Semanário Litúrgico | Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos


SEMANÁRIO LITÚRGICO
COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS

02.11.2023


Nesta comemoração utilizam-se paramentos roxos ou pretos.

RITOS INICIAIS


Alocução: A liturgia da Comemoração dos Fiéis Defuntos convida-nos a descobrir que o projeto de Deus para o homem é um projeto de vida. No horizonte final do homem não está a morte, o fracasso, o nada, mas está a comunhão com Deus, a realização plena do homem, a felicidade definitiva, a vida eterna. Sendo assim, rezemos pelos nossos entes queridos já falecidos, dentre eles: Maria Ivanir de Jesus; Maria Elza; Antonio Bispo; Dom Henrique Soares; Frei Emiliano; Pe. Manuel Rocha Fontes Santos; António Faria; Maria da Conceição Santos; José Daniel Santos Couto; Laura de Jesus; Nelson Faria;  Virgínia Wandermurem; Manoel Berthol Eiriz; Alzerino Admiral; Padre Rômulo Zagotto; Antônio Galvão; Alzira; Diego Matos; Nicole Santa Rosa; Maria Aparecida Salgado; Sergio Luiz Rodrigues; Dom Ercílio Turco; Elmeria Oliveira; Targina Wandermurem; Dom Luiz Gonzaga Peluso; Bruno Chipanski; Brenda Evelin Cordeiro; Otacílio Mariano; Juraci Maria Martins; Dona Matilde; Julia (Bisavó); Bruno (Bisavô); Francisco (Bisavô); Dom Evaristo Arns; Thays Almeida Lima; José Bernadino Gomes; Luiz Paes Viajante; Geraldo Santos Silva; Josué Mascarenhas Santos; Dilma Pereira Monteiro; Alberto de Campos; Iracema Reguelim; Ercilia Cialdini; Maria Palazon; Alexandre Dumas Pereira; Lauro Dumas Pereira; Paulo Dumas Pereira; Vilma Pereira Bego; Firmino Monteiro Pires; Soror Libéria; Paulo Leite; Joel dos Santos; Emanuel Faustino; Dom Valério Breda; Seu Aparecido; Joaquim Gilberto Leal de Miranda; Eunice Camilo dos Santos; Abadia Rosa de Almeida; Gerciley Rosa de Almeida; Lucas da Silva Cardeal;  Luiz Pedro; Maria José; Tereza Martins de Almeida; Janilson Ferreira; Cleide Almeida; Caio Lira; Miguel Brabo; Edir Alves; Filomena Paraíso; Ícaro Barbosa; Lucimar Azevedo; Luiza Barbosa; Edimar Marcelo; Luiz da Silva; Alcides Sousa; Joaquim Theodoro; Maria Marques; João Marques; Palmira Martinelli Barbizan; Bruno Barbizan; Maria Almeida de Oliveira; Arlindo de Almeida Machado; Antônio; Alvino; Diacis; Maria Inês Theodoro; Walter Meira de Souza; Maria Helena Rocha; Dom Eurico dos Santos Veloso; Pe. Léo de Bethânia; Antônio Alves Tavares; Pe. Geraldo; Monsenhor Jonas Abib; Dom Cláudio Hummes; Dom Adimir Antônio; Dom Geraldo Majella; Dom Geraldo Lyrio Rocha; Joaquim de Campos; Ercilia de Campos; Ana da Silveira; Arthur da Silveira; Mons. Ibraim Gomes Caputo; Mons. José Chamel; Papa Emérito Bento XVI; Beata Benigna Cardoso.


CANTO DE ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

A VIDA PRA QUEM ACREDITA, NÃO É PASSAGEIRA ILUSÃO.
E A MORTE SE TORNA BENDITA, PORQUE É A NOSSA LIBERTAÇÃO.

NÓS CREMOS NA VIDA ETERNA, E NA FELIZ RESSURREIÇÃO.
QUANDO DE VOLTA À CASA PATERNA,
COM O PAI OS FILHOS SE ENCONTRARÃO.

NO CÉU NÃO HAVERÁ TRISTEZA, DOENÇA, NEM SOMBRA DE DOR.
E O PRÊMIO DA FÉ É A CERTEZA DE VIVER FELIZ COM O SENHOR.

