monte do Senhor, à casa do Deus de Jacó, para que ele nos mostre seus caminhos e nos ensine a cumprir seus preceitos”; porque de Sião provém a lei e de Jerusalém, a palavra do Senhor. Ele há de julgar as nações e arguir numerosos povos; estes transformarão suas espadas em arados e suas lanças em foices; não pegarão em armas uns contra os outros e não mais travarão combate. Vinde, todos da casa de Jacó, e deixemo-nos guiar pela luz do Senhor.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟. Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 121(122), 1-2. 4-5. 6-7. 8-9 (R. cf. 1))

℟. QUE ALEGRIA, QUANDO ME DISSERAM: “VAMOS À CASA DO SENHOR!”

Que alegria, quando ouvi que me disseram: “Vamos à casa do Senhor!” E agora nossos pés já se detêm, Jerusalém, em tuas portas. ℟.

— Para lá sobem as tribos de Israel, as tribos do Senhor. Para louvar, segundo a lei de Israel, o nome do Senhor. A sede da justiça lá está e o trono de Davi.  ℟.

— Rogai que viva em paz Jerusalém, e em segurança os que te amam! Que a paz habite dentro de teus muros, tranquilidade em teus palácios!  ℟.

— Por amor a meus irmãos e meus amigos, peço: “A paz esteja em ti!” Pelo amor que tenho à casa do Senhor, eu te desejo todo bem!  ℟.

SEGUNDA LEITURA
(Rm 13, 11-14a)

Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos
Irmãos: Vós sabeis em que tempo estamos, pois já é hora de despertar. Com efeito, agora a salvação está mais perto de nós do que quando abraçamos a fé. A noite já vai adiantada, o dia vem chegando: despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da luz. Procedamos honestamente, como em pleno dia; nada de glutonerias e bebedeiras, nem de orgias sexuais e imoralidades, nem de brigas e rivalidades. Pelo contrário, revesti-vos do Senhor Jesus Cristo.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟. Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO DO EVANGELHO
(Sl 84, 8)

ALELUIA, ALELUIA , ALELUIA 
ALELUIA, ALELUIA , ALELUIA
 
MOSTRAI-NOS, Ó SENHOR, VOSSA BONDADE E A VOSSA SALVAÇÃO NOS CONCEDEI!

ALELUIA, ALELUIA , ALELUIA 
ALELUIA, ALELUIA , ALELUIA
 
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: 
Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.:
 O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho  e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
℣.:
 
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho

EVANGELHO
(Mt 24, 37-44)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: 
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, Jesus disse aos seus discípulos: “A vinda do Filho do Homem será como no tempo de Noé. Pois nos dias, antes do dilúvio, todos comiam e bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. E eles nada perceberam, até que veio o dilúvio e arrastou a todos. Assim acontecerá também na vinda do Filho do Homem. Dois homens estarão trabalhando no campo: um será levado e o outro será deixado. Duas mulheres estarão moendo no moinho: uma será levada e a outra será deixada. Portanto, ficai atentos, porque não sabeis em que dia virá o Senhor. Compreendei bem isso: se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, certamente vigiaria e não deixaria que a sua casa fosse arrombada. Por isso, também vós ficai preparados! Porque, na hora em que menos pensais, o Filho do Homem virá”.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: 
Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo Apostólico)

Pres.: Professemos a nossa fé.
℟.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, 
Às palavras seguintes até da Virgem Maria, todos se inclinam. 
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

OFERTÓRIO
(Quem nos separará?)

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

QUEM NOS SEPARARÁ DO SEU AMOR?
A TRIBULAÇÃO, TALVEZ A ESPADA?
NEM A MORTE NEM A VIDA NOS SEPARARÁ
DO AMOR DE CRISTO, NOSSO SENHOR

QUEM NOS SEPARARÁ DA SUA PAZ?
A PERSEGUIÇÃO, TALVEZ A DOR?
NENHUM PODER NOS SEPARARÁ
DAQUELE QUE VENCEU A MORTE POR NÓS

QUEM NOS SEPARARÁ DA SUA ALEGRIA?
QUEM PODERÁ TIRAR-NOS DO SEU PERDÃO?
NINGUÉM NO MUNDO NOS AFASTARÁ 
DA VIDA EM CRISTO NOSSO SENHOR

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas:
Pres.: Aceitai, Senhor, os dons que vos oferecemos dentre os bens que nos destes; e os santos mistérios, que nos dais celebrar no tempo, se convertam para nós em prêmio de redenção eterna. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

PREFÁCIO DO ADVENTO I
(As duas vindas de Cristo)

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
℣.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
℣.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Revestido da nossa fragilidade, ele veio a primeira vez para realizar seu eterno plano de amor e abrir-nos o caminho da salvação. Revestido de sua glória, ele virá uma segunda vez, para conceder-nos em plenitude os dons prometidos que hoje vigilantes esperamos. Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes entoamos o hino da vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:

SANTO, SANTO, SANTO

SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS, DOMINUS DEUS SABAOTH!

