EUCARISTIA DA EPIFANIA DO SENHOR
JUBILEU DIOCESANO - LEIRIA-FÁTIMA
2° ANIVERSÁRIO DA INSTALAÇÃO DIOCESANA
RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
ANTÍFONA DE ENTRADA
Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Eis que vem o Senhor soberano. A realeza, o poder e o império estão nas suas mãos.
SAUDAÇÃO
Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A paz e o amor de Deus Pai, que se manifestaram em Cristo, nascido para nossa salvação, estejam convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Pres.: Jesus Cristo, o justo, intercede por nós e reconcilia-nos com o Pai. Abramos o nosso espírito ao arrependimento para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Após um momento de silêncio:
Pres.: Senhor, Filho de Deus, que, nascendo da Virgem Maria, vos fizestes nosso irmão
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, Filho do homem, que conheceis e compreendeis a nossa fraqueza.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, Filho primogénito do Pai, que fazeis de nós uma família.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.
Em seguida, segundo as rubricas, canta-se ou recita-se o hino:
Glória in excélsis Deo et in terra pax homínibus bonae voluntátis. Laudámus te, benedícimus te, adorámus te, glorificámus te, grátias ágimus tibi propter magnam glóriam tuam, Dómine Deus, Rex cæléstis, Deus Pater omnípotens. Dómine Fili unigénite, Iesu Christe, Dómine Deus, Agnus Dei, Fílius Patris, qui tollis peccáta mundi, miserére nobis; qui tollis peccáta mundi, súscipe deprecatiónem nostram. Qui sedes ad déxteram Patris, miserére nobis. Quóniam tu solus Sanctus, tu solus Dóminus, tu solus Altíssimus, Iesu Christe, cum Sancto Spíritu: in glória Dei Patris. Amen.
ORAÇÃO DO DIA
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza:
Senhor nosso Deus, que neste dia revelastes o vosso Filho unigénito aos gentios guiados por uma estrela, a nós que já Vos conhecemos pela fé
levai-nos a contemplar face a face a vossa glória.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
PRIMEIRA LEITURA
(Is 60, 1-6)
Leitor: Leitura do Livro de Isaías
Levanta-te e resplandece, Jerusalém, porque chegou a tua luz e brilha sobre ti a glória do Senhor. Vê como a noite cobre a terra e a escuridão os povos. Mas, sobre ti levanta-Se o Senhor e a sua glória te ilumina. As nações caminharão à tua luz e os reis ao esplendor da tua aurora. Olha ao redor e vê: todos se reúnem e vêm ao teu encontro; os teus filhos vão chegar de longe e as tuas filhas são trazidas nos braços. Quando o vires ficarás radiante, palpitará e dilatar-se-á o teu coração, pois a ti afluirão os tesouros do mar, a ti virão ter as riquezas das nações. Invadir-te-á uma multidão de camelos, de dromedários de Madiã e Efá. Virão todos os de Sabá, trazendo ouro e incenso e proclamando as glórias do Senhor.
No fim da leitura, o leitor aclama cantando:
Leitor: Verbum Domini
Ass.: Deo Gratias
SALMO RESPONSORIAL
(Lc 1, 46-55)
O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
℟. Virão adorar-Vos, Senhor, todos os povos da terra.
1. Ó Deus, concedei ao rei o poder de julgar
e a vossa justiça ao filho do rei.
Ele governará o vosso povo com justiça
e os vossos pobres com equidade.
2. Florescerá a justiça nos seus dias
e uma grande paz até ao fim dos tempos.
Ele dominará de um ao outro mar,
do grande rio até aos confins da terra.
3. Os reis de Társis e das ilhas virão com presentes,
os reis da Arábia e de Sabá trarão suas ofertas.
Prostrar-se-ão diante dele todos os reis,
todos os povos o hão-de servir.
4. Socorrerá o pobre que pede auxílio
e o miserável que não tem amparo.
Terá compaixão dos fracos e dos pobres
e defenderá a vida dos oprimidos.