NÓS CREMOS NA VIDA ETERNA, E NA FELIZ RESSURREIÇÃO.
QUANDO DE VOLTA À CASA PATERNA,
COM O PAI OS FILHOS SE ENCONTRARÃO.

O CRISTO SERÁ NESTE DIA A LUZ QUE HÁ DE EM TODOS BRILHAR.
A ELE IMORTAL MELODIA OS ELEITOS HÃO DE ENTOAR.

NÓS CREMOS NA VIDA ETERNA, E NA FELIZ RESSURREIÇÃO.
QUANDO DE VOLTA À CASA PATERNA,
COM O PAI OS FILHOS SE ENCONTRARÃO.

ANTÍFONA DE ENTRADA
(1Ts 4, 14; 1Cor 15, 22)

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Como Jesus morreu e ressuscitou, Deus ressuscitará os que nele morreram. E, como todos morrem em Adão, todos em Cristo terão a vida.

SAUDAÇÃO

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Pres: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai.

Após um momento de silêncio:
Pres.: Confessemos os nossos pecados.
Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, 
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha tão grande culpa. 
Em seguida, continuam:
E peço à Vhirghem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.

Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.

Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

ORAÇÃO DO DIA

Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza:
Ó Deus, escutai com bondade as nossas preces e aumentai a nossa fé em Cristo ressuscitado, para que sejam mais via a nossa esperança na ressurreição dos vossos filhos e filhas. Phor nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

Outras leituras podem ser escolhidas entre os textos do lecionário presentes na liturgia diária.

PRIMEIRA LEITURA
(Jó 19, 1. 23-27a)

Leitor: Leitura do Livro de Jó
Jó tomou a palavra e disse: “Gostaria que minhas palavras fossem escritas e gravadas numa inscrição com ponteiro de ferro e com chumbo, cravadas na rocha para sempre! Eu sei que o meu redentor está vivo e que, por último, se levantará sobre o pó; e depois que tiverem destruído esta minha pele, na minha carne, verei a Deus. Eu mesmo o verei, meus olhos o contemplarão, e não os olhos de outros”
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

— O SENHOR É MINHA LUZ E SALVAÇÃO.

— O SENHOR É MINHA LUZ E SALVAÇÃO; DE QUEM EU TEREI MEDO? O SENHOR É A PROTEÇÃO DA MINHA VIDA; PERANTE QUEM EU TREMEREI? 

— AO SENHOR EU PEÇO APENAS UMA COISA, E É SÓ ISTO QUE EU DESEJO: HABITAR NO SANTUÁRIO DO SENHOR POR TODA A MINHA VIDA; SABOREAR A SUAVIDADE DO SENHOR E CONTEMPLÁ-LO NO SEU TEMPLO. 

— Ó SENHOR, OUVI A VOZ DO MEU APELO, ATENDEI POR COMPAIXÃO! É VOSSA FACE QUE EU PROCURO. NÃO AFASTEIS EM VOSSA IRA O VOSSO SERVO, SOIS VÓS O MEU AUXÍLIO! 

— SEI QUE A BONDADE DO SENHOR EU HEI DE VER NA TERRA DOS VIVENTES. ESPERA NO SENHOR E TEM CORAGEM, ESPERA NO SENHOR! 

Ou, para a recitação:
— O Senhor é minha luz e salvação.

— O Senhor é minha luz e salvação; de quem eu terei medo? O Senhor é a proteção da minha vida; perante quem eu tremerei? 

— Ao Senhor eu peço apenas uma coisa, e é só isto que eu desejo: habitar no santuário do Senhor por toda a minha vida; saborear a suavidade do Senhor e contemplá-lo no seu templo. 

— Ó Senhor, ouvi a voz do meu apelo, atendei por compaixão! É vossa face que eu procuro. Não afasteis em vossa ira o vosso servo, sois vós o meu auxílio! 

— Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver na terra dos viventes. Espera no Senhor e tem coragem, espera no Senhor! 

SEGUNDA LEITURA
(Rm 5, 5-11)

Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos.
Irmãos: esperança não decepciona, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. Com efeito, quando éramos ainda fracos, Cristo morreu pelos ímpios, no tempo marcado. Dificilmente alguém morrerá por um justo; por uma pessoa muito boa, talvez alguém se anime a morrer. Pois bem, a prova de que Deus nos ama é que Cristo morreu por nós, quando éramos ainda pecadores. Muito mais agora, que já estamos justificados pelo sangue de Cristo, seremos salvos da ira por ele. Quando éramos inimigos de Deus, fomos reconciliados com ele pela morte do seu Filho; quanto mais agora, estando já reconciliados, seremos salvos por sua vida! Ainda mais: nós nos gloriamos em Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo. É por ele que, já desde o tempo presente, recebemos a reconciliação.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA! 
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA! 