PLENI SUNT CAELI ET TERRA GLORIA TUA.
HOSANNA IN EXCELSIS!

SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS, DOMINUS DEUS SABAOTH!

BENEDICTUS, QUI VENIT IN NOMINE DOMINI.
HOSANNA IN EXCELSIS!

CANÔN ROMANO
ORAÇÃO EUCARÍSTICA I
                         
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis + estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa Pio, comigo vosso indigno servo e meu auxiliar, José Roberto, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
A assembleia aclama:
Ass.: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!
(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.

Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
A assembleia aclama:
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

"Infra actionem"
2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião) e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. (Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)
A assembleia aclama:
Ass.: Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!

O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).

Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na véspera de sua paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos, 
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos.
inclina-se levemente
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossege:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos.
inclina-se levemente
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
Ass.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
A assembleia aclama:
Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
 
Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
A assembleia aclama:
Ass.: O Espírito nos una num só corpo!

Memento dos mortos.
De braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
A assembleia aclama:
Ass.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não phor nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor.
E prossegue:
Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós

DOXOLOGIA

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: POR CRISTO, COM CRISTO, E EM CRISTO, A VÓS DEUS PAI TODO-PODEROSO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO, TODA HONRA E TODA GLÓRIA, POR TODOS OS SÉCULOS DOS SÉCULOS.
A assembleia aclama:
℟.: AMÉM

RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: 
Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: 
Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: 
Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

FRACÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio

AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI.
MISERERE NOBIS.

AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI.
MISERERE NOBIS.

AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI.
DONA NOBIS PACEM.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: O Senhor nos dará tudo o que é bom, e a nossa terra nos dará suas colheitas. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: 
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, faça se a oração de comunhão espiritual antes e logo em seguida inicia-se o canto da Comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

COMUNHÃO
(As promessas do Bom Pastor)

Inicia-se então o canto da comunhão:
VOU SAIR PELOS PRADOS, BUSCANDO
OVELHAS QUE ESTÃO SEM PASTOR;
EU AS TRAREI COM CARINHO
DE VOLTA, SEM FOME OU TEMOR!
NOS MEUS OMBROS, OVELHAS FERIDAS
SEM DOR PODERÃO DESCANSAR.
DEVOLVEREI OS SEUS CAMPOS,
DAREI NOVAMENTE A PAZ.

SOU REI, SOU O BOM PASTOR!
VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,
E FOME JAMAIS TEREIS!
A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?
SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA
E TE DÁS EM REFEIÇÃO.


MAUS PASTORES QUE PERDEM OVELHAS
DISTANTES DE MIM OS TEREI;
NOUTRAS PASTAGENS SEGURAS,
PASTORES FIÉIS CHAMAREI.
NOVO REINO FAREI DO MEU POVO,
REBANHO SEM MAIS OPRESSÃO:
TODOS SERÃO CONDUZIDOS
À VIDA POR MINHAS MÃOS!

SOU REI, SOU O BOM PASTOR!
VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,
E FOME JAMAIS TEREIS!
A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?
SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA
E TE DÁS EM REFEIÇÃO.


SOU A PORTA SEGURA DO APRISCO,
REBANHO FELIZ EU FAREI:
DE TODO O MAL E INJUSTIÇA,
OVELHAS EU DEFENDEREI.
MERCENÁRIOS QUE FOGEM PRA LONGE,
DEIXANDO O REBANHO AO LÉU,
NÃO TERÃO PARTE COMIGO,
NO REINO QUE VEM DO CÉU.

SOU REI, SOU O BOM PASTOR!
VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,
E FOME JAMAIS TEREIS!
A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?
SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA
E TE DÁS EM REFEIÇÃO.

SE UMA OVELHA DEIXAR O MEU CAMPO
E OUTRO CAMINHO SEGUIR,
DEIXO O REBANHO SEGURO
E VOU PROCURAR A INFELIZ.
AO TRAZÊ-LA HAVERÁ ALEGRIA
E OS ANJOS DO CÉU VÃO CANTAR:
SERÁ A FESTA DA VOLTA,
REBANHO VAI SE ALEGRAR.

SOU REI, SOU O BOM PASTOR!
VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,
E FOME JAMAIS TEREIS!
A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?
SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA
E TE DÁS EM REFEIÇÃO.

EU CONHEÇO AS OVELHAS QUE TENHO
E TODO O REBANHO, MINHA VOZ.
SE CHAMO, ENTÃO, PELO NOME
A OVELHA OUVIRÁ BEM VELOZ.
BUSCAREI OS CORDEIROS DISTANTES
QUE EM MIM TERÃO FORÇA E AMOR.
FAREI SOMENTE UM REBANHO,
E EU MESMO SEREI PASTOR.