SEGUNDA LEITURA
(Ef 3, 2-3a.5-6)
Leitor: Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Efésios
Irmãos: Certamente já ouvistes falar da graça que Deus me confiou a vosso favor: por uma revelação, foi-me dado a conhecer o mistério de Cristo. Nas gerações passadas, ele não foi dado a conhecer aos filhos dos homens como agora foi revelado pelo Espírito Santo aos seus santos apóstolos e profetas: os gentios recebem a mesma herança que os judeus, pertencem ao mesmo corpo e participam da mesma promessa, em Cristo Jesus, por meio do Evangelho.
No fim da leitura, o leitor aclama cantando:
Leitor: Verbum Domini
Ass.: Deo Gratias
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: A vossa bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.
EVANGELHO
(Mt 2, 1-12)
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Sac.: O Senhor esteja convosco.
Diác. ou Sac.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Sac.: Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, segundo São Mateus.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Sac.: Tinha Jesus nascido em Belém da Judeia, nos dias do rei Herodes, quando chegaram a Jerusalém uns Magos vindos do Oriente. «Onde está – perguntaram eles – o rei dos judeus que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-l’O». Ao ouvir tal notícia, o rei Herodes ficou perturbado e, com ele, toda a cidade de Jerusalém. Reuniu todos os príncipes dos sacerdotes e escribas do povo e perguntou-lhes onde devia nascer o Messias. Eles responderam: «Em Belém da Judeia, porque assim está escrito pelo Profeta: ‘Tu, Belém, terra de Judá, não és de modo nenhum a menor entre as principais cidades de Judá, pois de ti sairá um chefe, que será o Pastor de Israel, meu povo’». Então Herodes mandou chamar secretamente os Magos e pediu-lhes informações precisas sobre o tempo em que lhes tinha aparecido a estrela. Depois enviou-os a Belém e disse-lhes: «Ide informar-vos cuidadosamente acerca do Menino; e, quando O encontrardes, avisai-me, para que também eu vá adorá-l’O». Ouvido o rei, puseram-se a caminho. E eis que a estrela que tinham visto no Oriente seguia à sua frente e parou sobre o lugar onde estava o Menino. Ao ver a estrela, sentiram grande alegria. Entraram na casa, viram o Menino com Maria, sua Mãe, e, prostrando-se diante d’Ele, adoraram-n’O. Depois, abrindo os seus tesouros, ofereceram-Lhe presentes: ouro, incenso e mirra. E, avisados em sonhos para não voltarem à presença de Herodes, regressaram à sua terra por outro caminho.
Terminando o Evangelho, o Diácono ou o sacerdote canta:
Diác. ou Sac.: Palavra da Salvação.
O povo aclama dizendo:
Ass.: Glória a vós, Senhor.
ANÚNCIO DA PÁSCOA E DAS FESTAS MÓVEIS
Irmãos caríssimos, a glória do Senhor manifestou-se e sempre se manifestará no meio de nós até ao seu retorno. Na sucessão dos tempos e das festas recordamos e vivemos os mistérios da salvação.
O centro de todo o Ano litúrgico é o Tríduo do Senhor crucificado, sepultado e ressuscitado, que culminará no domingo de Páscoa, dia 31 de março. Em cada domingo, Páscoa da semana, a santa Igreja torna presente este grande acontecimento, no qual Cristo venceu o pecado e a morte.
Da Páscoa procedem todos os dias santos: as Cinzas, início da Quaresma, dia 14 de fevereiro, a Ascensão do Senhor, dia 12 de maio, o Pentecostes, dia 19 de maio, e o primeiro domingo do Advento, dia 1 de dezembro. Também nas festas da santa Mãe de Deus, dos apóstolos, dos santos e na comemoração de todos os fiéis defuntos, a Igreja peregrina sobre a terra proclama a Páscoa do seu Senhor. A Cristo que era, que é e que vem, Senhor do tempo e da história, louvor e glória pelos séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
HOMILIA
Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
(Niceno Constantinopolitano)
Pres.: Professemos a nossa Fé.