É ESTA A VONTADE DE QUEM ME ENVIOU:
QUE EU NÃO PERCA NENHUM DOS QUE ELE ME DEU
MAS QUE EU OS RESSUSCITE NO ÚLTIMO DIA. 

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA! 

Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
(Jo 6, 37-40)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Sac.: 
O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Sac.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Sac.: 
Naquele tempo, disse Jesus às multidões: “Todos os que o Pai me confia virão a mim, e quando vierem, não os afastarei. Pois eu desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum daqueles que ele me deu, mas os ressuscite no último dia. Pois esta é a vontade do meu Pai: que toda pessoa que vê o Filho e nele crê tenha a vida eterna. E eu o ressuscitarei no último dia”.
Diác. ou Sac.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio.

HOMILIA

Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

Pres.: Irmãos e irmãs: Oremos a Deus Pai todo-poderoso, Senhor da vida e da morte, pedindo-Lhe que dê o descanso eterno a todos os fiéis defuntos e a paz aos que os choram com saudade, dizendo com humildade:
Ass.: Senhor dos vivos e dos mortos, ouvi-nos.

1. Pelas Igrejas cristãs de um extremo ao outro da terra, para que ajudem os seus fiéis a apreciar com sabedoria as coisas invisíveis e eternas, oremos. 

2. Por aqueles que morreram sem o conforto da oração cristã, para que o Senhor os acolha na sua misericórdia, oremos.

3.  Pelos que choram a morte de um ente querido, esposa, marido, filho ou amigo, para que sejam consolados pela promessa da imortalidade, oremos. 

4. Por todos os fiéis que acreditaram no Evangelho, para que, na manifestação de Cristo Redentor, possam contemplar a Deus face a face, oremos. 

Pres.: Deus todo-poderoso e eterno, que criastes o homem à vossa imagem e semelhança, dai a luz e a paz da vossa presença àqueles que já partiram deste mundo e concedei a consolação da futura imortalidade aos pequeninos a quem revelastes os vossos mistérios. Por Cristo Senhor nosso.
Ass.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

OS OLHOS JAMAIS CONTEMPLARAM
NINGUÉM SABE EXPLICAR
O QUE DEUS TEM PREPARADO
AQUELE QUE EM VIDA O AMAR

AS LUTAS, A DOR E O SOFRER
TÃO PRÓPRIOS À VIDA DO SER
NINGUÉM PODERÁ COMPARAR
COM A GLÓRIA SEM FIM NO CÉU

OS OLHOS JAMAIS CONTEMPLARAM
NINGUÉM SABE EXPLICAR
O QUE DEUS TEM PREPARADO
AQUELE QUE EM VIDA O AMAR

FOI CRISTO QUEM NOS MERECEU
CO'A MORTE, A VIDA E O CÉU
E AINDA SE ENTREGA POR NÓS
COMO OFERTA CONSTANTE AO PAI

OS OLHOS JAMAIS CONTEMPLARAM
NINGUÉM SABE EXPLICAR
O QUE DEUS TEM PREPARADO
AQUELE QUE EM VIDA O AMAR

O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. 

O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

O sacerdote, inclinado, reza em silêncio.

Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio.

CONVITE À ORAÇÃO

No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Pres.: Acolhei, ó Deus, as nossas oferendas por nossos irmãos e irmãs que partiram, para que sejam introduzidos na glória com Cristo, que une os mortos e os vivos no seu mistério de amor. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

PREFÁCIO DOS FIÉIS DEFUNTOS I
(A esperança da ressurreição em Cristo)

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na Verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Nele brilhou para nós a esperança da feliz ressurreição. E, aos que a certeza da morte entristece, a promessa da imortalidade consola. Senhor, para os que crêem em vós, a vida não é tirada, mas transformada. E, desfeito o nosso corpo mortal, nos é dado, nos céus, um corpo imperecível. E, enquanto esperamos a realização de vossas promessas, com os anjos e com todos os santos, nós vos aclamamos, cantando (dizendo) a uma só voz:

SANTO
SANTO, SANTO, SANTO! SENHOR DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E TERRA PROCLAMAM, PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA!