SOU REI, SOU O BOM PASTOR!
VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,
E FOME JAMAIS TEREIS!
A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?
SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA
E TE DÁS EM REFEIÇÃO.

ANTÍFONA DA COMUNHÃO
(Cf. Sl 84, 13)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: O Senhor nos dará tudo o que é bom, e a nossa terra nos dará suas colheitas.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: O Senhor te cobrirá com sua sombra, sob suas asas encontrarás abrigo.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: 
Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
Fazei frutificar em nós, Senhor, a participação nos vossos mistérios; eles nos levem a amar desde agora os bens do céu e, caminhando entre as coisas que passam, abraçar as que não passam. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: 
Amém.

____________________

LEITURA DA ATA DA POSSE

Após a Oração depois da comunhão, o Chanceler do bispado, ou um outro presbítero designado, lê a Ata da Posse.
Aos trinta (30) dias do mês de Novembro do Ano de 2025 às 15 horas, na Catedral Metropolitana Nossa Senhora do Pilar, Sé Arquidiocesana, na presença dos senhores arcebispos e bispos presentes, na presença ainda dos sacerdotes, religiosos e dos fiéis, tomou posse como arcebispo metropolitano de São João del Crepeer, o Exmo. e Revmo. Sr. Wesley Miguel. No início da cerimônia, após a Leitura das Letras Apostólicas de nomeação, emanadas do Vaticano, Dom Wesley Miguel, tomou posse de sua Igreja Particular e presidiu à Solene Concelebração Eucarística. Para constar foi lavrada a presente ata, que vai por mim assinada, N, testemunha de tal posse, bem como por Dom Wesley Miguel,  e ainda por todos os demais senhores arcebispos e bispos presentes, pelos membros do Colégio de Consultores e por representantes dos fiéis leigos.

São João del Crepeer, 30 de Novembro do ano 2025

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

BÊNÇÃO DO PRESÉPIO

Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Deus eterno e onipotente, vosso Filho assumiu a condição humana, oferecendo-nos a graça da salvação. Abençoai + este presépio, que recorda o nascimento de Jesus Cristo, nosso salvador, e tornai-nos dignos de participar da sua divindade, ele que assumiu a nossa humanidade. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

O presidente asperge o presépio com a água benta, enquanto isso, canta-se:

CANTO DE ASPERSÃO
(Como o Sol Nasce da Aurora)

COMO O SOL NASCE DA AURORA, DE MARIA NASCERÁ,
AQUELE QUE A TERRA SECA, EM JARDIM CONVERTERÁ.
Ó BELÉM, ABRE TEUS BRAÇOS, AO PASTOR QUE A TI VIRÁ.
EMANUEL, DEUS CONOSCO, VEM AO NOSSO MUNDO, VEM!

BÊNÇÃO APOSTÓLICA

Ao fim da Celebração, o novo Bispo pode conceder a bênção apostólica, com indulgencias plenárias, com o seguinte rito:
Sac.: Caros irmãos, o nosso amador Pastor, Dom Wesley Miguel por graça da Santa Sé Apostólica, Arcebispo desta Santa Igreja de São João del Crepeer, em nome do Sumo Pontífice, dará a bênção com a indulgência plenária a todos aqui presentes, verdadeiramente arrependidos, confessados e restaurados pela sagrada comunhão. Rogai a Deus, pelo Santo Padre, o Papa Pio IV, por nosso Arcebispo Dom Wesley e pela santa Mãe Igreja, e esforçai-vos por viver em sua plena comunhão e santidade de vida.
℟.: Amém.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.:  Pelas preces e méritos da Bem-Aventurada sempre Virgem Maria, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e de todos os Santos, o Senhor todo-poderoso e cheio de misericórdia vos conceda tempo verdadeiro e frutuoso arrependimento, coração sempre penitente e emenda da vida, perseverança nas boas obras, e perdoando todos os vossos pecados, vos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.

Pres.: Pela intercessão dos santos apóstolos São Pedro e São Paulo, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho  e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: 
Ide em paz, e glorificai o Senhor com vossa vida.
℟.: Graças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

CANTO FINAL
(Jubilate Deo)

IIUBILATE OMNIS TERRA,
IIUBILATE DOMINO NOSTRO,
ALLELUIA, ALLELUIA,
IIUBILATE DEO,
EXSULTATE IN LÆTITIA,
IIUBILATE DEO. 

LAUDATE EUM IN EXCELSIS,
LAUDATE DOMINUM NOSTRUM
OMNES ANGELI ET VIRTUTES,
LAUDATE EUM
QUONIAM MAGNUS

IIUBILATE OMNIS TERRA,
IIUBILATE DOMINO NOSTRO,
ALLELUIA, ALLELUIA,
IIUBILATE DEO,
EXSULTATE IN LÆTITIA,
IIUBILATE DEO.
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