Ass.: Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho unigénito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro; gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por Ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação desceu dos céus. E encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e Se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras; e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. De novo há de vir em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: Ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos, e a vida do mundo que há de vir. Amen.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
Pres: Caríssimos cristãos: Por Jesus, verdadeira luz das nações, supliquemos ao Pai que dê a paz e o bem-estar aos homens e às mulheres de todo o mundo, cantando, confiadamente:
Ass: Iluminai, Senhor, a terra inteira.
1. Pelas Igrejas do mundo inteiro, para que atendam aos sinais do nosso tempo e manifestem a luz de Deus entre as nações, oremos.
2. Pelos continentes e povos em conflito, para que os seus responsáveis não se cansem de procurar o bem precioso que é a paz, oremos.
3. Por aqueles a quem a estrela vai guiando até junto de Maria e de Jesus, para que aprendam a adorá-l’O e a servi-l’O, oremos.
4. Pelos pobres, pelos doentes e oprimidos, e pelos que choram alguém a quem amavam, para que Deus Se lhes revele e os conforte, oremos.
5. Por todos nós que acreditamos no Menino, que veio ao mundo e Se fez homem como nós, para que Ele nos dê a glória prometida, oremos.
Pres: Deus todo-poderoso e eterno, ouvi as preces que Vos dirigimos, e fazei que, procurando a vossa luz, percorramos os caminhos da verdade, que o Espírito Santo nos revela. Por Cristo Senhor nosso.
Ass: Amen.
LITURGIA EUCARÍSTICA
OFERTÓRIO
Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio.
Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio: depois, coloca o cálice sobre o corporal.
O sacerdote, inclinado, reza em silêncio.
Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Pres.: Olhai com bondade, Senhor, para os dons da vossa Igreja, que não Vos oferece ouro, incenso e mirra, mas Aquele que por estes dons é manifestado, imolado e recebido em alimento, nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho.
Ele que vive e reina pelos séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
PREFÁCIO DA EPIFANIA DO SENHOR
Cristo, luz de todos os povos
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte. Hoje, em Cristo, luz do mundo, revelastes a todos os povos o mistério da nossa salvação e, manifestando-O na nossa natureza mortal, nos renovastes com o esplendor da sua imortalidade. Por isso, com os anjos e os arcanjos, os tronos e as dominações e todos os coros celestes, proclamamos a vossa glória, cantando numa só voz:
SANTO
(Santo Senhor Deus do Universo)
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO,
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
BENDITO AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR
BENDITO AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Vós, Senhor, sois verdadeiramente santo, sois a fonte de toda a santidade.
Nos domingos e em outros dias solenes pode fazer-se a comemoração própria.
Reunidos na vossa presença, em comunhão com toda a Igreja, ao celebrarmos o dia santíssimo em que o vosso Filho unigénito, eterno convosco na glória, Se manifestou visivelmente na realidade da nossa carne, humildemente Vos suplicamos:
Junta as mãos e, estendendo-as sobre as oblatas, diz:
Pres.: Santificai estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
Junta as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e sobre o cálice, dizendo:
de modo que se convertam, para nós, no Corpo e + Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Junta as mãos.
Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor devem pronunciar-se clara e distintamente, como o requer a natureza das mesmas palavras.
Pres.: Na hora em que Ele Se entregava, para voluntariamente sofrer a morte,
Toma o pão e, sustentando-o um pouco elevado sobre o altar, continua:
Tomou o pão e, dando graças, partiu-o e deu-o aos seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a sobre a patena e genuflete em adoração.
Depois continua:
Pres.: De igual modo, no fim da Ceia,
Toma o cálice e, sustentando-o um pouco elevado sobre o altar, continua:
tomou o cálice, de novo Vos deu graças e deu-o aos seus discípulos.
Mostra ao povo o cálice, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, canta:
Pres.: Mistério da fé.