HOSANA, HOSANA, HOSANA! HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA! HOSANA NAS ALTURAS!

BENDITO O QUE VEM, EM NOME DO SENHOR,
BENDITO O QUE VEM, EM NOME DO SENHOR!

HOSANA, HOSANA, HOSANA! HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA! HOSANA NAS ALTURAS!

Ou, para a recitação:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
Ass.: Santificai nossa oferenda, ó Senhor.
O sacerdote une as mãos.

Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Pres.: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz a genuflexão para adorá-lo.

Pres.: Eis o mistério da fé!
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
Ass.: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass.: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa João Paulo, com o nosso bispo N., e todos os ministros do vosso povo.
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a vhirghem Maria, mãe de Deus, e São José, seu esposo, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ass.: Concedei-nos o convívio dos eleitos!

Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass.: Amém!

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass.: 
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: 
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác.: No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
 
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A VOSSA PAZ.
DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A VOSSA PAZ.

Ou, para recitação:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e omunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice,  reza em silêncio e comunga o Sangue de Cristo.

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, faça-se a oração da comunhão espiritual e em seguida inicia-se o canto da comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!


EU SOU O PÃO DA VIDA
O QUE VEM A MIM NÃO TERÁ FOME
O QUE CRER EM MIM NÃO TERÁ SEDE
NINGUÉM VEM A MIM
SE MEU PAI NÃO O ATRAIR

EU O RESSUSCITAREI
EU O RESSUSCITAREI
EU O RESSUSCITAREI
NO DIA FINAL

EU O RESSUSCITAREI
EU O RESSUSCITAREI
EU O RESSUSCITAREI
NO DIA FINAL

EU SOU O PÃO DA VIDA
QUE SE PROVA E NÃO SE SENTE FOME
O QUE SEMPRE BEBER DO MEU SANGUE
VIVERÁ EM MIM E TERÁ A VIDA ETERNA

EU O RESSUSCITAREI
EU O RESSUSCITAREI
EU O RESSUSCITAREI
NO DIA FINAL

EU O RESSUSCITAREI
EU O RESSUSCITAREI
EU O RESSUSCITAREI
NO DIA FINAL

ANTÍFONA DE COMUNHÃO
(Jo 11, 25s)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
Eu sou a ressurreição e a vida, diz o Senhor. Aquele que crê em mim, ainda que tenha morrido, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim não morrerá para sempre.

Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice. Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.

O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Pres.: Oremos.
O sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Fazei, ó Pai, que os vossos filhos e filhas, pelos quais celebramos este sacramento pascal, cheguem à luz e à paz da vossa casa. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
Por ocasião do Ano Vocacional Nacional

Pres: Jesus, mestre divino que chamastes os apóstolos para vos seguirem, continuai a passar pelos nossos caminhos, pelas nossas famílias, pelas nossas escolas. E continuai a repetir o convite a muitos de nossos jovens. Dai coragem às pessoas convidadas, dai forças para que vos sejam fiéis como apóstolos leigos, como sacerdotes, como religiosos e religiosas para o bem do povo de Deus e de toda a humanidade.
Ass: Amém.

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL
(Celebração dos fiéis defuntos)

Segue-se o rito de despedida. O presidente, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Pres.: O Deus de toda consolação vos dê a sua bênção, ele que na sua bondade criou o ser humano e deu aos que creem em seu Filho ressuscitado a esperança da ressurreição.
Ass.: Amém.

Pres.: Deus nos conceda o perdão dos pecados, e a todos os que morreram, a paz e a luz eterna.
Ass.: Amém.

Pres.: E todos nós, crendo que Cristo ressuscitou dentre os mortos, vivamos eternamente com ele.
Ass.: Amém.

Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio presidente diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus!


Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.


ANTÍFONA MARIANA
COM MINHA MÃE ESTAREI NA SANTA GLÓRIA UM DIA;
AO LADO DE MARIA,  NO CÉU TRIUNFAREI.

NO CÉU, NO CÉU, COM MINHA MÃE ESTAREI.
NO CÉU, NO CÉU, COM MINHA MÃE ESTAREI.
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