O povo aclama:
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, Senhor, o memorial da morte e ressurreição de vosso Filho, nós Vos oferecemos o pão da vida e o cálice da salvação e Vos damos graças, porque nos admitistes à vossa presença, para Vos servir nestes santos mistérios.
Pres.: Humildemente Vos suplicamos que, participando no Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos, pelo Espírito Santo, num só corpo.
1C.: Lembrai-Vos, Senhor, da vossa Igreja, dispersa por toda a terra, e tornai-a perfeita na caridade, em comunhão com o nosso Papa João Paulo VI, eu, vosso indigno servo, e todos os bispos e todos os ministros sagrados.
2C.: Lembrai-Vos também dos nossos irmãos, que adormeceram na esperança da ressurreição, e de todos aqueles que na vossa misericórdia partiram deste mundo, nomeadamente todas as intenções que tendes convosco: admiti-os na luz da vossa presença.
2C.: Tende misericórdia de nós, Senhor, e dai-nos a graça de participar na vida eterna, com a Virgem santa Maria, Mãe de Deus, são José, seu esposo, os bem-aventurados apóstolos, São Francisco e Santa Jacinta Marto e todos os santos, que, desde o princípio do mundo, viveram na vossa amizade, para cantarmos os vossos louvores,
Junta as mãos.
Por Jesus Cristo, vosso Filho.
DOXOLOGIA
Toma o cálice e a patena com a hóstia e, elevando-os, canta:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a Vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: A-MÉM! A-MÉM! A-A-A-A-MÉM!
RITOS DA COMUNHÃO
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos juntas, diz:
Pres.: Cantemos cheios de confiança, a oração que o Senhor nos ensinou:
Abre os braços e, juntamente com o povo, continua:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Pres.: Livrai-nos de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso Salvador.
Junta as mãos. O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e juntando as mãos, diz:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
Pres.: Senhor Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz: não olheis aos nossos pecados, mas à fé da vossa Igreja, e dai-lhe a união e a paz, segundo a vossa vontade,
Junta as mãos.
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
SAUDAÇÃO DA PAZ
Em seguida, conforme as circunstâncias, o diácono ou o sacerdote acrescenta:
Diác.: Em Jesus, que fez de todos nós seus irmãos, saudai-vos com um gesto de reconciliação e de paz.
Todos se saúdam, segundo os costumes locais, em sinal de mútua paz, comunhão e caridade. O sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
FRAÇÃO DO PÃO
(Cordeiro de Deus)
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS A PAZ! DAI-NOS A PAZ!
O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.
Pres.: Oremos.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para o banquete do Reino dos céus. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice, reza em silêncio e comunga o Sangue de Cristo.
Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, faça-se a oração da comunhão espiritual e em seguida inicia-se o canto da comunhão.
ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL
Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!
COMUNHÃO
Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice. Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.
O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
O sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Iluminai-nos, Senhor, sempre e em toda a parte com a vossa luz celeste, para que possamos contemplar com olhar puro e receber de coração sincero o mistério em que por vossa graça participámos.
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
BÊNÇÃO FINAL
(Orações sobre o povo)
(Orações sobre o povo)
O sacerdote, voltado para o povo, abrindo os braços, diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Deus, que vos chamou das trevas à sua luz admirável, derrame abundantemente sobre vós a sua bênção e vos fortaleça na fé, esperança e caridade.
Ass.: Amém.
Pres.: Deus vos faça testemunhas da sua verdade diante dos vossos irmãos, como verdadeiros discípulos de Cristo, que hoje Se manifestou ao mundo como luz nas trevas.
Ass.: Amém.
Pres.: Como os santos Magos, guiados pela estrela, encontraram o Menino no presépio de Belém, possais vós também, ao fim da vossa peregrinação sobre a terra, encontrar com alegria a Cristo, luz de Deus.
Ass.: Amém.
Pres.: A bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
Ass.: Amém.
Ass.: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio presidente diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus!
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
